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"Obstinação, competência e muita coragem. Abilio Diniz é o retrato da excelência gerencial, com um detalhe: é genuinamente brasileiro!"
Newton Roda
rodans@uol.com.br

 

Abilio Diniz

Havia muito não tinha o prazer de ler uma reportagem enaltecendo um dos maiores empresários brasileiros da atualidade, o senhor Abilio Diniz, pelo qual já tinha profunda admiração e respeito. Reportagens como essa nos fazem lembrar que ainda existem cidadãos brasileiros dignos e respeitáveis ("Eu tenho a força", 7 de março).
Sydney Zucchini
zucchini@canbrasnet.com.br

Depois do seqüestro do senhor Abilio, na época em que ele enfrentava também dificuldades administrativas e familiares, conheci, por intermédio de seu genro, seu pai, suas filhas e sua primeira esposa. Nos poucos momentos em que usufruí esse contato, percebi serem pessoas bem centradas, gentis e de alta dignidade. Tenho certeza de que um dos fatores que ajudaram o senhor Abilio a superar as dificuldades enfrentadas foi conviver com pessoas assim.
Ibrahim David Curi Neto
São Paulo, SP

O empresário Abilio Diniz é apenas um simples mortal de 4,5 bilhões de reais, de família tradicional, que ainda tem a mesma preocupação de outros milhões de brasileiros: a segurança.
Bruno Pamplona
alphagold@globo.com

 

Stephen Kanitz

É incrível como cada vez mais Stephen Kanitz consegue ser inteligente e perspicaz. As coisas que relata e o modo como as escreve, tão resumidamente coerente, sempre me chamam à reflexão. Desta vez, o artigo "Gente como a gente" (Ponto de vista, 7 de março) me fez perceber a realidade exatamente como Kanitz descreveu. Tratei logo de enviar o artigo, por e-mail, a todos os meus amigos, não só aos que se parecem comigo, mas também, seguindo o conselho do autor, aos que não pensam nem agem como eu.
Eduardo Cordeiro Rocha
Fortaleza, CE

Com a leitura do artigo "Gente como a gente", pude, mais uma vez, refletir sobre minha introversão, meu individualismo e minha intolerância. Há muita lucidez no que o articulista escreveu.
Pablo Cassiano Santos
pcsantos@vix.matrix.com.br

 

Henrique Meirelles

A objetividade, a clareza e a inteligência de Henrique Meirelles evidenciam, sem maior questionamento, as razões de seu sucesso profissional. Sua entrevista é mais do que perguntas e respostas, é uma lição de trabalho, dedicação, competência e liderança. Um ponto de referência para quem quer vencer (Amarelas, 7 de março).
Alessandro de Oliveira
Ribeirão Preto, SP

Jovem que sou, não poderia deixar de cumprimentar o senhor Henrique Meirelles pela inspiradora entrevista. Ele cita de forma clara e precisa as ferramentas necessárias ao sucesso no mundo corporativo atual, globalizado. Uma aula de desenvolvimento pessoal e profissional em apenas três páginas.
José Papa Neto
São Paulo, SP

 

Cidades

Gostaria de parabenizar a revista pela publicação do excelente estudo do Ipea sobre os municípios que mais cresceram no período de 1970 a 1996. Fiquei ainda mais satisfeito com a colocação alcançada pela minha cidade natal, Itajubá, no segundo lugar, perdendo somente para a bela Florianópolis. Esse estudo vem provar que no interior existe muita competência adormecida pela falta de oportunidade e também de investimentos. Esperemos que o resultado do estudo alerte nossos empresários e políticos para a necessidade de canalizar recursos e investimentos para o interior. Com isso, muito provavelmente, estaremos resolvendo problemas crônicos dos grandes centros, dando melhor qualidade de vida a todos os cidadãos brasileiros ("A força das cidades médias", 7 de março).
Francisco de Fátima Silva Leite
Mogi das Cruzes, SP

Como morador de Itajubá, custa-me crer que os repórteres de VEJA tenham mesmo conseguido vir a campo constatar o seu "progresso". Acontece que a BR 459, rodovia que ligava a cidade ao resto do Brasil, não existe mais. Ao longo dos anos foi transformada, pela irresponsabilidade e pelo descaso dos sucessivos governos, em uma inacreditável sucessão de buracos de todos os tipos, tamanhos e profundidades, por onde só passam os que não têm nenhuma outra opção. Se é assim com a cidade que apresenta o segundo maior crescimento do PIB no país, fico me perguntando: como será com as outras?
Julio César Tibúrcio
Itajubá, MG

Para os patenses, ver estampada a reportagem sobre Patos de Minas em uma revista tão conceituada e de grande circulação no país e no exterior é motivo de grande orgulho. Esse orgulho reforça-se quando vemos nossa cidade ser, reconhecidamente, apontada como a quinta em desenvolvimento socioeconômico no período de 1970 a 1996, num levantamento feito pelo Ipea em 5.000 municípios brasileiros. É inegável esse desenvolvimento, fruto de gestões políticas contínuas e determinadas. Ficamos felizes com a publicação da fotografia (páginas 74 e 75) da Avenida Getúlio Vargas, um dos cartões-postais de nossa cidade.
José Humberto Soares
Prefeito
Patos de Minas, MG

Realmente a foto publicada na abertura da reportagem é da cidade de Patos de Minas, e não de Itajubá.

 

Taliban

Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Nós, evangélicos, abominamos qualquer representação física de divindades. Porém, consideramos que destruir patrimônios históricos da humanidade, como faz o Taliban, sai da esfera da religiosidade para adentrar nos átrios da ignorância ("Vandalismo dos fanáticos", 7 de março).
Pedro Alves Castelhano Neto
pecasdel@zaz.com.br

 

AmBev

Expresso minha perplexidade e profunda indignação com a forma pela qual fui tratado na edição 1.689 de VEJA na reportagem "Golpe de sorte ou eles sabiam demais?" (28 de fevereiro). VEJA, sem nenhuma razão, insinuou a existência de acusação, enquanto a própria Comissão de Valores Mobiliários (CVM) excluiu-me, expressamente, do processo que analisa suposto uso de informações privilegiadas em negociações com ações da Antarctica e da Brahma antes do anúncio da fusão que deu origem à AmBev. A reportagem atinge não só a mim, mas a todos os executivos e acionistas que foram ouvidos como meros depoentes – reforço a palavra, ouvidos – e não foram sequer acusados. As demais pessoas citadas no relatório já apresentaram suas defesas. Não houve, porém, mesmo neste último caso, nenhum julgamento ou muito menos condenação pelo colegiado da CVM.
Victório Carlos De Marchi
São Paulo, SP

 

Ambiente

A reportagem sobre a recuperação da vegetação nativa do Rio Grande do Sul não indicou que a descoberta dos dados somente foi possível graças ao Inventário Florestal Contínuo, encomendado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, por meio de seu órgão florestal, o Departamento de Florestas e Áreas Protegidas. Foram pagos 1,044 milhão de reais à Universidade Federal de Santa Maria, que está executando o projeto. Esses recursos são oriundos do Fundo de Desenvolvimento Florestal, alimentado por taxas de licenciamento e cadastro de empresas do ramo. Outra questão não referida é o fato de que a fiscalização florestal é feita pelo governo estadual, por meio de trabalho de 26 agências florestais e pelo Batalhão Ambiental da Brigada Militar ("Enfim, uma boa nova", 7 de março).
Luiz Felippe Kunz Jr.
Departamento de Florestas e Áreas Protegidas da Secretaria Estadual do Meio Ambiente
Porto Alegre, RS

 

Religião

Certamente haveria mais freiras se o papel da mulher religiosa não ficasse em segundo plano na Igreja. Todos os padres têm curso superior. No caso das freiras, somente 39%, embora digam que agora incentivam o estudo universitário. Na Igreja Anglicana a mulher religiosa já pode dedicar-se ao sacerdócio, dizer missa, batizar, realizar comunhão e matrimônio, ministrar todos os sacramentos. Talvez fosse a hora de a Igreja Católica mostrar mais confiança nas mulheres ("Mudança de hábito", 7 de março).
Elisa Sayeg
São Paulo, SP

 

Fobias

A reportagem "Fobias e pânico" (21 de fevereiro) especificou três propostas de tratamento: comportamental, medicamentosa e psicanalítica. Desde 1990, a Organização Mundial de Saúde recomenda a terapia comportamental cognitiva associada à medicação como o melhor tratamento para pânico e fobias.
Prof. Dr. Francisco Lotufo Neto
Prof. Dr. Márcio Bernik
Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas
da Faculdade de Medicina-USP
São Paulo, SP

 

Repercussão mundial

Os jornais The Evening Standard (Londres), Toronto Star (Canadá), Washington Post e New York Post (Estados Unidos) foram apenas alguns dos órgãos da imprensa internacional que repercutiram a entrevista da top model Gisele Bündchen publicada na seção Gente, de VEJA, da edição de 21 de fevereiro. Em uma rápida passagem por São Paulo, onde participou do lançamento de uma campanha publicitária, Gisele contou à editora Thaís Oyama detalhes sobre seu relacionamento com o ator Leonardo DiCaprio: "Então, tá – é namorado. Nunca falei antes porque não queria que as pessoas entrassem no assunto. Ele é maravilhoso, inteligente, sabe tudo e me faz rir o tempo todo", disse a deusa.



Deficientes no mercado de trabalho

O leitor William (long_island@zipmail.com.br) leu o quadro "Boa sorte, Flávio!" (Cartas, 7 de fevereiro), sobre um rapaz que sofre de Aids e estava com dificuldade para arrumar emprego, e escreveu: "Sou um jovem normal, mas tive um problema e perdi a audição de um ouvido. Por causa disso, várias fábricas fecharam as portas para mim". William aproveitou para lembrar que existe uma lei no Brasil que reserva aos deficientes parte nas vagas das empresas. O assunto já foi tratado nas páginas de VEJA, na reportagem "Minorias – Cotas de 10%" (7 de junho de 2000). A preocupação com o assunto é antiga. No artigo "Queremos avançar de mãos dadas" (Ponto de vista, 14 de abril de 1982), o economista e então diretor da Associação Mineira de Paraplégicos, Leonardo José de Mattos, destacou que, "em vez de filantropia, reivindicamos as oportunidades de trabalho que não temos". Na reportagem "Funcionários padrão" (14 de dezembro de 1994), novamente os deficientes foram pauta: "as empresas começam a descobrir as vantagens de contratar deficientes, que são 10% da população brasileira". Flávio teve sorte. Apesar da Aids, conseguiu um emprego a partir da publicação de seu caso em VEJA. Resta esperar que William, técnico em mecânica, também consiga vencer o preconceito.

 

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