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Bagunça improdutiva

Liane Neves


A produtividade combina mesmo com o silêncio. É o que demonstraram os cientistas da Universidade Cornell, EUA, depois de acompanhar o desempenho de pessoas em ambientes diferentes. Em locais barulhentos, são mais altos os níveis do hormônio epinefrina, associado ao stress, do que nos lugares mais calmos. Após uma jornada de três horas, os indivíduos que estavam num ambiente mais silencioso tinham duas vezes mais disposição para resolver complicadas tarefas mentais do que os que estavam submetidos à balbúrdia. Além disso, no barulho havia menor tendência a prestar atenção à postura corporal.

 

Brasileiro bom de caminhada

Everton Ballardin


A paixão nacional do brasileiro não tem correspondência na hora em que vai escolher o próprio exercício físico. O futebol ficou em modesto terceiro lugar, com 28,3% das preferências entre os executivos, segundo enquete da consultoria Manager, de recursos humanos, com 470 profissionais. Por não exigirem muito tempo nem programação prévia, as caminhadas foram apontadas por 64,4% como o exercício mais freqüente que realizam, seguidas da ginástica nas academias, com 39,1% (respostas múltiplas).

 

Jantar em família

Para melhorar a dieta das crianças, nada como uma rotina secular – os pais devem fazer com que elas se sentem à mesa com o resto da família. Pesquisadores da Universidade Harvard observaram os hábitos alimentares de 16.000 crianças e constataram que aquelas que faziam as refeições com a família consumiam mais frutas e vegetais – e menos refrigerantes, frituras e gorduras – do que as que se alimentavam sozinhas. Acompanhadas, as crianças também consomem mais calorias, fibras e nutrientes como cálcio, ferro e vitaminas.

 

Mãos de lavadeira

As donas-de-casa brasileiras desconhecem a quantidade exata de sabão em pó a ser empregada para cada trouxa de roupa e fazem a dosagem no olhômetro. Por isso, precisam de mais esforço físico e acrescentam aditivos para compensar o mau uso do sabão. Essa é uma das conclusões que se podem tirar de um levantamento feito pelo fabricante de produtos de limpeza Procter&Gamble. Hoje, no país, 38% das donas-de-casa possuem máquinas de lavar automáticas, enquanto 33% usam máquinas do tipo "tanquinho", que só enxáguam as peças. O restante é feito na mão mesmo.

 
iFotos Luciane Garbin e Frederico Busch

 

 

Xenical, bom também para o colesterol

Antonio Milena


Remédio em voga para o tratamento da obesidade, o Xenical pode ajudar também a reduzir as taxas de colesterol no sangue. Pesquisa realizada na Universidade de Washington e apresentada durante encontro da Associação Americana de Estudos da Obesidade revelou que, além de bloquear a assimilação de gorduras dos alimentos, o orlistat, nome genérico da droga, diminui a quantidade da substância absorvida durante as refeições. Os indivíduos que tomaram o remédio assimilaram uma fração 25% menor do colesterol presente na comida ingerida. Assim como a obesidade, as altas taxas de colesterol são um dos fatores que aumentam o risco de ocorrência de doenças cardíacas. O endocrinologista Alfredo Halpern, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, também vem estudando o tema e verificou uma queda de até mais de 20% das taxas de colesterol com o uso do remédio.

 

BOA NOTÍCIA

Na mira do microscópio

Da espessura de um fio de cabelo, os vasos linfáticos, quando danificados, podem causar uma doença em que o indivíduo fica com as pernas disformes, como nos casos de elefantíase. Uma nova técnica para corrigir o problema recompõe os vasos com veias do próprio paciente e já está disponível no Brasil com emprego de microscópio óptico. Ela foi trazida por seu criador, o médico italiano Corradino Campisi, da Universidade de Gênova, que já fez mais de 1.000 cirurgias e a apresentou em evento realizado recentemente no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os resultados positivos da nova cirurgia reconstrutiva alcançam 81%.

 

MÁ NOTÍCIA

Avanço do diabetes

Mari Queiroz


O Brasil está em nono lugar no mundo em número de adultos diabéticos, com 3,3 milhões de pessoas atingidas pela doença, entre 20 e 79 anos de idade. A classificação é do Atlas da Diabetes 2000, divulgado no dia 6, na Cidade do México, durante conferência de uma federação internacional que monitora a doença. De acordo com os dados da instituição, existem hoje mais de 151 milhões de adultos diabéticos no mundo, o que representa um aumento de 11% nos últimos cinco anos e uma proporção de um portador do mal para cada vinte indivíduos saudáveis.

 

O chefe não liga para mim

Empregados com ecujas opiniões não são ouvidas pelo chefe têm cinco vezes mais risco de sofrer de depressão do que outros cujo grau de ansiedade com a hierarquia no trabalho é baixo, revela um estudo da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos. As entrevistas abrangeram 905 executivos, secretárias e professores em tempo integral. O sentimento de frustração levou a casos de depressão nos três níveis da doença – desde a mais branda (um tipo de tristeza que pode durar quinze dias) até a mais profunda.

 

Perfil para a internet

Quem se interessa em disputar o mercado de trabalho das empresas pontocom nos grandes centros do planeta deve apresentar ou desenvolver um conjunto de características básicas, segundo o consultor Mark Oldham, co-fundador da Vault.com, que faz avaliações de recursos humanos na web. São elas: capacidade para arregaçar as mangas e fazer o melhor com os recursos disponíveis; disposição para assumir riscos, uma vez que o futuro é incerto; não dar muita importância a títulos de cargos; e gostar da informalidade, já que em muitas empresas se aboliu o uso do terno.

 

Teste: você sabe usar bem o seu tempo?

O tempo não dá para ser guardado, estocado e, muito menos, recuperado. Pode parecer óbvio, mas a perda é irreversível. Por isso, estabelecer prioridades e trabalhar naquilo que está provocando ansiedade, seja em questões ligadas ao trabalho ou à vida pessoal, é uma forma de garantir uma melhor qualidade de vida. Verifique aqui como você está administrando esse fator vital – o teste foi preparado pelo consultor Renato Bernhoeft, um dos principais especialistas brasileiros em gerenciamento do tempo, com três livros publicados sobre o tema

 
Sim
Raramente
Não
1. Tenho dificuldade para fixar prioridades
2. Costumo adiar trabalhos desagradáveis
3. No trabalho, muitos me interrompem
4. Tenho dificuldade para dizer "não"
5. Descuido do meu lazer
6. Sou perfeccionista
7. "Esqueço" de praticar esportes
8. Levo trabalho para casa
9. Não desligo meu celular ou pager
10. Meus amigos são colegas de trabalho
11. Aceito interrupções por telefone
12. Almoço sempre com colegas de trabalho

 

Pontuação
Sim
Raramente
Não

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ACIMA DE 8 "RARAMENTE"
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Editado por Cesar Baima
e-mail: parausar@abril.com.br

 

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