
Brasileiro de qualidade
Desde 1996, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização
e Qualidade Industrial, Inmetro, mantém um programa
que compara produtos feitos aqui e lá fora. Mais
de 1.000 marcas já passaram
pelo crivo do instituto. Os últimos resultados mostram
que 55% dos nacionais estão dentro dos padrões
de qualidade, contra apenas 46% dos importados.
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Olho
vivo
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| No ano passado, o Procon de São Paulo
recebeu mais de 400 consultas, entre reclamações
e pedidos de informação, sobre multas
por atraso de pagamento. O Código do Consumidor
é freqüentemente desrespeitado nesse
tema. As multas por atraso no pagamento do cartão
de crédito ou do financiamento da casa
própria, por exemplo, não podem
ultrapassar 2% do valor devido. O mesmo vale para
as contas de luz e telefone. Já o atraso
do condomínio pode, por lei, ser taxado
em até 20%. |
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Carro por computador
Sites
de algumas montadoras brasileiras estão oferecendo
um serviço que pode facilitar muito a vida de quem
vai comprar um carro. Na internet o cliente pode visualizar
o automóvel que deseja, escolher os acessórios,
conferir as opções de financiamento e planejar
os gastos de acordo com a entrada. A novidade não
elimina a necessidade de ir até a revenda fechar
o negócio, mas economiza tempo. O cliente pode passar
quanto tempo quiser diante do computador, repassar a lista
de opcionais e fazer as contas sobre as condições
de pagamento do veículo. Os sites da Ford, da Fiat
e do New Beetle já oferecem a comodidade. Boa notícia
para os ouvidos
Cuidado com o seguro estrangeiro
A legislação brasileira proíbe,
mas há no mercado corretores vendendo apólices
de seguro de empresas estrangeiras. Os compradores são
atraídos pelos altos valores de indenização
em dólar. Alguns corretores oferecem seguro de vida
de até 10 milhões de dólares. O problema
é que toda a movimentação do dinheiro
é feita em contas no exterior, que os próprios
corretores se encarregam de abrir. Os depósitos geralmente
são clandestinos e, se o corretor for descoberto,
seus clientes também podem ter de responder na Justiça.
Adolescentes estressados
Paschoal Rodrigues
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Para muitos pais, filhos adolescentes devem
apresentar desempenho brilhante não só na
escola, mas na aula de música, de dança, nos
esportes e até no convívio social. Má
notícia para os que estão cobrando demais:
o resultado tem sido filhos estressados. Um estudo realizado
com jovens americanos e japoneses prova isso. Os americanos,
que gastam doze horas a menos com o colégio por semana,
sofrem mais com os sintomas do stress: dor de cabeça
e insônia. A diferença é que os pais
japoneses cobram muito, mas apenas em uma área, a
dos estudos.
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Novas regras das dietas
Fotos: João Ávila
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Dietas entram e saem de moda numa velocidade impressionante.
Com isso é preciso adotar ou esquecer condutas
com a mesma rapidez, pois o que valia pouco tempo
atrás pode não ser mais eficiente.
Veja em que se acreditava até recentemente
e foi derrubado:
Comer devagar faz comer menos
Já ouviu que é preciso mastigar
muito e dar uma pausa entre as garfadas? Uma pesquisa
da Universidade de Brighton provou que essa maneira
de controlar o peso não funciona e que quem
faz isso pode comer mais.
Pratos bem variados são a melhor opção
Uma grande variedade de alimentos pode significar
também um consumo maior de calorias. Para
diversificar, a solução continua sendo
caprichar nas saladas.
Peixe e frango são bons, carne vermelha
não
Estudos americanos provaram que pacientes submetidos
a dietas com porções de carne vermelha
conseguiram dedicar-se mais tempo ao regime e tiveram
melhores resultados.
Diminuir
as refeições pela metade é
o ideal
Essa é uma maneira muito dura de manter
um regime. Como as pessoas não se sentem
satisfeitas após a refeição,
fica fácil render-se a pequenos deslizes.
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A dor dos pequenos
A perda de um parente ou de um amigo é
traumática para qualquer pessoa. A situação
exige uma estrutura emocional que muitos adultos
não têm, imagine uma criança.
Para ajudar as pessoas próximas a entender
e tentar amenizar o sofrimento dos pequenos nesse
momento difícil, a Academia Americana de
Pediatria preparou um guia sobre a percepção
da morte em diferentes idades.
Até 2 anos
A criança percebe a morte como separação
ou abandono. Ela pode reclamar os cuidados da pessoa
que se foi ou se sentir desamparada, mas não
terá o real entendimento do que aconteceu.
2 a 6 anos
Nessa idade, a percepção é
de um fato reversível ou temporário.
A criança tende a achar que a pessoa que
morreu foi castigada.
6 a 11 anos
Começa a ser criada a percepção
de que a morte é irreversível. Ainda
assim, é muito difícil para a criança
lidar com a idéia de que a pessoa amada não
voltará mais.
11 anos ou mais
A criança já vê a morte como
universal, irreversível e inevitável
e toma consciência de que ela própria
um dia vai morrer.
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Editado
por Christian Schwartz e Tatiana Chiari
Colaborou Anna Paula Buchalla
e-mail: parausar@abril.com.br