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Home  »  Revistas  »  Edição 2121 / 15 de julho de 2009


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Leitor

Assuntos mais comentados
Senado em crise - 65
Redes sociais on-line (capa) - 21
Claudio de Moura Castro - 12
Michael Jackson - 12
Honduras - 10


Redes sociais on-line

"Na sociedade atual, em que as relações de amizade, de amor e até de sexo chegaram ao seu grau máximo de banalidade, a internet é apenas mais um fator a espelhar a falta de amor ao próximo, de sinceridade e de humanidade."
Juliana Barreto
Pirapora, MG

 

A reportagem sobre redes sociais na internet ajudou a nos esclarecer sobre a diferença entre "solidão social" (falta de comunidade) e "solidão emocional" (falta de relacionamentos profundos). Sugeriu que o usuário dessas redes as utilize para administrar amizades já existentes, mesmo a grandes distâncias. Propôs que amizades que tenham surgido no mundo virtual sejam trazidas para um encontro real. A vida é perto, já disse Millôr Fernandes ("Nos laços (fracos) da internet", 8 de julho).
Arthur Leandro Lopes
Araçatuba, SP

Otavio Dias 

Redes sociais virtuais
Marina de la Riva, cantora, 4 700 contatos virtuais: "Está na rede, é público, e você nunca consegue controlar as informações que circulam ali"

 

No Orkut é comum achar comunidades que têm a finalidade de adicionar contatos para "ganhar amigos novos". Mas me pergunto: por que chamar de amigo alguém que nunca vi? Por que viver essa irrealidade? Quem adiciona essas comunidades não percebe a banalização da palavra amigo. Amigos mesmo se contam nos dedos. Contatos, nas redes sociais.
Raiano Tavares de Oliveira
Natal, RN

Senado em crise

Neto intermediando empréstimos, neto funcionário-fantasma, parente que mora na Espanha e recebe salário, mordomo de 12 000 reais para a filha, apartamentos funcionais para a viúva do motorista e para um ex-senador, auxílio-moradia de 3 800 reais, tudo com dinheiro público. São pecados relativamente pequenos, e apequenam a biografia de Sarney, mas que biografia esse "cara" tem... ("Até parece uma cadeira elétrica", 8 de julho).
Wilson Segalla
Registro, SP

Transparência em seus pensamentos, clareza e sinceridade. Assim foi o senador Tião Viana na sua entrevista a VEJA. Nos políticos atuais isso é um fato raro. Tião disse o que pensa, mesmo sendo esses pensamentos contrários ao seu partido e a Lula. Não escondeu, como a maioria dos políticos. Parabéns ao Tião e a VEJA pela entrevista.
Thadeu Silva de Moura
Rio Branco, AC

Ao ler a entrevista com o senador Tião Viana, no início fiquei empolgado. No meio da leitura me senti triste e, no fim, estava decepcionado. O senador pensa e age como a maioria do Congresso e o presidente Lula, com "pragmatismo". E, para corroborar a opinião de que o Senado passa 80% do tempo discutindo inutilidades, um dos grandes projetos do senador Viana foi a eliminação de um dos fusos horários brasileiros, com a justificativa de que essa era a solução para uma das causas da falta de crescimento e desenvolvimento do Acre.
Marco Antonio Lisboa Carminé
Manaus, AM

Nosso Senado não deixa de surpreender. E sempre para pior. Quanto mais pensamos que as falcatruas chegaram ao fim, surge um novo rol. A quem interessa um Senado tão corrupto? Aos brasileiros eu sei que não.
Humberto Milhomem
Goiânia, GO

Faço referência à reportagem "Até parece uma cadeira elétrica" (8 de julho), assinada pelo jornalista Otávio Cabral, para refutar com veemência a afirmação de que figuro como "réu no Supremo Tribunal Federal...". A afirmação baseia-se em informação equivocada. Não sou réu, não respondo a processo algum no STF. Estou, sim, arrolado em um inquérito.
Senador Leomar Quintanilha
Brasília, DF

Claudio de Moura Castro

Claudio de Moura Castro foi fantástico no artigo "Os meninos-lobo" (8 de julho). Sou médico ginecologista e atendo na rede pública. Vejo muitas vezes pessoas que, apesar do intenso esforço dos médicos em explicar o resultado de exames e como vai ser o tratamento, não entendem uma só palavra do que dizemos, mesmo quando tentamos falar na linguagem mais simples possível. A falta de domínio do próprio idioma e o vocabulário restrito impedem muitas pessoas de compreender certos procedimentos.
Cleber Sato
Por e-mail

Michael Jackson

A morte do "astro" Michael Jackson motivou a montagem de uma estrutura que aproveitou sua fama. Até sorteio para o ingresso no velório foi promovido. São fatos que impressionam, pois mostram a competência daqueles que o acompanharam ao longo de uma carreira cheia de comportamentos de difícil compreensão, mas com efetivos resultados artísticos e, claro, econômicos. Que sua arte seja admirada, o que não se pode dizer de seu comportamento como ser humano, até que se encontrem explicações para algumas situações que o envolveram ("O show não pode parar", 8 de julho).
Uriel Villas Boas
Santos, SP

Guia

Parabenizo VEJA pela reportagem "Casa quentinha no inverno", da edição 2.119. Apesar de vivermos em um país tropical, o Brasil talvez seja o lugar onde mais se passe frio no mundo. Poucas residências são providas de sistema de calefação. Reconhecemos a importância da revista ao informar seus leitores sobre a melhor maneira de fazer o aquecimento. Entretanto, gostaria de salientar que o sistema de aquecimento por piso elétrico é viável para pequenos espaços. Em áreas maiores, a utilização de caldeiras é mais adequada, por empregar combustíveis de menor custo, o que proporciona economia ao longo do tempo, e por também servir para aquecer a água de consumo.
Júlio Cesar Deves Giacomet
Giacomet Termo Metalúrgica Ltda.
www.giacomet.com.br

Holofote

Gostaria de esclarecer que, até onde fui informado, o SBT não está à venda. E, mesmo que estivesse, eu não teria recursos para comprá-lo. Além disso, quero registrar que jamais teria a pretensão de achar que fui escolhido para suceder ao apresentador Silvio Santos. Ele é um dos ícones da televisão brasileira e, em minha opinião, um dos raros casos em que podemos aplicar a expressão "insubstituível" ("Um candidato a Silvio Santos", 8 de julho).
Roberto Justus CEO do Grupo Newcomm e presidente da Y&R
São Paulo, SP

Honduras

Os poderes da República de Honduras – Legislativo e Judiciário –, interpretando a Constituição, concluíram que o Executivo a feriu gravemente, obrigando-os a agir em sua defesa (e, em última instância, na do povo) com os remédios nela contidos. Equivocados são o pensamento e o método latino-americanos de burlar a ordem jurídica a fim de prolongar o mandato de aprendizes de ditador, contrariando o princípio democrático da alternância no poder. Nesse sentido, entendemos que os poderes daquela República devem convocar eleição para a Presidência e manter as sanções previstas ao destituído. Lamentamos profundamente a condição em que foi posta a população hondurenha, mas isso deve servir de marco aos povos e mandatários menos acostumados ao regime democrático. E que saibam estes que não são imprescindíveis, ou insubstituíveis, mas, por assim pensarem, totalmente descartáveis ("Ao vencedor, as bananas", 8 de julho).
Carlos Alberto Ferreira Dias
Rio de Janeiro, RJ

Repentinamente, a disposição para o diálogo que vinha justificando a aproximação com ditaduras desapareceu. Os princípios de não interferência evaporaram. Um avião da FAB rapidamente foi posto a serviço da agenda bolivariana e levou o presidente da OEA para intimidar o governo provisório da pequena Honduras. Pequenos golpes vinham sendo perpetrados contra a democracia do continente dia após dia e impunemente. A pequena e brava Honduras veio lembrar que não se pode usar o voto popular para passar por cima das instituições. E acendeu uma luz amarela no projeto totalitário de muita gente. Hoje tenho certa inveja de Honduras. Os bananeiros somos nós.
Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro
Guarulhos, SP

15 anos do real

Parabéns a VEJA pela bela reportagem "15 anos de bonança" (8 de julho), sobre os quinze anos do Plano Real, que debelou a hiperinflação que tanto assombrou este país. Somente um grupo de pessoas com técnica, coragem, determinação e muita paciência, lideradas por alguém da estirpe de um Fernando Henrique Cardoso, para lidar com os detratores de tudo o que não é realizado por eles, Lula e PT à frente.
Zulma Jacinto Garcia
Curitiba, PR

Aneel

Em relação à nota "Cadê a independência?", publicada na coluna Radar da edição nº 2 120, de 8 de julho, a Aneel esclarece que nenhum parecer elaborado pelo procurador-geral da agência foi revisto ou modificado pela Advocacia-Geral da União (AGU).
Patrícia Barbosa Pinto
Assessoria de comunicação e imprensa
Agência Nacional de Energia Elétrica

Brasília, DF

Educação física

Sobre check-up esportivo (Guia, 27 de maio), VEJA publicou que "...só uma coisa é pior que o sedentarismo: a atividade física sem orientação médica". Poderia ter publicado "sem orientação de profissionais habilitados ou qualificados", pois assim estaria se referindo aos médicos, aos profissionais de educação física e aos nutricionistas, as três áreas que, segundo estudos sérios, são as responsáveis diretas pela minimização do sedentarismo e da obesidade.
Jorge Steinhilber
Presidente do Conselho Regional de Educação Física
Rio de Janeiro, RJ

Correções: ao contrário do que foi publicado na seção Gente de 8 de julho, Mariah Carey tem 39 anos e não tem filhos. n Na reportagem "No bico da águia" (10 de junho), o mentor do sucesso da GM é Alfred Sloan, e não Albert Sloan, como dito algumas vezes no texto. Sloan entrou na GM em 1918, e não em 1923, ano em que foi promovido a presidente da empresa. Sloan não é o criador das práticas contábeis e de controle "científicas", apenas deu continuidade à ideia e a levou a limites inéditos.

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP; Fax: (11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 

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