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Edição 1 793 - 12 de março de 2003
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A QUEDA NAS AÇÕES TRABALHISTAS

Dida Sampaio/AE


O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Francisco Fausto, recebeu recentemente um relatório que mostra que o volume de ações trabalhistas está caindo no Brasil. Em 2000, tramitaram na Justiça do Trabalho 2,5 milhões de ações. No ano passado, foram 2,2 milhões. A explicação está nas comissões de conciliação, recurso criado para evitar que um processo chegue aos tribunais. Alguns juízes não gostam das comissões. A razão é simples. Como menos processos chegam a suas mãos, eles perdem parte do poder.

 

A NOVA VERSÃO DA BELÍNDIA

Helvio Romero/AE


O economista Edmar Bacha usou uma imagem geográfica para dizer que no Brasil conviviam dois países, o moderno e o atrasado. Era a Belíndia. O vice-presidente da Nossa Caixa, Joaquim Elói de Toledo, prefere dizer que, em vez de dois países distintos, há um só, com momentos históricos diferentes. Há o Brasil moderno. E há o Brasil atrasado que não chegou à Revolução Francesa. Um exemplo são os privilégios de alguns poucos, como as aposentadorias milionárias.

 

O DILEMA DO NOME DO BEBÊ

Paulo Jares


Casais de nacionalidades diferentes podem enfrentar certa dificuldade ao escolher o nome dos filhos. Isso acontece quando pai e mãe insistem para que o nome do bebê seja comum em seu país, não no do outro. Na semana passada, a atriz brasileira Cristiana Reali, casada com um francês, teve a segunda filha, cujo nome é Toscane. O nome, exótico, existe na França, mas é muito raro, mesmo por lá.

 

O ÁLCOOL E O BAFÔMETRO

Claudine Petroli


O especialista em segurança no trânsito Roberto Scaringella ficou indignado ao saber que 60% das mortes ocorridas nas estradas durante o Carnaval foram provocadas pelo excesso de consumo de álcool. Ele recomenda às autoridades que adotem duas providências no próximo feriadão: façam mais blitze e submetam motoristas ao teste do bafômetro. O trânsito nas rodovias vai piorar, mas as pessoas vão chegar em casa vivas.





Foto Gladstone Campos


Editado por Amauri Segalla.
Colaboraram Camila Antunes e Cristina Charão


 
 

   
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