"As
comparações entre homem e mulher são muito importantes e
curiosas e esclarecem o que muita gente não sabe e deveria saber." Eduardo
Brito Senger Pomerode, SC
Mulher
Excelente
e esclarecedora a reportagem "A medicina revela a mulher de verdade" (7 de março),
cujo conteúdo deverá propiciar um melhor entendimento entre os dois
sexos. Nós, homens, esperamos que depois disso as mulheres nos entendam
melhor e nos cobrem menos. José
Rubens do Amaral Valinhos, SP
Agradeço
pela reportagem especial publicada na semana em que se comemora o Dia Internacional
da Mulher (8 de março). Foi na verdade um presente que ganhamos quando
a revista dedicou várias páginas à diferença entre
homens e mulheres, esclarecendo algumas peculiaridades próprias do sexo
feminino. Maria Dilma Ponte de Brito Professora Parnaíba,
PI
No título da capa,
a palavra "quase" que aparece entre parênteses foi bem colocada, pois, no
que se refere à reposição hormonal, continua o dilema: "Se
correr o bicho pega, se ficar o bicho come". Ivete
Rennó Costa São José
dos Campos, SP
Achei interessantíssima
a reportagem "A medicina revela a mulher de verdade". Sem dúvida, são
informações preciosas que nos levam à reflexão sobre
as grandes diferenças físicas e psicológicas. Izabela
Mariane Garcia Santana, 14 anos Janaúba, MG
Excelente
a reportagem especial com que VEJA brindou seus leitores. Mesmo não sendo
um profissional da área da saúde, gostei muito, pois as comparações
entre homem e mulher são muito importantes e curiosas e esclarecem o que
muita gente não sabe e deveria saber. Eduardo
Brito Senger Pomerode, SC
Na
adolescência, dá vontade de experimentar um monte de coisas
até para saber se a gente gosta ou não delas. Alguns hábitos
que começam nessa fase nos acompanham pela vida inteira. Nós, mulheres,
desde a adolescência pensamos, agimos e nos sentimos, na maioria das vezes,
completamente diferentes dos homens. Jenifer
Gama Taipo, 15 anos Hortolândia,
SP
Gostaria de agradecer por
assunto tão importante para nós, mulheres, tratado com tanta seriedade
sem perder a sensibilidade. Acho que havia muito tempo o mundo precisava descobrir
as verdadeiras diferenças entre nós e os homens e deixar de lado
os preceitos de que somos diferenciados apenas nos órgãos reprodutores.
Reportagens como essa são importantes para desmascarar conceitos de décadas
atrás que ainda afetam a vida das mulheres. Renata
Luane Santos Hortolândia, SP
Infelizmente ainda há
o preconceito na nossa sociedade machista contra a mulher. No plano moral, precisamos
avançar muito. Só com o instrumento da educação poderemos
chegar lá. Isaac Soares de Lima Maceió, AL
Mulheres
superocupadas e homens procurando o que fazer. Nas últimas décadas,
a ciência pró-mulher contribuiu muito para essa nova realidade. Luiz
Poeira São Paulo, SP
Enfim,
a ciência entendeu a mulher. Agora só falta o homem entendê-la.
Benjamin Gomes de Oliveira Júnior
Goiânia, GO
Fortaleza
Em relação à reportagem "Ô forrozinho caro" (7 de março),
esclarecemos que o Banco do Brasil não patrocinou o réveillon em
Fortaleza. Os recursos atribuídos ao Banco do Brasil são originários
do Convênio de Cooperação Técnico-Financeira firmado
entre o banco e a prefeitura de Fortaleza, em setembro de 2005, cujo objeto é
a centralização da folha de pagamento dos servidores municipais
no BB pelo período de cinco anos. Os recursos originários do convênio
são colocados à disposição da prefeitura para ser
utilizados na implementação de sistemas e procedimentos de gestão
e projetos sociais, culturais e institucionais, escolhidos a seu critério,
conforme previsto no instrumento que formalizou a parceria. Tais recursos devem
ser utilizados durante a vigência do convênio, o que não caracteriza,
portanto, patrocínio específico a determinado evento. Ao BB, como
ocorre em todos os convênios da espécie, cabe apenas a efetivação
dos repasses diretamente aos fornecedores contratados pelo município para
a implementação dos projetos abrangidos pela parceria. Carlos
Alberto Barretto de Carvalho Assessor
de imprensa Brasília, DF
Em
relação à reportagem "Ô forrozinho caro", não
é só em Fortaleza que isso ocorre, não. Essa turma do PT
gosta mesmo de uma festinha. Se as pessoas estão assombradas com o forrozinho
da Luizianne, precisam ver o que faz o prefeito João Paulo, aqui do Recife.
Em dezembro de 2005, fez um show com a dupla Sandy e Júnior ao preço
de 470.000 reais. Em dezembro de 2006, mais dois "showzinhos" espertos. Um no
valor de 1,1 milhão, para a ornamentação natalina da cidade,
e outro no valor de 600.000, pagos pela apresentação de um tal de
Fat Boy Slin. É festa ou não é? José
Fernando Rodrigues de Figueirôa Recife,
PE
PIB
minguado
Em "Só o que
cresce é o Estado" (7 de março), não persistem dúvidas
quanto à opção do governo pela mediocridade. Com os impostos
chegando a 40% do PIB e um "crescimento" do PIB de 2,6%, é nítida
a tendência de inflar o Estado. Se por um lado a Constituição
Cidadã de 1988 foi pródiga na concessão de direitos e privilégios,
não se observa a disposição do governo em promover as reformas
necessárias para reduzir o tamanho do Estado num cenário de acirrada
competição global. Tito
Schmitt União da Vitória,
PR
Não há como
ler o artigo "Vacas sagradas do atraso" e permanecer impassível. Nossa
cultura, ao que tudo indica, herdou o pior da tradição ibérica
de dependência do Estado. Quando o Estado prevalece, a sociedade civil perde
o que tem de mais importante e dinâmico: a iniciativa e a criatividade.
Na medida em que o Estado é o "patrão", a alternativa mais confortável
é abrigar-se debaixo dele. Marcelo
Brito Barros Brasília, DF
A
reportagem mostra muito bem o atual cenário improdutivo do nosso querido
Brasil. O PIB brasileiro vem decrescendo aceleradamente nos últimos anos.
O Estado brasileiro parece uma embarcação que tem no comando aquele
barbudo desengonçado que grita freneticamente aos seus comandados para
seguir em frente, sempre em frente, mas em busca do nada. Luci
Malpica Buzzulini Campinas, SP
VEJA
expôs de forma bem clara números assustadores que têm sido
produzidos por nossos "administradores". Mas, ante o ridículo "pibinho"
divulgado, um índice de impressionar qualquer terráqueo foi esquecido:
o aumento do lucro dos bancos. Mesmo nesse quadro adverso, todos na faixa 45%.
É ou não é de deixar qualquer brasileiro orgulhoso? Que Deus
nos ajude! Flávio Dias Goiânia,
GO
Se o PIB leva em conta o
crescimento das riquezas de um país, e descontarmos o crescimento populacional
(aproximadamente 2%), vamos amargar um crescimento real de 0,5% ao ano! Walter
Vicentini Santo André, SP
A
estrutura burocrática da administração pública federal
herdada por Lula não foi capaz de suportar a demanda da sociedade sem a
presença de novos servidores públicos. Lembremos o caos aéreo
por falta de controladores, da fiscalização ínfima do Ibama,
da farra do dinheiro público em mensalões, licitações
forjadas e convênios obscuros por falta de uma maior presença de
auditores da despesa pública. Renato
Santos Chaves Macapá, AP
Loterias
Parabéns ao senador Álvaro Dias pela denúncia e a VEJA pela
publicação da reportagem "Loteria ou lavanderia" (7 de março).
Acho incrível um desvio que aconteceu no início da década
de 90, divulgado e discutido, voltar a acontecer. As denúncias devem ser
investigadas e, se existirem culpados, esses devem ser punidos. Ao mesmo tempo
devem ser estudadas propostas para que o problema não volte a ocorrer.
Uma proposta que faço, e que é de simples implementação,
é que o cidadão inclua seu CPF na aposta para torná-la pessoal
e intransferível. Renato Roizenblit São Paulo, SP
Etanol
brasileiro
Como engenheiro
civil e consultor na área de geração de energia, gostaria
de cumprimentar VEJA pelas excelentes matérias sobre o biodiesel e o etanol
("O nosso é real. O de Bush é blablablá", 7 de março).
No que se refere ao texto "Eu vi a molécula", no qual o engenheiro Expedito
Parente afirma que as reações químicas que permitiam obter
um combustível vegetal (biodiesel) já estavam teoricamente descritas
na literatura havia cinqüenta anos, gostaria de relatar que desde o fim do
século XIX (1898) os maquinistas das marias-fumaças da extinta Estrada
de Ferro Bahia e Minas já utilizavam o dendê in natura para "turbinar"
as caldeiras para vencer a altitude entre Ponta de Areia (BA), no nível
do mar, e Teófilo Otoni (334 metros). Em 1983, como engenheiro-fiscal,
participei diretamente da experiência da Construtora Odebrecht na obra da
adutora de Pedra do Cavalo (BA), quando se utilizou com muito sucesso o óleo
de dendê em vários equipamentos pesados, fruto de pesquisa do Ceped.
Humberto Viana Guimarães Salvador, BA
Enquanto
tudo se volta para o etanol, pouco se fala da devastação que ocorre
nas terras onde é feita a plantação da cana-de-açúcar.
Infelizmente, a economia que se tem hoje com o álcool não conseguirá
pagar os prejuízos futuros causados ao meio ambiente e ao ser humano. Germano
A. Pascotto Cianorte, PR
A produção brasileira de etanol é suja tanto do ponto de
vista ambiental quanto do social. Anunciar o contrário é perpetuar
mentiras criadas juntamente com o Pró-Álcool, há mais de
trinta anos. Laurival Antonio De Luca
Júnior Araraquara, SP
Niklas Zennström
Excelente a entrevista com Niklas Zennström ("O senhor Skype", Amarelas,
7 de março). É impressionante como essa tecnologia está confirmando
ainda mais o fim das linhas telefônicas tradicionais. Tudo está migrando
para os PCs, notebooks e celulares. O que não consigo entender é
por que aqui no Brasil as tarifas das linhas telefônicas ainda continuam
caras. Será que as empresas ainda não acordaram para o que vem pela
frente? Jony Lima da Silva Itabuna,
BA
Já faço uso
do Skype há dois anos e adoro o serviço. Um mês atrás
me inscrevi para receber a versão beta do Joost e na semana passada recebi
o login para o download. Sem dúvida é um programa maravilhoso que
vai revolucionar o modo de ver TV pela internet. Miriam
Sousa Salvador, BA
Lendo
a matéria sobre o senhor Skype, eu me lembrei do desenho dos Jetsons
e de como era impensável a tecnologia que eles tinham. Hoje em dia já
não é tão impensável viver como um Jetson. Ainda é
possível pensar que as crianças do futuro vão assistir ao
dese nho achando que estão vendo Os Flintstones. Priscilla
Covre de Araujo Por e-mail
Veja essa
"Quem não acredita no Brasil, vá embora!"
(frase do presidente Lula, Veja essa, 7 de março). É lamentável
ouvir do presidente palavras como essas. É preciso lembrá-lo de
que nem todos deixaram o Brasil por não acreditar ou por não amar,
mas o fizeram por falta de oportunidade. Caminho também percorrido por
ele mesmo quando deixou sua terra natal e veio para São Paulo. Tsuyoshi
Yamada Curitiba, PR
Voltou
à baila a discussão sobre a legalização das drogas
no Brasil. Todavia não foi o Planet Hemp que provocou a situação
desta vez, e sim o atual governador do Rio de Janeiro (Veja essa, 7 de março).
Embora o assunto seja sério e deva ser tratado como tal, não pude
deixar de visualizar algumas cenas: 1) As grandes redes de drogaria disponibilizariam
a seus clientes mais exigentes gôndolas repletas de cocaína pura
produzida e embalada nos mejores laboratórios. No canto do estabelecimento
ficaria a opção do pozinho genérico. Henrique
Macedo Campo Grande, MS
Com
muita satisfação, vejo que a Fernanda Lima continua usando o pronome
"tu" em suas entrevistas. É uma autêntica gaúcha que valoriza
suas raízes, ao contrário de muitas que, com alguns meses no Rio
de Janeiro, chiam mais do que os cariocas. Maria
Izabel de Ugalde M. da Rocha Santa
Maria, RS
Gustavo Ioschpe
Como ex-professor,
após mais de três décadas atuando em escolas particulares
e públicas, gostaria de complementar o excelente artigo "Os quatro mitos
da escola brasileira" (7 de março), lembrando que, de cada 10 reais investidos
na área, apenas 4 chegam à sala de aula. Pior ainda é a filosofia
pedagógica adotada na imensa maioria das escolas, que obriga o professor
a se preocupar em "formar cidadãos conscientes", algo muito vago. A parte
menor, escolas que priorizam os conhecimentos básicos e treinam continuamente
seus professores, sempre apresenta resultados de qualidade superior. Essas escolas
deveriam ser o espelho para as outras. Gilberto Correia Oliveira
Blumenau, SC
Os índices
de avaliação segundo pesquisa do MEC melhoram. Por isso, maior remuneração
tem significado a melhoria da qualidade do ensino. Basta investir e administrar
que a resposta é imediata. Em relação ao mito número
3, eu pergunto: 3,5% do PIB americano em números equivale a quanto em investimento
direto na educação por lá? Quantos alunos ali usufruem esse
investimento, em detrimento aos 3,4% investidos pelo Brasil? Edmilson Pinto
Ribeiro Maceió, AL
Não pude deixar de ter uma taquicardia diante do artigo. Quando nós,
professores, reivindicamos reconhecimento, não pensamos apenas em aumento
de salário, mas em investimento para o aperfeiçoamento de nosso
desempenho em sala de aula. Sou professora em uma escola pública de periferia,
onde o maior desafio é trabalhar o emocional das crianças. Faço
isso todos os dias, além de cumprir o conteúdo. E preciso estar
bem emocionalmente. Deixo meus problemas familiares em casa, para poder trabalhar
com problemas de outras pessoas e do próprio país. Sei que meu trabalho
é de formiguinha, mas faço a minha parte e é óbvio
que quero ser reconhecida, não com elogios, mas com um salário compatível
com o meu esforço. Vanessa Gava Moreti Assis, SP
Diogo Mainardi
Em tempos em que a violência grassa solta no mundo, principalmente no Brasil,
é gratificante, é comovente, é simplesmente maravilhoso terminar
o domingo lendo artigo tão terno. Diogo e sua mulher certamente são
pessoas especiais, pois somente elas são escolhidas por Deus para receber
e criar pessoas igualmente especiais. Parabéns ("O grande botão
vermelho", 7 de março). Leila Cury Brasília,
DF
Foi surpreendente
saber que por trás do implacável, insaciável e mordaz crítico
pulsa um coração que certamente irradia sentimentos de pura sensibilidade,
capaz de tocar e emocionar seus leitores. Nem sempre concordando com suas críticas
e posições, não podemos deixar de reconhecer a eficiente
linha investigativa dos fatos e denúncias presentes nos textos do articulista.
Porém, entendo que nada superou ou superará o brilhante, sensível
e emocionante "O grande 'coração' vermelho". José
Luiz Saraiva Santos, SP
Foi com muita emoção que li a coluna de Diogo Mainardi, pois, como
muitos, eu também tenho um filho lindo com paralisia cerebral. Também
precisei me dedicar muito a ele desde seu nascimento. Tivemos de ensiná-lo
a engatinhar, subir e descer escadas. Foram dez anos de intensa dedicação,
indo a fisioterapeutas, psicólogas e terapeutas. Abri mão de muita
coisa para me dedicar aos meus filhos e em especial ao Victor, e isso foi meu
grande e imenso prazer. Eu me lembro que quando sua irmã Lais nasceu, sendo
um ano e oito meses mais nova, eu dizia que ela seria a fisioterapeuta particular
dele, pois brincariam juntos e ela naturalmente cuidaria de seus "exercícios".
Foi ela sem dúvida a grande conexão para acionar seu "botão
vermelho", e eu com certeza ainda tenho esse botão conectado em mim. Maria
Cristina de Camargo São Bento do Sapucaí, SP
Claudio de Moura Castro
Como de costume, Claudio de Moura Castro nos brindou com um esplêndido texto
("Diploma e monopólio", Ponto de vista, 7 de março). O contundente
artigo serviu para lembrar que o legislador e administrador de todo o processo
educacional brasileiro é o Ministério da Educação
(MEC), até mesmo por fundamentação constitucional, no que
diz respeito ao ensino particular. O artigo 209 da Constituição
Federal estabelece que o ensino seja livre à iniciativa privada, atendidas
as seguintes condições: I) Cumprimento das normas gerais da educação
nacional; II) Autorização e avaliação de qualidade,
pelo poder público. Aos Conselhos Profissionais e à Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB) cabe, unicamente, a fiscalização do exercício
profissional. Gabriel Mário Rodrigues Presidente da Associação
Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) São Paulo, SP
A cruzada das entidades
médicas contra a abertura de cursos de medicina é para evitar a
habilitação de profissionais com formação inadequada,
que, na linha de frente do atendimento, serão um risco à vida dos
cidadãos. Cursos caça-níqueis são criados diariamente
por maus empresários do ensino. Não podemos compactuar com isso.
Jorge Carlos Machado Curi Presidente da Associação
Paulista de Medicina São Paulo, SP
Fabio Feldmann
Desde o fim de 2004,
o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas promoveu quatro
reuniões plenárias em Brasília, com a participação
de vários ministros, sendo duas delas com a presença do presidente
da República. Foi levantada em reunião do fórum a questão
que resultou na proposta levada a Nairóbi pelo governo brasileiro para
compensações internacionais pela redução do desmatamento
da Amazônia, que já vem ocorrendo nos últimos dois anos. Também
partiram do fórum as recomendações para a substituição
de diesel por fontes alternativas nos sistemas isolados de geração
de energia, as quais estão sendo consideradas pela Aneel. O fórum
nesse período organizou as primeiras reuniões de fóruns estaduais,
os encontros nas reuniões da Convenção do Clima da ONU em
Buenos Aires, Montreal e Nairóbi, além de seminários e reuniões
de trabalho no Brasil com especialistas e convidados, alguns do IPCC. Compareci
a todas as reuniões do fórum durante o governo do presidente Fernando
Henrique, quando Feldmann era secretário, a última delas às
vésperas da posse do presidente Lula, e não considero que elas tenham
sido mais objetivas nem dado mais resultados práticos (Amarelas, 28 de
fevereiro). Luiz Pinguelli Rosa Secretário executivo do
Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas Coordenador do
Programa de Planejamento Energético da COPPE/UFRJ Rio de Janeiro, RJ
Usaid
A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid)
gostaria de agradecer a VEJA pela publicação da reportagem intitulada
"Bye, bye, Brasil" (28 de fevereiro), referente ao histórico de 45 anos
de programas de sucesso na área de desenvolvimento realizados pela agência
no Brasil. Entretanto, cumpre-me informar que houve uma má interpretação
das minhas palavras de que, supostamente, o Brasil não precisaria mais
da agência, razão pela qual ela deixaria o país. Na verdade,
a Usaid não tem plano de deixar o país. A agência continuará
a trabalhar com seus parceiros brasileiros em uma grande variedade de atividades.
Apesar de cortes no orçamento, a nossa administração continua
a ter um forte comprometimento com a redução da pobreza, com a geração
de melhores oportunidades econômicas, com a proteção ao meio
ambiente e aos recursos naturais e com a melhoria das condições
de saúde da população. Continuamos no firme propósito
de consolidar a excelente parceria entre o Brasil e os Estados Unidos. Jennifer
Adams Diretora da Usaid no Brasil Brasília, DF
Big Brother Brasil
Simplesmente excelente. E acho que muita gente estava tentando explicar psicologicamente
os comportamentos estúpidos, tanto dentro como fora do Big Brother Brasil,
e aí vem VEJA e nos mostra a melhor análise que poderia existir.
Baseia-se no comportamento animal. Melhor impossível. E o pior é
que na rua, pelo que se vê nas entrevistas, predomina o mesmo comportamento.
Parece que andamos para trás na evolução ("Freud, não.
Darwin explica", 7 de março). Clarissa Dornelles Por e-mail
CORREÇÕES:A Sérvia não foi julgada pelo Tribunal Penal Internacional
da ONU, mas pela Corte Internacional de Justiça, também da ONU.
A Sérvia foi o primeiro país a ser julgado por genocídio
nesse fórum (Datas, 7 de março). Ao contrário
do que consta no texto da reportagem "Que cachorro é este?" (7 de março),
o cão da raça poodle não solta pêlos, o que o torna
adequado para alérgicos, como informado no destaque da reportagem. Por erro da Revisão de VEJA, na página
71 da reportagem "Campeões de popularidade" (28 de fevereiro) foi informado
de forma errada que Santo Antônio viveu no século XVIII. Na verdade,
ele nasceu no fim do século XII (1195) e morreu na primeira metade do século
XIII (1231), como foi publicado corretamente na legenda da foto (página
70).
CLEÓPATRA DESDENTADA?
AP
Para
o leitor Carlos Eduardo Gomes do Couto Filho, cirurgião-dentista e professor
da Universidade Federal de Alfenas (MG), não é definitiva a sentença
de que Cleópatra era uma mulher feia, como se deduz de seu perfil estampado
na moeda do ano 32 a.C., exposta há três semanas na Inglaterra (Datas,
21 de fevereiro). Ele explica: "A crença de que Cleópatra era uma
beldade não pode ser desfeita considerando-se somente a moeda de prata
com sua imagem. As características da figura são típicas
de pacientes desdentados totais há muito tempo e que perderam os tecidos
de suporte do lábio superior, o que provoca a 'queda' do ápice do
nariz, e do inferior, que sugere projeção do mento (queixo). A falta
dos dentes faz com que a mandíbula seja projetada para a frente, conferindo
à pessoa um aspecto conhecido por "perfil de bruxa". Prefiro acreditar
que Cleópatra só tenha sido homenageada após o apogeu de
sua história no antigo Egito", diz Gomes do Couto. Vejam ao lado o perfil
original da rainha do Nilo estampado na moeda e como ele seria, caso os defeitos
causados pela suposta queda dos dentes tivessem sido corrigidos pelas modernas
técnicas da odontologia.
MADRE MARIA EUGÊNIA
Silvia
Maria Russo Correia, diretora pedagógica do Colégio Assunção,
de São Paulo, escreve para comunicar que "no momento em que frei Galvão
é reconhecido como o primeiro santo genuinamente brasileiro, em sua companhia
está sendo santificada madre Maria Eugênia, fundadora da Congregação
Assunção, que desenvolveu toda sua obra sob o princípio de
que a transformação do mundo para melhor se faz através da
educação. E assim tem seu trabalho desenvolvido por todo o mundo,
e em São Paulo desde 1934, com o Colégio Assunção".
A celebração da canonização de madre Maria Eugênia
acontecerá na Basílica de São Pedro, em Roma, a 3 de junho,
e será presidida pelo papa Bento XVI. Maiores informações
sobre o assunto no site www.assuncao.com.br.
Arquivo
pessoal
Na
página 69 da edição passada ("Eu vi a molécula!"),
quem aparece de capacete e barba ao lado do então vice-presidente Aureliano
Chaves é o engenheiro Francisco de Assis Sales Filho, responsável
pela execução do projeto e da montagem industrial da Usina de Caucaia,
e não Expedito Parente, como foi informado. Parente aparece nesta outra
foto (de terno claro, ao centro), tirada em 30 de outubro de 1980, inaugurando
com Aureliano o Projeto Biodiesel.