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Edição 1 777 - 13 de novembro de 2002
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BRASILEIRA NA LUTA CONTRA O TERRORISMO

Ana Araujo


A presidente do órgão do governo que investiga lavagem de dinheiro, Adrienne Senna, foi convidada para integrar o comitê internacional antiterrorismo do Conselho de Segurança da ONU. Adrienne aceitou o convite e, a partir de dezembro, irá morar em Nova York. Como é casada com o ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim, a história virou o assunto do dia nos corredores da instituição. Os amigos mais próximos de Jobim até inventaram um novo apelido para o ministro. Passaram a chamá-lo de "mister Senna".

 

FORÇA SINDICAL ESPERA CRESCER
NNNO GOVERNO LULA


Rogério Montenegro


Apesar de ter perdido a eleição como candidato a vice na chapa de Ciro Gomes, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, continua animado. Paulinho acredita que sua entidade irá crescer no governo Lula. Segundo ele, muitos sindicatos de funcionários públicos que estão ligados à CUT passarão para a Força quando ficarem sem aumentos salariais. Enquanto isso não acontece, a CUT segue reinando. Ela representa 66% dos sindicatos, contra 19% da Força Sindical.

 

SUCESSO NO BRASIL, FIASCO NO EXTERIOR

Raul Junior


Nos Estados Unidos, a rede McDonald's vai mal. As ações estão em queda e algumas lanchonetes estão fechando. Já no Brasil, a rede irá crescer 7% em 2002. O presidente do grupo no Brasil, Marcel Fleischmann, explica o fenômeno a seu jeito. Diz que o bom desempenho está ligado a serviços inventados por aqui, como entrega em domicílio e lojas com terminais de acesso à internet. Os estudiosos do setor dizem algo diferente. O McDonald's vai bem no Brasil porque desconhece a concorrência que vigora em solo americano.

 

PARA SOBREVIVER, SÓ SENDO DIFERENTE

Bia Parreiras


Os brasileiros têm assistido à competição brutal entre as empresas de telefonia celular. Foram lançados aparelhos que tiram fotos, com cores extragavantes ou com mais joguinhos. Segundo analistas, a explicação para a avalanche de novos produtos é a crise que afeta o setor. Para o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, a saída é investir em novas frentes. Falco diz que a comercialização dos modelos da Oi destinados a crianças e adolescentes representará em torno de 40% do faturamento da empresa em 2002.

 

 


Foto Cortesia Dover

 

Editado por Amauri Segalla.
Com reportagem de Camila Antunes, Cristina Charão, Monica Weinberg, Ricardo Mendonça e Sandra Brasil


 
 



Foto Ricardo Chaves
   
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