Edição 1828 . 12 de novembro de 2003

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
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Cartas

 

"No cotidiano atroz e conturbado em que vivemos, seria utópico imaginar a inexistência de fobias. Excelente reportagem!"
Luciano Souto Dias
Governador Valadares, MG

Fobias

A reportagem "Você tem medo de quê?" (5 de novembro) foi bastante esclarecedora e prática. Ninguém melhor do que uma pessoa que já sofreu de fobia para falar a respeito. Os sintomas, as reações, os resultados e os tipos de terapia são bem abordados. Isso estimula os que sofrem de algum tipo de fobia a procurar ajuda correta. Realmente formidável.
Diego Lima
Feira de Santana, BA

Maravilhosa a reportagem de VEJA sobre fobias. Foi fantástico ler uma matéria que aborda o transtorno do pânico. A sensação de que estou sozinho nessa luta e de que devo ser um louco por me sentir em pânico sem nenhum motivo aparente foi minimizada.
André Miranda
Natal, RN

A reportagem sobre fobias informou que "não faz o menor sentido ter medo de galinhas, já que galinhas não fazem mal a ninguém". Fiquei profundamente ofendida, pois tenho justamente essa fobia e somente eu sei o que é sentir medo de uma galinha ou de qualquer bicho de pena. O medo é o mesmo, somente a causa é que muda.
Fabiana Santos
São Paulo, SP

Considerar-se apenas uma ou poucas causas de fobia pode ser um reducionismo nocivo. O medo de voar, por exemplo, pode se relacionar com um sentimento de prisão interna por uma censura inconsciente exagerada (o superego da psicanálise) projetada numa situação de ficar detido em recinto fechado (claustrofobia). Nesses casos de medo simbólico é necessária uma terapia de base psicanalítica ou, pelo menos, cognitiva construtivista, que se aproxima da psicanálise. São tratamentos mais profundos, necessitando de maior número de sessões que a terapia cognitiva comportamental.
A. Carlos Pacheco e Silva Filho
São Paulo, SP

 

Antônio Ermírio de Moraes

Sem frases de efeito nem críticas infundadas, o empresário Antônio Ermírio de Moraes (Amarelas, 5 de novembro) faz uma análise contundente e precisa sobre os projetos sociais do governo Lula e a estratégia, calculada ou não, que tira o foco da questão maior que aflige o Brasil – o desemprego. Sua frase é antológica: "Pobre não quer esmola. Quer emprego".
Maria Lúcia de Almeida Furquim
Curitiba, PR

Em um país com expressiva taxa de desemprego como o Brasil, onde testemunhamos que a carga trabalhista e os entraves burocráticos exercem desaceleração no processo de crescimento, é, de fato, hora de reorganizar o modelo de geração de empregos e de o presidente Lula "experimentar" a receita do empresário "número 1" do Brasil.
Heron Rached
São Paulo, SP

A lucidez de Antônio Ermírio é notável. Mas o Brasil precisa, além do desemprego zero, do analfabetismo zero, da paternidade irresponsável zero, que se dê nota zero aos políticos irresponsáveis.
Adalberto Martins
Manaus, AM

Temos de tirar o chapéu para o senhor Antônio Ermírio de Moraes. As intenções desse brasileiro devem servir como exemplo para empresários e governantes. Parabéns, senhor Antônio Ermírio, por mostrar que trabalho é a saída para nossa mediocridade.
Guido Fernandes
Rio de Janeiro, RJ

Inqualificáveis as manifestações do empresário Antônio Ermírio de Moraes nas páginas amarelas de VEJA. Não importa que seja chamada de esmola, de benemerência, de caridade ou de amor ao próximo. Importa, sim, que nessa campanha há constantes e incontáveis gestos concretos de solidariedade em favor do povo brasileiro. Enquanto as vagas para qualquer tipo de trabalho não aparecerem, o que fazer, então, com os famintos e desnutridos? Expô-los ao abrigo do SUS ou à condenação da morte? Prefiro acreditar que o Fome Zero é uma doce esperança, que brota do amor e da sensibilidade apostólica dos brasileiros.
Ney Santos Arruda
Lajeado, RS

Matar a fome de nosso povo é, sim, fundamental. Mas é preciso, acima de tudo, permitir que cada um tenha a oportunidade de conseguir, com seu trabalho, dar garantia de uma vida melhor à família. O assistencialismo é superficial e só cria uma relação de dependência que, como disse Antônio Ermírio, pode ser perigosa se usada exclusivamente com finalidade política.
Vereador William Woo
Líder do PSDB-SP
São Paulo, SP

 

Luiz Felipe de Alencastro

Vibrei com o artigo "Nossa dívida com Angola" (Ponto de vista, 5 de novembro). Sempre me preocupei muito com a situação distrófica dos países esquecidos da África. As grandes potências não movem um dedo para salvá-los da miséria e da indignidade em que estão consumidos. Já uma potência média como o Brasil, com tantos laços culturais com a África, e com Angola em particular, tem a obrigação histórica de contribuir ao máximo para sua redenção. Parabéns pelo artigo, que saiu perfeito no fundo e na forma, com a belíssima citação do padre Vieira.
Gilberto de Mello Kujawski
São Paulo, SP

No Ponto de vista de Luiz Felipe de Alencastro há uma ilustração do presidente Lula. Esse desenho mostra a mão direita do presidente com quatro dedos – o correto é a mão esquerda com quatro dedos.
Francelino Peixoto
Curitiba, PR

 

Duda Mendonça

O senhor Duda Mendonça (Amarelas, 29 de outubro) já provou que tem inteligência brilhante. Por mais que ele queira, jamais vai se livrar das pedradas, principalmente se continuar fazendo um bom trabalho. Afinal, só se atiram pedras em árvores que dão frutos.
Elci Maria Martins
Teresina, PI

Há muitos anos não o avisto pessoalmente. Mas reconheço que ele guarda o mesmo perfil guerreiro e vitorioso do início dos anos 60, época em que fomos colegas no Colégio dos Irmãos Maristas, em Salvador. Duda Mendonça é um dos orgulhos desta Bahia, rica em personalidades nacionais.
Luiz Caminha de Castro
Por e-mail

 

Stephen Kanitz

Sou professor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e fiquei feliz ao ler o artigo "Estimulando a curiosidade" (Ponto de vista, 29 de outubro), de Stephen Kanitz. Infelizmente, essa é a realidade do ensino no Brasil: não formamos pesquisadores, e sim meros decoradores de matérias.
Juvandi de Souza Santos
Campina Grande, PB

Parabéns pelo artigo "Estimulando a curiosidade". Realmente, Richard Feynman tem inteira razão. Fui professor universitário e senti na pele as dificuldades de ensinar demonstrando, pois nossos alunos receberam uma cultura de decorar matéria para prestar concurso para serviço público.
Márcio Pontes
Por e-mail

As autoridades educacionais estão dormentes quanto ao ensino de ciências às crianças. O modo de apresentar as matérias nos decepciona. Professores não conseguem provocar interesse nos alunos. Os pais muito pouco sabem quando eles perguntam.
Atsushi Matsuguma
Petrópolis, RJ

Em 35 anos de docência, esta é a lição na qual acredito: ensinar o aluno a pensar, o que requer o despertar da curiosidade. Aliás, tudo o que estamos nos esquecendo de fazer!
Maria das Graças Targino
Doutora em ciência da informação e pesquisadora do CNPq
Teresina, PI

 

Especial VEJA Homem

VEJA acertou completamente nesta edição especial Homem (outubro de 2003). Acrescentaria apenas que, além das qualidades físicas destacadas, o verdadeiro homem precisa ser acrescido de caráter, honestidade e muito, muito bom senso.
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

Excelente a edição especial Homem, que li inteira no domingo mesmo. Eu, com 38 anos, e minha filha, com 16, a lemos juntas e concordamos em todos os aspectos abordados nos textos. Rimos muito lendo as cinqüenta coisas que os homens não sabem sobre as mulheres. É impressionante como eles são "inocentes" em certos assuntos.
Rosana Amorim de Oliveira
Marília, SP

Desagradou-me o comentário citado nas páginas 48 e 49 da edição especial VEJA Homem. Afirmar que mulheres odeiam homens que dirigem devagar e não bebem foi um grande erro. Mesmo sem intenção, soou como um incentivo ao consumo de bebida alcoólica e ao abuso de velocidade no trânsito. Uma revista importante como VEJA poderia evitar comentários desse tipo, já que no Brasil a falta de respeito no trânsito é grande e o consumo do álcool, tão banalizado.
Ana Carolina Vieira Carneiro
Belo Horizonte, MG

 

Bolívia

Estávamos em La Paz no período crítico da crise. Ficamos na cidade durante uma semana. Nessa época, não presenciamos nenhuma atitude agressiva dos manifestantes ou da população de La Paz em relação aos estrangeiros. Agradecemos e enaltecemos a grande competência da Embaixada Brasileira em La Paz, do Exército boliviano e da FAB na operação de resgate dos brasileiros ("A rebelião dos miseráveis", 22 de outubro).
Alexandre e Raquel Haag
Curitiba, PR

 

Segurança máxima

Parabéns a VEJA pela reportagem "A dura vida no Big Brother" (22 de outubro), sobre a prisão de Presidente Bernardes. Esse é só um bom exemplo de como o Brasil, em matéria de segurança, tem jeito. É só querer.
Fernando Imhof
Brusque, SC

 

Samuel Pinheiro Guimarães

Causa estranheza ver na Secretaria-Geral do Itamaraty uma pessoa tão radical e retrógrada, a antítese do que deve ser um verdadeiro diplomata ("Um diplomata alternativo", 22 de outubro). Ser radicalmente contra a Alca e a globalização e a favor do isolamento do Brasil e de sua participação restrita ao Mercosul, autêntica aliança de falidos, é sem sombra de dúvida um atestado de xenofobia levada às últimas conseqüências.
Otacílio Miranda Guimarães
Salvador, BA

A reportagem pareceu-me parcial. Alegra-me que tenhamos profissionais desse gabarito endurecendo na mesa de negociações, não pelo prazer de confrontar, mas pela habilidade em negociar.
Ana Penteado
Sydney, Austrália

 

Roberto Pompeu de Toledo

Distorcida a visão do senhor Roberto Pompeu de Toledo ao comparar a atual cerca de segurança de Israel com o muro que os nazistas faziam para enclausurar os judeus na II Guerra ("O Muro da Vergonha – o retorno", Ensaio, 29 de outubro). Em Varsóvia, Lodz, Vilna etc., os judeus foram confinados em guetos para daí serem metodicamente levados aos campos de extermínio. É diferente. Israel hoje está cercando sua própria casa para se proteger dos homicidas que se explodem, do mesmo modo como nós fazemos no Rio ou em São Paulo, onde construímos grades em frente aos edifícios, blindamos nosso carro, eletrificamos o perímetro de nossa residência etc. Israel nunca teve política de extermínio; se a atual cerca desagrada ao mundo, felizmente dentro dela os cidadãos lá ficarão protegidos. Todo ser humano normal almeja dar segurança à família.
Marcio Manela
Rio de Janeiro, RJ

Vivo há anos numa pequena comunidade judaica, a aproximadamente 1 quilômetro da fronteira legal de Israel com os territórios palestinos; ou seja, minha casa, por qualquer ângulo de análise, está dentro dos limites do Estado de Israel. Esta é a única comunidade judaica com população significativa entre vários estabelecimentos de população muçulmana nesta área e, apesar das tensões existentes entre judeus e muçulmanos, nosso relacionamento com os vizinhos é absolutamente normal. Isso, no entanto, não impediu que nos últimos três anos ocorressem dois atentados contra moradores civis aqui de Katzir e algumas outras tentativas nas quais tivemos de ficar algumas horas dentro do bunker esperando o desfecho. A partir do momento em que a cerca de proteção foi construída em nossa zona, entre o limite do Estado de Israel e os territórios palestinos, finalmente pudemos mandar nossas crianças para a escola com um pouco mais de tranqüilidade, e isso não impediu que palestinos com visto de trabalho em Israel continuassem a trabalhar aqui com um salário três vezes mais alto que o que recebem em seu território de origem.
Jader Verba
Katzir, Israel

 

Diogo Mainardi

Em "O Halloween brasileiro" (5 de novembro), Diogo Mainardi foi friamente sarcástico e infelizmente realista ao afirmar que os moleques brasileiros comemoram o Halloween com o arrastão na praia: assustam os adultos com pistolas e estiletes e, em vez de doces, pedem carteiras.
Jaqueline Diogo de Oliveira
Curitiba, PR

É em artigos como esse que Diogo Mainardi, com um misto de criatividade, percepção e coragem, produz aquilo que está tão em falta na mídia: arte.
Victor Muzell
Porto Alegre, RS

Agradeço à revista VEJA pelo generoso espaço cedido ao MV-Brasil para a difusão de nossas idéias patrióticas, ajudando-nos a promover em todo o território nacional nosso belo trabalho em defesa da cultura brasileira. O volume de visitas ao nosso sítio (http://mv-brasil.org.br) cresceu significativamente, aumentando também o número de voluntários inscritos em nosso cadastro.
Wagner Vasconcelos
Rio de Janeiro, RJ

Se não tivéssemos adotado costumes que não são nossos, ainda estaríamos de tangas.
José Luiz Buschinelli Carneiro
Rio Claro, SP

Diogo Mainardi apresenta uma visão original e instigante que nos leva a refletir sobre um comportamento típico brasileiro (e não só dos políticos): o hábito de não questionar nossa suposta liberdade sexual nem nos intrometermos na vida sexual dos políticos ("Eu quero sexo", 22 de outubro). Além disso, ele nos chama para a realidade, lembrando que não somos uma nação de senhores de escravos, e sim uma nação de filhos ilegítimos.
Adriana Riquet Sabino
Key Biscayne, Flórida, EUA

 

Golfinhos

Covardia é a palavra que nos vem à mente ao ver a reportagem "Matança dos golfinhos" (5 de novembro), sobre o extermínio executado por indivíduos e entidades que, tentando justificar o injustificável, se utilizam da palavra cultura como se cultura fosse motivo suficiente para explicar atos infracionais de barbárie explícita. Deveríamos então, baseados nessa premissa hipócrita, tentar restaurar o uso da guilhotina, os crimes cometidos pela Inquisição e tantas outras iniqüidades que em nome da cultura e da liberdade encheram a humanidade de vergonha.
Vera Augusta Vailati Bertolucci
São Paulo, SP

Até quando o homem vai continuar a brigar pelo título de animal mais estúpido da Terra? O "mar de sangue" causado pela morte dos golfinhos no Japão só ressalta o paradoxo de um país capaz de despertar admiração, por sua fantástica capacidade de produção e inovação tecnológica, e repugnância, por hábitos ultrapassados e desumanos.
Mariane Rosa Carnevalle
São Paulo, SP

A reação ao ler a reportagem é a pior possível. Parabéns a VEJA, que sempre denuncia essas selvagerias contra animais. Deveríamos ter leis internacionais mais severas e fiscalização rigorosa contra essas práticas.
Valdirene Dias
Por e-mail

 

Antônio Pitanga

Mais do que merecido. É um presente que VEJA nos dá. O perfil do ator Antônio Pitanga ("'Primeiro-damo'", 5 de novembro) ilustra o que é ser digno de respeito. Pude usufruir um pouco a companhia desse ator cidadão. Eu morava no Leme, estava descendo a histórica e homenageada Ladeira Ary Barroso. O senhor Antônio Pitanga parou seu Versailles azul e perguntou: "Quer carona?" E fomos conversando um bom tempo. Bons tempos aqueles. Quando li a matéria fiquei alegre e ao mesmo tempo melancólico da época em que eles, os Pitanga, moravam no casarão de cor branca, de frente para a quadra do Chapéu Mangueira.
Fernando Freitas Façanha Filho
Fortaleza, CE

 

Piloto amador

Com relação à matéria "Sonho de voar" (Guia, 5 de novembro), informamos que não são somente os aeroclubes que dispõem de cursos para pilotos. Há também dezenas de escolas de aviação no país.
Comandante Ferreira Lima
Diretor técnico da CFA
Escola de Aviação Civil
Por e-mail

 

CORREÇÃO: Diferentemente do que informou a nota "Em casas separadas" (Holofote, 5 de novembro), o jogador Ronaldo, casado com Milene Domingues, é artilheiro do Real Madrid, e não do Milan.

 

 
A loja de soja do Nutry

Uma foto publicada no índice da edição 1 826 de VEJA mostrou um militante do Greenpeace colando em caixas do Nutry Cereal Matinal alguns selos com a advertência de que tal produto é transgênico. A fabricante do cereal Nutry (Nutrimental S/A Indústria e Comércio de Alimentos) – por intermédio do diretor executivo João Guilherme Rocha Loures Brenner, de São José dos Pinhais, Paraná – prestou os seguintes esclarecimentos: "Primeiramente, saliente-se que, em havendo exibição não autorizada de imagem de produtos de nossa fabricação, entendemos que os melhores hábitos e práticas democráticas e o respeito ao princípio constitucional da ampla defesa, ainda que em páginas da imprensa, recomendariam que nossa posição sobre o assunto fosse ouvida e reproduzida, eis que a simples divulgação da foto pode acarretar graves prejuízos à imagem do produto e sua marca comercial, patrimônio fundamental de uma empresa. Em segundo lugar, a suposição do Greenpeace sobre a possível existência de soja transgênica na composição do citado produto não tem nenhuma procedência. A soja utilizada pela Nutrimental nesse e em qualquer outro produto de nossa fabricação que a tenha em sua composição é adquirida de fornecedores que apresentam certificação garantindo tratar-se de soja convencional (não geneticamente modificada), em estrito cumprimento à legislação vigente no Brasil. Diga-se, inclusive, que, nas barras de cereais Nutry, a soja utilizada em alguns sabores é soja orgânica, portanto com grau de controle e pureza ainda maior que a convencional. As alegações do Greenpeace são baseadas em suposições e conclusões absolutamente infundadas e prendem-se somente ao fato de que a Nutrimental S/A se recusou a encaminhar uma declaração sobre o assunto, conforme um determinado modelo sugerido pela organização, pois a mesma era capciosa e dúbia. A Nutrimental S/A produz alimentos seguros e nutritivos para seus consumidores e cumpre integralmente a legislação brasileira".

 

Ilhas Canárias


O geógrafo Thiago A.S. de Lemos, radicado em São José, Santa Catarina, e outros vinte leitores apontaram um erro na nota "Sonar pode matar baleias" (22 de outubro). "As Ilhas Canárias localizam-se próximo ao litoral do Marrocos, no Oceano Atlântico. A nota afirma erroneamente que elas estão no Oceano Pacífico", escreveu Lemos. Banhadas pelas águas do Atlântico na costa noroeste do continente africano (veja mapa ao lado), as Ilhas Canárias, pertencentes à Espanha, são procuradas por turistas do mundo inteiro. Saiba um pouco mais sobre essas ilhas espanholas nos sites http://www.spain.info/Portal/ES/Default.htm e http://www.gobcan.es/.


 

Placar do leitor

A redação de VEJA recebeu 296 cartas sobre a entrevista com o empresário Antônio Ermírio de Moraes (Amarelas, 5 de novembro). A entrevista passou a ocupar o sétimo lugar na lista das Amarelas mais comentadas pelos leitores em 35 anos de história de VEJA.

 

 
 
 
 
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