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Um Paraná tucano Pode ser concluído nesta semana um capítulo crucial da campanha presidencial: a montagem do palanque do Paraná, que tem 7,5 milhões de votos e é o sexto maior colégio eleitoral do país. Hoje, há no estado dois candidatos competitivos: Beto Richa, do PSDB, e Osmar Dias, do PDT. Caberia ao último dar sustentação à campanha da petista Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto. Em troca, Dias exigiu apoio total do PT e que os partidos da base lulista participassem da sua chapa, inclusive o PMDB. O PT resistiu e o PMDB lançou um candidato à sucessão local. O pedetista quer desistir do governo, apoiar Serra e concorrer a senador na chapa de Richa. O caso abrirá um rombo na aliança do PDT com o PT, que já naufragou no Maranhão e está ameaçada no Ceará.
Outro torneiro mecânico Nos anos 70, o empresário capixaba Étore Cavallieri tinha a mesma profissão que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva: torneiro mecânico. Como Lula, ele também progrediu. Poupou o suficiente para abrir uma metalúrgica. Hoje, sua empresa, a Imetame, tem cerca de 2 000 funcionários e investe 120 milhões de dólares em um terminal por-tuário no Espírito Santo. O local será usado para a manutenção de plataformas e embarcações da Petrobras.
Um segundo milésimo A Vivo investiu 70 milhões de reais em publicidade na Copa de 2006. Desta vez, gastará apenas 40 milhões de reais. A operadora de celular tomou uma decisão arriscada: trocou a maioria dos gastos em propaganda na TV por outros em redes sociais, que considera mais eficientes. Poderá testar o resultado nesta semana, quando filmará no Morumbi, para postar na internet, uma espécie de recriação do milésimo gol de Pelé. Não se trata de uma reprodução do original, que o craque marcou de pênalti contra o Vasco, em 1969, mas de uma jogada fictícia, com dribles e tudo, sugerida por clientes seus.
Um palanque na floresta O PMN tem pouca expressão no Congresso
e direito a seis segundos no horário político gratuito. Ainda
assim, assumiu uma enorme importância para os coordenadores da campanha
do candidato tucano à Presidência da República, José
Serra. Ele é o partido do governador do Amazonas, Omar Aziz, que disputará
a reeleição num estado que é reduto lulista. Na eleição
de 2006, o PSDB perdeu lá toda a vantagem que havia amealhado na Região
Sul. Para evitar uma nova derrota, os tucanos passaram a assediar o PMN, que compõe
a base governista.
O roqueiro da Esplanada Olhando para o bonachão ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, ninguém apostaria no seu passado roqueiro. Pois é. Nos anos 80, Barreto tocava baixo em bandas de rock de Brasília. Aliás, era companheiro do atual governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, também baixista. Na semana passada, os dois se reuniram para recordar os velhos tempos. Barreto ficou sabendo, então, que o governador continua tocando e compondo canções. Em inglês.
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