|
Datas
Confirmado: pela Scotland Yard, a polícia londrina, que a líder da oposição paquistanesa Benazir Bhutto não foi baleada. A causa da morte foi a explosão de um homem-bomba no dia 27 de dezembro. O impacto da detonação fez com que Benazir batesse a cabeça e fraturasse o crânio. O laudo corrobora as conclusões da polícia paquistanesa, que atribui o crime a radicais islâmicos, e desacredita a tese dos correligionários de Benazir, que culpavam agentes do presidente Pervez Musharraf. Dia 8, em Islamabad. que o ator australiano Heath Ledger morreu de overdose. Ele foi vítima de uma intoxicação causada pela mistura de ansiolíticos, analgésicos e remédios para dormir. Como Ledger tinha prescrição para consumir esses medicamentos, os legistas concluíram que sua morte foi acidental. O laudo põe fim às especulações de que sua morte estaria relacionada ao abuso de drogas ilícitas. O corpo de Ledger foi encontrado em um apartamento de Nova York em 22 de janeiro. Dia 6.
Casaram-se: o presidente francês Nicolas Sarkozy e Carla Bruni, cantora e ex-modelo italiana. A cerimônia, assistida por trinta pessoas, foi celebrada no Palácio do Eliseu, residência do presidente francês. Uma fofoca publicada depois da festa azedou o humor de Sarkozy. Segundo o Le Nouvel Observateur, o presidente teria enviado um torpedo à sua ex-mulher Cécilia no qual garantia que deixaria Carla se ela o aceitasse de volta. Dia 2, em Paris. Interrompida: parte de um dos maiores estudos sobre prevenção de problemas cardiovasculares entre pacientes vítimas do diabetes tipo 2. A pesquisa foi suspensa porque houve um aumento expressivo de mortes por problemas cardíacos em um grupo de pacientes submetido ao corte drástico dos níveis de açúcar no sangue. O trabalho foi interrompido dezoito meses antes da conclusão. Dia 6, em Bethesda, nos Estados Unidos.
Negado: pela juíza Daise Jacot, da 15ª Vara Cível de São Paulo, o pedido de indenização feito pelo empresário Nelson Tanure contra VEJA. Tanure alegou ter sido ofendido por uma reportagem que expôs as disputas empresariais no setor de telefonia. Segundo a juíza, "a condenação implicaria em indisfarçável censura, instituto banido pelo regime constitucional". Dia 7, em São Paulo.
|
|
VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter | ![]() |
|