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Edição 1 802 - 14 de maio de 2003
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Arquivo 1997-2003
Reportagens de capa
2000|01|02|03
Entrevistas
2000|01|02|03


 
"Enquanto a medicina não encontrar um medicamento para deter o vírus da Sars, a população mundial corre risco."
Hsu Ken YI
São José dos Pinhais, PR

Gripe asiática

A qualidade do texto e a data da publicação (aproximação do inverno) somadas nos proporcionaram uma excelente reportagem. O assunto certo no momento exato é o diferencial que faz da revista VEJA uma das melhores do mundo – com um detalhe: em português.
Dr. Welington dos Santos
Por e-mail

O precoce século XXI está, pela rapidez dos acontecimentos, formando sua personalidade. O pânico causado pelo vírus da Sars é tão preocupante quanto saber da existência do devastador arsenal atômico mundial.
Hugo Lins Coelho
Recife, PE

A vida imita a arte. Esse aforismo, embora desgastado pelo uso, mais uma vez se mostra presente. Há cerca de vinte anos, no filme Tubarão, de Spilberg, o prefeito da ilha onde se passa a trama reluta em adotar medidas de segurança contra reincidentes ataques do gigantesco esqualo, com receio de que isso afugentasse os turistas. Agora, diante dessa nova doença originada na Ásia, que ameaça tornar-se uma pandemia, nossas autoridades ainda não determinaram a suspensão do pouso de aeronaves provenientes das regiões afetadas. A única explicação que vejo seria de ordem econômica, ou seja, não trazer prejuízos para as empresas aéreas. E dane-se o povo.
Ubiraci Bagno
Belo Horizonte, MG

A velocidade com que o vírus da Sars se espalhou pelos cinco continentes é resultado de um mundo globalizado, com grande fluxo de viajantes entre os países. Infelizmente, o Brasil não está preparado para enfrentar nem um resfriado, que dirá a Sars. Por falar em doença, cadê aquele dinheirão do IPMF, hoje CPMF, que deveria ter sido destinado à pasta da Saúde? Atchim!
Fernando Al-Egypto
Rio de Janeiro, RJ

 

Rudolph Giuliani

Sempre fui fã convicta do ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, que é simpático, charmoso, inteligente e coerente. É graças ao seu ótimo trabalho que hoje podemos andar pelas ruas de NY, durante o dia ou à noite, com segurança e tranqüilidade. Pena o nosso querido Brasil não ter alguém com a raça dele, para acabar com a violência e a bandalheira que reinam no país (Amarelas, 7 de maio).
Edna C. Costa
Jersey City, EUA

Li a excelente entrevista com Rudolph Giuliani. Uma verdadeira cartilha do combate ao crime organizado. Nosso ilustre ministro da Justiça deveria mandar um exemplar desta edição de VEJA a cada responsável pela segurança nos 5.000 e tantos municípios brasileiros. É dinheiro de pinga.
Curt Nees
Jaraguá do Sul, SC

Por que não testar em São Paulo o modelo do ex-prefeito de NY? Embora não exista polícia municipal ostensiva em São Paulo, parece-me que o governador do Estado está diante da melhor oportunidade para também se firmar definitivamente como líder. Ele demonstra que muitas características são comuns aos dois políticos: por um lado, seriíssimos problemas com a segurança dos cidadãos; por outro, austeridade, perseverança e compromisso democrático.
Marinho Del Santo Jr.
São Paulo, SP

 

Reformas

Embora sendo um dos privilegiados que se aposentaram com o último salário integral, sou favorável a que me descontem os 11% que o governo pretende com a reforma da Previdência. Espero com isso dar oportunidade aos meus dois filhos, que ainda estão se preparando para o mercado de trabalho, para que, quando chegar a vez deles, tenham uma aposentadoria também. Ficaria feliz se alguma liderança colocasse nas ruas os jovens caras-pintadas para exigir a aprovação das reformas necessárias ao benefício deles no futuro, em oposição ao egoísmo dos coroas que não as querem ("A sorte está lançada", 7 de maio).
Aureo Amaral Modolo
Por e-mail

 

Claudio de Moura Castro

Magnífico o texto "Um provão para governantes?" (Ponto de vista, 7 de maio), de Claudio de Moura Castro. Mais ainda pela utilização de conceitos de cálculo, expostos de maneira muito clara. Quando ele fala em "fluxos" e "estoques", nada mais faz do que se referir aos conceitos de diferencial e integral, objetos dessa área da matemática. Aliás, o próprio Newton, um dos pioneiros do cálculo, referia-se a diferencial como "fluxo". O artigo pode ser usado como auxílio no ensino desses conceitos.
José Carlos Schuh
Porto Alegre, RS

 

Holofote

Sua excelência o ministro Ilmar Galvão ainda é um homem jovem, inteiro física e intelectualmente. Que desperdício. Apenas 70 anos e teve de sair "na compulsória". Até parece que o nosso país tem produção, em escala, de magistrados, principalmente da estirpe do ministro Ilmar Galvão ("A vida nova do ministro", Holofote, 7 de maio).
Geraldo Ananias Pinheiro
Brasília, DF

 

Cuba

Ao publicar a reportagem "Apesar de você, Fidel..." (7 de maio), VEJA prestou relevante serviço à democracia. A revista aborda, com singular competência, o silêncio dos senhores Frei Betto e Chico Buarque de Hollanda, entre outros menos votados. Em e-mail recente enviado ao senhor Armando Valladares, autor do livro Contra Toda Esperança, contando o horror de sua vida como prisioneiro político de Fidel por 22 anos, faço menção exatamente ao inexplicável silêncio dos fãs ardorosos do senhor Fidel. Aproveito para sugerir ao senhor Chico Buarque que lance em Cuba a versão em espanhol de sua música Cálice, composta durante o regime militar brasileiro. Duvido que o faça, como também duvido que o senhor Fidel o permita.
Paulo Afonso Erzinger
São Bento do Sul, SC

Todos os intelectuais a favor de ditaduras, sejam elas de esquerda ou de direita, deveriam fazer suas malas e em tais locais se estabelecer, em condições de igualdade com as pessoas que lá habitam, sem poder ir e vir, sem poder dizer o que pensam e, principalmente, sem nada lucrar com seus livros, filmes, músicas, palestras etc.
Maria Guiomar C.D. Cuyabano
Campinas, SP

Muito importante a matéria de VEJA denunciando o silêncio cúmplice de alguns expoentes da esquerda (especialmente de Chico Buarque e Frei Betto) diante da violenta repressão a dissidentes perpetrada pelo regime castrista, em Cuba. Por sua vez, muitíssimo merecido o destaque que vem sendo dado à magnífica declaração de José Saramago ("De agora em diante, Cuba que siga seu caminho, eu fico por aqui"). O fato de assumir e proclamar publicamente sua posição, com a habitual integridade e a genial maestria literária, deve nos fazer admirar ainda mais esse excelente escritor e grande humanista. O mesmo se diga de Caetano Veloso, que também fez emergir seu protesto.
Martônio Ribeiro
Ribeirão Preto, SP

 

Artigo de Gregg Easterbrook

O artigo "Poder total, completo e imediato" (7 de maio), sobre o poderio militar do império americano, me chamou a atenção pelo fato de que alguns anos atrás alarmistas como o escritor Paul Kennedy proclamavam o declínio da América. O autor disse ao Atlantic Monthly, em 1987: "Caiu Roma, caiu Babilônia, chegou a vez de Nova York". Crianças japonesas e alemãs eram mais inteligentes, recebiam melhor educação e melhor treinamento que as crianças americanas e, portanto, a nação estaria em franco declínio. Ao entrar na Guerra da Coréia, em 1950, os EUA perderam 54.000 vidas e a luta acabou num impasse. Cinqüenta e três anos mais tarde, os EUA envolvem-se na guerra contra o Iraque. Um conflito que durou 21 dias, custou uma centena de vidas e resultou em vitória. Se o Império Romano tivesse desmoronado nesse ritmo, estaríamos lendo a VEJA em latim!
Francis Giovanella Valle
Curitiba, PR

Impressionante como o senhor Gregg Easterbrook parece querer que o mundo dobre os joelhos diante do poderio militar americano. Só faltava escrever que precisamos de autorização dos EUA para poder existir!
Wladimir José Ferreira
Belo Horizonte, MG

 

Steve Biddulph

Os milhões de exemplares de Steve Biddulph vendidos ao redor do mundo são o resultado da necessidade de um "parâmetro" para os pais de hoje, o que infelizmente vem causando o aumento indiscriminado do grupo de "estúpidos bebedores de cerveja". A responsabilidade pelos "defeitos" da prole é culpa exclusiva dos pais, que geram inocentes para mais tarde transformá-los em adultos "robotizados", sem nenhum vínculo de valorização com o certo ou o errado ("Está tudo errado", 7 de maio).
Mirna Machado
Guarulhos, SP

Fiquei fascinada com a reportagem sobre as diferenças na educação de meninos e meninas. Sou mãe de adolescentes e educadora e entendo perfeitamente o que o terapeuta inglês nos demonstra. Fala-se muito em tratar os alunos observando suas diferenças individuais, e na prática o que se vê é uma educação em que todos são moldados de maneira uniforme, como se fossem iguais biológica ou psicologicamente.
Márcia Cristina Lopes
Curitiba, PR

 

Riqueza

Fiquei realmente impressionada com a reportagem "A classe do bilhão" (7 de maio), sobre os novos bilionários da ex-URSS. A história é para fazer Marx, Engels, Lenin e cia. se contorcerem no purgatório. Remeti o pensamento ao Iraque em (re)construção: transformar "governos ameaçadores" em democracias capitalistas é um negócio da China!
Larissa Mesquita de Carvalho
Goiânia, GO

 

Vinhos

De dar água na boca um vinho de boa qualidade nesse valor ("O Cabernet de 1,99 dólar", 7 de maio). Pena estar tão longe da realidade brasileira, em que nosso principal apego é pela velha e "mardita" cachaça.
Thiago Hausner de Macedo
Pedralva, MG

 

Câncer de mama

Agradecemos pela publicação de nossa carta (Cartas, 7 de maio), pois a repercussão foi muito grande. Temos recebido telefonemas de todo o país. Como estamos planejando um trabalho nacional, gostaríamos de deixar nosso endereço e telefone: Associação das Amigas da Mama – Rua Comendador Araújo, 510, sala 304, Edifício Adam Smith, Curitiba, PR, CEP 80420-000, (41) 322-3506. De segunda a quinta-feira, das 14 às 17 horas.
Tania Mary Gomez
Presidente da Associação das Amigas da Mama
Curitiba, PR

 

Arc

Se quisermos mostrar lá fora que somos bons, temos de fazer uma bela faxina na casa. Mas, enquanto o Brasil não leva jeito, meu bom e velho amigo Arc, não daria para me despachar junto com você para seu planetinha?
Ricardo Martini Kato
Ourinhos, SP

 

Faculdades privadas

A respeito da nota "O privilégio das faculdades privadas" (Holofote, 30 de abril), informo que desde março o Ministério da Previdência Social e a Receita Federal vêm fazendo uma fiscalização nas 350 maiores entidades filantrópicas do país, para identificar as que eventualmente não estejam cumprindo a legislação e, por isso, não tenham mais direito à isenção da contribuição previdenciária.
Wladimir Gramacho
Assessor de imprensa Ministério da Previdência Social
Brasília, DF

 

Divertimento

Muito bem lembrada por VEJA a mania que diverte das cartas de Yu-Gi-Oh ("Duelo de monstros", 7 de maio). Uma das manias que americano tem e mantém até a idade adulta é colecionar cards. Existem edições limitadas, edições de ouro, enfim várias estratégias que desafiam os "maniacs" à compra compulsiva. Como educadora para o ensino da língua inglesa, gostaria de chamar a atenção para essa idéia: trabalhar com os cards, que estão se tornando febre e são feitos em inglês. Nada mais oportuno.
Eloisa Maria Le Maitre de Oliveira Lima
Rio de Janeiro, RJ

 

Ginástica

Gostaria de cumprimentar a jornalista Rosana Zakabi pela objetividade e abrangência com que abordou o tema na matéria "Ioga vira malhação" (7 de maio). Nós, leitores de VEJA, já estávamos sentindo falta de uma reportagem como essa sobre yôga. Agradecemos a referência que fizeram ao nosso nome, bastante precisa. Queremos acrescentar que nosso trabalho com swásthya, o yôga antigo, é estritamente técnico. Somos avessos a qualquer tipo de doutrinação.
Mestre DeRose
Fundador da Universidade de Yôga
www.uni-yoga.org.br
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

Diogo Mainardi não só escreveu a verdade como também a escreveu na hora certa. Nas disciplinas obrigatórias de introdução à antropologia que ensino em diversos cursos da Ufpe, sempre é necessário discutir se raças humanas existem objetivamente. Agora é possível apresentar uma matéria bem-humorada para completar o desmonte do mito ("Fora, Zumbi!", 7 de maio).
Peter Schröder
Jaboatão dos Guararapes, PE

Fugindo da crítica, de sua praxe sarcástica e expondo sua habilidade literária, Mainardi propôs a desinfecção sistemática da humanidade, que se encontra influenciada socialmente pelos preconceitos abusivos das diferenças raciais. Ele nos levou a admitir que somos todos parentes. Ensinar que os brancos são negros e os negros são brancos: com essa fórmula educacional, talvez seja fácil abolir a discriminação. Difícil será convencer Gilberto Gil a incluir em seus projetos culturais a idéia mainardiana.
Alex Cerqueira Couto
Itaberaba, BA

Diogo soube, como ninguém, expor a verdade sobre nossas "indiferenças" raciais. Afinal, como a própria ciência vem comprovando, o ser humano é único, e, assim, qualquer tentativa de separação, defesa ou expurgo de raças reduz a humanidade e sua milenar história a pó.
Maurício Lago Magro
Passo Fundo, RS

Que coisa engenhosa é essa cabeça de Mainardi! Foi excelente, claro e conciso o artigo. Ele expôs o que certamente todos nós pensamos acerca do racismo, inclusive a Bené. Parabéns, negão!!!
Cláudia Freire
Cuiabá, MT

 

Livros

Rick Wakeman é um dos maiores tecladistas da história do rock. Ele compõe rock progressivo, que, apesar de ter elementos eletrônicos dos teclados e sintetizadores, não é música eletrônica. Ele toca até hoje na banda Yes ("O guerreiro nerd", 7 de maio).
Aurelio Bulhões Pedreira de Moraes
São José dos Campos, SP

 

Veja essa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofendeu profundamente seus eleitores do Pará com sua frase: "Você, Babá, sai no Jornal Nacional porque fala mal do governo. Se não falasse mal do governo, não sairia nem na Gazeta do Pará". (Veja essa, 7 de maio). Senhor presidente, o Pará não é nenhuma "roça", e o senhor deveria respeitar a seriedade de nossa imprensa e nosso papel na política do país. Ou pelo menos não deveria desprezar os votos nem a inteligência dos eleitores que, como eu, acreditaram que o senhor governaria para o Brasil inteiro, dando igual importância a todas as regiões do país.
Clarice Helena da Silva
Belém, PA

 

CORREÇÕES: A Chapada Diamantina fica no Estado da Bahia, e não em Minas Gerais ("Fotógrafos de viagem", 30 de abril). A mulher do ex-presidente Fernando Collor se chama Rosane, e não Roseane ("A dama no centro do governo", Ensaio, 7 de maio). O país que aparece na 34ª posição do quadro "O ranking do turismo", publicado na página 26 desta edição (1802), é a República Checa, e não a Checoslováquia.

 


O "VIRUS" DA MALÁRIA

A reportagem "As epidemias globais" (7 de maio) afirmou: "Há dois anos os epidemiologistas americanos ficaram intrigados ao encontrar traços de um dos vírus mais antigos de que se tem notícia, o da malária, em Boston". Cristiana Santos de Macedo, do Centro de Higiene e Microbiologia Médica da Universidade Phillips, em Marburg, Alemanha, escreveu: "Basta consultar um livro básico de biologia para saber que o agente causador da malária é um protozoário do gênero Plasmodium, e não um vírus". Carla Café, professora de biologia no Rio de Janeiro, explica: "O agente etiológico é um protozoário do gênero Plasmodium que tem três espécies: Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum e Plasmodium malarie. A segunda espécie é mais letal para o ser humano, causando a febre terçã maligna com acessos febris irregulares. A malária é transmitida pela picada do mosquito Anopheles, presente em grande quantidade nas florestas tropicais e, portanto, na nossa região amazônica".

 

O TÚNEL MAIS PROFUNDO

A nota "Túnel entre a Europa e a Ásia" (23 de abril), sobre o túnel turco que até 2015 ligará, no Estreito de Bósforo, a parte européia de Istambul à parte asiática da cidade, informou que o trecho submerso da megaobra ficará 50 metros abaixo da superfície, o que o tornaria o túnel ferroviário mais profundo do mundo. A engenheira Cibele Báez Neme escreveu para dizer que ele será "menos profundo que o Seikan Tunnel, no Japão". O túnel turco poderá ser o mais extenso, mas não o mais profundo. Compare três gigantes da engenharia:

Seikan (Honshu–Hokkaido)
Extensão: 53,85 quilômetros
Profundidade: 240 metros

Eurotúnel (França–Grã-Bretanha)
Extensão: 50,5 quilômetros
Profundidade: 80 metros

Túnel turco (Estreito de Bósforo)
Extensão: 76 quilômetros
Profundidade: 50 metros

 

SARS OU SRAG?

A respeito da reportagem de capa de VEJA da semana passada ("A epidemia que põe o mundo em pânico"), o leitor Flávio Santos da Costa, de São José dos Campos, no interior de São Paulo, pergunta: "Por que Sars? Mais uma vez teremos de engolir uma sigla em inglês, a exemplo de Aids no lugar de Sida?". Sars (severe acute respiratory syndrome) é a sigla de síndrome respiratória aguda grave (Srag, em português). A opção pelo uso da sigla em inglês ajuda na comunicação (e, por conseqüência, no combate à doença). Se cada país adota uma sigla diferente, há uma dispersão da informação. Mas não existe regra a respeito. A brasileira Fundação Nacional de Saúde (www.funasa.gov.br) utiliza a sigla em português, Srag.

 

PORTUGAL NO RANKING DO TURISMO

Pelo menos vinte leitores estranharam a ausência de Portugal no ranking do turismo, publicado na reportagem "Os estrangeiros sumiram" (16 de abril). João Mota Pinto, adido comercial da embaixada de Portugal em Brasília, escreveu para a redação lembrando que o país recebe 12,2 milhões de turistas por ano, o que gera uma receita anual de 6,1 bilhões de dólares (números referentes a 2001, reconhecidos pela própria Organização Mundial de Turismo). Com isso, o país ocupa o 17º lugar no ranking. Ao lado, o gráfico corrigido.




 
 
   
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