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Redes sociais on-line "Na
sociedade atual, em que as relações de amizade, de amor e até
de sexo chegaram ao seu grau máximo de banalidade, a internet é
apenas mais um fator a espelhar a falta de amor ao próximo, de sinceridade
e de humanidade."
A reportagem sobre redes sociais na internet
ajudou a nos esclarecer sobre a diferença entre "solidão social"
(falta de comunidade) e "solidão emocional" (falta de relacionamentos
profundos). Sugeriu que o usuário dessas redes as utilize para administrar
amizades já existentes, mesmo a grandes distâncias. Propôs
que amizades que tenham surgido no mundo virtual sejam trazidas para um encontro
real. A vida é perto, já disse Millôr Fernandes ("Nos
laços (fracos) da internet", 8 de julho).
No
Orkut é comum achar comunidades que têm a finalidade de adicionar
contatos para "ganhar amigos novos". Mas me pergunto: por que chamar
de amigo alguém que nunca vi? Por que viver essa irrealidade? Quem adiciona
essas comunidades não percebe a banalização da palavra amigo.
Amigos mesmo se contam nos dedos. Contatos, nas redes sociais. Senado em crise Neto intermediando empréstimos, neto funcionário-fantasma,
parente que mora na Espanha e recebe salário, mordomo de 12 000 reais
para a filha, apartamentos funcionais para a viúva do motorista e para
um ex-senador, auxílio-moradia de 3 800 reais, tudo com dinheiro
público. São pecados relativamente pequenos, e apequenam a biografia
de Sarney, mas que biografia esse "cara" tem... ("Até parece
uma cadeira elétrica", 8 de julho). Transparência em seus pensamentos,
clareza e sinceridade. Assim foi o senador Tião Viana na sua entrevista
a VEJA. Nos políticos atuais isso é um fato raro. Tião disse
o que pensa, mesmo sendo esses pensamentos contrários ao seu partido e
a Lula. Não escondeu, como a maioria dos políticos. Parabéns
ao Tião e a VEJA pela entrevista. Ao ler a entrevista com
o senador Tião Viana, no início fiquei empolgado. No meio da leitura
me senti triste e, no fim, estava decepcionado. O senador pensa e age como a maioria
do Congresso e o presidente Lula, com "pragmatismo". E, para corroborar
a opinião de que o Senado passa 80% do tempo discutindo inutilidades, um
dos grandes projetos do senador Viana foi a eliminação de um dos
fusos horários brasileiros, com a justificativa de que essa era a solução
para uma das causas da falta de crescimento e desenvolvimento do Acre. Nosso
Senado não deixa de surpreender. E sempre para pior. Quanto mais pensamos
que as falcatruas chegaram ao fim, surge um novo rol. A quem interessa um Senado
tão corrupto? Aos brasileiros eu sei que não. Faço
referência à reportagem "Até parece uma cadeira elétrica"
(8 de julho), assinada pelo jornalista Otávio Cabral, para refutar com
veemência a afirmação de que figuro como "réu
no Supremo Tribunal Federal...". A afirmação baseia-se em informação
equivocada. Não sou réu, não respondo a processo algum no
STF. Estou, sim, arrolado em um inquérito. Claudio de Moura Castro Claudio de Moura Castro foi fantástico
no artigo "Os meninos-lobo" (8 de julho). Sou médico ginecologista
e atendo na rede pública. Vejo muitas vezes pessoas que, apesar do intenso
esforço dos médicos em explicar o resultado de exames e como vai
ser o tratamento, não entendem uma só palavra do que dizemos, mesmo
quando tentamos falar na linguagem mais simples possível. A falta de domínio
do próprio idioma e o vocabulário restrito impedem muitas pessoas
de compreender certos procedimentos. Michael Jackson Guia Parabenizo
VEJA pela reportagem "Casa quentinha no inverno", da edição
2.119. Apesar de vivermos em um país tropical, o Brasil talvez seja o lugar
onde mais se passe frio no mundo. Poucas residências são providas
de sistema de calefação. Reconhecemos a importância da revista
ao informar seus leitores sobre a melhor maneira de fazer o aquecimento. Entretanto,
gostaria de salientar que o sistema de aquecimento por piso elétrico é
viável para pequenos espaços. Em áreas maiores, a utilização
de caldeiras é mais adequada, por empregar combustíveis de menor
custo, o que proporciona economia ao longo do tempo, e por também servir
para aquecer a água de consumo. Holofote Gostaria
de esclarecer que, até onde fui informado, o SBT não está
à venda. E, mesmo que estivesse, eu não teria recursos para comprá-lo.
Além disso, quero registrar que jamais teria a pretensão de achar
que fui escolhido para suceder ao apresentador Silvio Santos. Ele é um
dos ícones da televisão brasileira e, em minha opinião, um
dos raros casos em que podemos aplicar a expressão "insubstituível"
("Um candidato a Silvio Santos", 8 de julho). Honduras Os poderes da República
de Honduras Legislativo e Judiciário , interpretando a Constituição,
concluíram que o Executivo a feriu gravemente, obrigando-os a agir em sua
defesa (e, em última instância, na do povo) com os remédios
nela contidos. Equivocados são o pensamento e o método latino-americanos
de burlar a ordem jurídica a fim de prolongar o mandato de aprendizes de
ditador, contrariando o princípio democrático da alternância
no poder. Nesse sentido, entendemos que os poderes daquela República devem
convocar eleição para a Presidência e manter as sanções
previstas ao destituído. Lamentamos profundamente a condição
em que foi posta a população hondurenha, mas isso deve servir de
marco aos povos e mandatários menos acostumados ao regime democrático.
E que saibam estes que não são imprescindíveis, ou insubstituíveis,
mas, por assim pensarem, totalmente descartáveis ("Ao vencedor, as
bananas", 8 de julho). Repentinamente, a disposição
para o diálogo que vinha justificando a aproximação com ditaduras
desapareceu. Os princípios de não interferência evaporaram.
Um avião da FAB rapidamente foi posto a serviço da agenda bolivariana
e levou o presidente da OEA para intimidar o governo provisório da pequena
Honduras. Pequenos golpes vinham sendo perpetrados contra a democracia do continente
dia após dia e impunemente. A pequena e brava Honduras veio lembrar que
não se pode usar o voto popular para passar por cima das instituições.
E acendeu uma luz amarela no projeto totalitário de muita gente. Hoje tenho
certa inveja de Honduras. Os bananeiros somos nós. 15 anos do real Parabéns a VEJA pela bela reportagem "15
anos de bonança" (8 de julho), sobre os quinze anos do Plano Real,
que debelou a hiperinflação que tanto assombrou este país.
Somente um grupo de pessoas com técnica, coragem, determinação
e muita paciência, lideradas por alguém da estirpe de um Fernando
Henrique Cardoso, para lidar com os detratores de tudo o que não é
realizado por eles, Lula e PT à frente. Aneel Em relação à
nota "Cadê a independência?", publicada na coluna Radar
da edição nº 2 120, de 8 de julho, a Aneel esclarece
que nenhum parecer elaborado pelo procurador-geral da agência foi revisto
ou modificado pela Advocacia-Geral da União (AGU). Educação física Sobre check-up esportivo (Guia, 27 de maio),
VEJA publicou que "...só uma coisa é pior que o sedentarismo:
a atividade física sem orientação médica". Poderia
ter publicado "sem orientação de profissionais habilitados
ou qualificados", pois assim estaria se referindo aos médicos, aos
profissionais de educação física e aos nutricionistas, as
três áreas que, segundo estudos sérios, são as responsáveis
diretas pela minimização do sedentarismo e da obesidade. Correções: ao contrário do que foi publicado na seção Gente de 8 de
julho, Mariah Carey tem 39 anos e não tem filhos. n Na reportagem "No
bico da águia" (10 de junho), o mentor do sucesso da GM é Alfred
Sloan, e não Albert Sloan, como dito algumas vezes no texto. Sloan entrou
na GM em 1918, e não em 1923, ano em que foi promovido a presidente da
empresa. Sloan não é o criador das práticas contábeis
e de controle "científicas", apenas deu continuidade à
ideia e a levou a limites inéditos.
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