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Cartas
Exercício em excesso Oportuna e instrutiva
a reportagem "Quanto mais exercício melhor?"
(6 de fevereiro). Fui maratonista e, mesmo tendo ganho algumas
provas internacionais, não valeu a pena. Hoje, amargo
uma fasceíte plantar crônica, o que me impede até
de calçar sapatos. Mas, para um atleta de competição,
não tem como treinar dentro de limites, pois o objetivo
é a quebra deles. Para os demais, quaisquer que sejam
os objetivos, o limite deve ser ditado pelo bom senso. Muito oportuna a reportagem
acerca da compulsão por exercícios. É lamentável
que a vigorexia, ou "síndrome de Adônis",
uma anomalia que requer tratamento psiquiátrico, seja
estimulada na verdade por pessoas que deveriam combatê-la,
como certos nutricionistas e professores de educação
física. Por ignorância ou burlando o que deveriam
ter aprendido na faculdade, falam abertamente de sua compulsão
por exercícios como se fosse uma virtude, e não
uma disfunção. A prática esportiva
é essencial para a saúde física e mental.
Porém, o excesso é muito prejudicial, podendo
levar a graves lesões de articulações.
Tudo na vida tem de ter medida, para que não se transforme
em transtorno. Às 6 e meia
da manhã, diariamente, meu treinador está me esperando
na academia. Faço um treino intenso de uma hora, deixo
a aeróbica para o fim de semana, pois trabalho o dia
inteiro e não daria tempo. A liberação
de endorfina é nítida e me dá mais disposição
para o resto do dia. É vício? Não nego,
mas um vício saudável! O problema do excesso
de exercício é irrelevante do ponto de vista
epidemiológico. Ocorre em uma minoria da população
e seu impacto em saúde pública é mínimo.
Por outro lado, o sedentarismo é um problema de grande
relevância, presente em 60% da população
brasileira, contribuindo para a obesidade, a hipertensão,
o diabetes, a dislipidemia e o surgimento de doenças
cardiovasculares, como o infarto do miocárdio e
acidentes vasculares cerebrais.
Cartão corporativo É lamentável
ver membros do governo usando de maneira inconveniente os cartões
de crédito oficiais ("A farra do cartão de
crédito", 6 de fevereiro). Isso compromete ainda
mais a imagem dos brasileiros, do país e do governo.
Até quando vamos assistir de camarote a toda essa mordomia? Parece que no Brasil,
quando assume um cargo público, a maioria das pessoas
já chega arquitetando maneiras de roubar o dinheiro que
nós, brasileiros, pagamos com tanta dificuldade na forma
de impostos. Chega de farra com o dinheiro público! Tanto faz gastar 8
reais para comprar uma tapioca como 126.000 reais para alugar
carros. Na nossa legislação, a pena, se houver,
é a mesma. Quando é que este governo vai moralizar
a sua administração? Em governos anteriores,
o PT pregava a moralidade diante de qualquer indício
de corrupção. Quando chegou ao poder, liberou
geral. Esses cartões corporativos não passam
de um assalto aos cofres públicos de maneira legalizada.
Se tivéssemos uma oposição, como a do PT
no tempo de FHC, esse governo teria mais indícios de
corrupção do que dias de governo. Já ouvi
dizer que o governo rouba, mas faz, e este não faz porque
o roubo não deixa. Minha carreira profissional
de sessenta anos de trabalho foi construída em
empresas privadas. Embora tenha exercido cargos relevantes,
sempre tive de comprovar as minhas despesas, centavo por centavo.
Nada mais correto e honesto. Se alguém cometesse algum
deslize, era demitido por justa causa. No governo, não,
porque basta apertar o botão arrecadação
que tudo está resolvido. Agora estão falando em
cartão corporativo para a segurança? Tem para
aposentado? O povo brasileiro
leva mais um tapa na cara: 11 510 cartões corporativos
sem limite. É desanimador, mas a popularidade do governo
continua alta. A farra com o dinheiro
público no governo Lula não tem fim. Até
quando seremos agraciados com mais "escândalos"
envolvendo autoridades nomeadas pelo "companheiro"?
Senhor ministro dos Esportes, nem que sua tapioca tivesse custado
8 centavos. É dinheiro público. Tenha vergonha
na cara. Pagamos uma carga tributária altíssima
para quê? Cadê saúde, educação,
moradia, transporte etc.?
Assassinos de João Hélio Como pai, rezo por
meus filhos e rezei muito pelo menino João Hélio.
Tinha medo de que ele fosse esquecido neste país de cartões
corporativos. A lucidez da juíza Marcela Assad Caram
me devolveu, ainda que por um breve momento, a fé na
Justiça ("Barbárie punida", 6 de fevereiro). Vamos torcer agora
para que esses criminosos (monstros) não sejam "agraciados"
com a possibilidade de, por bom comportamento, ser liberados
antes do cumprimento da pena.
Rio de Janeiro Parabéns ao
governador Sérgio Cabral e ao seu secretário de
Segurança Pública, José Mariano Beltrame,
pela forma como foi tratada a "revolta" dos oficiais
da PM. É sabido que os policias precisam ser remunerados
de forma justa, mas são inadmissíveis atos de
insubordinação, principalmente por parte das mais
altas patentes. A palavra convence, o exemplo arrasta ("Vitória
da ordem", 6 de fevereiro). A crise da PM vai
continuar enquanto a questão salarial não for
solucionada. O que não pode haver é a quebra de
hierarquia, a indisciplina e a ameaça de motim, protagonizadas
por oficiais superiores, que deveriam ser exemplos para seus
subordinados.
Lya Luft Corajoso o artigo
de Lya Luft sobre as cotas nas universidades (Ponto de vista,
6 de fevereiro). Ela aborda com propriedade aspectos do tema
que são sistematicamente empurrados para debaixo do tapete
pelos entusiastas da idéia. Se não bastassem os
argumentos da articulista, pergunta-se ainda, como já
perguntou VEJA: cotas para quê? Pesquisas realizadas em
várias universidades públicas demonstram claramente
que na maior parte dos cursos de graduação predominam
alunos provenientes de escolas de ensino médio públicas.
As exceções são óbvias: apenas cursos
de grande demanda no vestibular têm maioria de alunos
provenientes de escolas privadas, a exemplo de medicina, direito,
odontologia, computação e poucos mais. Como mãe de
três filhos, abri mão de muitas coisas para proporcionar-lhes
uma boa educação. Vale ressaltar que, colocando
meus filhos em escolas particulares, tirei a responsabilidade
do governo de nos oferecer as vagas nas escolas públicas,
mesmo tendo direito a elas. Neste ano, um dos meus filhos fez
74 pontos no vestibular e não conseguiu entrar na universidade,
enquanto a maior pontuação alcançada pelo
aluno que entrou por sistema de cotas foi de 52 pontos.
Não precisamos oficializar mais discriminações
do que a que a renda proporciona em nosso país. Não
é uma questão de raça ou econômica
que impede o acesso à educação. É
uma questão de pouca-vergonha dos governos que sempre
buscam resolver os problemas tratando seus efeitos e não
suas causas. Venho de família
humilde, com pai que estudou somente até a 4ª série
primária e mãe até a 8ª série
ginasial. Mas eles trabalharam duro, meu pai como caminhoneiro
e minha mãe como costureira, e sempre nos incentivavam
e cobravam nosso desempenho nos estudos. Eu e minha irmã
estudamos em escolas públicas, sem ajuda de cota nenhuma,
e mesmo assim conseguimos entrar na universidade e nos formar.
Estou terminando meu MBA e minha irmã pretende fazer
um também. Portanto, fica muito claro que o sistema de
cotas é extremamente injusto com as pessoas que trabalham
e lutam para conseguir algo através do esforço,
da dedicação e do empenho. Sou negro, servidor
público, universitário e nunca tive privilégio
algum em minha carreira profissional ou estudantil. Mas sou
completamente favorável às cotas. A única
forma de nos igualarmos às classes média e alta
do Brasil é através das cotas universitárias
e dos concursos públicos. Somos tão capazes quanto
pessoas de qualquer etnia, mas temos quase 120 anos de pura
exclusão. Sou negro e sou contra
as cotas em universidades públicas para negros, mas sou
a favor das cotas para alunos que vieram do ensino público.
No meu entender, não são necessárias cotas
para negros, visto que boa parte dos alunos de escola pública
é de negros. Essas cotas causam mal-estar, tanto para
os brancos quanto para os negros. Não somos menos inteligentes
que ninguém. Quando nos é dada uma chance, sabemos
muito bem aproveitá-la, e, mesmo quando não nos
dão essa chance, corremos atrás de nosso desenvolvimento.
André Petry Excelente o artigo
"Adão deixa o Carnaval" (6 de fevereiro). A
prefeitura do Recife deveria apenas acrescentar ao seu "bolsa-sexo"
uma garrafa de cachaça, aquela pilulazinha azul e um
vale-motel. Fornecendo camisinhas masculina e feminina, mais
a pílula do dia seguinte, dará aos Adãos
e às Evas de plantão a possibilidade de transar
até com o ET de Varginha sem o mínimo risco de
contrair doenças altamente contagiosas, tais como
"filhos", aids, sífilis. Desta vez, tenho de
discordar de André Petry, que critica a decisão
da Arquidiocese de Olinda e Recife de condenar a distribuição
da pílula do dia seguinte no Carnaval. Todos sabemos
as reais intenções de quem gosta dessa folia,
não adianta ficar com hipocrisia. E a distribuição
dessa pílula, ao contrário do que diz o articulista,
contribui, e muito, para o sexo irresponsável. Basta
fazer uma pesquisa nas farmácias, na véspera de
festas do tipo, para constatar o aumento absurdo das vendas. Também não
vou ao Carnaval do Recife. Não carece. Eva acha que se
quiser fazer sexo não precisa esperar pela orgia (proclamada)
do Carnaval para utilizar a pílula do dia seguinte
ou a camisinha. Eu e Eva usamos a cabeça, antes
do sexo, ao menos. Eva pensa como eu, que pensa como você
e Adão. E quanto ao Carnaval de Olinda? Eva dispensa.
Eu também. Um bom livro é uma saudável
"orgia" para o tempo que sobra. Pesquisas mais avançadas
na Europa têm comprovado que a pílula do dia seguinte,
além de ser prejudicial à saúde dos adolescentes,
é, em muitos casos, abortiva. Há poucos anos a
ministra da Saúde da França quis instituir a distribuição
da pílula do dia seguinte nos colégios públicos
para jovens adolescentes. A associação médica
daquele país, movida por questões puramente científicas,
veio a público condenar essa prática, pois estaria
colocando em risco a saúde dos jovens. O grande desafio deste
século é impedir que um guia de viagem
escrito na idade do bronze (Bíblia)
nos conduza direto ao século XII.
Luiz Paulo Kowalski Fiquei embevecida
com a "tomada de consciência" do doutor Luiz
Paulo Kowalski (Auto-retrato, 6 de fevereiro), ao passar para
o lado do paciente. Tenho uma pessoa muito querida na família
que vive um momento delicado, com câncer de esôfago,
e o relato do doutor Kowalski é real. A melhor coisa
nessas circunstâncias é encontrar um médico
que fale a nossa linguagem, seja amoroso, paciente, compreenda
a nossa dor e a respeite. Sou médico
oncologista e mastologista e vivi algo semelhante ao relatado
pelo doutor Luiz Paulo Kowalski. Foi em março de 2007,
ao completar 35 anos, no melhor de minha capacidade profissional
e com uma filha de apenas poucos meses. Recebi o diagnóstico
de um tumor maligno na cabeça do pâncreas e tive
de ser submetido a uma duodenopancreatectomia, que é
uma das maiores cirurgias que conhecemos. Felizmente o tumor
era de uma linhagem muito rara e com chance de cura próximo
a 100%. Mas a experiência do médico como paciente
desnuda toda a nossa fragilidade humana. Infelizmente, muitos
médicos hoje estão mais interessados na tecnologia
do que no doente.
Millôr O deputado Aldo Rebelo
ocupa o Parlamento com a tola idéia de fazer com que
o "mouse do PC" seja grafado como "camundongo
do CP". Depois ocupa a Justiça para processar um
jornalista que usa o seu rico vocabulário para criticar
essa pobre idéia. Ou o deputado se assume como homem
público e se expõe às críticas próprias
e salutares à democracia ou exerce atividades de caráter
privado, sem ocupar as instituições com tolices
("Idioletice. Hoje e sempre", 6 de fevereiro). A aula do Millôr
sobre o idioleto e a idioletice foi magistral. Restaram pequenas
dúvidas: quem falar o idioma expurgado previsto em lei
estará falando um idioleto? Quem pratica um idioleto
é um idiolético? E quem elabora lei geradora de
idioleto? Com esses esclarecimentos adicionais estarei mais
tranqüilo na preparação para as intensas
comemorações nacionais do dia do Saci.
Saúde Como tenho 73 anos,
pude constatar a veracidade da reportagem "As idades da
depressão" (6 de fevereiro). Sim, nós podemos
ser muito felizes com 70 anos ou mais. Para isso, porém,
é necessário preencher três indispensáveis
requisitos: gozar de boa saúde, ter independência
financeira e dispor de liberdade e autonomia até para
morar sozinho, em caso de viuvez. Se também estivermos
abertos ao conhecimento e não cultivarmos medos nem arrependimentos
inúteis, a vida poderá ser muito boa, incluindo
a aceitação da morte como conseqüência
de uma vida bem vivida. Parabéns a VEJA por tantas informações
e boas reportagens.
Transplante Sou fisioterapeuta
e acabo de concluir o aprimoramento em fisioterapia cardiorrespiratória
do Incor. Lá, tive a oportunidade de acompanhar tanto
o drama de quem aguarda por um órgão com a doença
agravada quanto a alegria de quem o conseguiu e se recupera
da cirurgia. Pude perceber como é importante a ação
da mídia para sensibilizar as pessoas para a doação.
Depois que a Globo exibiu uma série de matérias
sobre transplante de órgãos no Jornal Nacional,
as doações aumentaram consideravelmente na instituição
("A espera por um transplante", Contexto, 6 de fevereiro).
História Parabéns a
VEJA pela significativa e reveladora reportagem "Hipocrisia
oficial" (6 de fevereiro), que retrata a verdade do anti-semitismo
no governo Dutra, por meio de um excelente trabalho de pesquisa
da historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro. Considero fundamental
que uma prestigiada revista de circulação nacional
possa, por meio de um contínuo e sério trabalho
jornalístico, divulgar informações como
a retratada na reportagem.
Turismo Sou paulistano, moro
em Natal desde 2001, tenho uma construtora e acompanho a saudável
invasão de estrangeiros no Rio Grande do Norte. Há
também grande migração de pessoas com bom
poder aquisitivo, principalmente do Sul e do Sudeste brasileiros,
em busca da melhoria da qualidade de vida e de novas opções
de negócios ("Rio Grande dos nórdicos",
(6 de fevereiro).
Carro velho A vistoria veicular
pode começar com um único teste: emissão
de poluentes. Veículos como o da fotografia (caminhões
e ônibus incluídos) existem aos milhares pelas
nossas ruas. Se o proprietário chegou ao extremo de andar
com um carro "queimando óleo", é porque
seus demais componentes de segurança estão comprometidos.
Seria uma medida barata e retiraria das ruas muitos automóveis
em precário estado de conservação ("Uma
frota de latas velhas", 6 de fevereiro).
Veja essa Saiba, senador Garibaldi
Alves, presidente do Senado, que é alentador ler que
vossa excelência aprova a punição, e até
a demissão, daqueles que fizeram uso abusivo do cartão
corporativo (Veja essa, 6 de fevereiro). Porém, estou
convicto de que sua posição não representa
a da maioria de seus pares do Senado, o que é uma
pena, para não dizer uma vergonha.
Guia Cumprimento VEJA,
e essa grande jornalista Mônica Weinberg, pela reportagem
"Bem guardados, eles vão durar mais" (Guia,
6 de fevereiro), com dicas simples, porém tão
necessárias. Aprendemos um pouco mais a cuidar de nossos
objetos pessoais. Exemplifica muito bem esse artigo o bibliógrafo
José Mindlin, que deu uma lição de vida
e cidadania no cuidado com o seu patrimônio cultural.
Vivendo e aprendendo.
Ambiente A discussão
sobre a disponibilidade e o aproveitamento dos recursos hídricos
é importantíssima, e a conscientização
da população é imprescindível para
o uso consciente da água. Na reportagem "Cai do
céu, mas pode faltar" (30 de janeiro), a agricultura
irrigada aparece como sendo a grande consumidora de água
doce do planeta, fato que carece de melhor análise. A
agricultura não consome água, usa água
uma diferença sutil, mas enorme. A imensa maioria
da água utilizada pela agricultura retorna ao ciclo hidrológico
em pouco tempo, e tão pura (ou até mais pura)
como quando foi retirada.
Marta Lagos Perguntada se Lula
é o presidente mais bem avaliado pelos latino-americanos,
Marta Lagos disse que não e emendou que quando FHC era
presidente "o Brasil lhe tomava todo o tempo". Marta
Lagos acabou de arrumar um inimigo (Amarelas, 6 de fevereiro).
Radar Esclarecemos que o
que houve entre a Fórmula Academia e a academia "A!BodyTech",
do empresário Alexandre Acciolly, foi o estabelecimento
de um protocolo de intenções definindo alguns
critérios para a continuidade de negociações
("O rei do fitness", Radar, 30 de janeiro).
Embalagens de lata Com referência
à carta do presidente da Abiove (Cartas, 23 de janeiro),
sobre a embalagem de óleo comestível, achamos
que o preço foi o fator decisivo que levou as indústrias
de óleo a substituir a lata pela garrafa plástica
PET, a partir do fim de 2004, quando se registrou forte aumento
internacional do preço do aço. Naquela ocasião,
os fabricantes da resina plástica, de forma inteligente,
provocaram a integração vertical dos fabricantes
de óleo ao fornecer o equipamento para a produção
das garrafas plásticas. Assim, as fábricas de
óleo passaram a adquirir a resina e a produzir os próprios
frascos. A afirmativa de que o consumidor não prefere
a lata de aço não é consistente. Basta
verificar que os azeites finos de oliva, a maioria deles importada
da Espanha e de Portugal, permanecem em latas de aço
sem nenhuma rejeição por parte do consumidor.
Ao contrário, temos registro de muitas reclamações
de consumidores que não encontram alternativa nos supermercados
e, por isso, são obrigados a adquirir o óleo comestível
em garrafa PET, ainda que prefiram o óleo na lata de
aço.
2008 começou Atenção,
autoridades brasileiras! Estamos no início de fevereiro
de 2008. O Carnaval acabou. Não se esqueçam de
que a nação tem muitos problemas a ser resolvidos
e pede, encarecidamente, aos responsáveis por ela que
se apresentem nos respectivos postos de trabalho e cumpram seus
deveres trabalhistas. O povo agradece.
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