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mostrem isso para Cesar Maia
AP

Giuliani
dá um show: cancã na última festa
como prefeito |
Louco para aparecer, o prefeito de Nova York, Rudolph
Giuliani, já se fez de Marilyn Monroe e de dançarino
à la Embalos de Sábado à Noite
no jantar beneficente em que todo ano sobe ao palco para
uma inesquecível performance. Neste ano, Rudy, no
seu canto do cisne (está encerrando o mandato e um
tratamento de câncer na próstata), primeiro
pôs chumaços de algodão nas bochechas
e encarnou Don Corleone, o poderoso chefão. Saiu
do palco ovacionado e voltou em seguida sem as calças.
De meia cor da pele e salto alto, acompanhou um grupo de
bailarinas no cancã. No dia seguinte, a especulação
em Wall Street e arredores era: teria ele depilado as pernas?
"Isso vocês só saberão quando fizer
calor e eu for jogar golfe", provocou o prefeito.
Duas
mulheres, um morto e dores crônicas
Claudio Rossi

Débora,
Pavão e Fernanda: sacrifício pela arte
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Além de graça, a peça Duas Mulheres
e Um Cadáver, recém-chegada a São
Paulo, exige muque. A atriz Fernanda Torres, que
vive a amante do "morto" Ricardo Pavão, arrasta
para cima e para baixo os 94 quilos dele e ainda levanta
uma vez do chão a colega Débora Bloch.
"Sou o burro de carga da peça, já estou com
dores crônicas", diz Fernanda, um tanto desacostumada
da batalha talvez pela distância de seu casamento
com o diretor Gerald Thomas. Pavão também
sofre por amor à arte: depois de arrastado, é
sempre largado no chão, como um saco. Além
disso, tem de passar mais de uma hora se fazendo de morto
de olho aberto. "Não pisco. Quando não
agüento mais, entorto um pouco o olho, para lubrificar",
ensina.
Popozuda
de família
Cristiana Isidoro/TV Globo

Marieta:
mamãe põe as pernas de fora |
Nem mesmo a sempre elegante Marieta Severo, aos 54
anos, se safou: no primeiro capítulo do remake do
seriado A Grande Família, que a Globo vai
levar ao ar ainda neste mês, sapecaram-lhe um visual
de quê? De cachorrona-popozuda, claro. Nesse estilo
"matadora", cheia de caras, bocas e rebolado, Marieta, na
pele da mãe da família, pretende chamar a
atenção do marido, personagem de Marco Nanini,
que anda meio desinteressado. O figurino acabou revelando
um segredo: até onde se pode perceber, as pernas
de Marieta não deixam a dever às das genuínas
popozudas.
Os
novos amiguinhos de Michael
Reuters

Jackson,
com Geller (à esquerda) e Boteach: roda-viva
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Michael Jackson já viveu agarrado com criancinhas
e até desfilou com um chimpanzé no colo. Seus
novos amigos inseparáveis são mais intrigantes
ainda: o rabino americano Shmuley Boteach e o israelense
Uri Geller, que até hoje entorta garfos. Foi para
comemorar o aniversário de casamento de Geller que
desembarcou na Inglaterra. Aproveitou para um compromisso
extra, na veneranda Oxford, onde pronunciou um discurso
em prol das crianças. Falou meia hora para
ele, uma eternidade e insinuou com voz embargada
a origem do comportamento esquisito: a falta de amor de
seu pai, Joe, empresário do Jackson Five quando Michael
era cantor prodígio precocemente lançado na
roda-viva dos shows.
Crise
de identidade
Oscar Cabral

Pietra,
como ela mesma: mulher de atitude |
Quem vê o sucesso da Tiazinha e da Feiticeira não
imagina quanto é dura a vida das personagens criadas
pelo apresentador Luciano Huck. Pietra Ferrari, 24
anos, já trocou três vezes de identidade. Em
maio, estava cotada para encarnar uma certa Prima, mas a
idéia não vingou. No Carnaval, reapareceu
na pele da Salva-Vidas do mar de plástico do camarote
vip da Sapucaí. Agora, será Pietra mesmo,
de cara limpa, em um novo quadro do Caldeirão
de Huck. "Meu programa não precisa mais de figuras
alegóricas e, sim, de uma mulher de atitude", afirma
Huck, que como primeira e sábia atitude vestiu a
deslumbrante Pietra com um microbiquíni.
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Poucas
curvas, muitos piercings

Mayana:
furando o bloqueio às brasileiras em Milão
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Todo
mundo comentou a falta de beldades brasileiras nos
desfiles de Milão, encerrados na semana passada.
A exceção é a carioca Mayana
Moura, 18 anos, morena magrelinha, quatro piercings,
que chegou em cima da hora e fez sete desfiles. Teve,
é verdade, ajuda do fotógrafo Mario
Testino, que ela conheceu no Rio de Janeiro, mas seu
jeito também ajudou. "Ando toda rasgada, sou
punk, estranhérrima. Na época da Gisele
me odiavam. Agora estou fazendo o maior sucesso",
diverte-se ela, que quando foi redescoberta estava
trocando a passarela pelo contrabaixo, numa banda
de rock em Nova York.
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Editado
por Lizia Bydlowski. Colaboraram
Bel Moherdaui, Juliana Lopes e Ronaldo França