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Atenas
Porto livre do terrorismo
AP
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| Atentado a tiros: adido inglês
morto numa rua de Atenas |
O assassinato de Stephen Saunders, adido militar inglês
em Atenas, na semana passada, confirmou um dado trágico:
a Grécia é, ao lado de Paquistão e
Afeganistão, o país onde o terrorismo atua
com desenvoltura impressionante. Foram mais de vinte atentados
em 1999. Só o grupo esquerdista 17 de Novembro, autor
do assassinato de Saunders, matou 23 pessoas em 25 anos.
Apesar de tantas atrocidades, a polícia grega jamais
prendeu qualquer um de seus membros. Os Estados Unidos,
o principal alvo do terror grego, acusam as autoridades
de Atenas de lenientes com o terror.
Londres
Heroísmo roubado
O primeiro-ministro Tony Blair está urrando contra
a mania hollywoodiana de atribuir a americanos atos heróicos
praticados por outros. É o que acontece no filme
U-571, sobre a captura da máquina de códigos
nazista Enigma por um comando inglês, na II Guerra.
Na fita, os heróis são todos americanos. "É
uma afronta", diz Blair.
Pisa
Quase caindo, mas
segura
AFP
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| Torre reformada: inclinação
mantida |
Após dez anos de reformas, a Torre de Pisa, na Itália,
será reaberta simbolicamente neste sábado,
17, dia de São Ranieri, patrono da cidade. A obra
para estabilizar a construção que ameaçava
desabar consumiu 20 milhões de dólares. A
reabertura definitiva para o público ocorrerá
em junho de 2001, com o fim dos trabalhos.
Kinshasa
Uma guerra com 2,3 milhões
de mortos
A guerra civil no Congo, ex-Zaire,
matou 2,3 milhões de pessoas nos últimos dois
anos, e não 600 000 como se acreditava. A conclusão
é do levantamento feito pelo Comitê Internacional
de Resgate, uma ONG que trabalha com refugiados, divulgado
na semana passada. Além dos mortos em combate, o
estudo computa também as vítimas da fome e
de doenças, como a malária e a cólera,
em conseqüência da anarquia causada pelo conflito.
Enfim, a arma de raios
AP
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Americanos e israelenses desenvolveram um sistema
de interceptação de mísseis de
curto alcance utilizando um raio laser disparado do
solo. A nova arma, testada na semana passada,
é mais eficiente e mais barata que antimísseis
convencionais
Reuters
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| O míssil
Katyusha disparado para o teste é
detectado pelo radar |
O raio de
laser é acionado e viaja na velocidade
da luz para atingir o alvo |
Aquecido
a uma altíssima temperatura, o foguete
explode em segundos |
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