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Ordem nas arquibancadas orientais Os comitês organizadores da Coréia do Sul e do Japão prepararam uma "cartilha" de regras para os torcedores. Seu objetivo é garantir a ordem nos estádios do Mundial, que já está sendo considerado um dos mais seguros de todos os tempos. Os torcedores que irão ver os jogos do Mundial da Coréia e Japão não poderão...
A sobrevivência dos olímpicos
As seleções de Zagallo e Luxemburgo que foram às Olimpíadas de Atlanta e Sydney deram vexame, mas serviram para alguma coisa. Oito jogadores que passaram por elas vão à Coréia (Dida, Roberto Carlos, Lúcio, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo, Juninho Paulista, Rivaldo e Luizão). É um grupo maior que o dos sete que já estiveram numa Copa (os mesmos Ronaldo, Roberto Carlos, Dida e Rivaldo, mais Cafu, Émerson e Denilson).
Seleções multirraciais Não foi à toa que boa parte da seleção francesa pediu votos contra o ultradireitista Jean-Marie Le Pen, xenófobo de carteirinha derrotado no segundo turno das eleições presidenciais. Afinal, três titulares do time do técnico Roger Lemerre não nasceram no país: o lateral-direito Thuram é de Guadalupe, o zagueiro Desailly é ganense e o meia Vieira, senegalês. A atual campeã do mundo faz parte de um grupo de seleções que possuem estrelas "estrangeiras" em seus elencos. Alguns exemplos: França Polônia Japão
Acredite: as distâncias serão menores As aparências enganam: o fato de a Copa ser disputada pela primeira vez em duas sedes não dificultará tanto assim a vida das seleções. Por causa das pequenas dimensões territoriais de Coréia e Japão, o Brasil, se chegar à final, irá percorrer sem contar, é claro, a interminável viagem até lá distâncias menores do que nos dois últimos Mundiais, conforme mostra o quadro: Copa:
Coréia e Japão 2002
Copa: França 1998
Copa: Estados Unidos 1994
Editado
por Carlos Maranhão e Sérgio Ruiz
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