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Gente
Boris, o bufão loiro Valeu passar três meses sem beber: superando um alentado e freqüentemente proposital histórico de gafes, BORIS JOHNSON, 44 anos, do Partido Conservador, assumiu como o novo e provocador prefeito de Londres. Apesar da aparência, da pronúncia afetada e do sobrenome, Johnson é a cara de Londres: no seu cadinho genético, contabiliza antepassados turcos, franceses, suíços e judeus. A mulher, Marina, é filha de indiana da religião sikh. Boris gosta de correr, de andar de bicicleta e de criar caso: ex-diretor da revista The Spectator, em artigos e colunas ofendeu raças e comunidades (depois pede engraçadíssimas desculpas). A loirice, segundo sua mãe, é "um traço de família que predomina sobre qualquer gene". Fotos confirmam: até o bisavô paterno turco era loiro.
Juntos, saudáveis e felizes No retrato da família na piscina do hotel na Flórida não se nota sinal das brutalidades por que passaram: ela, a colombiana CLARA ROJAS, 44 anos, seis deles seqüestrada pelas Farc; ele, EMMANUEL, 4, concebido e nascido em cativeiro, separado dela aos 8 meses, entregue doente a um casal de agricultores e depois a um orfanato. Juntos desde janeiro, quando Clara foi solta, no mês passado visitaram a Disneyworld. "Emmanuel é muito independente. Foi engraçado vê-lo dizendo ao Mickey onde ficar na hora da foto", comentou Clara, numa rara entrevista. Também foi convencida a aparecer com o filho, incrivelmente recuperado, na edição de Dia das Mães de uma revista colombiana. O argumento da diretora, Olga Guerrero: "Disse a ela que não devia existir mãe mais feliz no planeta".
Editado por Lizia
Bydlowski
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