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Gente A
Brasília que não é severina Paulo
H. Carvalho/CB
 | | O
presidente da Câmara e Keila, a "loira tentadora": show nordestino |
O presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, 74 anos, encontrou um
bom motivo para relaxar enquanto Brasília pegava fogo. Durante uma apresentação
de artistas nordestinos, a recepcionista Keila Domingas dos Reis, 23 anos,
ficou sentada ao lado dele. Pintou uma empatia. Severino definiu-a depois como
"loira tentadora" reveladora também, como mostram as fotos. Keila
engatou um papo ameno. Sobre o que conversaram? "O Severino é extrovertido,
mas não vou relatar o que ele falava." E as mãos dadas? "Ele pegaria
na mão de qualquer pessoa que estivesse a seu lado." A mulher do deputado,
Amélia, que não quer fazer jus ao nome, não se comoveu com
o clima ameno e, depois, cobrou: "Severino, você não é de
fazer isso!" Divulgação
 | | Mion
travestido de Virgínia: depilação e decote |
Reconheceu
a loirona?
Em matéria de mulher, Marcos Mion
ainda tem muito a aprender. Para se transformar em Virgínia, uma de suas
personagens na peça Camila Baker A Saga Continua, em cartaz
em São Paulo, o apresentador tirou a barba de cinco anos e depilou tórax
e axilas. "É horrível, fica pinicando", reclama. Seu figurino é
completo: calcinha, meia-calça, decote profundo e muito rímel nos
olhos. "Fiquei uma mulher muito gostosa", diz, contrariando todas as evidências.
Quem não achou tanta graça foi Suzana Gullo, obrigada a dividir
hidratantes e removedores de maquiagem com o marido. "Quase morri do coração
quando vi. Demorei dois dias para me acostumar", conta a bela Suzana, claro.
Um gaúcho discreto como um mineiro
Nilton
Santos/CBF
 | | Ronaldinho
faz gelo após jogo: produção com cremes, perfume e correntona
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Enquanto seu xará casa, descasa,
cruza e descruza com a ex, cada qual numa espécie de maratona amorosa pós-nupcial,
Ronaldinho Gaúcho mantém a vida particular relativamente protegida,
mesmo depois de ser coroado o melhor jogador do mundo na opinião
até de Maradona, que fez questão de encontrá-lo em Buenos
Aires, pouco antes daquele jogo sobre o qual nada se falará aqui.
Amigos dizem que o ídolo do Barcelona namora a distância uma brasileira,
conhecida apenas dos mais próximos, mas pouca gente viu. De público,
ele só assume a vaidade: cuida do cabelo, não sai de casa sem passar
cremes e perfume e jamais se separa da correntona com o R de brilhantes.
A fúria do marido traído
Nem o furacão da rejeição à Constituição
européia, nem o novo governo, nada é mais interessante, hoje, na
França do que a novela de amor e traição na cúpula
do poder. Grande esperança política do país, o ministro do
Interior Nicolas Sarkozy, 50 anos, vive o desconfortável papel de
marido traído. Sua mulher, Cécilia, 47 anos, ex-modelo, apaixonou-se
por um alto executivo, Richard Attias. Às vésperas do plebiscito
sobre a Constituição, largou Sarkozy e assumiu o novo amor (piada
maldosa: ela dizendo "sim, sim" ao amante, enquanto o marido pregava o oposto).
Attias é presidente da maior empresa de eventos do mundo, que organiza
o Fórum Econômico de Davos. Conheceu Cécilia, na época
chefe-de-gabinete do marido, ao cuidar de uma festa política para Sarkozy.
Com o pedido de divórcio correndo, o ministro vinga-se como pode, acusando
funcionários ligados a Dominique de Villepin que no troca-troca
pós-plebiscito deixou a pasta do Interior para Sarkozy e virou primeiro-ministro
de vazar seus infortúnios conjugais. Um já foi demitido.
Oscar
Cabral
 | | Samara:
sensualidade rural na novela |
Seguuuuura,
peão
Fios loiros alongados artificialmente, corpinho
esculpido com dieta ortomolecular e uma hora de esteira três vezes por semana,
a atriz Samara Felippo, de 26 anos, 52 quilos bem compactados em 1,64 metro de
altura, transborda sensualidade a cada gracejo (e são muitos) de sua Detinha,
em América. Para viver a mais fogosa entre as afilhadas de Neuta
(Eliana Giardini), Samara se espreme num figurino de dar nó em pescoço
de peão. "No dia-a-dia, prefiro roupas mais comportadas", garante, pudica.
E prova: recentemente recusou um convite para posar nua. "Nunca tive vontade",
diz. Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui, Laura Ming, Roberta Salomone e Sandra Brasil |