| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
CLIQUE
NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS
Sugestiva e ao mesmo passo inquietante a capa com os três "homens
fortes" do futuro governo Lula Dirceu, Palocci e Gushiken
aos quais, diz a matéria, é forçoso chegar sempre
que se quiser um "sim" ou a simples atenção do novo presidente
("Um por todos... e todos por um", 6 de novembro). Sugestiva por indicar
qual será o núcleo pensante e gestor do país pelos
próximos quatro anos. Inquietante porque todos os personagens sabem,
melhor que ninguém, quanto Lula abomina a idéia de ser tutelado
pelo próprio partido ou por suas "estrelas". Cumprimento
VEJA pelo excelente trabalho feito em todo o decorrer das eleições
2002 e pela imparcialidade de sua equipe de reportagem. Foi o país
que saiu vencedor dessa eleição, pois colocou no poder um
homem de origem pobre, deixando de lado os preconceitos. A
vitória dos três mosqueteiros só se concretiza na
literatura. A realidade foi e é outra. Ótima
a reportagem de capa da edição 1776, que, além de
bem-feita, nos mostra a boa e preparada equipe que Luiz Inácio
Lula da Silva formou para seu governo.
Seria inimaginável Lula chegar à Presidência sem o
apoio das elites repudiadas pela nossa querida senadora Heloísa
Helena, que continuará no plenário com verborragias totalmente
infrutíferas para um país que precisa avançar ("O
laboratório do PT", 6 de novembro). Com
um político tão competente a seu lado, espero que Lula termine
seu mandato com índice de aprovação próximo
dos 80% conseguidos por Antônio Palocci ao final de seu primeiro
mandato na cidade de Ribeirão Preto. O
próximo governo terá de Lula só a assinatura nos
documentos. As cartadas decisivas serão dadas pela cúpula
do PT.
Existem derrotas que valem mais que uma vitória. A atitude do presidente
da República soa como um alento aos derrotados e um tapa na cara
dos vencedores ("As voltas que o mundo dá", Carta ao leitor, 6
de novembro).
É
inegável a excelência da vitória de Lula, ocorrida
na mais moderna eleição de todos os tempos. É chegada
a hora de os nossos esquerdistas sentirem na pele a pressão que
vem sendo acumulada desde o início do ano. Ou o PT engrena de uma
vez por todas o Brasil entre as principais potências mundiais ou
nossa futura alternância do poder não se dará de forma
tão civilizada como a atual (Em foco, 6 de novembro). Será
interessante ver como vão reagir o governo de esquerda e a oposição
de direita. Estando pela primeira vez do outro lado da mesa, todos terão
a oportunidade de mostrar até onde a ideologia vai ao encontro
da coerência.
A chegada de Lula à Presidência da República é,
indiscutivelmente, um fato histórico, o momento em que a esquerda,
com um operário, atinge democraticamente o poder. No entanto, Roberto
Pompeu de Toledo está certo em seu artigo "Aviso aos incautos:
o Brasil continua" (Ensaio, 6 de novembro). Lula presidente não
é o começo. É apenas, por mais irônico que
possa parecer ao PT, a continuação de um Brasil que já
existe, com suas dificuldades sociais e econômicas.
Magistral a entrevista concedida pelo economista John Williamson (Amarelas,
6 de novembro). Ficou registrado que o Consenso de Washington não
malogrou, visto que as políticas de circunspeção
macroeconômica, economia de mercado e abertura comercial ainda vigoram,
representam vultosos progressos e, se tivessem sido abjuradas, seria irrealizável
a eleição de Lula.
A reportagem "Mudar para quê?" (6 de novembro) esclareceu de forma
realista as diferenças entre tratar a causa da dor e tratar o sintoma.
É claro que esses tratamentos devem ser feitos paralelamente, mas
a nossa história nos ensinou que se não investirmos no tratamento
da doença (pobreza) estaremos fadados a ter de tomar o medicamento
pelo resto da vida, sofrendo a dependência e os custos elevadíssimos. Parabéns
pela excelente reportagem sobre a fome. Concordo com VEJA e seria interessante
que o PT desse continuidade ao programa de combate à fome do atual
governo, "em vez de dar o peixe, dar a vara de pescar". Para que esse
programa tenha êxito total, teremos de acrescentar a ferramenta
básica, que é o planejamento familiar, de alto nível
e de graça para todos os brasileiros.
Salve Diogo Mainardi. No meio da irracionalidade com que a vanguarda do
atraso sempre mal-intencionada e os inocentes de plantão
saúdam o PT e seu ungido, uma voz tem a coragem de alertar para
os riscos que corremos ao entregar os destinos do país à
malta da esquerda etílica, a sociólogos de botequim, "artistas"
de pouco talento e grande furor revolucionário. Sem falar nos intelectuais
boquirrotos cevados em sinecuras de ONGs e universidades estatais. O besteirol
cultural denunciado é uma pequena demonstração do
que nos espera ("O Brasil do Zé Carioca", 6 de novembro).
Causa-nos tremenda decepção e revolta o fato de a nossa p://veja.abril.com.br/061102/contexto.html" target="_blank">Contexto
Causa-nos tremenda decepção e revolta o fato de a nossa
modelo Gisele Bündchen estar patrocinando com sua atuação
o retorno das roupas de pele de animais, prática que pensávamos
ter sido varrida do panorama internacional ("O retorno do visom", 6 de
novembro).
VEJA traduziu com fidelidade absoluta o pensamento dos telespectadores
sobre o insosso programa dirigido por Marlene Mattos que foi ao ar pela
Rede Globo. Naquele pequeno comentário, nós, leitores, pudemos
nos deliciar ("Marlene, enquanto isso...", 6 de novembro).
Não tive nenhuma interferência na produção,
criação, escalação e conteúdo do programa
Jovens Tardes. Nem sequer assisti a ele. Apenas dei (com prazer
e sinceridade, de graça) um curto depoimento sobre a jovem guarda
a pedido de Marlene Mattos, a partir de uma brincadeira com a frase de
Lenin sobre a jovem guarda. Não posso ser responsabilizado por
"endossar" o resultado de um programa que usou meu depoimento para mostrar
a sua visão da jovem guarda.
Arc, já que você é invisível, vê se consegue
entrar na Câmara dos Deputados com um projeto de lei rígido
para que os eleitos cumpram as promessas de campanha. E, na hora da votação,
aperte os botões favorecendo o seu projeto ("Arc e as promessas
políticas", 6 de novembro).
CORREÇÕES:
Desde o dia 4 de novembro, a reprise do seriado Seinfeld mudou
das 23 horas para a meia-noite, por causa de alterações
na grade de programação da emissora ("Faça-me
rir", 6 de novembro).
|
|
|