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Edição 1 785 - 15 de janeiro de 2003
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"O que me preocupa é o excesso de confiança que o povo está depositando em Lula. É bom alertar que ele não vai fazer milagre."
Bruno Ladorucki Meier
Joinville, SC

 

Sucessão presidencial

Tudo indica que a "Lula-de-mel" correrá perfeitamente bem. Porém, o marido (Lula), a mulher (o Brasil) e os filhos (o povo brasileiro) têm de saber que a rotina de promessas não cumpridas e o desrespeito mútuo acabam com um casamento ("Lula-de-mel", 8 de janeiro).
Eduardo Alves Machado
Barretos, SP

Há dois anos nacionalizei-me brasileiro por opção e pelo amor que tenho por este país. Durante a cerimônia, o juiz salientou o respeito que os novos cidadãos deveriam ter para com a bandeira brasileira. Durante a posse do novo presidente de todos os brasileiros, fiquei perplexo com tanto vermelho e branco. Será que nessa onda de "mudança" o verde e o amarelo também serão substituídos?
Manuel Rodrigues dos Santos
Curitiba, PR

Gostaria de cumprimentá-los pela capa desta edição. Não somente pelo momento em que a foto foi tirada, mas também pelo tratamento dado a ela. Parece até as fotos das histórias do Harry Potter em que os personagens fotografados se movimentam. Uma das capas mais bonitas de todos os tempos. Parabéns!
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP

Parabéns pela histórica e brilhante cobertura sobre a posse do presidente. Porém, um equívoco foi cometido. O furo na segurança existiu, mas não na rampa do Palácio do Planalto, e sim na rampa do Congresso Nacional, na saída do presidente para a travessia até o Palácio do Planalto.
Américo Nunes
Recife, PE

 

Jeremy Rifkin

A entrevista com o professor Jeremy Rifkin (Amarelas, 8 de janeiro), além de impressionar, entusiasma. É um alento saber de uma voz tão abalizada que gigantes industriais estão investindo na tecnologia para obter energia a partir do hidrogênio, cujas vantagens listadas pelo entrevistado parecem ficção. Resta saber se a pujante indústria do petróleo vai permitir o aprofundamento das pesquisas.
José Bernardo Macedo Pinho
Belém, PA

 

Carta do Editor

Senhor presidente Lula da Silva, será necessário o senhor incorporar ao seu vocabulário o advérbio de negação "não" para poder usá-lo nos momentos exatos e nas horas certas. Para isso, vou concordar em número, gênero e grau com o senhor Roberto Civita e espero que o senhor concorde plenamente também e passe a trabalhar com esse advérbio para que não haja abuso de pedidos, solicitações e aproveitamento de certas situações ("Para enfrentar a difícil tarefa", Carta do editor, 8 de janeiro).
Gilney Neves Tosta
Lisboa, Portugal

A Carta do Editor da edição 1.784 só pecou por ter vindo no fim da revista. O artigo merecia estar disponível logo nas primeiras páginas. Ao final, Civita escreve: "Faço votos, portanto, de que 2003 não seja um ano tão 'bom' assim". Sem ler a carta não dá para entender o editor de VEJA desejando isso a seus leitores. Mas lendo não dá para discordar e não aplaudir.
Abel Pires Rodrigues
Rio de Janeiro, RJ

Mais uma vez o editor brindou seus leitores com uma carta cujo conteúdo nos leva a uma profunda reflexão. Como homem de bem, o editor destaca os principais desafios que o novo presidente vai encontrar. Nas entrelinhas, o editor acredita que o novo presidente será capaz de realizar essa tarefa e, para isso, conta com um ministério qualificado. Escolhido por 31% da população brasileira e a torcida dos 69% restantes, o presidente "precisa saber dizer não nos momentos de maior pressão ou tentação". Contudo, parece que não conseguiu, pois não soube dizer não na escolha de alguns ministros.
Whady Hueb
São Paulo, SP

 

Stephen Kanitz

Li o artigo "Respeitai-vos uns aos outros" (Ponto de vista, 8 de janeiro) e não pude ficar apenas admirando as palavras. Precisava fazer um comentário e dar meus parabéns. Sempre pensei que o mundo seria melhor se houvesse mais tolerância. Como Kanitz bem disse, não precisa amar. Tratar os outros de uma forma civilizada já é um começo.
Carlos Teixeira
Missisauga, Ontário, Canadá

 

Claude "Rael" Vorilhon

Claude Vorilhon, ou Rael, fundador do Movimento Raeliano, afirma que já conviveu com ETs e que participou de uma reunião intergaláctica com clones dos profetas Issa (Jesus Cristo), Muhammad (Maomé) e Mussa (Moisés). Ele está por trás também do anúncio do primeiro bebê clonado da história. Acho que a suposta experiência, bem como as alegações do francês, não passam de delírio pós-overdose. Resta saber qual foi a pesadíssima droga usada pelo mancebo ("A doce vida do embaixador do reino dos ETs", Perfil, 8 de janeiro).
Fernando Al-Egypto
Rio de Janeiro, RJ

 

Namoradores do Brasil

Preocupa-me a rotulagem atribuída a minha pessoa na matéria publicada por VEJA na edição 1.784. Como pessoa pública, sei que minha vida desperta certa curiosidade, mas não posso deixar de registrar minha indignação pela forma como fui citado na reportagem "Os novos conquistadores" (8 de janeiro) e de mencionar alguns aspectos da minha vida que, com certeza, acreditem, possuem um valor muito maior e foram esquecidos ou mencionados rapidamente. Hoje, trabalho mais de dez horas por dia e meus negócios já empregam mais de 800 pessoas, registrando faturamento aproximado ao de algumas grandes empresas brasileiras. Treino cinco horas diárias entre ciclismo, corrida e natação, pois sou triatleta e grande competidor, o que exige muita disciplina, esforço pessoal e determinação — qualidades essas herdadas, que me acompanham em todas as minhas atividades, e que busco transmitir também a meus filhos. Gostaria de ressaltar que minha vida não é simplesmente o que foi publicado, e sim uma vida de muito trabalho, de busca por uma melhor qualidade de vida, com hábitos saudáveis e uma grande convivência familiar.
João Paulo Diniz
São Paulo, SP

 

VEJA Ecologia

Excelente a VEJA Ecologia (dezembro de 2002). Digna de uma revista global. Jornalistas responsáveis, atualizados e concisos. Fotos excelentes!
José Valdaí de Souza
Porto Alegre, RS

Obrigado a toda a equipe de VEJA por nos brindar com a edição especial Ecologia e por saber que em meio a tantas catástrofes ainda existem instituições, pessoas e meios de comunicação preocupados com o tema.
Davis Glaucio Quinelato
Catanduva, SP

 

CORREÇÕES: A cidade natal do sergipano Manuel Pedro das Dores Bombinho é Propriá, e não Simão Dias como informou o ensaio "Canudos em versos, até a degola" (11 de dezembro de 2002). O crédito correto da foto publicada na página 71 da edição 1.784 de VEJA ("Surfe: a vez das garotas", 8 de janeiro) é Clemente Coutinho/ Fluir. Foi Castello Branco, em 1965, quem extinguiu os partidos políticos, com base no AI-2, e não Emílio Médici, em 1969, com o AI-5, como foi publicado no quadro "Os presidentes no discurso de posse" (8 de janeiro).

 

AS CARTAS EM 2002

No ano que passou, VEJA recebeu um total de 83.620 cartas dos leitores. Uma média de quase 7.000 cartas por mês, ou mais de 1.600 por semana. Trinta por cento a mais que no ano anterior. Desse total, foram publicadas 1.148 cartas (21% mais que em 2001).



RISCOS NO COMBATE À GORDURA

A reportagem "Será que dá tempo?" (27 de novembro), que falou da droga Lipostabil (fosfatidilcolina), usada ultimamente em clínicas estéticas no combate rápido às gorduras localizadas, mereceu um comunicado importante do laboratório Aventis Pharma Brasil. A empresa informa que "se trata de um medicamento cardiovascular para a profilaxia e tratamento da embolia gordurosa, de uso exclusivamente endovenoso", vendido pela Aventis Pharma na Itália e na Alemanha. E adverte: "A Aventis Pharma Brasil não comercializa o referido produto, tampouco tem vínculo e/ou responsabilidade sobre a comercialização que atualmente ocorre" no Brasil. Mesmo assim, a empresa alerta para os riscos decorrentes do uso inadequado do medicamento e informa que já comunicou isso às autoridades sanitárias.



PROGRAMA MINEIRO

A foto ao lado, que ilustrou a Carta ao leitor da edição 1.782 ("Transição e grandeza", 18 de dezembro), é do programa Saúde da Família da cidade de Vespasiano, Minas Gerais, e não de São Paulo, como informado.



 
 
   
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