Guia Celular

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
As megalojas de ferramentas "faça você mesmo"
Como aproveitar melhor a bateria do aparelho
O que estou lendo
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

Bom de papo

Como usar melhor a bateria de seu celular

Fernanda Colavitti

Poucos produtos de grande vendagem são capazes de gerar tanta lenda quanto a prosaica bateria para telefone celular. Muitos são os consumidores que chegam a deixar o aparelho abastecendo 24 horas seguidas quando o ligam na tomada para a primeira carga. A expectativa é obter mais tempo de conversação sem precisar recorrer ao reabastecimento na energia elétrica, muito importante para quem está sempre na rua ou em viagem. Além disso, todos querem, é claro, que a vida útil de uma bateria seja a maior possível. Não há mágica a fazer, de acordo com as informações do engenheiro Mário Leite Pereira Filho, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). É uma equação simples e inescapável: quanto maior o número de cargas e descargas na tomada, menor será o tempo de vida útil da bateria. São três as variedades. A mais antiga é a de níquel-cádmio, que, por ser tóxica, vem sendo substituída pela de hidreto metálico. A última e mais resistente é a de íon de lítio. As baterias também são conhecidas pelas cores das "tarjas", nos modelos da Motorola (branca, verde e azul). Segundo o engenheiro do IPT, as de níquel-cádmio resistem de uma a duas horas de conversação. Nas de hidreto metálico, o tempo é de três a quatro horas, período que sobe três a quatro vezes em stand by (espera). As de íon de lítio são as de melhor rendimento – nos modelos mais novos, o desempenho supera em até 50% a capacidade daquelas de hidreto metálico.

 

 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco