Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 751 - 15 de maio de 2002
VEJA na Copa 2002

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

VEJA na Copa
Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Ordem nas arquibancadas orientais

Os comitês organizadores da Coréia do Sul e do Japão prepararam uma "cartilha" de regras para os torcedores. Seu objetivo é garantir a ordem nos estádios do Mundial, que já está sendo considerado um dos mais seguros de todos os tempos. Os torcedores que irão ver os jogos do Mundial da Coréia e Japão não poderão...

ficar em pé nas cadeiras;

entrar nos estádios com guarda-chuvas, tripés de câmaras fotográficas, bandeiras, adesivos, faixas, confete, apitos e buzinas;

pintar a bandeira do país no rosto, pois isso dificulta o reconhecimento das pessoas pela polícia.

 

A sobrevivência dos olímpicos

 
Ricardo Correa

As seleções de Zagallo e Luxemburgo que foram às Olimpíadas de Atlanta e Sydney deram vexame, mas serviram para alguma coisa. Oito jogadores que passaram por elas vão à Coréia (Dida, Roberto Carlos, Lúcio, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo, Juninho Paulista, Rivaldo e Luizão). É um grupo maior que o dos sete que já estiveram numa Copa (os mesmos Ronaldo, Roberto Carlos, Dida e Rivaldo, mais Cafu, Émerson e Denilson).

 

Seleções multirraciais

Não foi à toa que boa parte da seleção francesa pediu votos contra o ultradireitista Jean-Marie Le Pen, xenófobo de carteirinha derrotado no segundo turno das eleições presidenciais. Afinal, três titulares do time do técnico Roger Lemerre não nasceram no país: o lateral-direito Thuram é de Guadalupe, o zagueiro Desailly é ganense e o meia Vieira, senegalês. A atual campeã do mundo faz parte de um grupo de seleções que possuem estrelas "estrangeiras" em seus elencos. Alguns exemplos:

França
Desailly, zagueiro nascido em Gana

Polônia
Olisadebe, atacante nascido na Nigéria

Japão
Alex Santos, meio-campista nascido no Brasil

 

Acredite: as distâncias serão menores

As aparências enganam: o fato de a Copa ser disputada pela primeira vez em duas sedes não dificultará tanto assim a vida das seleções. Por causa das pequenas dimensões territoriais de Coréia e Japão, o Brasil, se chegar à final, irá percorrer – sem contar, é claro, a interminável viagem até lá – distâncias menores do que nos dois últimos Mundiais, conforme mostra o quadro:

Copa: Coréia e Japão – 2002
Total de quilômetros que o time brasileiro irá percorrer se chegar à final: 3 268 (se for o primeiro do Grupo C); ou
4 013
(se for o segundo)

Copa: França – 1998
Total de quilômetros percorridos pelo time brasileiro até a final: 4 266

Copa: Estados Unidos – 1994
Total de quilômetros percorridos pelo time brasileiro até a final: 11 160

 

Editado por Carlos Maranhão e Sérgio Ruiz

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS