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Edição 2034

14 de novembro de 2007
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Morreu: o jornalista Celson Franco. Em 1990, como repórter de VEJA, ele revelou a tortura de quatro soldados por oficiais da Força Aérea na Base de Anápolis. Franco também trabalhou no Correio Braziliense e no Jornal do Brasil. Dia 6, aos 56 anos, de aneurisma cerebral, em Brasília.

Reuters/Youtube
Auvinen: o maníaco finlandês anunciou na internet os crimes que ia cometer


Assassinados:
seis alunos, a diretora do colégio finlandês Jokela e uma de suas funcionárias pelo estudante Pekka-Eric Auvinen, de 18 anos. Auvinen também estudava na escola, situada na cidade de Tuusula, próxima a Helsinque, e havia divulgado na internet oitenta vídeos nos quais propalava sua intenção de se tornar um serial killer. No último, anunciou o massacre que cometeria horas depois, com uma camiseta em que se podia ler a inscrição, em inglês: "A humanidade é supervalorizada". Antes de ser preso pela polícia, ele se suicidou com um tiro na cabeça. Dia 7.

Condenado: a 110 anos de cadeia pelo assassinato dos jovens Felipe Caffé e Liana Friedenbach, Paulo César da Silva Marques, o "Pernambuco". Ele foi considerado culpado por homicídio, estupro, seqüestro e cárcere privado. O casal foi brutalmente assassinado há quatro anos na Grande São Paulo. Dos cinco assassinos, somente "Champinha" ainda não foi julgado, pois na ocasião do crime ele era menor de idade. Atualmente, Champinha está internado na Fundação Casa. Dia 8, em Embu-Guaçu.

Police HO/AP
Lo Piccolo: il capo na cadeia


Preso:
Salvatore Lo Piccolo, chefe da Cosa Nostra, a Máfia siciliana. O capo de 65 anos compunha com Bernardo Provenzano e Antonino Rotolo o triunvirato que comandava a organização. No ano passado, os outros dois líderes foram presos e Lo Piccolo tornou-se o capo di tutti i capi. Dia 5, em Carini, na Sicília.

Empossado: o senador Marco Maciel (DEM-PE) na presidência da Fundação Oscar Niemeyer, centro de documentação e pesquisa que difunde informações sobre arquitetura e urbanismo. Dia 9, no Rio de Janeiro.

Interditados: pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária a venda e o consumo do anticoncepcional injetável Contracep, fabricado pela EMS-Sigma Pharma. O governo identificou que os lotes 080501-1, 080496-1 e 087359-1 desse medicamento contêm quantidades de hormônio inferiores às necessárias para evitar a gravidez. Dia 9, em São Paulo.

Divulgação
Arnaldo Cohen: quinze anos na mamata


Revelado:
que o pianista carioca Arnaldo Cohen era, havia quinze anos, funcionário-fantasma da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. Ele recebeu durante todo esse tempo um salário de 1.445,08 reais por mês, em valores atuais. Apesar de morar no exterior, seu ponto era assinado diariamente. Cohen, que vive no exterior desde a década de 80, diz que tinha acordo com os ex-secretários de Cultura do Rio para ganhar sem trabalhar. Flagrado pelo governo de Sérgio Cabral, o pianista se esquivou de um pedido de demissão para não abrir mão da boquinha. Solicitou licença temporária, sem vencimentos. Sabe como é, vida de artista é cheia de altos e baixos. Pode ser que, um dia, Cohen precise do salário de barnabé. Dia 7, no Rio.




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