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O alto-astral
da auto-ajuda

Milhões de brasileiros recorrem
aos livros do gênero em busca
de apoio espiritual e sucesso
na profissão

Marcelo Marthe

 
Montagem sobre fotos de Pedro Rubens


Veja também
Explosão da auto-ajuda
Depoimentos
Dez mandamentos da área de relacionamentos
Dez mandamentos do aprimoramento pessoal
Dez mandamentos do aprimoramento profissional
Como a literatura de auto-ajuda surgiu e evoluiu até os dias de hoje
Trechos de alguns livros do gênero mais vendidos nas últimas décadas

"Acredite que você pode mudar sua vida, e isso se concretizará." Ao lançar essa máxima, nos anos 30, o autor americano Dale Carnegie deu origem à literatura de auto-ajuda. Desde aquela época, quando ele publicou o pioneiro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, esse fenômeno vem ganhando corpo. No Brasil, a publicação de obras do gênero teve um crescimento de mais de 700% nos últimos oito anos, contra um aumento de 35% do mercado de livros como um todo (veja quadro).

A auto-ajuda está presente em toda parte. No esporte, foi uma das armas de Luiz Felipe Scolari na conquista do penta e também de Bernardinho, que conduziu a seleção masculina de vôlei ao título mundial. Nas empresas, livros como Quem Mexeu no Meu Queijo?, de Spencer Johnson, adquiriram status de bíblias. Na educação, pais e professores bebem dos manuais de especialistas como Içami Tiba e Tania Zagury, que fornecem conselhos para lidar com crianças e adolescentes. E a busca por qualidade de vida fez do preparador físico Nuno Cobra, autor de A Semente da Vitória, um dos best-sellers do momento. Tradicionalmente, a auto-ajuda cumpre duas funções. Uma delas é a de ser "alimento para a alma". A outra é de ordem prática. As pessoas consomem esses manuais por encontrar neles uma forma de se reciclar profissionalmente e até suprir lacunas de formação.

Não é fácil separar o joio do trigo diante de uma imensidão de obras, que abordam toda sorte de assunto. Para isso, é preciso entender o que faz de um livro de auto-ajuda um bom representante do gênero. VEJA analisou os 100 livros mais populares desse segmento na atualidade. Os melhores autores se destacam por resumir em linguagem acessível teorias complexas. Uma outra parcela dos autores de auto-ajuda possui um dom não menos especial: o de sintetizar numa boa metáfora um sentimento que a maioria das pessoas não consegue articular. "Dentro de você já existe uma linda obra de arte. Seu grande desafio é retirar o excesso de mármore e completá-la", filosofa Roberto Shinyashiki, autor de best-sellers como O Sucesso É Ser Feliz. É desse modo que muitos livros fisgam os leitores.

 
Fotos Claudio Rossi
Içami Tiba: ele já vendeu 600 000 livros que trazem dicas sobre como educar adolescentes

Uma das razões de ser da auto-ajuda é levantar o astral nos momentos difíceis. "Quando se está precisando de apoio, até os livros mais ingênuos são bem-vindos. Eles auxiliam a pessoa a ficar mais estruturada e seguir em frente", testemunha a atriz Cláudia Rodrigues, que encontrou num título do guru Deepak Chopra uma forma de superar a perda de familiares. Os mais céticos que deparam com as frases edificantes desses livros certamente imaginam que escrevê-los é tarefa simples. Não é bem assim. Tome-se o exemplo do australiano Bradley Trevor Greive, que produziu, entre outros best-sellers, Um Dia "Daqueles" e O Sentido da Vida. Ele chegou ao topo das vendas porque conseguiu criar uma receita que associa fotos divertidas de animais a frases ternas, carregadas de lições de vida. Com isso, consegue transmitir uma sensação de conforto a quem se sente desgastado pelas rusgas cotidianas. A arte de dar uma roupagem estimulante ao bom senso é a chave que explica o sucesso de Roberto Shinyashiki. Somados, seus livros já venderam mais de 5 milhões de exemplares. Nos anos 80, quando a auto-ajuda voltada aos negócios ainda se fixava no ideal da eficiência a todo custo, ele entrou em cena dizendo que o executivo não é apenas uma máquina programada para cumprir metas, mas um ser humano que precisa de lazer e que deve preocupar-se com seu bem-estar. Graças a metáforas que aos mal-humorados podem soar como clichês, O Sucesso É Ser Feliz conquistou leitores muito além do círculo empresarial. "O principal ensinamento que tirei do livro foi que é preciso buscar a felicidade nas pequenas coisas. Desde então, eu me dediquei ao máximo a todos os meus compromissos do dia-a-dia e aprendi a extrair prazer até dos mínimos detalhes da vida", diz o cantor Daniel, que leu a obra enquanto se recuperava da perda de seu companheiro de dupla sertaneja João Paulo.

Em certa medida, a auto-ajuda acabou assumindo um papel que cabia à religião. "Como a religião já não molda os comportamentos no mundo ocidental, as pessoas estão buscando apoio para suas inquietações na auto-ajuda", afirma o frei Antônio Moser, diretor-presidente da editora católica Vozes, que dedica 10% de seu catálogo aos livros do gênero. A expansão da auto-ajuda se deve, ainda, à popularização da psicologia. Em seus primórdios, os autores equilibravam-se entre o discurso místico e teorias calcadas no controle da mente. A auto-ajuda também dá continuidade a uma tradição que remonta às origens da filosofia – aquela que reflete sobre a natureza da "boa vida" e os caminhos que levam a ela. Com alguma licença se poderia dizer que Sócrates e Platão já faziam auto-ajuda ao discutir o que era uma existência feliz. O escritor suíço Alain de Botton ressalta de maneira bem-humorada a semelhança entre os grandes pensadores do passado e os atuais gurus de auto-ajuda no livro As Consolações da Filosofia, que encaixa as teorias de Sêneca, Epicuro e Nietzsche no formato dos manuais de conduta.


O guru Roberto Shinyashiki: "Dentro de você já existe uma linda obra de arte"

As obras de aprimoramento pessoal constituem um nicho de fortíssimo apelo. O maior fenômeno mundial nessa área é Deepak Chopra – 20 milhões de livros vendidos, 1,8 milhão deles no Brasil. Médico indiano radicado nos Estados Unidos, Chopra seduziu celebridades como o ex-presidente americano Bill Clinton e a cantora Madonna com um discurso que cruza física quântica, medicina hindu e crenças orientais, entre outros ingredientes. "Na ordem suprema do universo, religião e ciência são partes indissociáveis de uma só verdade. Um médico que não leva em conta o poder da fé não estará usando de todas as armas para curar seus pacientes", disse Chopra a VEJA na semana passada, quando esteve em São Paulo para ministrar uma palestra a executivos. Muitos livros de religião e esoterismo, e não de auto-ajuda em seu formato clássico, também terminam por cumprir essa função. É o caso das obras do líder espiritual budista Dalai Lama e dos romances de Paulo Coelho. Embora Paulo Coelho renegue o rótulo, seus primeiros best-sellers ainda hoje são encontrados nas seções de esoterismo e auto-ajuda das livrarias.

Entre todos os motivos que levam os brasileiros a procurar um livro de auto-ajuda, o mais forte é a demanda por conhecimento. Uma pesquisa sobre os hábitos de leitura patrocinada no ano passado pelas principais entidades do mercado editorial mostra que a maioria dos brasileiros, ao contrário dos franceses, por exemplo, não visita uma livraria em busca de um livro que os entretenha. O público nacional deseja antes de tudo livros que lhe tragam informações úteis para o trabalho e a vida prática. A mesma pesquisa revela que o típico leitor do gênero cursou o ensino médio ou a faculdade (muitas vezes incompleta) e é quase sempre um assalariado pertencente às classes B e C, com rendimento familiar na faixa dos 500 aos 3.000 reais (veja quadro). Ou seja: são pessoas em busca de ascensão social. Num país em que a qualidade do ensino nem sempre é das melhores, uma parcela desse público encontra nos livros uma forma de preencher suas lacunas de formação. Isso explica inclusive as vendas expressivas de obras que a rigor não são de auto-ajuda, mas cumprem um papel de enriquecer o repertório de seus leitores. Aí incluem-se desde manuais de etiqueta até antologias na linha de Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século e Os 100 Livros que Mais Influenciaram a Humanidade. Muita gente os consulta em busca de informações para trocar idéias com o chefe ou para não fazer feio numa reunião social.

Em nenhuma área a necessidade de reciclar conhecimentos é tão visível quanto no mundo dos negócios. Na era da globalização, fazem sucesso os autores que ensinam como se adaptar às reviravoltas no ambiente corporativo. Dois deles se tornaram referência: os americanos Stephen Covey e Spencer Johnson. No final dos anos 80, Covey lançou Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, livro que ficou por anos a fio nas listas de best-sellers americanas e cujo conteúdo ainda hoje está em voga nos cursos de capacitação para executivos de grandes empresas. Johnson, por sua vez, escreveu Quem Mexeu no Meu Queijo?, uma parábola sobre dois ratinhos e dois duendes que disputam um naco de queijo num labirinto – a moral da história é que os profissionais que souberem antecipar-se às mudanças levarão vantagem sobre os concorrentes. Hoje, Johnson presta consultoria a 10.000 empresas, entre as quais multinacionais do porte da Shell e da IBM. "Eu me empolguei tanto com o Queijo que, no ano passado, distribuí exemplares a 600 dos meus executivos", diz Manoel Amorim, diretor-geral da Telefônica em São Paulo.


Nuno Cobra: o preparador ensina as pessoas a abolir do vocabulário o verbo "perder"

O preparador físico Nuno Cobra não faz auto-ajuda voltada para o mundo empresarial, mas suas idéias andam obtendo sucesso entre os executivos e aqueles que almejam uma posição de comando. O seu A Semente da Vitória, há 72 semanas na lista de mais vendidos de VEJA, cabe melhor na categoria de saúde e bem-estar, ao lado dos manuais de dieta e daqueles que mostram como moldar um físico sarado. O "método Cobra", cujo seguidor mais famoso foi o piloto Ayrton Senna, preconiza que a superação física é o caminho para construir uma mente sã e chegar à felicidade. Entre suas regras estão dormir o máximo de horas possível e fazer meditação. O preparador ensina seus discípulos a abolir do vocabulário o verbo "perder". Nas empresas em que dá consultoria, coloca os executivos para andar sobre um arame esticado. "Ao superar seus limites físicos, eles percebem que podem fazer o que parecia impossível", diz Cobra, que nos anos 50, quando era estudante, completava suas finanças trabalhando num circo como equilibrista. Hoje, um mês de treinamento sob sua supervisão pode custar de 1 500 a 2.000 reais. Na semana que vem, Cobra deverá estrear um quadro sobre qualidade de vida num programa matinal de uma emissora de TV aberta. Os caminhos dele e do concorrente Roberto Shinyashiki já se cruzaram. Tempos atrás, este último procurou o preparador porque queria perder uns quilinhos. "Aquela barriga me deu um trabalho danado", brinca Cobra.

Outro segmento importante da auto-ajuda é o dos livros motivacionais, que trazem frases e mensagens feitas na medida para levantar o astral. O maior representante do gênero é o autor de Um Dia "Daqueles", o australiano Greive. Aos 32 anos, ele ostenta um currículo curioso: já foi pára-quedista do Exército de seu país, metalúrgico, garçom e cartunista. Antes de se transformar num fenômeno de vendas, penou bastante. Em nove anos, conta ele, escreveu nada menos do que sete livros, aventurando-se pela poesia, literatura infantil e crítica de arte – nenhum deles publicado. "Passei uma fase difícil, muito amargurado e sem um tostão no bolso. Só me alegrava com os bichos. Então, pensei: por que não proporcionar essa sensação maravilhosa às pessoas?", disse Greive a VEJA. Ele ainda teve de bater à porta de várias editoras para conseguir publicar o primeiro livro com a sua receita. O retorno foi estupendo. Seus quatro títulos lançados no Brasil ultrapassaram a barreira de 1 milhão de exemplares vendidos. No ano passado, ele respondeu por um terço do faturamento da editora carioca Sextante, tida como a mais nova sensação do mercado editorial e dedicada quase que exclusivamente ao filão de auto-ajuda. "Um Dia 'Daqueles' fez mais sucesso no Brasil do que em qualquer outro lugar", comemora Tomás Pereira, um de seus proprietários.

Em se tratando de livros que oferecem mensagens de motivação, Greive não foi o primeiro nem o maior fenômeno que já se viu no país. O campeão nessa área é Minutos de Sabedoria, aquele livrinho de bolso recheado de frases positivas. Seu autor, Torres Pastorino, um ex-padre que se converteu ao espiritismo, ficou famoso no Rio de Janeiro dos anos 70 com um programa de rádio que levava ao ar pequenas mensagens ao longo do dia. Lançado em 1980, meses antes da morte de seu autor, Minutos de Sabedoria teve nada menos do que 8,5 milhões de exemplares vendidos até hoje. Passados vinte anos, 1.000 livrinhos ainda são comercializados diariamente no país.


Divulgação

Greive, autor de Um Dia "Daqueles": receita que associa fotos de bichos a frases ternas


Historicamente, os momentos de pico da auto-ajuda coincidem com as épocas de crise e mudanças de comportamento. Os primeiros autores encontraram terreno fértil nos Estados Unidos da Grande Depressão. Depois de tentar em vão uma carreira de ator, o pioneiro Dale Carnegie começou a ganhar a vida ministrando cursos de comunicação nas filiais da Associação Cristã de Moços de Nova York. Lançado em 1937, seu livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas vendeu até hoje 50 milhões de exemplares. Paralelamente, Napoleon Hill, um jornalista e aventureiro, também se estabeleceu no ramo com obras que se tornariam clássicas, como Pense e Enriqueça. Nos anos 60, a revolução sexual abriu novos horizontes para a auto-ajuda. Surgiram então os manuais de relacionamentos nos moldes dos que existem hoje, como o famoso Tudo o que Você Queria Saber Sobre Sexo... Mas Tinha Medo de Perguntar, do médico David Reuben, que pela primeira vez tratava das questões da alcova de forma franca e direta.

Assim como as bilheterias de cinema em todo o planeta são lideradas pelos filmes de Hollywood, as tendências mundiais da auto-ajuda surgem e ganham força primeiramente nos Estados Unidos. Trata-se de um mercado imenso. Apenas no ano passado, as editoras americanas lançaram cerca de 3.500 títulos e faturaram 600 milhões de dólares com o gênero. O lema do negócio é que simplicidade e clareza são fundamentais no formato de um bom livro de auto-ajuda. É por isso que os capítulos não costumam ter mais que três páginas e, em cada uma delas, encontra-se pelo menos um intertítulo ou uma frase em destaque que resume a idéia que se quer transmitir. O psiquiatra paulista Içami Tiba e a educadora carioca Tania Zagury, os dois principais autores brasileiros da área de relacionamentos, são craques nisso. Enquanto a maioria dos profissionais de suas áreas vê com preconceito a auto-ajuda, ambos descobriram que o gênero podia ser uma arma de divulgação poderosa – e lucrativa. "Quando percebi que meu público não tinha paciência de ler os livros inteiros, passei a resumir a principal idéia de cada capítulo numa única frase. Tudo o que importa está ali", explica o pragmático Tiba, que já vendeu mais de 600.000 exemplares.

A auto-ajuda tornou-se uma indústria tão lucrativa que fez nascer uma espécie de linha de montagem. Uma pesquisa realizada pelo estudioso inglês Timothy Clark revela que nesse mercado as novas tendências passaram a ser cuidadosamente gestadas pelas editoras. É prática corrente que estas, ao formular uma nova idéia, contratem um ghost writer para escrever o livro e convidem um autor renomado a assinar a obra. Seria um erro, no entanto, diminuir a importância desses autores. "Eles são comunicadores que arrebatam platéias e sabem transmitir conceitos de forma brilhante, ainda que nem sempre consigam escrever", explica Clark. Por isso, na hora de contratar um novo autor de auto-ajuda, as editoras americanas costumam apostar naqueles que passaram por algum teste de público. "Damos preferência aos que já tiveram sucesso no circuito de conferências", disse a VEJA Janet Goldstein, da editora Penguin Putnam, uma das maiores dos Estados Unidos.

Há também os que se credenciam como autores não pelo carisma demonstrado diante de uma platéia, mas graças à sua trajetória de vencedores. A americana Louise Hay é um bom exemplo. Escreveu Você Pode Curar Sua Vida depois de se livrar de um câncer. Ao revelar suas táticas de gestão à frente da General Electric na autobiografia Jack Definitivo, Jack Welch, um dos executivos mais celebrados das últimas décadas, tornou-se também um guru do gênero. No Brasil, o técnico campeão mundial de vôlei Bernardinho prepara-se para seguir esse caminho. Ele criou seu próprio método de auto-ajuda com base nas teorias de um treinador de basquete americano. Trata-se da Roda do Sucesso, que preconiza que a busca da excelência é um processo de constante aprendizado. A idéia funcionou bem nas quadras. "Pretendo patentear a Roda do Sucesso e escrever um livro a respeito", anuncia o mais novo candidato a astro da auto-ajuda.

   
 

 

 

   
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