BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 1999

14 de março de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
André Petry
Millôr
Lya Luft
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Auto-retrato
Veja essa
VEJA.com
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Música
Já está dando dó

Britney Spears se desfaz em público. O último
rumor é o de que teria tentado o suicídio

Britney Spears nunca escondeu seu desejo de ser uma nova Madonna. À maneira da cantora de Music, ela sonhava em lançar tendências, provocar polêmicas e virar referência na moda. Do alto de 80 milhões de discos vendidos, a artista americana a certa altura pareceu estar nesse caminho. Mas hoje sua carreira está mais parecida com a de Michael Jackson. E não pelo talento musical. Assim como ocorreu com o cantor, ela está desmoronando em público. Há evidências de alcoolismo, dependência química e descontrole emocional. Agora, fala-se até em suicídio. Na semana passada, noticiou-se que Britney teria tentado se enforcar numa clínica de reabilitação. Publicado num tablóide sensacionalista, esse episódio carece de confirmação. Mas não seria surpresa nenhuma se fosse verdade.

Celebridades muitas vezes usam o escândalo como uma ferramenta de marketing. Madonna, por muito tempo, alimentou-se disso. Depois que sua imagem casta foi para o espaço com a admissão de que já não era virgem, em 2003, pareceu ser esse o caminho que Britney trilharia. Ela caiu na esbórnia e embarcou em casamentos furados, seguindo à risca o manual da celebridade desmiolada. Mas aos poucos foram surgindo indícios de que ela está mesmo doente. Um mês atrás, fofocas sobre suas farras ao lado da patricinha Paris Hilton coexistiam com notícias deprimentes sobre internações em clínicas de reabilitação. No fim de fevereiro, ela raspou o cabelo com as próprias mãos e agrediu fotógrafos. Antes da suposta tentativa de suicídio, teria escrito na cabeça raspada o "número da besta", 666, e afirmado que era "um blefe". São notícias cada vez mais deprimentes.

Britney amplia o rol dos artistas que despontaram muito jovens e não conseguiram lidar com a fama – Judy Garland, Karen Carpenter e o próprio Michael Jackson são nomes que se podem citar. Ela não consegue viver sem atenção e também é oprimida pelos holofotes. Pior ainda: a indústria das celebridades na qual ela está imersa trabalha num ritmo como nunca se viu. Está dando dó.

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |