Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 713 - 15 de agosto de 2001
Para usar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Hipertexto
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Literatura brasileira
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Alívio para a dor na coluna

Luis Roberto Nogueira


Dores crônicas na coluna que às vezes aparecem depois de cirurgias de hérnia de disco podem ser estabilizadas com o implante de próteses de titânio, material que induz à formação de tecido ósseo. O procedimento está sendo empregado no Hospital São Luiz, em São Paulo. Na cirurgia de hérnia de disco, grande parte de um disco gelatinoso que fica entre as vértebras é retirada. Isso pode causar instabilidade nessa região, o que gera muita dor. Para solucionar o problema, os especialistas recorrem a peças de titânio, que são utilizadas para restabelecer o espaço entre as vértebras. Em seguida, elas são fixadas com parafusos feitos do mesmo produto, segundo explica Luiz Alcides Manreza, chefe do serviço de neurocirurgia do hospital paulistano.

 

Aparelho dentário sob vigilância


Fernando Rodrigues


Um artefato do tamanho de uma tampinha de garrafa pode ajudar os pais a fiscalizar os filhos que relutam em usar aqueles incômodos aparelhos ortodônticos que ficam fora da boca, inevitáveis em vários casos. Trata-se de um chip preso na tala próxima ao pescoço que é ativado toda vez que a criança coloca o aparelho. Trazido dos EUA pela distribuidora Ortosul, de Porto Alegre, está disponível nas principais capitais. Segundo a ortodontista Silvana Gratone, de Brasília, o chip monitora a tensão da correia e registra o tempo de uso do aparelho, bem como quantas vezes foi retirado.

 

Consulta médica por e-mail

Quando se deve usar o e-mail para se comunicar com seu médico? A categoria dos doutores ainda não chegou a um consenso sobre o tema, mas essa prática avança rapidamente. Segundo Daniel Sigulem, chefe do departamento de informática em saúde da Universidade Federal de São Paulo, a utilização do correio eletrônico deve ser feita de maneira cuidadosa entre as duas partes, a começar pelo fato de que toda informação trocada entre os dois equivale a um documento. Sigulem dá sinal verde para mensagens em que o paciente informa a compra de determinado remédio prescrito e que já o está tomando. O sinal amarelo acende para aqueles casos nos quais o resultado de um exame pode determinar a continuidade ou não do uso de certo medicamento. Isso, sem dúvida, requer apreciação médica, após conversa entre o especialista e o paciente. A luz fica vermelha quando o indivíduo faz consulta ou pede uma segunda opinião via e-mail. Aí, é melhor a velha e boa consulta cara a cara.

 

Para contar no bar: conspiração
contra o Natal

Papai Noel não só existe como reivindica. Cerca de 150 velhinhos da turma do gorro e sino se reuniram em um congresso da categoria em Copenhague, na Dinamarca. Na pauta, a mudança da data de Natal de 25 de dezembro para 6 de janeiro, sob a alegação de que eles não conseguem cumprir o prazo de entrega de brinquedos com a superpopulação do planeta. A porta-voz Tina Baungaard contestou dados de céticos e ateus, segundo os quais Papai Noel é produto da imaginação. De acordo com esses cálculos, Papai Noel teria apenas um milésimo de segundo para entregar os presentes na casa de cerca de 378 milhões de crianças cristãs. Teoricamente, pode até ser. Mas o papainoelato é hoje, como resultado da globalização, uma corporação multinacional que conta com a ajuda de milhares de assistentes, o que facilita a tarefa.

 

Tarefas pausadas, mais produtividade

Maneirar o ritmo de trabalho no escritório pode aumentar sua produtividade. Contra-senso? Não, de acordo com estudo realizado pelos pesquisadores americanos David Meyer e Jeffrey Evans, da Universidade de Michigan, e Joshua Rubinstein. A realização de várias tarefas simultâneas acaba por nocautear o rendimento individual, segundo a pesquisa, publicada na revista Journal of Experimental Psychology. A tecnologia exige que as pessoas desempenhem atividades complexas, e elas perdem tempo quando têm de mudar de uma tarefa para outra. Foram realizadas quatro provas com adultos, nas quais eles tinham de mudar as atividades, como solucionar problemas de matemática ou classificar objetos geométricos. A velocidade do desempenho dos participantes foi medida de acordo com a familiaridade deles aos exercícios e segundo a complexidade das regras para fazê-los. Para todos os tipos de trabalho, as pessoas apresentaram queda no desempenho quando mudaram de afazeres, e ainda mais quando eles eram mais difíceis e desconhecidos. Para efeitos práticos, a conclusão a se tirar é de que os indivíduos devem buscar separar de maneira mais nítida o início e o fim de cada atividade, sem tentar equilibrar em suas mãos todo o escritório.

 

Lições da demissão


Ilustração Wander Mendes


Esse pode ser um bom momento para iniciar um processo do que ele chama de autogerenciamento da carreira. Ivy aconselha os executivos a aproveitarem esse período para fazer uma auto-análise objetiva e sincera do histórico profissional antes de batalhar uma nova colocação no mercado. A seguir, algumas de suas orientações:

Faça um balanço comparativo sobre quantas posições já ocupou em toda a sua carreira e em quais delas obteve melhores resultados;

Se os motivos da demissão estiverem relacionados com alguma deficiência profissional, essa é uma boa hora para desenvolver-se melhor nesse aspecto;

Se você não estava muito feliz no cargo ocupado, procure identificar outras áreas de interesse e selecionar as empresas com as quais mais se identifica para ir à luta.

 

Combate à infertilidade

Problemas de infertilidade podem ter na origem vilões hoje universais, como o uso de cigarro, bebida e drogas, além da obesidade. Essa é uma das mensagens de uma campanha da Sociedade Americana para Medicina Reprodutiva lançada recentemente. O público-alvo são homens e mulheres entre 20 e 30 anos com o desejo de ter filhos. A organização alerta ainda para o perigo de algumas doenças sexualmente transmissíveis que podem dificultar a fecundação.

 

Coração no ritmo certo

Fernando Fasanello/Strana


Uma técnica desenvolvida pelos cardiologistas Eduardo Sosa e Maurício Scanavaccia, do Instituto do Coração, em São Paulo, tem ajudado pacientes que, mesmo com o uso de remédios e implante de um desfribilador automático, não conseguem controlar as arritmias cardíacas. No procedimento, cauterizam-se pontos localizados na superfície do coração responsáveis pelos problemas que levam o órgão a bater fora do compasso.

 

BOA NOTÍCIA

Calma contra o derrame

Ter personalidade calma pode afastar a possibilidade de ocorrer um derrame. É o que revela uma mas que levam o órgão a bater fora do compasso.

 

BOA NOTÍCIA

Calma contra o derrame

Ter personalidade calma pode afastar a possibilidade de ocorrer um derrame. É o que revela uma pesquisa sueca publicada na revista científica Stroke feita com 238 idosos com pressão alta, um fator de risco para o problema. Eles foram submetidos a um teste para avaliar como se adaptavam a uma situação estressante. Quem se irritou durante a avaliação apresentou, em dez anos, probabilidade três vezes maior de ser atingido pelo mal.

 

MÁ NOTÍCIA

Infarto precoce

Médicos da Clínica Mayo, nos EUA, conseguiram estabelecer uma ligação direta entre o excesso de peso e o ataque precoce do coração. Pacientes obesos pesquisados tiveram infarto agudo do miocárdio cerca de oito anos mais cedo que indivíduos com peso normal. O problema deu as caras com quase quatro anos de antecedência na turma acima do peso. O estudo acompanhou as fichas médicas de 906 pacientes em um período de dez anos.

Coordenado por Fábio de Oliveira.
Colaborou Fernanda Colavitti
e-mail: parausar@abril.com.br

 

 
 

   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS