|
|
Cartas
 |
"João Paulo II, o homem que espalhou
a fé pelo mundo, soube também transmitir no final a força da
esperança na vida!"
Ana Marisa de Oliveira Costa
Sidrolândia, MS |
João Paulo II
A edição histórica de
VEJA "João Paulo II 1920-2005" (abril de 2005) encheu meus
olhos de lágrimas!
Darley Romão Pappi
Petrópolis, RJ
Ele benzeu a multidão com um sinal-da-cruz
e as cortinas da janela se fecharam. Essa é a última
imagem viva que levaremos do pastor que conseguiu resgatar seu rebanho,
do peregrino que cativou o coração do mundo com seus
gestos de bondade, humildade e perseverança. Descansa em
paz, João de Deus, nosso povo te agradece, tu vieste em missão
de paz e agora o céu te recebe com o mesmo amor que a nós
dedicaste.
Ana Ludvina Muller
Joinville, SC
A humanidade está de luto. Partiu Karol
Wojtyla, o papa do amor e da paz. O céu está em festa,
soam as trombetas para saudar a chegada do peregrino da esperança.
Dulce Simon de Souza
Venâncio Aires, RS
Expressamos, em nome da comunidade parkinsoniana
e no meu próprio, o mais profundo pesar pelo desaparecimento
de nosso queridíssimo irmão de sofrimento, o papa
João Paulo II, que durante toda a sua vida foi para todos
nós um exemplo de coragem e dignidade. Que repouse na galeria
dos grandes homens que contribuíram para o bem da humanidade.
Samuel Grossmann
Presidente da Associação Brasil Parkinson
São Paulo, SP
João Paulo II tem de ser reconhecido
por todos nós como representante máximo da maior nação
religiosa do mundo. Seus 26 anos de papado deixaram em nossa memória
o exemplo de um homem de fé que até os últimos
dias de sua vida rezou para Deus dar paz ao mundo inteiro.
Marlon Ciro Masson
Campinas, SP
O mundo chora e ora por um homem que passou
para a humanidade a superioridade de um ser, respaldada pelo amor
ao próximo, sentimento esse de que nós somos todos
carentes.
Terezinha Penha
São Luís, MA
Tive a honra de integrar a equipe de treze
batedores-motociclistas que escoltou o papa João Paulo II,
em julho de 1980, durante sua estada de dois dias em Manaus (AM),
e pude ver bem de perto seu sorriso e o incrível carisma
com que contagiou a multidão que aguardava sua passagem pelas
vias daquela cidade. Por isso, foi com tristeza que vi seu sofrimento
estampado na capa de VEJA, edição de 6 de abril. Agora
o sofrimento acabou. Descanse em paz, João Paulo II.
Benhur Luiz Maieron
Brasília, DF
Vi o papa João Paulo II em quatro ocasiões:
em Roma e Loreto em 1995, durante uma Jornada Mundial de Jovens;
em Paris, em 1997, pelo mesmo motivo; em Israel, no ano 2000, durante
sua visita àquele país; e no Rio de Janeiro, no encontro
das famílias. Observo hoje que é muito maior a comoção
pela sua morte entre as pessoas que o viram e sentiram pessoalmente
a presença santa desse homem.
Luquésio de Oliveira
Jundiaí, SP
Em 1991, o papa João Paulo II visitou
São Luís do Maranhão. Na época, fui
uma das escolhidas pela escola em que eu estudava, o Colégio
Dom Bosco do Maranhão, para recepcionar Sua Santidade. A
visita do papa é um momento inesquecível em minha
vida. Jamais esquecerei o semblante tranqüilo, a face rosada
de João Paulo II, a verdadeira expressão de paz.
Elane Cristina Bastos Martins
São Paulo, SP
Que Deus o receba como missionário
na Terra e conselheiro no céu.
Curt Nees
Jaraguá do Sul, SC
Meus sinceros parabéns
pela maravilhosa capa da edição especial alusiva ao
grandioso João Paulo II. Ao recebê-la, experimentei
a nítida sensação de estar vendo Cristo mais
velho. O calvário de ambos é um bálsamo para
a humanidade.
Paulo Roberto Cristo de Oliveira
Rio de Janeiro, RJ
Quero parabenizá-los pela
edição histórica sobre o papa João Paulo
II. Além de chegar às bancas em tempo recorde, é
uma preciosidade em termos de texto.
André Malinoski
Porto Alegre, RS
A matéria de capa da edição
1.899 realmente só poderia apresentar como tema João
Paulo II. Consternada está a Arquidiocese de Curitiba com
a imagem exposta na capa da revista. Os fiéis cristãos
católicos sentem-se chocados com a exploração
da imagem de dor e sofrimento do pontífice que contribuiu
de maneira extraordinária para a transformação
do mundo.
Dom Moacyr José Vitti
Arcebispo metropolitano de Curitiba
Curitiba, PR
Parabéns a VEJA pela escolha
perfeita da capa da última edição. Conseguiu
transmitir, numa única foto, toda a filosofia de vida, amor
e sofrimento do mais alto representante do cristianismo da atualidade.
Célia Mattos
Resende, RJ
Com o fim da agonia de João
Paulo II, o mundo volta-se para a eleição do novo
papa, e no Brasil renovam-se a esperança e a torcida para
que seja eleito um brasileiro. Confesso que também estou
torcendo. Minha torcida, porém, é para que o eleito
papa não seja brasileiro! A opinião de um papa brasileiro
teria uma influência esmagadora sobre as decisões de
nossos legisladores, e esses temas que são do interesse de
toda a sociedade (e não apenas dos católicos) ficariam
engavetados durante todo o seu pontificado. Espero que o novo papa
contribua para a paz mundial e para a modernização
da Igreja, mas que não seja brasileiro. Não precisamos
disso.
Pablo Lopes
Ribeirão Preto, SP
Despesas de viagem
Em relação à
reportagem "Um bilhão de reais pelos ares" (6 de abril),
sobre o trecho que diz: "O site (da Câmara dos Deputados)
também informa que, em outubro do ano passado, o deputado
Gastão Vieira (PMDB-MA) passou cinco dias no Rio de Janeiro
(dois dos quais caíram em um fim de semana) com o propósito
de prestigiar a 'Comemoração do Nascimento do Instituidor
da Fundação Darcy Ribeiro'. Novamente, passagens e
diárias foram pagas pela Câmara", gostaria de esclarecer
que apenas 1,5 diária foi paga pela Câmara.
Gastão Vieira
Deputado federal (PMDB-MA)
Brasília, DF
Finalmente consigo entender o
porquê de o Brasil ter uma das maiores cargas tributárias
e a maior taxa de juros do mundo! Afinal, para financiar toda essa
festa temos de ser os primeiros nesses itens. Obrigado pelos esclarecimentos.
Carlos Roberto Teixeira Netto
Rio de Janeiro, RJ
Holofote
Em relação à
nota "Salvador na rota do turismo étnico", publicada na seção
Holofote (6 de abril), gostaria de esclarecer que o convênio
que viabilizou a chegada de vôos charter com afro-descendentes
americanos a Salvador foi firmado entre a Avocet, companhia de turismo
dos EUA que atua no segmento de afro-descendentes, e a Bahiatursa,
órgão oficial de turismo do governo da Bahia.
Cláudio Taboada
Presidente da Bahiatursa
Por e-mail
Caso Terri Schiavo
Deixar morrer é um ato
de amor e generosidade quando se atinge o limite do irreversível
diante de um ente amado que "vegeta" artificial e inutilmente, e
cujo sofrimento maior não está no doente, mas no egoísmo
dos parentes que o assistem ("Terri morreu: as dúvidas continuam",
6 de abril).
Ângela Luiza S. Bonacci
Pindamonhangaba, SP
De tempos em tempos a humanidade
depara com situações em que leis, instituídas
pelos representantes do povo, entram em desacordo com a verdadeira
vontade desse povo. O caso de Terri Schiavo é uma dessas.
A população, a Igreja e o Estado estão envolvidos
numa batalha que já dura séculos.
Kenny J. Gonçalves
Umuarama, PR
Mesmo sabendo que o caso Terri
se mostrou infrutífero no que diz respeito a potenciais tentativas
de fazê-la recuperar a consciência, já que seu
córtex cerebral se encontrava seriamente comprometido, ficam
idéias de possíveis linhas de pesquisa sobre aspectos
neurológicos observados e atualmente inexplicáveis.
Mas será que se poderá descobrir onde se processariam
mecanismos que permitem à espécie humana pensar, memorizar,
sentir? Ou será que isso seria oriundo de algo supracorpóreo,
algo inerente em princípio à alma?
Cecília Lívia de Oliveira Martins
Goiana, PE
Gislaine Nunes
Costumam colocar os advogados
como um mal aos clubes, mas são os clubes que não
cumprem os contratos, ocasionando que os jogadores lesados em seus
direitos recorram ao Poder Judiciário. O advogado é
indispensável à administração da Justiça
na sociedade, e isso inclui o futebol ("Terror dos cartolas", 6
de abril).
Doutora Milene Castilho, advogada desportiva
Vice-presidente da Comissão de Direito Desportivo da OAB/SP
Subsecção de Santo André (SP)
Jeffrey Sachs
Em tese, a proposta do economista
Jeffrey Sachs (Amarelas, 6 de abril), sugerindo a aplicação
de uma "economia clínica", apresenta-se muito interessante
e capaz de minimizar a pobreza mundial. No entanto, antes de aplicá-la
no Brasil, será necessário abolir a "política
cínica" praticada por grande parte de nossos representantes.
Gabriel Fernandes Angelo
Paulista, PE
Ensinar povos reféns do
círculo vicioso da pobreza, ou melhor, convencer seus dirigentes
cleptocratas a planejar os gastos sociais não passa de um
sonho tecnocrático do senhor Jeffrey Sachs, que, afinal,
não disse como e quem vai colocar o guizo no leão.
Carlos Christiano Krakhecke
Porto Alegre, RS
DSTs
Bastante oportuna a reportagem
"Virgens, mas não santos" (6 de abril), ao abordar o tema
papiloma vírus humano (HPV). Não são todos
os tipos de HPV que originam o câncer de pênis e colo
do útero. Além do HPV, outras infecções
sexualmente transmissíveis, grande número de parceiros,
fumo, álcool, drogas e outros fatores, além da falta
de exames periódicos, podem originar o desenvolvimento de
lesões tumorais.
Reinaldo Tovo Filho
Professor titular de dermatologia da Faculdade de Medicina da Unisa
São Paulo, SP
Diogo Mainardi
Diogo Mainardi cumpria o papel
do intelectual lúcido e socialmente responsável como
poucos o fizeram nas últimas décadas. Arrefeci na
semana passada: estupefato, vejo alguém, sob o nome daquele
cronista, dedicado a dissecar as entranhas de uma globete decadente
e desinteressante e de seus anônimos e igualmente desinteressantes
associados. Arrefeci um pouco mais ainda nesta semana: neoprestidigitador,
o cronista garimpa um assunto que não domina e pretende fazer
com ele humor negro. Chego então à única conclusão
que faz sentido: Diogo Mainardi morreu e a revista tenta encobrir
a morte dele lançando mão de um êmulo qualquer.
Boa tentativa, mas não pegou. Com a convicção
de perda pessoal e nacional irreparáveis, resta-me apresentar
à equipe de VEJA e à família enlutada as minhas
mais sentidas condolências.
Roosevelt R. Starling
São João del-Rei, MG
Pessoal! Não se apoquentem,
será que vocês ainda não perceberam? A missão
que ele se impôs foi a de criar polêmica, o que tem
conseguido com relativo sucesso até aqui. Garoto esperto!
Marina de Paula Trindade
Maceió, AL
Fotografia
Belíssimo o trabalho assinado
pelo fotógrafo canadense Gregory Colbert ("Retratos de família",
6 de abril). As fotos que ilustram aquela matéria revelam
a possibilidade (esquecida) da convivência pacífica
entre o homem e o animal. Que os primeiros se sensibilizem com a
pureza explícita ali exposta.
Fatima Christiane Gomes de Oliveira
Natal, RN
|
"Não tenha medo"
Arte & Immagini/
Corbis/Stock Photos
 |
| O Cristo na cruz: a dor pública
do filho de Deus foi uma lição. A
de João Paulo II também |
A imagem da capa de VEJA em que o papa João Paulo
II é mostrado em sua última aparição
pública com vida causou em muitos de nossos leitores
um efeito negativo e absolutamente não desejado
pelos editores da revista. "Chocou-me o fato de ver
sua santidade, o papa João Paulo II, comprovadamente
o arauto da fé, da paz, da alegria e do amor
de nossos tempos, ser retratado na capa de VEJA de forma
tão triste e pungente!", escreveu a leitora Araci
Fernandes Ceolin, de Linhares, no Espírito Santo.
VEJA não quis chocar ou ser sensacionalista.
Ao escolher a foto em questão, a revista estava
e está certa de agir com correção
jornalística e, até, em concordância
com a vontade do próprio papa.
O fotógrafo
Pier Paolo Oto, da agência noticiosa AP, registrou
o exato momento em que o papa se rendia à fragilidade
de sua condição humana, exprimida em um
esgar de dor e frustração por não
ter conseguido dar a bênção à
multidão sob sua janela no Vaticano. A foto foi
estampada na capa de VEJA com a chamada: "Ao expor seu
sofrimento terminal, o papa João Paulo II mostrou
a coragem dos grandes pastores e o significado original
do sacrifício cristão". Não foi
um gesto fortuito do papa. Não foi uma foto feita
às escondidas. O homem mais fotografado da história,
João Paulo II decidiu expor na janela seu estado
terminal. Manifestamente, o papa quis que aquele momento
de dor se tornasse público. Embora silencioso,
o gesto foi um dos mais eloqüentes de todo o pontificado
de João Paulo II na reafirmação
de uma de suas missões mais caras como vigário
de Cristo e resumida em sua exortação
predileta: "Não tenha medo".
Ao comparar o gesto
do papa com o Cristo crucificado, a leitora Maria Bogéa
Thomé, de Brasília, resumiu com sensibilidade
as sensações que a capa de VEJA produziu:
"A ilustração tão tocante de um
santo homem, num momento de dor puramente humana, na
capa de VEJA desta semana, causou-me um impacto devastador!
Ao ler 'Um adeus com dor' (6 de abril), aos poucos fui
assimilando o verdadeiro sentido daquele grito sem voz,
tão avassalador, tal como a dor silenciosa do
grande injustiçado e crucificado de 2 000 anos
atrás. Valeu pela emoção e reflexão
sobre a necessidade premente de uma reformulação
no pensar e agir de cada um de nós".
|
|
|
Pulseiras filantrópicas
Juliana Moretti e
outros dezenove leitores escreveram para saber onde
adquirir as pulseiras criadas para defender causas humanitárias,
citadas na matéria "Fé no punho" (6 de
abril). Com o sucesso do acessório na cor amarela,
lançado em 2004 para arrecadar fundos para a
fundação do ciclista americano Lance Armstrong
(www.laf.org),
em prol do combate ao câncer, apareceram pulseiras
com outras cores. Confira onde encontrá-las:
AZUL (combate
ao câncer): com lançamento em 11
de abril pela Associação Brasileira do
Câncer (www.abcancer.org.br),
a pulseira poderá ser comprada em lojas do Grupo
Pão de Açúcar (www.grupopaodeacucar.com.br).
Pela mesma causa, o site www.choosehope.com
dispõe de uma cor de pulseira para cada tipo
de câncer.
PRETA E BRANCA
(contra o racismo no futebol): adquirida em
lojas na Europa que contêm produtos da Nike. No
site www.standupspeakup.com
é possível saber mais sobre o acessório
contra o racismo.
VERDE (apoio
às vítimas do tsunami): à
venda em duas lojas da Reebok em São Paulo,
na Rua Oscar Freire; no Rio de Janeiro, no Shopping
Fashion Mall. O site da campanha de apoio às
vítimas do tsunami é www.counterpart.org.
|
|
|