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"Reportagens como essa são
de extrema importância na formação
de uma nova geração comprometida com
a construção de um novo Brasil."
Bruno Bezerra
Santa Cruz do Capibaribe, PE
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Luiz Estevão
A reportagem de capa de VEJA me fez recordar
uma frase do célebre escritor francês Antoine
de Saint-Exupéry: "Mas, quando se trata de uma planta
ruim, é preciso arrancar logo, mal a tenhamos reconhecido".
O ex-senador Luiz Estevão é um entre tantos
que precisam de punição exemplar, para evitar
a proliferação da corrupção
que tomou conta do país ("O poderoso foi dormir na
cadeia", 5 de julho).
Mirna Machado
mirnamac@dialdata.com.br
Profundamente elucidativa a reportagem de
capa sobre os bastidores do poder. Nem mesmo no episódio
de cassação do presidente da República
soube-se e esclareceu-se tanto como agora. Com certeza ficou
o registro do amadurecimento de uma sociedade nova, que
surge no Brasil do ano 2000.
Guilherme Machado
Londrina, PR
Eu e minha família votamos no ex-senador
Luiz Estevão e gostaríamos que sua cassação
e prisão não caíssem no esquecimento
dos brasileiros e fossem um exemplo permanente.
Jair J. Rodrigues
Brasília, DF
Estou muito otimista sobre o futuro do Brasil
depois dos resultados alcançados pelo Ministério
Público por intermédio dos novos procuradores.
Se a pesquisa da professora Maria Tereza Sadek fosse mais
a fundo, mostraria o alto grau de indignação
da sociedade e dos próprios procuradores, que também
são brasileiros e com certeza já não
agüentam mais tantas falcatruas ("Os xiitas da Justiça",
5 de julho).
Amim Bandeira Ismael
Manaus, AM
A atuação dos procuradores
no episódio da cassação do ex-senador
foi exemplar. Sem o trabalho desses competentes profissionais
e o apoio da imprensa, o resultado provavelmente seria diferente.
Herbert Alves Ramthum
Taguatinga, DF
Em que pese o interesse de muitos em restringir
o papel que lhe foi conferido, cabe à sociedade prestigiar
a atuação do Ministério Público
contra a ação dos interessados em enfraquecê-lo.
Aldo Saife
Belém, PA
Em foco
A propósito do artigo "Será
culpa do Itamar?" (Em foco, 5 de julho), gostaríamos
de dizer que Furnas não gera, sozinha, 42% da energia
elétrica do país, mas 13,5%. Furnas vem distribuindo
grande parte de seus lucros sob forma de dividendos e juros
sobre o capital próprio. Além disso, nesses
quatro anos, Furnas investiu na expansão do sistema,
em projetos de geração e transmissão,
3,3 bilhões de reais, sendo 72% desse valor com recursos
próprios.
Luiz Carlos Santos
Diretor-presidente
Rio de Janeiro, RJ
Radar
A coluna Radar ("Dinheirinho extra", 21 de
junho) informa que os diretores da Petrobras auferem ganho
mensal extra de 3.000 a 12.000
reais por meio de recebimento de jetons dos conselhos de
administração de empresas nas quais a Petros
tem participação. Por decisão dos presidentes
da Petrobras e da Petros, a remuneração máxima
por essas participações limita-se a 1.000
reais. Em cartas encaminhadas à Petros em 25 de maio,
os diretores da Petrobras que têm assento nos citados
conselhos acataram a decisão, que está sendo
obedecida também pelos diretores da Petros.
Luís Carlos Cabral
Assessoria de imprensa Petrobras
Rio de Janeiro, RJ
Guia
A Mind Performance, empresa de consultoria,
informa que a matéria "O inimigo trabalha ao lado"
(5 de julho) não deixa claro que o resultado do Programa
de Assistência ao Empregado é sigiloso. A consultoria
garante que em nenhum momento a identidade dos funcionários
que utilizam esses serviços é revelada, por
motivos éticos, a qualquer pessoa estranha ao processo
de assistência. A empresa recebe apenas um relatório
periódico que demonstra a distribuição
estatística desses problemas, o que lhe possibilita
a elaboração de estratégias específicas
de prevenção e intervenção.
Ricardo Esch
Diretor de operações
Rio de Janeiro, RJ
Gastronomia
Na reportagem "Vai um pedaço?" (5
de julho), VEJA afirma que o "inventor" Bernardo Pulla detém
a patente de sua "invenção". O que existe
é apenas um pedido de patente de utilidade, cujo
processo nem sequer foi publicado no site do Inpi.
Naum Gorenstein
São Paulo, SP
Óvnis
Importantíssimo o tom sério
da reportagem "Óvnis por que tantos acreditam"
(5 de julho), e mais importante ainda a revista abandonar
as clássicas explicações de "coisa
de malucos". O fato de a maioria dos avistamentos constituir-se
de enganos ou mesmo fraudes já havia sido determinado
pelos ufólogos. São os casos restantes, estimados
em 10% do total, que precisam ser investigados a fundo.
Renato A. Azevedo
renatoaz@sol.com.br
CORREÇÃO:
Na ilustração da reportagem "Pororoca digital"
(5 de julho), o logotipo publicado não é da
Amazon.com. Ao lado, o logotipo correto.