Edição 1815 . 13 de agosto de 2003

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Guia
Artes e Espetáculos
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
VEJA on-line
Veja essa
Arc
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

"Mesmo afastada da TV, Malu Mader mantém sua popularidade, vinculada a uma imagem de credibilidade, valores de família e beleza natural."
Clarissa Vieira
Belo Horizonte, MG

 

 

Os quarenta mais poderosos

A reportagem "Eles têm o poder" (6 de agosto) retrata bem dois Brasis. O primeiro é o criativo, inteligente, alegre e competente. O outro, o Brasil sem cultura, sem informação e desprovido de senso de ridículo e de bom gosto. É triste saber que "artistas" que produzem verdadeiro esgoto cultural e entretenimento em forma de lixo têm tanto poder para influenciar um país e uma geração.
Rogério de Carvalho e Silva
Taguatinga, DF

Será que não está na hora de o povo brasileiro ser fã dele mesmo e não cultuar tantos artistas e atletas? Será que, se fôssemos o país de um povo com auto-estima elevada, ele não se sentiria merecedor de coisas boas e atingiria a prosperidade como filho de Deus que é? Sejamos fãs de nós mesmos, e aí, sim, prosperaremos, não ficaremos apenas enriquecendo artistas e atletas de talento duvidoso ou não.
Fabio Luiz Silveira
São Paulo, SP

Sertanejos e pagodeiros jamais fariam parte de uma lista que tivesse a qualidade como requisito. Triste de um país que, ao elaborar uma lista de seus principais artistas, inclui nomes tão medíocres junto com outros verdadeiramente respeitáveis em todos os aspectos.
Francisco Filho

Maceió, AL

Que azar dos Cassetas! Enquanto cada um dos seis participantes do seriado americano Friends recebe 1,2 milhão de dólares por episódio, os Cassetas ganham 7.500 reais! Realmente nasceram no país errado.
Manoel de Freitas Silva Neto
Rio de Janeiro, RJ

 

Armínio Fraga

Gostaria de cumprimentar o ex-presidente do Banco Central pela entrevista nas páginas amarelas de VEJA (6 de agosto). Mais uma vez ele demonstrou toda a sua serenidade, capacidade de análise e visão de futuro do país.
Enio Marcelo Castilho
Cuiabá, MT

Parabéns a VEJA e ao ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga pela magnífica entrevista. Quando lemos o pensamento de autoridades sérias e competentes como Fraga, temos a certeza de que o Brasil vai dar certo. É uma questão de tempo. Por isso, saudamos o retorno do economista ao saudável debate, que ajudará o país a passar rápido por esta fase de paralisia.
Deputado José Carlos Aleluia
Líder do PFL na Câmara Federal

Brasília, DF

O conhecimento e a experiência transmitidos com responsabilidade são gestos que dignificam o ser humano. O senhor Armínio Fraga, com uma tacada precisa, como ocorre no golfe, transferiu um pouco de seu vasto domínio acerca dos temas abordados a milhares de leitores. Quem dera servisse como alerta aos palpiteiros plantonistas, que vão desde o vice-presidente da República até pessoas de fora do ramo, cujos depoimentos soam aos ouvidos dos menos esclarecidos como os sinos das igrejas interioranas anunciando tristeza e sofrimento.
Lúcio Souza Vasoncelos
Brasília, DF

 

Governo

Na reportagem "O momento do presidente" (6 de agosto) fica evidente que Lula tem sido um misto de equilibrista e bombeiro. Acho que o presidente precisa ser mais firme, pois ele não foi eleito para agradar a grupos.
José Carlos S. Melo

Ilhéus, BA

Votei em Lula por falta de melhor opção. Confesso que cada vez mais sua forma de governar vem me surpreendendo de modo favorável, sendo justamente a composição heterogênea dos que são chamados a opinar o ponto que considero mais positivo de seu governo. Isso porque qualquer alternativa de solução dos problemas traz vantagens e desvantagens, especialmente aqui, em que estão em jogo os rumos de uma nação.
Maria Alice Lobo Leite Burle
Brasília, DF

 

Reforma agrária

Agradeço, em nome dos pecuaristas, o belo enfoque de VEJA sobre a reforma agrária ("O Brasil da solução... e o Brasil do problema", 6 de agosto). Aqui no quase-limite com o Uruguai, às vezes ficamos com a impressão de que não vamos ser ouvidos pelo resto do país. Estamos lutando pelo direito à propriedade privada, pelo direito de trabalhar em paz. O que nos está sendo negado pelo MST. Queremos paz, queremos o direito de produzir para acabar com a fome (coisa que temos condições de fazer). Continuaremos a lutar por um Brasil grande e próspero, com alta tecnologia e produtividade.
Ana Teixeira Chiappetta

São Gabriel, RS

Os fatos dos últimos dias nos deixam preocupados com a situação do campo. O país possui um agronegócio muito competitivo, seja na produção, seja na exportação, e importante para o PIB do país. Mas o campo vem sofrendo ataques constantes do MST – um movimento social que se tornou político e cujo único objetivo é o poder. O governo ainda acredita que o MST quer terra para plantar. Distribui cargos a seus simpatizantes. Doa mais dinheiro. Não condena as invasões de terra. Acha natural a convocação do exército do MST. Acorda, Lula, antes que seja tarde!
Glauco Gonçalves Rios
Não-Me-Toque, RS

 

Stephen Kanitz

O senhor Stephen Kanitz tem o dom de entreter e ao mesmo tempo fazer refletir com textos inteligentes e com aquela irreverência que lhe é peculiar. Ao contrário do que diz, não acredito que ele também esteja emburrecendo. Kanitz é atemporal e sua dica no fim do texto "Estamos emburrecendo" (Ponto de vista, 6 de agosto) pode ajudar a interagir melhor com o excesso de informação e com a sensação de que estamos menos inteligentes.
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP

É óbvio que ninguém será capaz de abarcar todo o conhecimento humano, mas isso não exige que cada um se transforme num "ignorante que sabe tudo sobre um pouquinho", como sugere o autor Stephen Kanitz. A velocidade das mudanças, e do conhecimento, é algoz do especialista. Quem conclui uma especialização já está ultrapassado se acha que terminou alguma coisa. Precisamos ser especialistas, não num átomo desse conhecimento, mas no contínuo escrutínio e aprendizado desse universo sem fim.
Mario Persona
Limeira, SP

Atenção! Atenção! A todos que, como eu, respeitam a inteligência e o conselho de Stephen Kanitz: o mestre comete o pecado de arrogar-se o direito de propor algo que afeta nossa visão de mundo e nosso potencial de realização. Ele enfia no mesmo saco a leitura que nos capacita como profissionais e a que, como Bloom escreve, nos amplia a percepção do humano e nos possibilita encontrar o melhor de nós. Não posso nem conceder-lhe o crédito da ironia; seu texto se apóia na insuficiência da lógica naquilo que requer, pelo menos, a percepção de toda a dimensão humana. E lá vai ele, resvalando para uma mirrada, não filosófica lembrança de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. Leiam! Leiam, sim! Desvendem o "eu" e o "outro". A felicidade não se encontra pela redução do risco do saber.
Rolf Rhenius
Joinville, SC

Stephen Kanitz escreve um artigo no qual defende a tese da especialização dos profissionais ("Estamos emburrecendo", 6 de agosto). Claudio de Moura e Castro escrevera um artigo intitulado "O sofisma da especialização" (Ponto de vista, 4 de maio de 2001), em que defendia a tese da generalização do profissional. Acredito na mescla dessas duas teses. Agora, a dúvida é: quanto devemos aplicar de cada uma durante nossa vida profissional?
Gerson Breier
Taquara, RS

 

Holofote

Infelizmente, o ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel só percebeu as dificuldades dos contribuintes em abrir ou cancelar uma empresa quando deixou o governo e decidiu montar a própria firma de consultoria ("Tormentos da vida civil", Holofote, 6 de agosto). Hoje, para cancelar o CNPJ de uma simples microempresa ou empresa de pequeno porte que se encontra inativa há mais de cinco anos e sem débitos com a Receita Federal é uma verdadeira aventura. O governo federal poderia facilitar a dura vida do contribuinte, aceitando um simples requerimento, via internet, com a devolução posterior do encerramento. Vamos evitar o já conhecido "Arrumar dificuldades para vender facilidades".
Manuel da Lupa
São Paulo, SP

 

Arc

Se o Arc voltar para Marte e relatar os acontecimentos da Terra, num momento de saudosismo e solidão, aos amigos marcianos, há a possibilidade de um marciano de "cabecinha" fraca gostar do que ouviu e começar a fazer greve, guerra, invasão interplanetária etc. Imagine naves marcianas pousando no centro histórico de São Paulo e invadindo todos os prédios públicos sem função. Vai faltar marciano e sobrar prédio ("Arc é chamado de volta a Marte", 6 de agosto)!
Everaldo Calegari
everaldocalegari@uol.com.br

 

Alzheimer

Em "Quando os neurônios morrem" (6 de agosto), VEJA mostrou bem quanto é difícil a vida para a família que tem um doente degenerativo para cuidar. À medida que o mal se desenvolve e vai levando o ente querido, nós também morremos um pouco. Acompanhei o processo que fez minha mãe perder todos os movimentos, a fala e, por fim, o prazer de comer. Privada das funções mais simples da vida, ela ainda vive e nos faz felizes. Infelizmente, a medicina não tem remédios contra as doenças degenerativas. Mas a família possui os melhores remédios que podem ser dados ao doente, que são carinho, cuidado e muito amor.
Lúcia Gielow
Recife, PE

Ao ler a reportagem de VEJA sobre a doença, chorei. Minutos antes, eu havia perguntado a minha mãe, de 80 anos, quem eu era. "Sobrinho", "irmão", "primo" e, pasmem, "marido" foram as respostas de minha "velhinha". Num gesto de momento, levantei um pouco a voz e tentei recordá-la de que sou seu único filho. Em vão.
Euclides Oliveira
Jundiaí, SP

Excelente, apesar de dolorosa, a reportagem sobre o mal de Alzheimer. Vi em Adeilde de Moura minha mãe, que sofria da doença e faleceu neste ano. Os sintomas são os mesmos, embora as alucinações e as fantasias fossem outras. É pena não ter tido a oportunidade de ler matéria tão esclarecedora há oito anos, quando os sintomas iniciais começaram a aparecer.
Cláudia Lucena

Recife, PE

A reportagem "Quando os neurônios morrem" (6 de agosto) expôs de forma clara e contundente o drama vivido pelos pacientes acometidos pela doença de Alzheimer e por seus familiares. Cabe, no entanto, apenas uma retificação quanto à memantina, o novo medicamento citado como razoavelmente eficaz no tratamento de doentes em estágios mais avançados, porém com tendência à perda de eficácia depois de seis meses de uso. Esclarecemos que estudos clínicos de estágios avançados da doença de Alzheimer demonstraram o efeito terapêutico consistente da memantina no decorrer de 28 a 52 semanas (um ano), sem perda de eficácia, inclusive a longo prazo. A memantina será comercializada no Brasil pelo laboratório Lundbeck com o nome comercial Ebix®, logo após a conclusão do processo de registro por parte da Anvisa.
Assessoria de imprensa
Laboratório Lundbeck Brasil Ltda.
Rio de Janeiro, RJ

 

Luís Favre

Cumpre esclarecer que meu casamento com Marta Suplicy corresponde exclusivamente a nosso sentimento afetivo. Aguardamos, como é público e notório, o deslinde do processo de divórcio de minha futura esposa. Nada mais. Não tem o nosso casamento nenhuma relação com nomeação a cargo, emprego ou função pública alguma no governo brasileiro. Aliás, nossa união já estava planejada antes da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Desnecessárias e inoportunas, portanto, as considerações tecidas pela reportagem ("Vitória da globalização", 6 de agosto) acerca das supostas intenções de meu casamento ou sobre pedido de naturalização, o que não está – nem sequer foi – cogitado. Há uma série de imprecisões na matéria publicada, como a de que eu participava calado das reuniões de campanha para, depois, "conversar" com a Marta. Tal assertiva, posso assegurar, não é verdadeira. Também são falsas as afirmações de que acordo tarde e faço ginástica no jardim. Ao contrário, tenho o hábito de acordar cedo e não faço ginástica no jardim. Minha empresa em Paris realiza balanços anuais, nos termos da legislação francesa. É verdade que se trata de uma empresa modesta, mas ela se encontra em plena atividade. Seu capital e seu endereço foram alterados. Moro no Brasil há um ano aproximadamente, e não dois, como informado pela revista.
Luís Favre-Wermus
São Paulo, SP

 

Juízes

Tendo em vista a manifestação do advogado Luciano Anderson de Souza, estampada na seção Cartas (6 de agosto), cumpro o dever de esclarecer, a bem da verdade, que os conceitos ali emitidos não refletem, por nenhum modo, o entendimento da OAB-SP em relação ao Poder Judiciário. De fato, como em outras oportunidades tem sido externado, sempre pelo presidente da entidade, como o único credenciado a manifestar seu posicionamento oficial, as críticas da OAB-SP situam-se, principalmente, no que concerne à falta de autonomia financeira do Judiciário e, por outro lado, na necessidade de seu efetivo controle externo, circunscrito ao campo das atividades administrativas, por meio de representação paritária de advogados, promotores de Justiça e juízes. Portanto, as afirmações do advogado Luciano Anderson de Souza não espelham a posição oficial da OAB-SP.
Carlos Miguel C. Aidar
Presidente da OAB-SP
São Paulo, SP

 

Bahia

As pessoas ricas, famosas e endinheiradas começam a descobrir a Bahia, em especial Salvador ("Os novos baianos", 6 de agosto). Elas vêm aqui de vez em quando e adoram. Imaginem quão privilegiados e orgulhosos somos nós, moradores, por aqui viver o tempo inteiro. Convido Diogo Mainardi a também vir ser feliz em Salvador.
Sávio Siqueira
Salvador, BA

 

Diogo Mainardi

Mainardi está se tornando um Nelson Rodrigues da crônica. Quem lê O Reacionário pode pensar por um minuto estar lendo idéias suas, sempre desafiadoras, polêmicas. Em "Estou com os paraplégicos" (6 de agosto), Diogo convenceu até seu mais feroz inimigo. O texto é uma obra-prima. Os deficientes físicos não podem jamais perder a esperança, desanimar da vida. Eles são tão capazes quanto qualquer outra pessoa. Ou melhores. O que não adianta é o deficiente ficar pelos cantos lamentando a vida e se achando inútil.
Teotônio Junior
Caetité, BA

Arquitetura

Tenho 14 anos e minha mãe, arquiteta, vem me mostrando há anos a arquitetura e o design das construções. Quando virei a página de VEJA e li a reportagem "Espetáculo de aço" (6 de agosto), fiquei impressionado com tanta beleza em uma obra. Observei-a durante um tempo e quis saber mais. Espero um dia poder conhecer a ousadia de Frank Gehry.
João Pedro Lorite
Cuiabá, MT

 

Pão de queijo

Moro em Lisboa, onde faço mestrado, há um ano e meio, e uma das coisas de que mais sentia falta era o pão de queijo, que adoro. Graças à expansão da Casa do Pão de Queijo já não passo vontade de comer essa delícia mineira. Obrigada à vovó Arthêmia e a seu neto Alberto Carneiro por trazerem um pedacinho do Brasil para perto de nós. Os brasileiros que moram em Portugal agradecem a expansão da Casa do Pão de Queijo ("A multiplicação dos pães", 6 de agosto)!
Cíntia Venancio
Lisboa, Portugal

 

Rio de Janeiro

Que me perdoe o grupo de senhores do setor de turismo que se indignaram com Diogo Mainardi (Cartas, 30 de julho). Tudo ofensivo e inverídico, conclui o ilustre advogado representante do grupo e provável redator da missiva. Gostaria de saber qual seria a resposta desses mesmos senhores com relação à reportagem "Um morto e um ferido" (6 de agosto), de Ronaldo França, sobre assassinatos e agressões a turistas estrangeiros no Rio de Janeiro. Seria esse jornalista ofensivo e inverídico também?
Ruy Assumpção
Oakland, Califórnia, EUA

 

Roberto Pompeu de Toledo

Há jovens que "já nascem" com o perfil de diplomata, e muitos deles lutam para um dia fazer parte do seleto número de pessoas que estudam para seguir a carreira diplomática do Instituto Rio Branco. Torço para que – ao lerem o bem escrito Ensaio de Roberto Pompeu de Toledo ("Uma dupla do barulho", 6 de agosto) – não percam o estímulo e nobres esperanças.
Francisco Rêgo Vieira
Itabuna, BA

 

Veja essa

O bloqueio soviético de Berlim e o abastecimento da cidade pelos americanos por ar, a famosa "Berliner Luftbrücke", aconteceram entre junho de 1948 e maio de 1949, e não em 1963, como indica a coluna (30 de julho).
Hans P. Lüters
Bragança Paulista, SP

CORREÇÕES: Na nota sobre a atleta Maurren Maggi (Desce, 6 de agosto), o correto é exame antidoping, e não antidopping. * O bilionário que deu o próprio nome à Fundação Getty é Jean Paul Getty, pai de John Paul Getty ("Meus bilhões deixo para...", 6 de agosto). * O crédito correto da foto publicada na página 50 da edição 1813 ("Stedile declara guerra", 30 de julho) é Nauro Júnior/Zero Hora, e não Mauro Júnior, como grafado na seção de Cartas (Correções, 6 de agosto). * Na reportagem "Eles têm o poder" (6 de agosto), Intolerância II é o quarto – e não o terceiro – filme de Fernando Meirelles. Antes de Doméstica ele dirigiu o infanto-juvenil O Menino Maluquinho 2 em parceria com Fabrizia Pinto.

 

 

 
A vaca e o frango

 

Galinha caipira e vaca jérsei: ovos e leite

 

O leitor Celso José Sacchi, de Vila Velha, Espírito Santo, não gostou do que viu nos gabinetes de algumas autoridades de Brasília, mostrados na reportagem "Por dentro dos gabinetes" (23 de julho). "A Lei nº 5700 fixou regras para a colocação e o uso de bandeiras em diversas situações. Vamos respeitá-la ou mudá-la, pois é flagrante o erro de posicionamento das bandeiras no gabinete do ministro da Fazenda e no do presidente do Banco Central", escreveu. A lei citada pelo leitor, de 1º de setembro de 1971, fixou as regras e o Decreto nº 70274, de 9 de março de 1972, regulamentou o uso da bandeira. Nas normas do cerimonial público, a bandeira brasileira deve ser colocada "à direita de tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho (Art. 31-III)", o que não ocorre no gabinete das duas autoridades, onde o pavilhão nacional está à esquerda.

Galinha caipira e vaca jérsei: ovos e leite

 
O caminho das autoridades

 

A leitora Lucilene Lima Ramalho, de Jundiaí, no interior de São Paulo, achou interessante VEJA ter publicado o caminho para quem quer escrever ao presidente da República, ao STF, ao Senado e à Câmara dos Deputados (Guia, 30 de julho). Mas ela quer mais: "Vocês têm os contatos do governo do Estado de São Paulo?", perguntou. No site oficial da República Federativa do Brasil (http://www.brasil.gov.br/) existe a página Estrutura da União, em que Lucilene e todos os interessados poderão encontrar, entre outras informações, os contatos com os governos estaduais, prefeituras, tribunais, ministérios, secretarias de Estado, Poder Judiciário e Ministério Público.

 

 

 
 
 
 
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