|
VEJA Recomenda
Ao sentir que o relógio biológico se acelera, e com um punhado de exames clínicos desanimadores em mãos, a executiva Kate (a comediante Tina Fey, hoje mais conhecida como a sósia de Sarah Palin) parte para a mais complicada das soluções: uma barriga de aluguel. A "corretora" (Sigourney Weaver) lhe garante que a candidata será uma moça de ficha e saúde impecáveis. Mas o que Kate ganha é a golpista, encrenqueira, viciada em fast-food e semi-analfabeta Angie (Amy Poehler, que fazia dupla com Tina no Saturday Night Live), que vira seu apartamento e sua vida de pernas para o ar. Um final menos açucarado casaria melhor com essa história mas, até que se chegue a ele, há muito com que se divertir na parceria entre Tina e Amy.
Video
LIVROS
Esta é a versão feminina de O Livro Perigoso para Garotos, de Conn e Hal Iggulden. Trata-se de um grande almanaque, com uma miscelânea de informações e curiosidades por exemplo, biografias de rainhas da Antiguidade, como Cleópatra, ou de espiãs, como Mata Hari. O ponto forte, porém, são as brincadeiras: o livro ensina a construir uma patinete, fazer uma fogueira ou montar um balanço. Muitas delas trazem a nostalgia dos tempos em que as crianças brincavam mais livremente na rua. O Livro das Garotas... é divertido e tem tudo para encantar as garotas serelepes de hoje. Leia trecho.
Ex-agente do serviço secreto inglês, Le Carré sagrou-se mestre contemporâneo do romance de espionagem. Em O Canto da Missão, ele se debruça sobre a instabilidade política da África, com uma história entre trágica e satírica. O herói é Bruno Salvador, filho de uma congolesa e de um padre irlandês. Intérprete de várias línguas nativas africanas que poucos conhecem, ele empresta suas habilidades ocasionalmente para o serviço secreto britânico. Numa de suas missões, envolve-se em uma conspiração de empresários ocidentais e senhores da guerra que planejam dar um golpe de estado no Congo. Leia trecho.
DISCOS
CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL, COUNTRY BAYOU, GREEN RIVER, WILLY AND THE POOR BOYS, COSMOS FACTORY e PENDULUM, Creedence Clearwater Revival (Universal) Lançados entre 1968 e 1970, os seis primeiros discos do Creedence Clearwater Revival grupo liderado pelo cantor e guitarrista John Fogerty firmaram um estilo conhecido como swamp rock, mistura de rocknroll e ritmos tradicionais do sul dos EUA, como a cajun music e o zydeco. Os CDs ganharam uma bela reedição, com três ou quatro faixas-bônus por álbum. Eles são uma aula de versatilidade, repletos de canções que se tornaram clássicas (Fortunate Son, Have You Ever Seen the Rain) e covers ousados (I Heard It Through the Grapevine, sucesso de Marvin Gaye).
Este quarteto inglês é o avô de Evanescence, Lacuna Coil e Within Temptation, entre outras bandas que se dizem góticas. O Bauhaus, porém, faz uma música superior a qualquer coisa que seus supostos seguidores produzem. É o que se constata em Go Away White, primeiro disco de estúdio deles em 25 anos. Em faixas como Adrenalin e Mirror Remains, o grupo preservou suas marcas registradas, como os vocais lúgubres de Peter Murphy, o baixo de influência reggae de David J e a guitarra distorcida de Daniel Ash. Mas o disco também aponta novos rumos musicais do quarteto caso de Saved, em que Murphy, que mora na Turquia, entoa o que parece ser um mantra muçulmano.
|
|
|
|
VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter | ![]() |
|