PUBLICIDADE

Home  »  Revistas  »  Edição 2147 / 13 de janeiro de 2010


Índice    Seções    Panorama    Brasil    Internacional    Geral    Guia    Artes e Espetáculos    ver capa
Entrevista com Dudu Holanda

"Sou bom de boca"

Na véspera de Natal, o presidente da Câmara de Vereadores de Maceió,
Dudu Holanda, e seu colega Paulo Corintho foram parar na delegacia.
Corintho acusa Holanda de ter-lhe arrancado um pedaço da orelha
com uma mordida. Nesta entrevista, Holanda se explica


Júlia de Medeiros

Gilberto Farias/Gazeta de Alagoas
Dudu Holanda
"Como tudo o que vier"


Por que os senhores brigaram?

Por divergências políticas. Paulinho veio tirar satisfação na confraternização de Natal da Câmara. Ele tinha bebido muito e eu, um pouco.

É comum resolver divergências políticas assim em Maceió?
Foi uma fatalidade. Poderia ter acontecido em qualquer lugar do mundo, em qualquer festa da alta sociedade.

Já tinham brigado antes?
Nada. Somos amigos de infância. Inclusive, estamos solteiros e até andamos saindo juntos.

Como começou a pancadaria?
Ele veio por trás e me deu um murro no rosto. Como a tendência natural do ser humano é reagir, parti para cima dele. Caímos e nos atracamos no chão.

E aí o senhor mordeu a orelha dele?
Não sei como ele cortou a orelha. Foi tudo muito rápido. Pode ter sido algum objeto que estava no chão ou a força do meu peso.

O senhor já mordeu outras orelhas?
Não, sou contra a violência.

Apelidaram o senhor de Mike Tyson, o boxeador que mordeu a orelha de um adversário.
Gosto de boxe e do Tyson, mas meu esporte é a vaquejada.

Mas, na feijoada, o senhor come uma orelhinha, não come?
Sou bom de boca. Como tudo o que vier.

EDIÇÃO DA SEMANA
ACERVO DIGITAL
PUBLICIDADE
OFERTAS



Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados