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"O
Brasil, por toda a riqueza que Deus lhe deu, não faz
mais que sua obrigação ao liderar a América
do Sul."
Rodrigo Otávio da Silva
Dracena, SP |
Diplomacia
É
muito perigoso o Brasil assumir uma liderança que, na verdade,
está longe de possuir. Para ser líder, um país
deve, primeiro, organizar-se internamente para servir de modelo
aos liderados ("O Brasil diz não", 6 de setembro).
Marco Antônio Fonseca Conceição
Piracicaba, SP
O
Brasil lidera, sem dúvida, o bloco latino-americano, só
que continuamos dormindo um sono letárgico e desestimulante.
O governo deve olhar com mais carinho para a população,
pois a maior poupança de uma nação está
no seu povo educado e sadio.
Isaac Soares de Lima
Maceió, AL
O
grande problema americano é pensar que a América
Latina é o quintal de sua casa, que somos todos incapazes
de reagir contra seus atos. A idéia de um bloco sul-americano
pode provar o contrário.
Ana Paula da Silva
Londrina, PR
apmsil@bol.com.br
O
Brasil dá as cartas na América do Sul. Os americanos
dão as cartas no Brasil. Logo, a América para os
americanos do norte!
Fernanda Vick
Belo Horizonte, MG
Que
bom que a mentalidade do presidente da República está
mudando! Ele precisa, também, aprender a dizer não
a várias outras questões. Unidos aos sul-americanos
e rumo ao desenvolvimento!
Filipe de Caux H. Damasceno
f.decaux@bol.com.br
Pelé
Seria ótimo que pessoas que chegaram à fama por
suas habilidades em determinada área fossem chamadas a
dar opinião apenas em relação a esta mesma
área. Seria ótimo que o "rei Pelé" ficasse
calado quanto à atuação do governo. Dispensamos
suas opiniões ("Rei x pajé", 6 de setembro).
Oduvaldo Garcia Junior
Uberaba, MG
Radar
Em relação à nota "A capital da preguiça"
(Radar, 6 de setembro), penso que o Rio de Janeiro não
tem esse adjetivo à toa. Culpo os EUA. Quem não
conhece o Zé Carioca? Personagem vadio e preguiçoso,
maliciosamente criado por eles na falsa "política da boa
vizinhança"?
Luiz Fernando Q. de Mesquita
Rio de Janeiro, RJ
Medicina
É
muito triste ver a situação da contaminação
da Aids entre as mulheres, principalmente aquelas que têm
um relacionamento estável, sem imaginar que o companheiro
possa ser portador do HIV. Enquanto as pessoas dos antigos "grupos
de risco" estão se protegendo cada vez mais, as mulheres
vêm se tornando mais vulneráveis, acreditando no
amor como a melhor forma de prevenção ("Mulheres
em risco", 6 de setembro).
Luciana Saker
Rio de Janeiro, RJ
Ponto de vista
Em seu artigo "Bom para os bancos" (6 de setembro), Stephen Kanitz
atribui aos bancos e à Febraban posições
e interesses dos quais essa entidade e seus associados não
compartilham. É uma insanidade supor que qualquer dirigente
de instituição financeira "pula de alegria cada
vez que nossos intelectuais, o PT ou o MST falam em repúdio
à dívida e moratória, porque isso afasta
a concorrência". Os bancos e seus dirigentes entendem que
o custo da moratória declarada em 1987 foi extremamente
elevado para o país, que ficou anos sem ter acesso aos
mercados externos para levantar financiamentos ou atrair investimentos.
A moratória aumentou a percepção de riscos
que o país apresentava aos seus credores, fazendo com que
os juros pagos tenham sido muito elevados. Acho que todos já
aprendemos, a um alto custo, que não há mais espaço
para mágicas ou soluções fáceis. Acreditamos
sim que é bom para os bancos a integração
do país no mundo internacional e na continuidade do programa
econômico.
Roberto Setúbal
Presidente da Febraban
São Paulo, SP
Veja essa
A frase a mim atribuída, com o estrangeirismo "player",
não é minha (Veja essa, 6 de setembro). Consta de
citação feita no artigo "Livre mercado é
só aqui". Transcrevi o trecho de um documento da Fundação
Getúlio Vargas sobre a privatização dos serviços
públicos em que aparece o termo estrangeiro.
Aldo Rebelo
Brasília, DF
Guia das Olimpíadas
Gostei bastante do guia olímpico. Interessante, bem diagramado,
mas uma coisa me chamou muito a atenção: a ausência
de uma lista com o nome e a modalidade de todos os nossos atletas
que foram para Sydney. Afinal, mesmo que nem todos tenham chance
de medalha, são nossos atletas, nosso orgulho, estão
defendendo o nosso país e merecem toda a nossa atenção.
Ana Cristina Legey de Siqueira
Goiânia, GO
CORREÇÃO: Na reportagem
"De corpo novo" (30 de agosto), o correto é dizer que o
diabetes do deputado Roberto Jefferson foi controlado, e não
curado.