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MACHU
PICCHU
A
última ameaça à cidade perdida dos
incas
Divulgação
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| Machu
Picchu: perto do fim?
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Quem ainda não foi pode estar perdendo uma das últimas
chances de ver Machu Picchu intacta. Segundo geólogos
japoneses da Universidade de Kioto, o sítio arqueológico
mais importante da América do Sul, localizado nos
arredores de Cuzco, no Peru, corre sério risco de
desabar do alto de seus 2.500 metros. Utilizando sensores
subterrâneos, eles descobriram que o solo da cidadela
se move 1 centímetro por mês na direção
do abismo. A erosão é causada, principalmente,
pelos 300.000 turistas que visitam anualmente as ruínas.
Os japoneses querem estudar uma maneira de evitar o desaparecimento
de Machu Picchu, que se acredita ter sido um dos principais
centros religiosos do império inca.
PARIS
Joel Saget/AFP
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| Camille:
candidata |
Travesti brasileiro é
candidato em Paris
Dificilmente
ela será eleita para uma das subprefeituras de Paris
nas eleições municipais. Mas, para a transexual
brasileira Camille Cabral, dermatologista que mora há
vinte anos na cidade, só o fato de o Partido Verde
têla convidado para integrar uma das listas
já é uma vitória. "Somos cidadãos
como todos os outros", diz ela.
ASSUNÇÃO
Um
presidente com velhos hábitos
AP
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Reuters
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| Macchi
e seu BMW: quem é o dono? |
Não
tem jeito. O Paraguai é mesmo o paraíso dos
carros roubados. Até o presidente Luis González
Macchi está dirigindo um. Na semana passada, após
uma prisão aparentemente comum, a polícia
paraguaia descobriu que Macchi comprou, por 80.000 dólares,
um BMW blindado roubado. O carro é mais um entre
os 300.000 60% da frota paraguaia que circulam
irregularmente no país. O presidente tentou desconversar.
"Tenho mais com que me preocupar", disse. Mas, por fim,
ficou decidido que, se alguém comprovar ser o legítimo
dono do veículo, ele será devolvido.
MECA
Reuters
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Sacrifício das ovelhas Durante o Eid alAdha,
a Festa do Sacrifício, celebrado em Meca, na Arábia
Saudita, milhares de ovelhas foram abatidas e distribuídas
entre os fiéis. O governo saudita investiu 640 milhões
de dólares para receber os 2 milhões de fiéis
que cumpriram o haj, a tradicional peregrinação
a Meca. Apesar da precaução, 35 pessoas morreram
pisoteadas durante um tumulto num ritual nos arredores da
cidade.