BUSCA

Revistas
Notícias
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2051

12 de março de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
André Petry
Claudio de Moura Castro
Diogo Mainardi
J.R. Guzzo
Millôr
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
Ordem de grandeza
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 

Tecnologia
De terno e gravata

O iPhone se rende ao mundo dos executivos

O fundador da Apple, Steve Jobs, sempre cativou os consumidores de carne e osso. Foi exclusivamente para eles, e não para empresas, que Jobs criou produtos revolucionários que se transformaram em objetos de desejo, como o iPod e o iPhone. Mas isso pode mudar. Na semana passada, a Apple anunciou que também venderá modelos de iPhone mais atraentes a companhias. O objetivo é catapultar as vendas do aparelho que revolucionou o conceito de celular, contendo a queda em suas vendas, depois de um início auspicioso. A primeira versão do novo iPhone "de terno e gravata" poderá ser sincronizada com o popular programa de troca de e-mails Outlook Express. Será uma maneira de a Apple avançar no mercado de clientes corporativos hoje dominado pelo BlackBerry, aparelho inventado pela Research in Motion.

O iPhone tradicional foi lançado nos Estados Unidos no ano passado. Há duas versões, uma de 399 dólares (com 8 gigabytes de memória) e outra de 499 dólares (16 gigas). Já foram vendidos cerca de 5 milhões de aparelhos. O preço do iPhone corporativo, que chegará ao mercado em junho, ainda não foi divulgado. Além de lançar esse novo modelo, Jobs revelou que vai abrir o código do sistema operacional do iPhone. A idéia é fazer com que programadores independentes criem softwares para o aparelho, dando a ele novas utilidades. Jobs contará com um fundo (já apelidado de iFund) para financiar a pesquisa dos novos programas. Os softwares serão revendidos pela Apple, que ficará com 30% da receita das vendas – os outros 70% ficarão com os programadores independentes.



 

Publicidade

 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |