Edição 1 657 - 12/7/2000

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"Reportagens como essa são de extrema importância na formação de uma nova geração comprometida com a construção de um novo Brasil."
Bruno Bezerra
Santa Cruz do Capibaribe, PE



Luiz Estevão

A reportagem de capa de VEJA me fez recordar uma frase do célebre escritor francês Antoine de Saint-Exupéry: "Mas, quando se trata de uma planta ruim, é preciso arrancar logo, mal a tenhamos reconhecido". O ex-senador Luiz Estevão é um entre tantos que precisam de punição exemplar, para evitar a proliferação da corrupção que tomou conta do país ("O poderoso foi dormir na cadeia", 5 de julho).
Mirna Machado
mirnamac@dialdata.com.br

Profundamente elucidativa a reportagem de capa sobre os bastidores do poder. Nem mesmo no episódio de cassação do presidente da República soube-se e esclareceu-se tanto como agora. Com certeza ficou o registro do amadurecimento de uma sociedade nova, que surge no Brasil do ano 2000.
Guilherme Machado

Londrina, PR

Eu e minha família votamos no ex-senador Luiz Estevão e gostaríamos que sua cassação e prisão não caíssem no esquecimento dos brasileiros e fossem um exemplo permanente.
Jair J. Rodrigues
Brasília, DF

Estou muito otimista sobre o futuro do Brasil depois dos resultados alcançados pelo Ministério Público por intermédio dos novos procuradores. Se a pesquisa da professora Maria Tereza Sadek fosse mais a fundo, mostraria o alto grau de indignação da sociedade e dos próprios procuradores, que também são brasileiros e com certeza já não agüentam mais tantas falcatruas ("Os xiitas da Justiça", 5 de julho).
Amim Bandeira Ismael
Manaus, AM

A atuação dos procuradores no episódio da cassação do ex-senador foi exemplar. Sem o trabalho desses competentes profissionais e o apoio da imprensa, o resultado provavelmente seria diferente.
Herbert Alves Ramthum
Taguatinga, DF

Em que pese o interesse de muitos em restringir o papel que lhe foi conferido, cabe à sociedade prestigiar a atuação do Ministério Público contra a ação dos interessados em enfraquecê-lo.
Aldo Saife
Belém, PA

Em foco

A propósito do artigo "Será culpa do Itamar?" (Em foco, 5 de julho), gostaríamos de dizer que Furnas não gera, sozinha, 42% da energia elétrica do país, mas 13,5%. Furnas vem distribuindo grande parte de seus lucros sob forma de dividendos e juros sobre o capital próprio. Além disso, nesses quatro anos, Furnas investiu na expansão do sistema, em projetos de geração e transmissão, 3,3 bilhões de reais, sendo 72% desse valor com recursos próprios.
Luiz Carlos Santos
Diretor-presidente
Rio de Janeiro, RJ

Radar

A coluna Radar ("Dinheirinho extra", 21 de junho) informa que os diretores da Petrobras auferem ganho mensal extra de 3.000 a 12.000 reais por meio de recebimento de jetons dos conselhos de administração de empresas nas quais a Petros tem participação. Por decisão dos presidentes da Petrobras e da Petros, a remuneração máxima por essas participações limita-se a 1.000 reais. Em cartas encaminhadas à Petros em 25 de maio, os diretores da Petrobras que têm assento nos citados conselhos acataram a decisão, que está sendo obedecida também pelos diretores da Petros.
Luís Carlos Cabral
Assessoria de imprensa – Petrobras
Rio de Janeiro, RJ

Guia

A Mind Performance, empresa de consultoria, informa que a matéria "O inimigo trabalha ao lado" (5 de julho) não deixa claro que o resultado do Programa de Assistência ao Empregado é sigiloso. A consultoria garante que em nenhum momento a identidade dos funcionários que utilizam esses serviços é revelada, por motivos éticos, a qualquer pessoa estranha ao processo de assistência. A empresa recebe apenas um relatório periódico que demonstra a distribuição estatística desses problemas, o que lhe possibilita a elaboração de estratégias específicas de prevenção e intervenção.
Ricardo Esch
Diretor de operações
Rio de Janeiro, RJ


Gastronomia

Na reportagem "Vai um pedaço?" (5 de julho), VEJA afirma que o "inventor" Bernardo Pulla detém a patente de sua "invenção". O que existe é apenas um pedido de patente de utilidade, cujo processo nem sequer foi publicado no site do Inpi.
Naum Gorenstein
São Paulo, SP


Óvnis

Importantíssimo o tom sério da reportagem "Óvnis – por que tantos acreditam" (5 de julho), e mais importante ainda a revista abandonar as clássicas explicações de "coisa de malucos". O fato de a maioria dos avistamentos constituir-se de enganos ou mesmo fraudes já havia sido determinado pelos ufólogos. São os casos restantes, estimados em 10% do total, que precisam ser investigados a fundo.
Renato A. Azevedo
renatoaz@sol.com.br

CORREÇÃO: Na ilustração da reportagem "Pororoca digital" (5 de julho), o logotipo publicado não é da Amazon.com. Ao lado, o logotipo correto.