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Edição 1 730 - 12 de dezembro de 2001
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Xuxa e Angélica vão dar porrada

 
Divulgação/TV Globo

As loiras no programa: porção feminina dos fortões

Xuxa e Angélica podem ser da paz, mas acabam de protagonizar uma briga e tanto. No especial de Natal do programa Casseta & Planeta, os fortões Maçaranduba (Claudio Manoel) e Montanha (Bussunda) tomam anabolizante estragado e eis que surge a porção feminina de cada um: MaçaranXuxa – com direito a boca torta e pelinhos de mentira no peito – e Montanhélica, de lenço, cavanhaque e carranca. Para os momentos de pancadaria, foram usados bonecos. Mesmo assim, Xuxa esfolou a mão e Angélica machucou o nariz. "E ainda saí com dor no maxilar de fazer cara feia", diz Angélica. Imagine MaçaranXuxa, então...

 

Em vez de tecno, valsa de debutante

Freqüentadora de pistas clubber, a princesa e aspirante a modelo Paola de Orleans e Bragança Sapieha, 18 anos, caiu na valsa: toda chique, rodopiou com gosto no Baile de Debutantes do Hotel Crillon, em Paris, ao lado de 23 meninas de famílias endinheiradas ou com sangue azul, entre elas Barbara Berlusconi, filha do primeiro-ministro da Itália. Para não destruir por completo a imagem moderninha, Paola usou um vestido de renda cheio de buracos cedido por Jean-Paul Gaultier. "Parecia transparente, mas era todo forrado", ressalva. Jura que não pagou mico. "Sempre achei festa de debutantes cafona, mas essa foi bem descontraída."

 

Rappers não perdoam, vaiam


Ierê Pereira

Daniela no palco: ACM por tabela


Com seu gênero musical por excelência em merecido refluxo, a ex-rainha do axé Daniela Mercury tem penado para encontrar novo rumo. Com tal propósito, apareceu toda moderna na entrega do Hutus, o prêmio dos músicos de rap – uma turma sempre avessa a outra coisa que não seus pares. Acabou no palco, substituindo um dos apresentadores, e só podia dar no que deu: uma vaia monumental. Além de desenturmada, Daniela foi associada a Antonio Carlos Magalhães. "Sou da Bahia com muito orgulho. É bobagem achar que a Bahia é ACM", defendeu-se. A reação foi um gélido silêncio, sob o qual Daniela foi embora.

 

Declaradamente anti-Sandy


Mauricio Nahas

Wanessa em clima pantera: à vontade nas poses sexy


As duas são cantoras, adolescentes, bonitas e filhas de sertanejos. Mas, fora isso, quanta diferença. Enquanto Sandy faz sucesso com o tipo doce garotinha, Wanessa Camargo, 18 anos, encarna apimentada atrevidinha. Capa da Vip de janeiro – trabalho que Sandy teima em recusar, não obstante os apelos desesperados –, Wanessa tirou de letra a sessão de fotos, num clima, assim, bem pantera: posou de calcinha e sutiã, shortinhos cavados e até enrolada em um lençol. "Estou descobrindo minha sensualidade. Há algum tempo eu achava meus olhares sexy ridículos. Agora já estou gostando", informa.

 

Parabéns, que eles merecem

Nem festa de Marta Suplicy para o namorado, nem de Vera Fischer para si mesma. Aniversário digno de nota mesmo foi o dos irmãos sétuplos McCaughey, que no dia 19 de novembro completaram 4 anos. Não teve bufê, nem DJ, nem valsa, nem dancinha romântica ao som de Only You. Mas teve bolo, que os quatro meninos (Joel, Nathan, Kenny e Brandon) e as três meninas (Kelsey, Natalie e Alexis) devoraram em minutos. Dos sete loirinhos de Iowa, Estados Unidos, dois têm problemas motores e não andam. Todos são curiosos e travessos e vão começar o maternal (em casa mesmo) em janeiro.

 

Olha aí a doutora de No Limite


Oscar Cabral

Andréa: vestida para ser juíza arbitral


Considerando que já tirou o que podia da condição de celebridade fugaz, a advogada Andréa Baptista, da primeira edição de No Limite, volta às origens. Em fevereiro, estréia como juíza arbitral, uma espécie de mediadora para gente que quer entrar em acordo com mais rapidez e sigilo que nos tribunais tradicionais. Nada de concurso – a vaga é por indicação, e Andréa confirma que a fama lhe abriu a porta: "O programa mudou tudo para mim". Adepta de biquínis pequenos e decotes enormes, ela já resgatou o terninho para a nova função. "Vou ter menos tempo para o meio artístico, mas é mais garantido", precavê-se.

 

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Silvia Rogar


 
 
   
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