Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 726 - 14 de novembro de 2001
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Geral
Economia e Negócios
Internacional
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Hipertexto
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Digite uma ou mais palavras:

Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Reportagens de capa 2000 | 2001
Entrevistas
2000 | 2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

CLIQUE NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS

"É uma pena que muitos de nossos compatriotas não achem óbvia a necessidade de falar e escrever bem a língua portuguesa."
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP

 

Língua portuguesa

A reportagem de capa "Falar e escrever, eis a questão" (7 de novembro) mostra quanto VEJA contribui para a cultura do país. Um texto dessa magnitude deveria ser lido e discutido por todos os professores de português em suas aulas. Ler essa reportagem equivale a muitas aulas dessa matéria. Parabéns pelo magnífico trabalho. A propósito, acertei 32 das 35 questões propostas pelo professor Pasquale.
Ronaldo J. Cardoso
Jataí, GO

O professor Pasquale é um grande guru no ensino do falar e escrever bem em português. Como acadêmica de letras, convivo com a dificuldade das pessoas no emprego da linguagem culta e na tentativa de se expressarem com clareza e coerência. A popularização do e-mail trouxe marcas da oralidade para a escrita, e isso ameaça mais o uso do português culto. Não é preciso ser um estudioso da área para entender que a maneira correta de falar e escrever é quesito fundamental em qualquer profissão. E isso não é preconceito. É uma questão de consciência.
Daniela Nogueira de Souza
Fortaleza, CE

O professor Pasquale tem de ser aplaudido de pé por tornar a língua portuguesa o novo xodó dos brasileiros.
Menelau Júnior
Caruaru, PE

Pasquale se elege guardião da língua portuguesa como se fosse um pai que não quer deixar seu filho crescer e, pior, como se fosse um homem de ciência.
Ester Mambrini
Aracaju, SE

 

Luiz Felipe Scolari

Depois de ler a entrevista nas Páginas Amarelas de VEJA, pude ver a inteligência do técnico de nossa seleção, sua visão do futebol mundial, seu esforço em tratar a imprensa de forma mais leve. Enfim, qualidades que o habilitam a chegar às disputas finais da próxima Copa do Mundo.
Rogério K. Picada
Cruz Alta, RS

Felipão é um doce. Nem parece o sujeito que pedia ao truculento Dinho para caçar o inofensivo Sávio, orientava os gandulas a ofender os adversários ou determinava aos seguranças que impedissem que os jogadores dos outros times se aquecessem no gramado antes das partidas. Será que deixou também de admirar o general Pinochet? (Amarelas, 7 de novembro)
Antonio Carlos Salles
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

O que sinto por Diogo é um misto de amor e ódio. Quando acabo de ler certas matérias suas, digo: ele é completamente louco! Na semana seguinte, corro logo para o artigo dele. Ao terminar, falo: ele é um louco completamente adorável. Continue assim, Diogo. Você é ímpar. Que venham os processos! ("O marquês guru", 7 de novembro)
Ígia Siminéa Aranha
Natal, RN

 

Claudio de Moura Castro

Artigo excepcional (7 de novembro), que as grandes figuras de todos os ramos de atividade deveriam ler. A ânsia de ser aplaudido não pode obliterar o dever de dizer a verdade, mesmo que dizê-la resulte em impopularidade. Quem fala aos outros como autoridade deve ser sempre fiel à verdade.
Ary Biolchini
Rio de Janeiro, RJ

 

Gustavo Franco

A informação constante em VEJA de que a produtividade na indústria cresceu cerca de 8% anuais na década de 90 precisaria ser mais divulgada, para impor maior objetividade aos comentaristas na mídia. Falta esclarecer ao público que a saúde dos "fundamentos", entre os quais talvez se deva situar uma taxa de câmbio compatível com as relações de produtividade, também representa política industrial. Ou seja, esforço para o desenvolvimento. Oito por cento de taxa de "desenvolvimento da produtividade" anuais sem maus costumes é um belo resultado para induzir reformas de cultura ("Política industrial", 7 de novembro).
Harald Hellmuth
hhellmuth@uol.com.br

 

Leonel Brizola

Mais uma vez VEJA nos dá um exemplo de jornalismo investigativo da melhor qualidade. Mais do que isso, desmistifica falsas vestais que povoam a cena política brasileira, cujas fortunas nunca foram devidamente explicadas ("Ele fez fortuna", 7 de novembro).
Renato Braga Villela
Niterói, RJ

Repudio o texto da reportagem no que tange às relações de meu pai, o presidente João Goulart, e de meu tio, o ex-governador Leonel Brizola. O texto tenta confundir mais de treze anos de exílio no qual os dois sempre lutaram pelo estabelecimento da democracia e da soberania do povo brasileiro.
João Vicente Goulart
joaovgoulart@yahoo.com.br

 

Michael Jackson

Uma amiga me mostrou o novo CD de Michael Jackson, algo realmente bom, de sonoridade moderna. O cara se atualizou e vem tentando mostrar que está bem mais preocupado com a música que com as bobagens que ficam plantando na vida dele. A mim, inclusive, nem interessa ("No fundo do poço", 7 de novembro).
Dayan Zanenga Golanski
Porto Alegre, RS

 

Radar

A nota "EJ é multado" (Radar, 7 de novembro) exige um reparo. Não é fato que a Receita "descobriu investimentos não declarados". A Receita OMITIU, em seu relatório de fiscalização, investimentos que estavam expressamente incluídos em minha declaração de rendimentos e que tinham sido provados, nos autos, por mim, com comprovação da legitimidade de sua origem. Os documentos pertinentes estão à disposição de VEJA para verificação.
Eduardo Jorge Caldas Pereira
Rio de Janeiro, RJ

A respeito da nota "Procuradores caem na farra" (Radar, 7 de novembro), a Associação Nacional dos Procuradores da República esclarece que, na qualidade de ente privado, mantido exclusivamente pela contribuição de seus associados, tem como um dos objetivos estatutários promover anualmente o Encontro Nacional dos Procuradores da República, no qual se discutem assuntos institucionais de interesse da categoria e da sociedade em geral e se realiza o congraçamento de seus associados lotados nas diversas localidades do país. Para isso, os procuradores da República participantes arcam com aproximadamente 50% dos gastos do encontro e a associação com o restante. A associação celebra acordos comerciais para facilitar a realização do evento, como aquele pactuado com a Varig, em que obteve desconto de 40% no preço das passagens aéreas, na base da tarifa de grupos, e não de 45%, como noticiado por essa respeitável revista. Acordos comerciais são uma prática rotineira entre entes privados que não desafiam a lei, a ética nem a moralidade, principalmente quando seus parâmetros não estão aquém da margem de lucro da empresa e cumprem as formalidades exigidas.
Carlos Frederico Santos

Presidente
Brasília, DF

 

VEJA Seu Investimento

Parabéns pela edição especial VEJA Seu Investimento (novembro de 2001). As dicas e informações são esplêndidas. Graças a VEJA, já sei onde aplicar. Agora só falta arrumar o dinheiro.
Wanderley Pinto
Guarulhos, SP

Minhas congratulações pela edição especial VEJA Seu Investimento. Toda a equipe está de parabéns pela excelente edição. Iniciativas como essa fazem a diferença. Continuem sempre inovando – o básico muitos já fazem.
Irineu Berezanski
São José, SC

 

Lobby

A respeito da reportagem "Lobby chega ao Planalto" (7 de novembro), a senhora Ana Cristina Felipe Improise não é oficial de chancelaria do Ministério das Relações Exteriores. A referida funcionária é, na verdade, assistente de chancelaria.
Cesar Sguario Arévalo
Associação Nacional dos Oficiais de Chancelaria
Ministério das Relações Exteriores
Brasília, DF

 

CORREÇÕES: O comando israelense não invadiu o avião, como diz a reportagem "Ameaça nuclear do Islã" (7 de novembro), mas o terminal de passageiros do Aeroporto de Entebbe, em Uganda, onde estavam os reféns. O ex-governador Leonel Brizola comprou, no total, 6.783 hectares de terras no Uruguai, e não 6.175, como informou a reportagem "Ele fez fortuna" (7 de novembro). Desse total, 1.001 hectares, que estavam em nome de seus filhos, foram vendidos neste ano.


 

O LEITOR E AS JARARACAS

W. Wüster

Jararaca-ilhoa: mais clara


Da capital paulista, o leitor Antonio Bordignon comunica: "A foto identificada como a de uma jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) em
'A bioladroagem'
(24 de outubro) é, na verdade, de uma jararaca comum (Bothrops jararaca)". O leitor está certo. A foto é mesmo da espécie comum. A diferença entre as duas está na pigmentação do couro, que é mais claro na ilhoa e mais rajado na comum. Segundo o Instituto Butantan, de São Paulo, a jararaca-ilhoa é rara, existe apenas na Ilha da Queimada Grande, no litoral sul paulista. O veneno da Bothrops insularis é mais potente que o das Bothrops do continente, como a jararaca, a caiçaca e a urutu. A ilhoa habita um rochedo de granito a 35 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, entre Itanhaém e Peruíbe. Bordignon, de 22 anos, é um conhecedor de serpentes. Autodidata, conta que gosta do tema e estuda as cobras desde os 8 anos de idade. O interesse vem dos tempos em que seu pai o levava para passear no Butantan. Ele está montando um site sobre cobras, através do qual pretende defender os animais e difundir orientações sobre os cuidados que as pessoas devem ter para evitar acidentes. "Sei que muitas pessoas têm medo de cobra e é por isso que me dedico a ensinar como se deve agir diante delas", diz o jovem leitor.

 

É O DIABO!

Duas dezenas de leitores não gostaram de ver a figura do diabo estampada na capa de VEJA. A figura com chifres representava o funcionário que não sabe comandar, personagem da reportagem "Você odeia seu chefe?" (31 de outubro). Leia a reação dos leitores: "De péssimo gosto a figura do capeta estampada na capa de VEJA" (Marcos Zschap, Itajaí, SC); "Diabo é forte demais!" (Ricardo Gonçalves do Amaral); "Agressiva e de muito mau gosto" (Elaine Arigoni); "Que droga, detestamos!" (Elisabeth Scotton, Barueri, SP); "O mundo está precisando de boas imagens, e não desse tipo de coisa" (Márcia Pereira, Brasília, DF); "Acredito que a ironia da foto poderia ter sido mais criativa" (Karin Serrano Cardoso, São Paulo); "Mais assustadora impossível" (Filipe Voltolini, Blumenau, SC). A repulsa pela figura não impediu o bom humor da leitora Cristiane Marassi: "VEJA poderia ter usado o rosto da minha ex-chefe na capa!"



 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS