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Home  »  Revistas  »  Edição 2160 / 14 de abril de 2010


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Assuntos mais comentados
Ricky Martin "saiu do armário"
Aviação (capa)
Aécio Neves (Entrevista)
Novas universidades federais
Diogo Mainardi

 

Aviação

Daniel Mobilia/Diário SP/Ag. O Globo
Martírio nos aeroportos
Em férias ou a trabalho, viajantes de avião enfrentam a realidade dos terminais
de passageiros superlotados. Até quando?

"VEJA transcreveu com brilhantismo o estado de penúria a que se submete
o passageiro ao usar os aeroportos brasileiros. Nunca neste país tivemos aeroportos tão obsoletos."

Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

Pude constatar o caos da aviação nacional dentro de um voo da Gol que deveria ter saí-do de Brasília para Vitória (ES) às 22h48 do domingo de Páscoa. Estava lendo a reportagem de VEJA "Entre o céu e o inferno" (7 de abril) e o comandante do avião anunciou que, por causa de um problema técnico, todos os passageiros deveriam voltar para a sala de embarque. E aguardar mais uma hora. O reparo durou muito mais tempo. Resultado: não pude comparecer a um compromisso marcado para as 10 horas do dia seguinte. 
Marcos Rosetti
Brasília, DF

Custei a entender por que a capa de VEJA me causou inquietação, remetendo-me à adolescência. Bastaram alguns minutos de busca no Acervo Digital (www.veja.com.br/acervodigital) para encontrar o motivo na edição de 12 de setembro de 1973 ("Pobres aeroportos do Brasil"). A capa, na ocasião, deixou-me perplexo com a abordagem crítica de VEJA, tais os rigores da censura prévia do regime militar. Se ao longo desses quase 37 anos avanços ocorreram na aviação brasileira, é inevitável admitir que continuamos, como reafirma a reportagem da última edição, muito aquém da demanda.
Nei Manique
Criciúma, SC

Excelente a reportagem de VEJA sobre a situação dos aeroportos. Infraestrutura é o grande gargalo do nosso país. Vamos receber pessoas de todo o mundo para a Copa em 2014 e para a Olimpíada em 2016. VEJA mostrou como poderão ser as nossas boas-vindas: atrasos, cancelamento de voos, falta de atendimento e conforto, um desrespeito. Assim, vamos espantar os turistas. Esse problema não é novo, já foi motivo de diversos alertas, mas infelizmente o governo federal é inoperante e paquidérmico.
Deputado federal
Eduardo Sciarra (DEM-PR)
Ex-presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Infraestrutura Nacional
Brasília, DF

Tenho ainda guardada na memória uma situação, se não constrangedora, engraçada com certeza, de certo ministro paramentado como se fosse um Rambo, esbravejando aos quatro cantos da nação que terminaria com o caos que reinava em nosso sistema aeroportuário. Mas nada aconteceu desde então. Que decepção!
João Henrique Kiehn
Joinville, SC

Que atire a primeira pedra quem nunca teve seu momento "barraco" num aeroporto brasileiro.
Rosana Puga de Moraes Martinez
Campo Grande, MS

 

Aécio Neves

Parece que os meus filhos terão um Brasil melhor... Na semana passada, o promotor Francisco Cembranelli nos fez voltar a acreditar na Justiça brasileira. Agora, a entrevista com Aécio Neves (Amarelas, 7 de abril) nos deixa convictos de que ainda existem políticos capazes de mudar a mentalidade mesquinha e interesseira dos administradores públicos do nosso país.
Henrique Gondim
Natal, RN

Brilhante a entrevista com Aécio Neves. Em três páginas, ele disse o muito que precisávamos ouvir e ler. A memória do brasileiro precisa ser ativada. Valeu, governador! Seu avô se foi, mas deixou um excelente exemplo de decência, compostura e ética.
Dora Sylvia de Rangel Moreira de Souza Leão
Recife, PE

As respostas de Aécio Neves desencadearam em mim um surto de esperança e crença nos políticos. Mesmo que seja coisa momentânea, essa sensação é muito boa. Com simplicidade e firmeza, o ex-governador disse quase tudo o que eu queria ouvir. Agradeço pela entrevista.
Mariza Trancoso
Belo Horizonte, MG

Aécio Neves segue a tradição e linhagem dos grandes brasileiros de Minas Gerais que, por vocação, fizeram da política um meio de levar adiante os interesses do país, acima de qualquer projeto pessoal.
Robson Rodolfo Silveira Santos
São Paulo, SP

 

Ricky Martin "saiu do armário"

Acho que Ricky Martin fará ainda mais sucesso por ter assumido a sua condição de homossexual ("Perigos da vida loca", 7 de abril).
Marina Junkes Rodrigues
Curitiba, PR

Não é pelo fato de Ricky Martin ter revelado sua homossexualidade que suas fãs deixarão de admirá-lo. Ele foi um grande sucesso nos anos 90 e nada pode mudar isso! No máximo, serão feitos comentários maldosos, pois o preconceito ainda existe.
Flávia Salema
Maringá, PR

Resolvi sair do armário em 1992, ainda estudante universitário. Posso afirmar que foi a decisão mais certa que tomei em relação à minha vida profissional. Nunca inventei ser o que não era. Ser homossexual nunca me atrapalhou em nada. O armário oferece apenas medo e opressão. Eu fico com Clarice Lispector: "Liberdade é pouco, o que eu quero ainda não tem nome".
Marcelo Garcia
Por e-mail

 

Novas universidades federais

Ao ler uma reportagem como essa ("Pecados pouco originais", 7 de abril), sinto tristeza por perceber que o nosso dinheiro é administrado de forma pouco inteligente. Não é novidade que os investimentos em educação deveriam ser direcionados ao ensino básico e médio, combatendo, assim, a evasão mencionada na reportagem. Por que não fazê-lo? Lamentável.
Wellington K. Hayashida
Jaguariúna, SP

A reportagem critica a criação de universidades públicas, sobretudo aquelas instaladas em regiões afastadas, como se apenas as desenvolvidas devessem ter acesso a um ensino de qualidade. Esquece que uma universidade pública pode ser fator catalisador de desenvolvimento. Será que Campina Grande ou Lavras seriam o que são se não tivessem suas universidades? Se os ecos dessa reportagem fossem ouvidos no passado, não existiria a UnB, criada para uma cidade de menos de 30 000 habitantes há cinquenta anos.
José Roberto Cardoso
Diretor da Escola Politécnica da USP
São Paulo, SP

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia foi avaliada em 2009, e o índice geral de cursos (IGC) atribuído à instituição foi de 3, numa escala de zero a 5; logo, a UFRB está longe de ser a pior do país. A universidade possui centros de ensino em outras quatro cidades do Recôncavo, além do município de Cruz das Almas. Os problemas enfrentados pela UFRB são inerentes à implantação de qualquer universidade desse porte. Estamos nos esforçando a cada dia para superá-los.
Paulo Gabriel Soledade Nacif
Reitor da Universidade Federal do
Recôncavo da Bahia – www.ufrb.edu.br
Cruz das Almas, BA

 

Ideologia na educação

O jornalista Marcelo Bortoloti escreveu uma reportagem justa, em grande medida, sobre absurdos que marcam as nossas práticas escolares ("Ideologia na cartilha", 31 de março). Como eu, por mais de 35 anos, tenho sido também um crítico das mesmas práticas (posso dizer, inclusive, que essa crítica tem sido o centro do meu trabalho de educador), sinto-me solidário com a indignação do referido jornalista. Desejo agradecer a honra que me concedeu ao haver-me colocado, ao final do seu artigo, na companhia de filósofos que marcaram a história cultural do Ocidente, tais como os pré-socráticos, Platão, Aristóteles, Epicuro, Agostinho (...) e Rubem Alves. Apenas lamento que a coluna na qual nos colocou seja a que ele deu o título de "Bobagens obrigatórias".
Rubem Azevedo Alves
Campinas, SP

 

Aviação 2

Em relação à reportagem "Entre o céu e o inferno", a revista ignora as informações que lhe foram dadas por nós. A Infraero passou por relevantes mudanças voltadas à reestruturação de sua gestão, alteração do estatuto social, que pôs fim aos contratos especiais de pessoas que não eram do quadro orgânico da empresa, e tem sua diretoria executiva toda formada por empregados da empresa. As irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União e as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público contam com irrestrito apoio da Infraero, que deseja ver sanados todos os questionamentos a fim de dar continuidade às últimas gestões, com transparência e eficiência.
Léa Cavallero
Superintendente de marketing e comunicação da Infraero
Brasília, DF

 

Diogo Mainardi

O artigo "Boletim de Ocorrência" (7 de abril), de Diogo Mainardi, é de uma precisão cirúrgica quanto ao início desastroso da campanha de Dilma Rousseff. A baderna dos professores, ou melhor, da truculenta massa de pelegos da Apeoesp, é uma prévia do que está por vir. Para completar o cenário, os blogueiros de Dilma e afins, de tão "ingênuos", enxergam "solidariedade humana" em arremesso de paus e pedras.
Pedro Pires
Recife, PE

A agressão covarde à soldada Erika Canavezi por grevistas paulistas da CUT/PT é só um aperitivo da disputa eleitoral que se aproxima entre Dilma Rousseff e José Serra.
Hélio Coelho
Caxias, MA

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