Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 751 - 15 de maio de 2002
Radar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

VEJA na Copa
Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Lauro Jardim [e-mail: ljardim@abril.com.br ]

FUNDOS DE PENSÃO

Mexida na Previ

O governo tomou a decisão na quinta-feira passada: nos próximos dez dias, fará uma forte rearrumação na Previ, dona de um caixa de 35 bilhões de reais.

 

SUCESSÃO

União tucana

Tasso Jereissati continua falando muito mal de José Serra nas conversas particulares.

No templo com Garotinho

O programa de televisão de Garotinho, que irá ao ar nesta quinta-feira em cadeia nacional, fará um paralelo com o de Lula. Lula beija a estrela. Garotinho fará uma reverência à bandeira nacional. Mas seus marqueteiros apostam alto nas cenas da família do ex-governador. Vão mostrar até Garotinho e sua mulher, Rosinha, como professores de encontros de casais num templo presbiteriano do Rio de Janeiro.

De bem com a banca

Ciro Gomes quer anular restrições da banca internacional à sua candidatura. Ele, que recentemente teve um encontro com banqueiros americanos, pediu ao pessoal do Santander que organize uma reunião parecida na Europa.

O Maranhão ainda na linha

Têm sido quase diárias as conversas telefônicas entre a ex-governadora Roseana Sarney e Ciro Gomes.

Salto agulha

Em alta nas pesquisas, o PT já está preocupado com a governabilidade de Lula. Os líderes do partido querem dedicar parte do horário eleitoral à propaganda institucional dos candidatos à Câmara dos Deputados. Os comerciais defenderão a criação de uma bancada forte no Congresso para facilitar o eventual governo Lula.

 

O risco segundo o PT

Domingues
Lula: muito cuidado com os banqueiros americanos


Subiu no telhado o périplo de Lula pelos Estados Unidos. Lá, ele se reuniria com banqueiros e homens da linha de frente do governo americano. Seria a grande estréia do novo discurso petista na meca do capitalismo. Quanto à turma de Bush, nenhum problema. Mas acendeu uma luz vermelha no PT depois que bancos estrangeiros andaram enviando sinais de desagrado. O medo é que se arme uma arapuca, logo agora que está tudo dando certo. Bastaria que algum banqueiro saísse de um encontro dizendo que as propostas econômicas de Lula continuam preocupando os investidores. Seria um desastre. A esse risco os petistas não querem expor-se.

 

GOVERNO

Marcílio de volta

Marcílio Marques Moreira foi convidado por FHC para integrar a Comissão de Ética do governo, substituindo o ministro Miguel Reale. Aceitou na hora. É a volta de Marcílio a Brasília, dez anos depois de ter integrado o chamado "ministério ético" de Fernando Collor.

Telescópios hospitalares

Esta é para entrar no anedotário brasileiro de desvio de verbas públicas. Uma auditoria do TCU realizada em dois dos maiores hospitais do Rio Grande do Norte descobriu indícios de superfaturamento de 1 milhão de reais num programa para aquisição de equipamentos. Não foi isso, porém, o que mais espantou os auditores. O desleixo com o dinheiro foi tão grande que, ao investigar a compra de microscópios, os fiscais descobriram que os hospitais receberam – acredite – telescópios. Se pelo menos fossem estetoscópios...

 

MINAS GERAIS

Assombração bancária

O STJ confirmou que o vice-governador de Minas, Newton Cardoso, terá de responder a processo pela polêmica venda do banco Agrimisa, treze anos depois da privatização. Estima-se que ele terá que ressarcir os cofres do Estado em 50 milhões de reais por ter negociado a instituição estatal com um grupo que possuía um capital de 6 cruzados novos. Isso mesmo: 6 cruzados novos. Na época, Newtão era governador.

 

ECONOMIA

A Esso entra no jogo

A Esso prepara-se para importar gasolina. Já até fez o registro de sua nova subsidiária na Agência Nacional do Petróleo (ANP). Isso significa que a Petrobras poderá ter, enfim, um competidor de peso nesse mercado – até agora, só companhias nanicas se tinham aventurado nessa seara.

BM&F quer a Bovespa

Depois de comprar a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, no mês passado, a BM&F desenha seu próximo passo – muito mais ambicioso, aliás. Quer adquirir a Bovespa. Os estudos estão sendo tocados.

 

CIGARROS

Entre a cruz e a espada

A indústria de cigarros tem pela frente uma perspectiva nada animadora quando analisa as características dos dois candidatos favoritos para a eleição presidencial de outubro. Lula, apesar de se deliciar com um bom charuto, está mais à esquerda do que ela gostaria. José Serra, por sua vez, fez fama no Ministério da Saúde ao promover uma perseguição implacável ao tabagismo.

 

Mais um triste capítulo

 
Rafael Campos
Glória e Gazzola: na Justiça

Tem enredo de novela a briga judicial entre a escritora Glória Perez e o ex-casal Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, os assassinos de sua filha. Nesta terça-feira, o desembargador Paulo Horta, da Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, julgará uma ação proposta por Glória e Raul Gazolla, ex-marido de Daniella Perez. Na primeira instância, eles tiveram sentença favorável, mas os réus recorreram. Agora, além de pedirem o aumento do valor da indenização de 200 000 reais para cada um, que haviam ganho com a primeira decisão, há uma novidade: Gazolla está pedindo uma pensão vitalícia pela perda da mulher.

 

TELECOMUNICAÇÕES

Espanhóis irritados

A matriz da Telefônica está mandando sinais – ainda discretos – de que pode botar o pé no freio em novos investimentos no Brasil. Está irritada porque ainda não pode operar em ligações de longa distância, mesmo tendo se passado quase seis meses do cumprimento das metas necessárias. O anúncio de mais 2,5 bilhões de dólares de investimentos da Telefônica no México, na semana passada, deve ser entendido também como um sutil recado ao Brasil.

Início do início

Sócios na Telemig Celular e na Tele Norte Celular e inimigos mortais há mais de dois anos, o Opportunity e a canadense TIW estão conversando em estágio bem inicial.

 

Colaboraram Felipe Patury e José Edward

 
 

   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS