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Home  »  Revistas  »  Edição 2147 / 13 de janeiro de 2010


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Leitor

Assuntos mais comentados
O TCU contra o desperdício
Laser (capa)
Rogério Fasano (Entrevista)
Lya Luft
Roberto Pompeu de Toledo

Laser

"Lendo a reportagem, percebi que a aplicação do laser na medicina é maravilhosa. Parabéns à ciência médica, que consegue com um feixe de luz concentrado curar tantas pessoas."
Ruvin Ber José Singal
São Paulo, SP

Dá muita segurança saber que há o laser, um caminho promissor na medicina, não apenas uma luz, mas uma avenida aberta aos diversos setores, podendo ser utilizado em estética e em curas. A reportagem ensinou, esclareceu e deu um banho de otimismo. É muito bom começar o ano com tão boas perspectivas. Parabéns a Veja! ("Laser - A medicina da luz", 6 de janeiro.)
Mara Narciso
Médica endocrinologista
Montes Claros, MG

Li com muita atenção a reportagem, pois tenho trabalhado com o laser há quatro anos no tratamento de hemangiomas, malformação em crianças caracterizada por manchas avermelhadas que causam deformidades e graves problemas psicológicos. O laser veio para dar um alento a esses pacientes e o tratamento precoce minimizou bastante a evolução do problema, com sua estabilização e até a regressão da doença. Temos utilizado o laser, também com sucesso, em outra patologia congênita, o nevo piloso gigante, doença considerada complexa e de difícil tratamento, pois envolve dezenas de cirurgias plásticas. Esse equipamento está disponível no Hospital Materno Infantil em Goiânia sem nenhum custo para os pacientes, pois todo o tratamento é realizado pelo SUS.
Zacharias Calil
Cirurgião pediátrico
Goiânia, GO

Gostaria de cumprimentar VEJA pela clareza com que foi escrita a reportagem sobre laser em medicina. Contudo, cabe-me esclarecer que o procedimento por ultrassom para fragmentação de cálculos renais só é indicado para pedras de grande tamanho (acima de 2,5 centímetros) e para seu uso são necessárias punção e passagem de instrumental através do rim. Para cálculos menores que 2,5 centímetros situados no rim, frequentemente se utiliza a fragmentação por meio de ondas de choque (litotripsia extracorpórea), sem a necessidade de incisão ou punção. O laser (holmium laser) é comumente indicado para pedras presas no ureter (canal que comunica o rim com a bexiga). O uso do laser dentro do rim não é frequente e se dá apenas para cálculos situados na sua porção inferior. Portanto, laser, ultrassom e ondas de choque possuem indicações distintas. Obrigado e continuem nos brindando com reportagens de nível e direcionadas a esclarecer o grande público.
Carlos Alberto R. Sacomani
Doutor em urologia
São Paulo, SP

Na excelente reportagem sobre a aplicação de laser em vários setores da patologia humana faltou a inclusão do uso de laser neodímio-ítrio em nódulos da tireoide. Sabemos que nódulos sólidos na glândula tireoide são muito comuns e facilmente diagnosticados por exame ultrassonográfico. É aconselhável fazer uma punção para afastar a possibilidade de malignidade (câncer da tireoide). Cerca de 80% a 85% desses nódulos são benignos e muitos são submetidos a cirurgia. O tratamento com laser leva a uma redução de 60% do volume inicial do nódulo, após prazo de doze a dezesseis meses. Com técnica adequada e cuidados na supervisão com ultrassonografia durante o procedimento de ablação com laser, os efeitos secundários são mínimos e o procedimento é considerado seguro, sendo uma excelente alternativa para evitar a cirurgia do nódulo da tireoide.
Geraldo Medeiros
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
São Paulo, SP

Marcelo Vitorino/Fullpress
A luz que cura
Nilson Dias Vieira Junior, superintendente do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen): "Com suas múltiplas funções, o laser é, sem dúvida, a invenção mais impactante do mundo moderno"

 

TCU

Excepcional a reportagem "Desvios subterrâneos" (6 de janeiro), sobre as obras com sérias irregularidades e claros sinais de superfaturamento. Impressionante o caso do metrô de Salvador, que teve o trajeto encurtado pela metade e mesmo assim seu custo aumentou em 76%. Por mera curiosidade, gostaria de saber: existe no Brasil alguma obra de grande porte que tenha sido executada dentro do prazo acordado, sem superfaturamento e respeitando o valor inicial do custo de contratação?
Tânia Araújo
São Paulo, SP

Ao ler a reportagem da primeira revista do ano, incluí mais um pedido na minha lista de desejos de 2010: que o TCU continue podendo exercer seu louvável ofício de tentar frear a trambicagem de políticos e empreiteiras oportunistas nos canteiros de obras do Brasil.
Cecília Mattos Mueller
São Paulo, SP

Está de parabéns o Tribunal de Contas da União pelas eficazes e honestas ações fiscalizadoras sobre a aplicação do dinheiro público, buscando evitar que a gatunagem se estabeleça, como de costume.
Antônio Araújo da Silva
Belém, PA

A Petrobras esclarece que não existe sobrepreço nem "jogo de planilha" nas obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A companhia realiza as licitações pelo menor valor global da obra. Quando são necessários itens além dos previstos em contrato, a negociação é feita caso a caso, pelo valor de mercado. A empresa esclarece, ainda, que existem diferenças entre as metodologias de custos adotadas pelo Tribunal de Contas da União e pela Petrobras.
Fábio Malta
Gerência de imprensa/Comunicação institucional
Por e-mail

 

Rogério Fasano

Quero cumprimentar a redação de VEJA pela entrevista com Rogério Fasano, uma verdadeira luz na imensa escuridão que envolve a culinária, hoje repleta de modismos, bobagens e mitos. Como professor de culinária e estudioso do mundo da gastronomia, concordo plenamente com o entrevistado e espero que os pretensos "chefes" leiam e jamais esqueçam esse formidável depoimento (Entrevista, 6 de janeiro).
Aldo Paladino
Chef oficial da Tozan Kirin
Por e-mail

Excelente, inteligente e destemida a entrevista com Rogério Fasano, que mostra alguns segredos para manter o que há de melhor na gastronomia clássica diante de tantas inovações e modismos na cozinha. Mas não concordo com suas explicações sobre o significado da palavra couvert nem que um simples pãozinho com manteiga possa custar 27 reais, apenas para a reposição de copos de cristal, toalhas de linho egípcio e porcelanas importadas.
Sinvaldo do Nascimento Souza
Rio de Janeiro, RJ

 

Lya Luft

Lya Luft presenteia os leitores de VEJA neste início de ano com o artigo "O ano de pensar" (6 de janeiro). Entre as inúmeras sugestões que ela faz para ter uma vida voltada à contemplação das boas coisas, vale a pena refletir nesta: "Vale tudo menos chorar tempo demais. Pois sempre há coisas boas para pensar. Algumas se realizam. Criança sabe disso. Feliz 2010".
Francisco Ribeiro Melo de Carvalho
Vitória da Conquista, BA

 

Correção: Ao contrário do que foi publicado na reportagem "A primeira década do século XX..." (30 de dezembro), a Torre Eiffel foi a grande atração da Exposição Universal de Paris de 1889 e não de 1900.

 
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