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Com apenas cinco integrantes, o "clube do bilhão" é restritíssimo: para alcançar tal cifra, é preciso suscitar antecipação extraordinária, cunhando o que hoje se chama de "filme-evento". De preferência, deve-se também partir de material já testado (por exemplo, continuações). Só Titanic e Avatar fogem a essa regra. Seguem outra, peculiar a Cameron: a oferta de uma experiência cinematográfica nunca antes vivida. Esse é um dos dois motivos pelos quais é impossível projetar uma renda final para Avatar. O outro é a própria exibição em 3D, que nos Estados Unidos responde por 75% da arrecadação do filme e, no Brasil, por metade dela (os ingressos são mais caros que para a versão 2D). Esse é um mercado novo. E, pela primeira vez, está sendo testado com um fenômeno de tal magnitude |