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Edição 1995

14 de fevereiro de 2007
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Carta ao leitor
Rumos da educação

VEJA publica nesta semana uma reportagem baseada nos resultados da Prova Brasil, do Ministério da Educação, mostrando o sucesso nacional de uma experiência ousada, a parceria público-privada. Nas escolas públicas geridas por especialistas de um grupo privado houve acentuada melhora no desempenho acadêmico. O ganho foi registrado em 190 cidades brasileiras. Nesta mesma semana, o MEC divulgou os resultados do Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio. O que se revela é um cenário negativo. O desempenho coletivo dos quase 3 milhões de estudantes brasileiros que participaram da prova do ensino médio é o pior desde 2002. Os dois resultados são paradoxais, mas não necessariamente conflitantes. O Enem mede a qualidade no final do ensino médio. A Prova Brasil mede o conhecimento de língua portuguesa e matemática, com foco em leitura e solução de problemas, no final do ensino fundamental. A reportagem de VEJA analisou a cooperação público-privada na educação fundamental. Do cotejo dos dois resultados, tem-se que a educação brasileira é um fenômeno complexo e vital, cujos rumos devem ser sempre aferidos, de todos os ângulos possíveis. Por essa razão, VEJA sempre voltará ao tema.

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Ali Bustani
Graieb e Vitale em Teerγ: rezas e maquetes de tanques de guerra


A edição desta semana traz uma reportagem de dezoito páginas sobre o Irã. Ela começou a se materializar no fim de 2006, por sugestão do editor executivo Carlos Graieb. No mês passado, ele e Paulo Vitale, editor de fotografia de VEJA, partiram para uma viagem de dezessete dias pelo reino dos aiatolás. A decisão de investir em uma reportagem sobre o Irã é quase óbvia. O país tornou-se, ao lado da Coréia do Norte, a mais clara e presente ameaça nuclear à paz mundial. São nações governadas por ditaduras belicosas, metidas em corridas armamentistas sem igual desde o fim da Guerra Fria. Graieb e Vitale se encontraram no elevador do hotel em Teerã com uma delegação militar da Bielo-Rússia. Um dos oficiais carregava uma maquete de um tanque de guerra, com que esperava demonstrar as qualidades do produto original a um general iraniano. O Irã é não apenas o potencial estopim de uma guerra nuclear de conseqüências imprevisíveis. É também a chave do enigma para o mais duradouro e sangrento conflito da atualidade, a praça de guerra que se tornou o Oriente Médio. A visão brasileira de Graieb e Vitale sobre o misterioso país da bomba atômica, do caviar e dos véus começa na página 68.

 

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