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Cartas
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"Mesmo
afastada da TV, Malu Mader mantém sua popularidade,
vinculada a uma imagem de credibilidade, valores de família
e beleza natural."
Clarissa
Vieira
Belo
Horizonte, MG
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Os
quarenta mais poderosos
A reportagem "Eles têm o poder" (6 de agosto) retrata bem
dois Brasis. O primeiro é o criativo, inteligente, alegre
e competente. O outro, o Brasil sem cultura, sem informação
e desprovido de senso de ridículo e de bom gosto. É
triste saber que "artistas" que produzem verdadeiro esgoto cultural
e entretenimento em forma de lixo têm tanto poder para influenciar
um país e uma geração.
Rogério
de Carvalho e Silva
Taguatinga,
DF
Será
que não está na hora de o povo brasileiro ser fã
dele mesmo e não cultuar tantos artistas e atletas? Será
que, se fôssemos o país de um povo com auto-estima
elevada, ele não se sentiria merecedor de coisas boas e atingiria
a prosperidade como filho de Deus que é? Sejamos fãs
de nós mesmos, e aí, sim, prosperaremos, não
ficaremos apenas enriquecendo artistas e atletas de talento duvidoso
ou não.
Fabio
Luiz Silveira
São
Paulo, SP
Sertanejos
e pagodeiros jamais fariam parte de uma lista que tivesse a qualidade
como requisito. Triste de um país que, ao elaborar uma lista
de seus principais artistas, inclui nomes tão medíocres
junto com outros verdadeiramente respeitáveis em todos os
aspectos.
Francisco Filho
Maceió,
AL
Que
azar dos Cassetas! Enquanto cada um dos seis participantes do seriado
americano Friends recebe 1,2 milhão de dólares
por episódio, os Cassetas ganham 7.500 reais! Realmente nasceram
no país errado.
Manoel
de Freitas Silva Neto
Rio
de Janeiro, RJ
Armínio
Fraga
Gostaria
de cumprimentar o ex-presidente do Banco Central pela entrevista
nas páginas amarelas de VEJA (6 de agosto). Mais uma vez
ele demonstrou toda a sua serenidade, capacidade de análise
e visão de futuro do país.
Enio
Marcelo Castilho
Cuiabá,
MT
Parabéns
a VEJA e ao ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga
pela magnífica entrevista. Quando lemos o pensamento de autoridades
sérias e competentes como Fraga, temos a certeza de que o
Brasil vai dar certo. É uma questão de tempo. Por
isso, saudamos o retorno do economista ao saudável debate,
que ajudará o país a passar rápido por esta
fase de paralisia.
Deputado
José Carlos Aleluia
Líder
do PFL na Câmara Federal
Brasília,
DF
O
conhecimento e a experiência transmitidos com responsabilidade
são gestos que dignificam o ser humano. O senhor Armínio
Fraga, com uma tacada precisa, como ocorre no golfe, transferiu
um pouco de seu vasto domínio acerca dos temas abordados
a milhares de leitores. Quem dera servisse como alerta aos palpiteiros
plantonistas, que vão desde o vice-presidente da República
até pessoas de fora do ramo, cujos depoimentos soam aos ouvidos
dos menos esclarecidos como os sinos das igrejas interioranas anunciando
tristeza e sofrimento.
Lúcio
Souza Vasoncelos
Brasília,
DF
Governo
Na
reportagem "O momento do presidente" (6 de agosto) fica evidente
que Lula tem sido um misto de equilibrista e bombeiro. Acho que
o presidente precisa ser mais firme, pois ele não foi eleito
para agradar a grupos.
José Carlos S. Melo
Ilhéus,
BA
Votei
em Lula por falta de melhor opção. Confesso que cada
vez mais sua forma de governar vem me surpreendendo de modo favorável,
sendo justamente a composição heterogênea dos
que são chamados a opinar o ponto que considero mais positivo
de seu governo. Isso porque qualquer alternativa de solução
dos problemas traz vantagens e desvantagens, especialmente aqui,
em que estão em jogo os rumos de uma nação.
Maria
Alice Lobo Leite Burle
Brasília,
DF
Reforma
agrária
Agradeço,
em nome dos pecuaristas, o belo enfoque de VEJA sobre a reforma
agrária ("O Brasil da solução... e o Brasil
do problema", 6 de agosto). Aqui no quase-limite com o Uruguai,
às vezes ficamos com a impressão de que não
vamos ser ouvidos pelo resto do país. Estamos lutando pelo
direito à propriedade privada, pelo direito de trabalhar
em paz. O que nos está sendo negado pelo MST. Queremos paz,
queremos o direito de produzir para acabar com a fome (coisa que
temos condições de fazer). Continuaremos a lutar por
um Brasil grande e próspero, com alta tecnologia e produtividade.
Ana Teixeira Chiappetta
São
Gabriel, RS
Os
fatos dos últimos dias nos deixam preocupados com a situação
do campo. O país possui um agronegócio muito competitivo,
seja na produção, seja na exportação,
e importante para o PIB do país. Mas o campo vem sofrendo
ataques constantes do MST um movimento social que se tornou
político e cujo único objetivo é o poder. O
governo ainda acredita que o MST quer terra para plantar. Distribui
cargos a seus simpatizantes. Doa mais dinheiro. Não condena
as invasões de terra. Acha natural a convocação
do exército do MST. Acorda, Lula, antes que seja tarde!
Glauco
Gonçalves Rios
Não-Me-Toque,
RS
Stephen
Kanitz
O
senhor Stephen Kanitz tem o dom de entreter e ao mesmo tempo fazer
refletir com textos inteligentes e com aquela irreverência
que lhe é peculiar. Ao contrário do que diz, não
acredito que ele também esteja emburrecendo. Kanitz é
atemporal e sua dica no fim do texto "Estamos emburrecendo" (Ponto
de vista, 6 de agosto) pode ajudar a interagir melhor com o excesso
de informação e com a sensação de que
estamos menos inteligentes.
Marcelo
de Oliveira
Barretos,
SP
É
óbvio que ninguém será capaz de abarcar todo
o conhecimento humano, mas isso não exige que cada um se
transforme num "ignorante que sabe tudo sobre um pouquinho", como
sugere o autor Stephen Kanitz. A velocidade das mudanças,
e do conhecimento, é algoz do especialista. Quem conclui
uma especialização já está ultrapassado
se acha que terminou alguma coisa. Precisamos ser especialistas,
não num átomo desse conhecimento, mas no contínuo
escrutínio e aprendizado desse universo sem fim.
Mario
Persona
Limeira,
SP
Atenção!
Atenção! A todos que, como eu, respeitam a inteligência
e o conselho de Stephen Kanitz: o mestre comete o pecado de arrogar-se
o direito de propor algo que afeta nossa visão de mundo e
nosso potencial de realização. Ele enfia no mesmo
saco a leitura que nos capacita como profissionais e a que, como
Bloom escreve, nos amplia a percepção do humano e
nos possibilita encontrar o melhor de nós. Não posso
nem conceder-lhe o crédito da ironia; seu texto se apóia
na insuficiência da lógica naquilo que requer, pelo
menos, a percepção de toda a dimensão humana.
E lá vai ele, resvalando para uma mirrada, não filosófica
lembrança de Admirável Mundo Novo, de Aldous
Huxley. Leiam! Leiam, sim! Desvendem o "eu" e o "outro". A felicidade
não se encontra pela redução do risco do saber.
Rolf
Rhenius
Joinville,
SC
Stephen
Kanitz escreve um artigo no qual defende a tese da especialização
dos profissionais ("Estamos emburrecendo", 6 de agosto). Claudio
de Moura e Castro escrevera um artigo intitulado "O sofisma da especialização"
(Ponto de vista, 4 de maio de 2001), em que defendia a tese da generalização
do profissional. Acredito na mescla dessas duas teses. Agora, a
dúvida é: quanto devemos aplicar de cada uma durante
nossa vida profissional?
Gerson
Breier
Taquara,
RS
Holofote
Infelizmente,
o ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel só
percebeu as dificuldades dos contribuintes em abrir ou cancelar
uma empresa quando deixou o governo e decidiu montar a própria
firma de consultoria ("Tormentos da vida civil", Holofote, 6 de
agosto). Hoje, para cancelar o CNPJ de uma simples microempresa
ou empresa de pequeno porte que se encontra inativa há mais
de cinco anos e sem débitos com a Receita Federal é
uma verdadeira aventura. O governo federal poderia facilitar a dura
vida do contribuinte, aceitando um simples requerimento, via internet,
com a devolução posterior do encerramento. Vamos evitar
o já conhecido "Arrumar dificuldades para vender facilidades".
Manuel
da Lupa
São
Paulo, SP
Arc
Se
o Arc voltar para Marte e relatar os acontecimentos da Terra, num
momento de saudosismo e solidão, aos amigos marcianos, há
a possibilidade de um marciano de "cabecinha" fraca gostar do que
ouviu e começar a fazer greve, guerra, invasão interplanetária
etc. Imagine naves marcianas pousando no centro histórico
de São Paulo e invadindo todos os prédios públicos
sem função. Vai faltar marciano e sobrar prédio
("Arc é chamado de volta a Marte", 6 de agosto)!
Everaldo
Calegari
everaldocalegari@uol.com.br
Alzheimer
Em
"Quando os neurônios morrem" (6 de agosto), VEJA mostrou bem
quanto é difícil a vida para a família que
tem um doente degenerativo para cuidar. À medida que o mal
se desenvolve e vai levando o ente querido, nós também
morremos um pouco. Acompanhei o processo que fez minha mãe
perder todos os movimentos, a fala e, por fim, o prazer de comer.
Privada das funções mais simples da vida, ela ainda
vive e nos faz felizes. Infelizmente, a medicina não tem
remédios contra as doenças degenerativas. Mas a família
possui os melhores remédios que podem ser dados ao doente,
que são carinho, cuidado e muito amor.
Lúcia
Gielow
Recife,
PE
Ao
ler a reportagem de VEJA sobre a doença, chorei. Minutos
antes, eu havia perguntado a minha mãe, de 80 anos, quem
eu era. "Sobrinho", "irmão", "primo" e, pasmem, "marido"
foram as respostas de minha "velhinha". Num gesto de momento, levantei
um pouco a voz e tentei recordá-la de que sou seu único
filho. Em vão.
Euclides
Oliveira
Jundiaí,
SP
Excelente,
apesar de dolorosa, a reportagem sobre o mal de Alzheimer. Vi em
Adeilde de Moura minha mãe, que sofria da doença e
faleceu neste ano. Os sintomas são os mesmos, embora as alucinações
e as fantasias fossem outras. É pena não ter tido
a oportunidade de ler matéria tão esclarecedora há
oito anos, quando os sintomas iniciais começaram a aparecer.
Cláudia Lucena
Recife,
PE
A
reportagem "Quando os neurônios morrem" (6 de agosto) expôs
de forma clara e contundente o drama vivido pelos pacientes acometidos
pela doença de Alzheimer e por seus familiares. Cabe, no
entanto, apenas uma retificação quanto à memantina,
o novo medicamento citado como razoavelmente eficaz no tratamento
de doentes em estágios mais avançados, porém
com tendência à perda de eficácia depois de
seis meses de uso. Esclarecemos que estudos clínicos de estágios
avançados da doença de Alzheimer demonstraram o efeito
terapêutico consistente da memantina no decorrer de 28 a 52
semanas (um ano), sem perda de eficácia, inclusive a longo
prazo. A memantina será comercializada no Brasil pelo laboratório
Lundbeck com o nome comercial Ebix®, logo após a conclusão
do processo de registro por parte da Anvisa.
Assessoria
de imprensa
Laboratório
Lundbeck Brasil Ltda.
Rio
de Janeiro, RJ
Luís
Favre
Cumpre esclarecer que meu casamento com Marta Suplicy corresponde
exclusivamente a nosso sentimento afetivo. Aguardamos, como é
público e notório, o deslinde do processo de divórcio
de minha futura esposa. Nada mais. Não tem o nosso casamento
nenhuma relação com nomeação a cargo,
emprego ou função pública alguma no governo
brasileiro. Aliás, nossa união já estava planejada
antes da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva.
Desnecessárias e inoportunas, portanto, as considerações
tecidas pela reportagem ("Vitória da globalização",
6 de agosto) acerca das supostas intenções de meu
casamento ou sobre pedido de naturalização, o que
não está nem sequer foi cogitado. Há
uma série de imprecisões na matéria publicada,
como a de que eu participava calado das reuniões de campanha
para, depois, "conversar" com a Marta. Tal assertiva, posso assegurar,
não é verdadeira. Também são falsas
as afirmações de que acordo tarde e faço ginástica
no jardim. Ao contrário, tenho o hábito de acordar
cedo e não faço ginástica no jardim. Minha
empresa em Paris realiza balanços anuais, nos termos da legislação
francesa. É verdade que se trata de uma empresa modesta,
mas ela se encontra em plena atividade. Seu capital e seu endereço
foram alterados. Moro no Brasil há um ano aproximadamente,
e não dois, como informado pela revista.
Luís
Favre-Wermus
São
Paulo, SP
Juízes
Tendo
em vista a manifestação do advogado Luciano Anderson
de Souza, estampada na seção Cartas (6 de agosto),
cumpro o dever de esclarecer, a bem da verdade, que os conceitos
ali emitidos não refletem, por nenhum modo, o entendimento
da OAB-SP em relação ao Poder Judiciário. De
fato, como em outras oportunidades tem sido externado, sempre pelo
presidente da entidade, como o único credenciado a manifestar
seu posicionamento oficial, as críticas da OAB-SP situam-se,
principalmente, no que concerne à falta de autonomia financeira
do Judiciário e, por outro lado, na necessidade de seu efetivo
controle externo, circunscrito ao campo das atividades administrativas,
por meio de representação paritária de advogados,
promotores de Justiça e juízes. Portanto, as afirmações
do advogado Luciano Anderson de Souza não espelham a posição
oficial da OAB-SP.
Carlos
Miguel C. Aidar
Presidente
da OAB-SP
São
Paulo, SP
Bahia
As
pessoas ricas, famosas e endinheiradas começam a descobrir
a Bahia, em especial Salvador ("Os novos baianos", 6 de agosto).
Elas vêm aqui de vez em quando e adoram. Imaginem quão
privilegiados e orgulhosos somos nós, moradores, por aqui
viver o tempo inteiro. Convido Diogo Mainardi a também vir
ser feliz em Salvador.
Sávio
Siqueira
Salvador,
BA
Diogo
Mainardi
Mainardi
está se tornando um Nelson Rodrigues da crônica. Quem
lê O Reacionário pode pensar por um minuto estar
lendo idéias suas, sempre desafiadoras, polêmicas.
Em "Estou com os paraplégicos" (6 de agosto), Diogo convenceu
até seu mais feroz inimigo. O texto é uma obra-prima.
Os deficientes físicos não podem jamais perder a esperança,
desanimar da vida. Eles são tão capazes quanto qualquer
outra pessoa. Ou melhores. O que não adianta é o deficiente
ficar pelos cantos lamentando a vida e se achando inútil.
Teotônio
Junior
Caetité,
BA
Arquitetura
Tenho
14 anos e minha mãe, arquiteta, vem me mostrando há
anos a arquitetura e o design das construções. Quando
virei a página de VEJA e li a reportagem "Espetáculo
de aço" (6 de agosto), fiquei impressionado com tanta beleza
em uma obra. Observei-a durante um tempo e quis saber mais. Espero
um dia poder conhecer a ousadia de Frank Gehry.
João
Pedro Lorite
Cuiabá,
MT
Pão
de queijo
Moro
em Lisboa, onde faço mestrado, há um ano e meio, e
uma das coisas de que mais sentia falta era o pão de queijo,
que adoro. Graças à expansão da Casa do Pão
de Queijo já não passo vontade de comer essa delícia
mineira. Obrigada à vovó Arthêmia e a seu neto
Alberto Carneiro por trazerem um pedacinho do Brasil para perto
de nós. Os brasileiros que moram em Portugal agradecem a
expansão da Casa do Pão de Queijo ("A multiplicação
dos pães", 6 de agosto)!
Cíntia
Venancio
Lisboa,
Portugal
Rio
de Janeiro
Que
me perdoe o grupo de senhores do setor de turismo que se indignaram
com Diogo Mainardi (Cartas, 30 de julho). Tudo ofensivo e inverídico,
conclui o ilustre advogado representante do grupo e provável
redator da missiva. Gostaria de saber qual seria a resposta desses
mesmos senhores com relação à reportagem "Um
morto e um ferido" (6 de agosto), de Ronaldo França, sobre
assassinatos e agressões a turistas estrangeiros no Rio de
Janeiro. Seria esse jornalista ofensivo e inverídico também?
Ruy
Assumpção
Oakland,
Califórnia, EUA
Roberto
Pompeu de Toledo
Há
jovens que "já nascem" com o perfil de diplomata, e muitos
deles lutam para um dia fazer parte do seleto número de pessoas
que estudam para seguir a carreira diplomática do Instituto
Rio Branco. Torço para que ao lerem o bem escrito
Ensaio de Roberto Pompeu de Toledo ("Uma dupla do barulho", 6 de
agosto) não percam o estímulo e nobres esperanças.
Francisco
Rêgo Vieira
Itabuna,
BA
Veja
essa
O
bloqueio soviético de Berlim e o abastecimento da cidade
pelos americanos por ar, a famosa "Berliner Luftbrücke", aconteceram
entre junho de 1948 e maio de 1949, e não em 1963, como indica
a coluna (30 de julho).
Hans
P. Lüters
Bragança
Paulista, SP
CORREÇÕES:
Na nota sobre a atleta Maurren Maggi (Desce, 6 de agosto), o
correto é exame antidoping, e não antidopping. *
O bilionário que deu o próprio nome à Fundação
Getty é Jean Paul Getty, pai de John Paul Getty ("Meus bilhões
deixo para...", 6 de agosto). * O crédito correto
da foto publicada na página 50 da edição 1813
("Stedile declara guerra", 30 de julho) é Nauro Júnior/Zero
Hora, e não Mauro Júnior, como grafado na seção
de Cartas (Correções, 6 de agosto). * Na reportagem
"Eles têm o poder" (6 de agosto), Intolerância II é
o quarto e não o terceiro filme de Fernando
Meirelles. Antes de Doméstica ele dirigiu o infanto-juvenil
O Menino Maluquinho 2 em parceria com Fabrizia Pinto.
| A
vaca e o frango |
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Galinha caipira e vaca jérsei:
ovos e leite |
O
leitor Celso José Sacchi, de Vila Velha, Espírito
Santo, não gostou do que viu nos gabinetes de
algumas autoridades de Brasília, mostrados na
reportagem "Por dentro dos gabinetes" (23 de julho).
"A Lei nº 5700 fixou regras para a colocação
e o uso de bandeiras em diversas situações.
Vamos respeitá-la ou mudá-la, pois é
flagrante o erro de posicionamento das bandeiras no
gabinete do ministro da Fazenda e no do presidente do
Banco Central", escreveu. A lei citada pelo leitor,
de 1º de setembro de 1971, fixou as regras e o
Decreto nº 70274, de 9 de março de 1972,
regulamentou o uso da bandeira. Nas normas do cerimonial
público, a bandeira brasileira deve ser colocada
"à direita de tribunas, púlpitos, mesas
de reunião ou de trabalho (Art. 31-III)", o que
não ocorre no gabinete das duas autoridades,
onde o pavilhão nacional está à
esquerda.
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Galinha caipira e vaca jérsei:
ovos e leite |
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| O
caminho das autoridades |
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A
leitora Lucilene Lima Ramalho, de Jundiaí, no
interior de São Paulo, achou interessante VEJA
ter publicado o caminho para quem quer escrever ao presidente
da República, ao STF, ao Senado e à Câmara
dos Deputados (Guia, 30 de julho). Mas ela quer mais:
"Vocês têm os contatos do governo do Estado
de São Paulo?", perguntou. No site oficial da
República Federativa do Brasil (http://www.brasil.gov.br/)
existe a página Estrutura da União, em
que Lucilene e todos os interessados poderão
encontrar, entre outras informações, os
contatos com os governos estaduais, prefeituras, tribunais,
ministérios, secretarias de Estado, Poder Judiciário
e Ministério Público.
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