| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
CLIQUE
NOS TÍTULOS PARA LER AS
A reportagem
de capa "Falar e escrever, eis a questão" (7 de novembro) mostra
quanto VEJA contribui para a cultura do país. Um texto dessa magnitude
deveria ser lido e discutido por todos os professores de português
em suas aulas. Ler essa reportagem equivale a muitas aulas dessa matéria.
Parabéns pelo magnífico trabalho. A propósito, acertei
32 das 35 questões propostas pelo professor Pasquale. O professor
Pasquale é um grande guru no ensino do falar e escrever bem em
português. Como acadêmica de letras, convivo com a dificuldade
das pessoas no emprego da linguagem culta e na tentativa de se expressarem
com clareza e coerência. A popularização do e-mail
trouxe marcas da oralidade para a escrita, e isso ameaça mais o
uso do português culto. Não é preciso ser um estudioso
da área para entender que a maneira correta de falar e escrever
é quesito fundamental em qualquer profissão. E isso não
é preconceito. É uma questão de consciência.
O professor
Pasquale tem de ser aplaudido de pé por tornar a língua
portuguesa o novo xodó dos brasileiros. Pasquale
se elege guardião da língua portuguesa como se fosse um
pai que não quer deixar seu filho crescer e, pior, como se fosse
um homem de ciência.
Depois de
ler a entrevista nas Páginas Amarelas de VEJA, pude ver a inteligência
do técnico de nossa seleção, sua visão do
futebol mundial, seu esforço em tratar a imprensa de forma mais
leve. Enfim, qualidades que o habilitam a chegar às disputas finais
da próxima Copa do Mundo. Felipão
é um doce. Nem parece o sujeito que pedia ao truculento Dinho para
caçar o inofensivo Sávio, orientava os gandulas a ofender
os adversários ou determinava aos seguranças que impedissem
que os jogadores dos outros times se aquecessem no gramado antes das partidas.
Será que deixou também de admirar o general Pinochet? (Amarelas,
7 de novembro)
O que sinto
por Diogo é um misto de amor e ódio. Quando acabo de ler
certas matérias suas, digo: ele é completamente louco! Na
semana seguinte, corro logo para o artigo dele. Ao terminar, falo: ele
é um louco completamente adorável. Continue assim, Diogo.
Você é ímpar. Que venham os processos! ("O marquês
guru", 7 de novembro)
Artigo excepcional
(7 de novembro), que as grandes figuras de todos os ramos de atividade
deveriam ler. A ânsia de ser aplaudido não pode obliterar
o dever de dizer a verdade, mesmo que dizê-la resulte em impopularidade.
Quem fala aos outros como autoridade deve ser sempre fiel à verdade.
A informação
constante em VEJA de que a produtividade na indústria cresceu cerca
de 8% anuais na década de 90 precisaria ser mais divulgada, para
impor maior objetividade aos comentaristas na mídia. Falta esclarecer
ao público que a saúde dos "fundamentos", entre os quais
talvez se deva situar uma taxa de câmbio compatível com as
relações de produtividade, também representa política
industrial. Ou seja, esforço para o desenvolvimento. Oito por cento
de taxa de "desenvolvimento da produtividade" anuais sem maus costumes
é um belo resultado para induzir reformas de cultura ("Política
industrial", 7 de novembro).
Mais uma
vez VEJA nos dá um exemplo de jornalismo investigativo da melhor
qualidade. Mais do que isso, desmistifica falsas vestais que povoam a
cena política brasileira, cujas fortunas nunca foram devidamente
explicadas ("Ele fez fortuna", 7 de novembro). Repudio o
texto da reportagem no que tange às relações de meu
pai, o presidente João Goulart, e de meu tio, o ex-governador Leonel
Brizola. O texto tenta confundir mais de treze anos de exílio no
qual os dois sempre lutaram pelo estabelecimento da democracia e da soberania
do povo brasileiro.
Uma amiga
me mostrou o novo CD de Michael Jackson, algo realmente bom, de sonoridade
moderna. O cara se atualizou e vem tentando mostrar que está bem
mais preocupado com a música que com as bobagens que ficam plantando
na vida dele. A mim, inclusive, nem interessa ("No fundo do poço",
7 de novembro).
A nota "EJ
é multado" (Radar, 7 de novembro) exige um reparo. Não é
fato que a Receita "descobriu investimentos não declarados". A
Receita OMITIU, em seu relatório de fiscalização,
investimentos que estavam expressamente incluídos em minha declaração
de rendimentos e que tinham sido provados, nos autos, por mim, com comprovação
da legitimidade de sua origem. Os documentos pertinentes estão
à disposição de VEJA para verificação.
A respeito
da nota "Procuradores caem na farra" (Radar, 7 de novembro), a Associação
Nacional dos Procuradores da República esclarece que, na qualidade
de ente privado, mantido exclusivamente pela contribuição
de seus associados, tem como um dos objetivos estatutários promover
anualmente o Encontro Nacional dos Procuradores da República, no
qual se discutem assuntos institucionais de interesse da categoria e da
sociedade em geral e se realiza o congraçamento de seus associados
lotados nas diversas localidades do país. Para isso, os procuradores
da República participantes arcam com aproximadamente 50% dos gastos
do encontro e a associação com o restante. A associação
celebra acordos comerciais para facilitar a realização do
evento, como aquele pactuado com a Varig, em que obteve desconto de 40%
no preço das passagens aéreas, na base da tarifa de grupos,
e não de 45%, como noticiado por essa respeitável revista.
Acordos comerciais são uma prática rotineira entre entes
privados que não desafiam a lei, a ética nem a moralidade,
principalmente quando seus parâmetros não estão aquém
da margem de lucro da empresa e cumprem as formalidades exigidas.
Parabéns
pela edição especial VEJA Seu Investimento (novembro
de 2001). As dicas e informações são esplêndidas.
Graças a VEJA, já sei onde aplicar. Agora só falta
arrumar o dinheiro. Minhas congratulações
pela edição especial VEJA Seu Investimento. Toda
a equipe está de parabéns pela excelente edição.
Iniciativas como essa fazem a diferença. Continuem sempre inovando
o básico muitos já fazem.
A respeito
da reportagem "Lobby chega ao Planalto" (7 de novembro), a senhora Ana
Cristina Felipe Improise não é oficial de chancelaria do
Ministério das Relações Exteriores. A referida funcionária
é, na verdade, assistente de chancelaria.
CORREÇÕES:
O comando israelense não invadiu o avião, como diz a
reportagem "Ameaça
nuclear do Islã" (7 de novembro), mas o terminal de
passageiros do Aeroporto de Entebbe, em Uganda, onde estavam os reféns.
|
|
|