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Gente
Novos
rumos à vista
Christian Gaul/Revista Oi
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| Mariana: longe das passarelas internacionais,
mais perto da TV nacional |
A amizade com globais como Carolina Dieckmann, Regina Casé
e Dado Dolabella pode vir a definir o futuro profissional da modelo
Mariana Weickert. Nesta temporada, pela primeira vez em cinco
anos de carreira, a catarinense de 22 anos e cinturinha de 12 não
pisou em nenhuma passarela internacional. "Chega um momento em que
enche", desabafa ela, que está há três meses
no Brasil trabalhando e pensando em novos rumos entre eles,
evidentemente, a televisão. Até uma participação
em América lhe foi oferecida pela autora da futura
novela, Glória Perez. "Mas acho que foi só brincadeira.
Não tenho esse talento", ressalva. E precisa?
Precisando de faxineira?
Previsivelmente, o desempenho de Gisele
Bündchen no papel de ladra de banco no filme Taxi
não empolgou "visual maravilhoso, atuação
péssima", diz uma das críticas. Para dar uma força
na divulgação do filme, Gisele deixou de apenas mostrar
a beleza sobrenatural e passou a falar à imprensa. Alguns
exemplos:
À Hello, sobre o beijo na boca da colega de elenco
Jennifer Esposito: "No começo, foi traumatizante". (A militância
gay, enfurecida, protestou.)
À Newsweek: "Sou a melhor faxineira do mundo. Uso
escova de dentes para limpar entre os azulejos".
À Vanity Fair, sobre uma crise no namoro com Leonardo
DiCaprio, há dois anos: "Foi a pior época da minha
vida".
Acreditem, teve música também
Ricardo Bakker/Ag. Globo
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| Penélope e Cicarelli: pouco na frente,
nada (de pano) atrás |
Premiação de músicos tem
de ter música, certo? Erradíssimo: o principal elemento
são garotas de beleza inversamente proporcional ao tamanho
da roupa, o que, por sorte, sobrou no Video Music Brasil. Daniella
Cicarelli abafou em um curtíssimo e justíssimo
Celine branco de 5.000 reais, acompanhado
de pulseiras douradas da 25 de Março, a rua paulistana dos
badulaques. A VJ Penélope Nova radicalizou na onda
de pouco pano na frente e menos ainda atrás no caso
dela, até um pouco além das tatuagens. "É o
primeiro ano que vou de vestido. Tinha pedido um bem curto, mas
o decote, que mostrava até aquele lacinho lá embaixo,
foi acaso", diz ela, que precisou improvisar uma "calcinha" de esparadrapo.
Isso mesmo: esparadrapo.
O senhor dos anéis e a turba das
lentes
AP
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| Lagerfeld e Nicole: estouro de fotógrafos
no desfile |
Não é à toa que o alemão
Karl Lagerfeld, o estilista da Chanel, é chamado de
kaiser: magérrimo, coberto de anéis, parece cada vez
mais obcecado por controle. A última foi no desfile da grife,
em Paris, quando reproduziu em detalhes da vida real a campanha
publicitária do perfume Chanel n° 5 estrelada por Nicole
Kidman (aquela com o Rodrigo Santoro). A passarela era um tapete
vermelho, a platéia tinha 2.000
pessoas e Lagerfeld exigiu dos fotógrafos que usassem, todos,
camisa branca e paletó preto. "Queremos cachê", resmungaram,
mas acabaram cedendo. No encerramento do desfile, os fotógrafos,
conhecidos pelo comportamento incontrolável, deram o troco:
foram para cima de Nicole, num festival de tombos, pisões
e empurrões. As modelos que entravam para a passagem final
tiveram de fugir correndo.
Desta vez, é para sempre. Ou não?
AFP
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| Os pombinhos Khadijah e Kamarudin: o 53º
"sim" |
Para gente que mal dá conta de um casamento, no máximo
dois, Kamarudin Mohammed, aposentado de 72 anos da Malásia,
mostrou o que é realmente a vitória da esperança
sobre a experiência: casou-se na semana passada pela 53ª
vez isso mesmo: 53 casamentos, um recorde mundial. Mais ainda:
a noiva é Khadijah Udin, 74, justamente sua primeiríssima
esposa. Kamarudin, que é muçulmano e pode ter até
quatro mulheres, jamais se aproveitou do direito. "Não acredito
em casar com mais de uma ao mesmo tempo. Também não
aprovo casos passageiros", declara. Algo ressabiada, Khadijah (ela
mesma viúva de três maridos) ressalta: ele prometeu
"pôr fim a seus dias de conquistador".
Editado por
Lizia Bydlowski. Colaborou Bel Moherdaui
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