| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
CLIQUE
NOS TÍTULOS PARA LER AS
Fico feliz em ver um mal que todos nós, médicos, enfrentamos
ser tratado de forma simples, para o entendimento dos leigos, mas ao mesmo
tempo com seriedade e qualidade técnica impecáveis. O combate
à dor crônica, sempre com auxílio médico, é
fundamental para a qualidade de vida dos pacientes ("É hora de
atacar o sofrimento", 6 de fevereiro). Sofro
de enxaqueca desde que me conheço por gente tenho 43 anos.
Analgésico diariamente? Perdi a conta. Já fui parar em pronto-socorro
no auge do desespero. Não adianta combater a dor quando ela chega
ou avisa que vai chegar, temos de preveni-la. Faço tratamento preventivo
com remédios (citados na reportagem) para diminuir as crises e
espero ter de conviver com ela o mínimo possível, pois acho
que minha cota de dor nesta vida já expirou. Existe
um aspecto nas dores de cabeça que estigmatiza enormemente seus
portadores: trata-se da falta de fatores externos que comprovem o estado
doloroso. Muitas vezes usada como desculpa para ausências em eventos
sociais, a dor de cabeça não tem gesso, bandagens nem anti-sépticos
coloridos para provar sua existência, e passamos da dor ao constrangimento.
Para comprovar o estigma citado, tem aquela piadinha da mulher que caiu
na jaula do gorila. Todo mundo sabe a resposta do maridão: "Diz
para ele que você está com dor de cabeça". O
medicamento Celebra é fabricado pela Pharmacia. A Pfizer atua apenas
na promoção do produto, através de um acordo de co-marketing.
A Pharmacia é uma empresa criada em 2000, da fusão da companhia
farmacêutica Pharmacia & Upjohn com a Searle, divisão
farmacêutica da Monsanto.
Para o sucesso de vendas é realmente vital estimular a demanda
antes de poder contar com o apoio do consumidor. Isso vale tanto no mercado
doméstico quanto no externo. É uma das teses que vamos explorar
em novo livro, inteiramente dedicado ao marketing brasileiro. Seria ótimo
se mais empresas nacionais, sobretudo as menores, adotassem esse pensamento
como diretriz ("Lições do Crocodilo Dundee", 6 de fevereiro).
Na seção Veja essa de 6 de fevereiro, Ivete Sangalo diz
que se considera um Fusquinha perto da Ferrari Scheila Carvalho. Ledo
engano. Ivete é daquelas Mercedes último tipo, de faróis
lindos e redondos, com um maravilhoso porta-malas. O modelo com que todo
homem sonha dar uma voltinha.
Com
certeza, o capitão Dalle Lucca, pela aparência tranqüila
e com toda a sabedoria, é um homem de bem, pois é isso que
nos passa pela brilhante entrevista (Amarelas, 6 de fevereiro). São
Paulo precisa de policiais bem preparados, como o capitão. Que
Deus o proteja de todo o mal. Ao
ler a entrevista com o policial Diógenes, tive por um instante
a gostosa sensação de morar em um país sério,
onde a segurança dos cidadãos de bem está nas mãos
de pessoas bem treinadas e competentes. Qual não foi minha decepção
ao me lembrar de que não moro na área de atuação
do policial, moro no Rio, onde reinam o despreparo, a corrupção
e o corporativismo. Vivo em um lugar onde o secretário de Segurança
acredita que não há violência, mas "sensação
de insegurança". Grande consolo!
Arc
Que navezinha, hein! Leio algumas reportagens que me interessam, depois
da minha mãe, é claro, pois não se pode pegar a revista
antes de ela ler. Ele viajou? Será que em sua nave superevoluída
não tem um computador para mandar seu comentário? Espero
que na próxima viagem ele leve um.
Em meio
a altos e baixos que a vida nos proporciona, é bom ver pessoas
como Patrícia Pillar, que está driblando a doença
com coragem e determinação. Ela é sem dúvida
um exemplo a ser seguido por todas nós. Força sempre, Patrícia
("Nesta etapa, a vitória é quase certa", 6 de fevereiro)!
Considero
pejorativa a comparação do porta-aviões Minas
Gerais (equivocadamente chamado de "encouraçado") com a Nau
Capitânia ("Que fim levou?", 6 de fevereiro). O porta-aviões
Minas Gerais formou gerações de marinheiros na árdua,
perigosa, necessária e louvável tarefa de operar a aviação
embarcada, culminando com o adestramento e a prontificação
de pilotos brasileiros na operação de jatos de combate AF-1
Skyhawk e diversos tipos de helicóptero de tecnologia de ponta.
Quanto à Nau Capitânia, esta sim é um vexame,
e o povo brasileiro carece de explicações sobre o destino
desastroso que foi dado à verba para sua construção.
Roseana
Sarney é o Collor de saias, mas acho que numa futura campanha política
o discurso dela será o mesmo de todos os demais candidatos. Todos
pregarão a continuidade da política econômica
com um pequeno diferencial referente à renegociação
da dívida externa e ao comércio exterior, em especial ao
tratamento dado à Alca e ao FMI , mas ressaltarão
as dívidas sociais do governo atual, prometendo saná-las.
Com um discurso parecido, os candidatos se verão em iguais condições
e caberá aos magos do marketing dar as cartas.
Gustavo
Franco conseguiu resumir tudo aquilo que eu gostaria de dizer aos meus
amigos mais à "esquerda", que só sabem falar e discursar
com velhos chavões ("A revolta dos perdedores", Em foco, 30 de
janeiro). Dentre essas pessoas, até professores universitários,
que rebatem de forma virulenta meus argumentos a respeito de tudo que
foi feito no Brasil nos últimos anos, em termos de reformas estruturais.
Gostaria
de cumprimentar o jornalista José Eduardo Barella pela reportagem
"A tragédia de um continente" (6 de fevereiro), que relata a explosão
de um depósito de armas em uma cidade nigeriana. Foi muito perspicaz
em todos os aspectos. Desde uma perfeita abordagem histórica sobre
a condição africana até uma impecável análise
sociológica dos outros continentes em relação ao
"continente esquecido". Matérias como essa são a esperança
de plantar nos corações de fora um pouco de compaixão
e solidariedade.
Muito bom
o artigo "Uma tragédia sul-americana" (Ponto de vista, 6 de fevereiro),
em que sentimos o drama vivido por nossos vizinhos argentinos. Situação
que chegou a tal ponto por erros causados pela relação entre
governadores, pelo Congresso, pelos superpoderes do ex-ministro Cavallo
e pela política de câmbio fixo. Enfim, erros que nem o articulista
nem nós queremos que ocorram no Brasil. Parabéns pelo artigo.
Sua coluna
é sempre especial. Boa ou ruim (na minha humilde e leiga opinião),
é sempre direta, crua e dura. Levamos um "soco na cara" por semana.
E talvez a da semana passada ("Um país de diletantes", 6 de fevereiro)
seja superior a todas as outras (e o soco também). Somos "espertos"
por natureza, queremos sair na frente e ter privilégios nas mínimas
coisas. E o efeito disso é em cascata, chegando aos que nos dirigem.
Somente admitindo tal situação e mudando nosso comportamento
é que conseguiremos uma mudança de pensamento, que nos levará
a um país mais sério. Nossos grandes desastres nascem de
nossas pequenas (e evitáveis, diga-se) falhas.
O Big
Brother não é tão bom quanto a Casa dos Artistas.
Pelo que pude ver, não foi o SBT que plagiou a Globo, e sim o contrário.
Infelizmente, a receita do Big Brother não deu certo por
causa da pitadinha de No Limite que foi colocada no programa e,
acidentalmente, outra pitadinha de Sai de Baixo ("A Globo dá
o troco", 6 de fevereiro)
Brilhante
o artigo "A faculdade do interior" (Ponto de vista, 23 de janeiro). Fala
verdadeira e corajosa que expressa o sentimento de todos nós. Acreditamos
em mudanças que advenham dessa coragem de anunciar e denunciar.
|
|
|