
estasemana
colunas
seções
arquivoVEJA
 |
 |
| (conteúdo
exclusivo para assinantes VEJA ou UOL) |
 |
Crie
seu grupo

|
|
Mas por
quê?
A parte
mais difícil do problema é o diagnóstico. No livro
De Onde Vêm os Problemas, o consultor Antonio Loriggio sugere
uma estratégia para identificar a origem dos contratempos: agir
como criança que emenda um "por quê?" atrás do outro.
"Questionar cada resposta leva à raiz da questão", diz ele.
Se a máquina pára por causa do fusível queimado,
nem sempre a solução é a troca da peça. Quem
continua perguntando descobre que a queima se deu por sobrecarga de corrente,
porque as engrenagens emperraram, por falta de lubrificação.
Um pouco de óleo evita que tudo se repita.
|

Um
filme para cada foto
Pedro Martinelli
 |
| A
máquina pode estar em boas mãos, mas isso não
basta |
A boa foto é aquela que conta uma história
com nitidez, brilho e foco, de preferência. Além de
aprender a usar os recursos que as câmaras fotográficas
oferecem, amadores precisam levar em conta o tipo de filme que estão
usando. Muita gente não se dá conta de que, quanto
menor o ASA indicado na embalagem do filme, melhores os resultados
em termos de nitidez, desde que se fotografe com alta luminosidade.
Os filmes com ASA maior são mais sensíveis e recomendados
especialmente para fotos em condições de luz menos
satisfatórias, mas a imagem pode ficar menos nítida
nas ampliações. Veja as características de
alguns produtos disponíveis na praça, segundo os dois
maiores fabricantes:
|
Kodak
|
Fujifilm
|
Kodacolor
Para cenas externas com luz muito forte |
Superia
400
Indicado para fotos internas |
Kodak
Gold 200
Maior definição nas ampliações |
Superia
200
Mais versátil, para fotos externas ou internas |
Kodak
Ultra
Um filme versátil, para qualquer condição
de luz |
Fujicolor
NPS 160
Profissional, recomendado para retratos de casamento |
O
juro é zero?
O Departamento
de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério
da Justiça, está investigando cinco fábricas
de automóveis (Fiat, Volkswagen, GM, Ford e Renault) para
esclarecer como podem anunciar zero de acréscimo ao preço
em determinados planos de financiamento e, ao mesmo tempo, oferecer
desconto a quem compra os mesmos carros à vista. Se condenadas,
as empresas podem receber multas de 200 a 3,2 milhões de
reais.
Novo,
compatível ou reciclado?
Raul Junior
 |
| Faça
sua escolha, mas evite os piratas |
Existem quatro tipos de cartucho de impressora: o original, o compatível,
o remanufaturado e o falsificado. O primeiro custa entre 80 e 120
reais. Com dois ou três originais, é possível
comprar uma impressora nova. Os fabricantes dizem que as demais
alternativas danificam o equipamento. Mas não são
poucas as empresas que usam cartuchos recondicionados, que custam
metade do preço e podem ter garantia de até três
meses. Os compatíveis, importados da China, saem por 40%
menos. Alguns importadores oferecem garantia. O consumidor pode
exigir a troca com o comerciante, desde que tenha a nota fiscal.
Os falsificados, certeza de problemas, podem custar tão caro
quanto os originais. Se desconfiar de que o produto é pirata,
troque logo de fornecedor.
|
|

BOA
NOTÍCIA
Remédio
para a anemia
Mais
uma pesquisa comprova que o combate à anemia mal que
atinge metade das crianças brasileiras pode ser feito
de modo simples e barato. Por dois meses, estudantes da Faculdade
de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
controlaram a adição de 4,2 miligramas de um composto
de ferro para cada 100 gramas de alimentos fornecidos a 57 crianças
de uma creche. A incidência da doença caiu à
metade. O custo foi de apenas 0,04 centavo para cada quilo de alimento.
MÁ NOTÍCIA
Dos
males do sol
Ricardo Fasanello/Strana
 |
| Raios
UV: perigo |
Os brasileiros têm uma razão a mais para se preocupar
com os efeitos do sol. Um estudo do Centro de Pesquisas Médicas
de Pilotos da França mostra que os raios ultravioleta são
mais nocivos em países próximos à linha do
Equador. A vista cansada, decorrente da ação da luminosidade
no cristalino, manifesta-se por volta dos 50 anos na população
dos países nórdicos e até antes dos 40 na de
áreas próximas ao Equador.
|
|

Sinceridade
até certo ponto
"Por
que você saiu do último emprego?" ou "Por que você
está pensando em sair do atual?" são perguntas recorrentes
em entrevistas de seleção. Elas não devem ser
tomadas como um convite para falar mal da chefia ou do empregador.
Quando o emprego foi abandonado por iniciativa própria, fica
bem mais fácil encontrar justificativa em algo como a necessidade
de buscar novos desafios ou a intenção de conhecer
outras áreas e setores para ampliar os horizontes profissionais.
Se houve demissão, no entanto, o discurso precisa ser planejado
com maior cautela. Transferir toda a culpa para a empresa não
pega bem, mas assumir abertamente os próprios pontos fracos
também não é o melhor caminho. A saída
é amenizar as coisas, mas sem mentir até porque
a história pode ser checada com a outra parte. Se você
brigou feio com o chefe, fale em diferença de estilos. Se
teve desempenho abaixo do esperado, diga que esteve desestimulado
por alguma circunstância mas agora está pronto para
dedicar-se ao trabalho com o máximo de entusiasmo. "Seja
sucinto nas explicações", recomenda o headhunter Thomas
Case, fundador da consultoria Catho. "As partes negativas da entrevista
têm de ser resolvidas em pouco tempo."
|


Veja também |
|
|
|
Editado
por Cley Scholz. Colaborou Maurício Oliveira
|
|
 |