| |
|
"O Brasil está prestes a explodir
com suas riquezas naturais e toda a potencialidade de seu
povo. Basta acreditar e usar a criatividade em sua plenitude."
Claudenir Cavalari
Maringá, PR
|
|
Transbrasiliana
Foi uma grata surpresa constatar que as margens da BR-153
tiveram tantas mudanças positivas desde minha última
aventura
por boa parte dela, em 1995, quando fui de São Paulo a Balsas,
no Maranhão, onde tenho parentes que a utilizam com grande
freqüência. Na ocasião, pude perceber que conhecer
o interior
do Brasil é, além de dever cívico, um prazer
sem igual ("O Brasil profundo", 5 de janeiro).
Dilson Carlos Carreira
Brotas, SP
Ao ler a excelente reportagem, tomo a liberdade de cumprimentá-los
pela oportunidade do tema, que expõe mais uma faceta de um
Brasil que cresce e se expande e de um povo corajoso, cheio de fé
e de esperança, capaz de superar obstáculos, enfrentar
desafios e ocupar todas as fronteiras do país com trabalho,
tecnologia e dignidade. O eixo rodoviário que atravessa os
grotões do Brasil de norte a sul, conhecido como Rodovia
Transbrasiliana, e designado como BR-153, pouco conhecido e nem
sempre valorizado, simboliza a verdadeira integração
do povo brasileiro, unindo costumes, percorrendo diversos Estados
e atraindo para o interior o desenvolvimento e o progresso. A reportagem
mostra a capacidade do brasileiro para vencer desafios, enfrentar
o desconhecido e levar o desenvolvimento a novas fronteiras. Isso
se faz com pioneirismo, com tecnologia, com sacrifício, com
bravura e coragem. É preciso também o apoio decidido
das autoridades, dos governos e dos legisladores responsáveis
pelas obrigações do Poder Público, tais como:
estradas, energia, escola, saúde e segurança. A matéria
mostrou com muita propriedade os fatores multiplicadores de produtividade
do eixo imaginário BR-153, em torno do qual se delineia um
novo Brasil formado de brasileiros oriundos de diversos Estados,
nativos da região ou descendentes de imigrantes que planejam
cidades, aumentam a produtividade agropecuária, experimentam
tecnologias avançadas e oferecem novas perspectivas turísticas.
No entanto, a reportagem esqueceu ou omitiu o descaso com que as
autoridades governamentais administram a importante estrada que
um dia ainda será reconhecida como a verdadeira rodovia de
integração do Mercosul.
Ivo Carlos Arnt
Tibagi, PR
Não sei se é vantajoso para Uberlândia
ser considerada a capital do Triângulo Mineiro. Isso faz com
que ela receba grande número de pessoas à procura
de maiores tecnologias nos hospitais públicos e que nem os
enfermos da cidade nem seus visitantes tenham um atendimento rápido
e de qualidade, uma vez que todas as verbas destinadas à
saúde não são suficientes para a compra de
medicamentos e a manutenção hospitalar. Além
disso, a cidade recebe muitos desempregados em busca de uma vida
melhor, aumentando as dificuldades para obter um serviço.
Conseqüentemente, a violência e a criminalidade crescem,
podendo ser comparadas com as grandes capitais brasileiras.
Eduardo Henrique da Cunha Moreira
Uberlândia, MG
Ronaldo Nazário de Lima
Simplesmente emocionante a entrevista que o jogador Ronaldinho
concedeu a VEJA (Amarelas, 5 de janeiro). Maravilhosas as perguntas
e sensacionais as respostas. Confesso que nunca me interessei tanto
pelo astro do futebol, mas a entrevista me fez pensar melhor a respeito
de nosso atleta. Ronaldinho está passando por um de seus
piores momentos, tanto no futebol quanto na família, por
causa da briga com a sogra. Mas, se Deus quiser, esse grande herói
sairá dessa crise e dará a volta por cima, como muitos
o fazem.
Marcelo Teixeira
São Paulo, SP
Acho que Ronaldinho agiu errado ao vender a Ferrari. O dinheiro
é dele, e é ganho de maneira honesta. Portanto, pode
gastá-lo da maneira que bem entender. Os invejosos que vão
catar coquinho.
Rogério Itokazu
São Paulo, SP
Apesar de não ser fanático pelo futebol do atleta,
achei excelente a entrevista, pois mostrou seu lado humano. De um
lado, o garotão que gosta do McDonald's e da internet, que
tem medo do escuro e que ainda vai para a cama do pai quando está
em dificuldades. Do outro, o homem maduro que busca a construção
da própria identidade, que é capaz de renunciar sem
traumas ao sonho infantil de possuir uma Ferrari. Mesmo que não
volte mais a jogar, tem tudo para ficar na história.
Carlos Roberto Ernesto
da Silva
Brasília, DF
Adorei a entrevista com Ronaldinho, ele provou que não
é nada daquilo que a mídia tenta fazer dele. Não
deixou a fama lhe subir à cabeça, coisa muito comum,
e sabe que, para continuar tendo tudo o que tem, deve lutar bastante,
como fez até agora, sem perder a emoção por
estar fazendo o que gosta. Sinceramente, acredito que o Brasil deveria
acreditar mais nesse atleta, e não recriminá-lo, como
fez o rei Pelé, o qual provavelmente já deve ter esquecido
como é difícil ser reconhecido neste país.
Sibelle Jakobi
Curitiba, PR
Acabei de receber minha VEJA da semana e, como de costume, já
me coloquei a lê-la. Foi um imenso prazer descobrir nas páginas
amarelas nosso Ronaldinho. Há poucos dias, tive a oportunidade
de assistir a uma entrevista sua pela TV e fiquei impressionado
com sua simplicidade, ótima cabeça e grande inteligência.
Impressionou-me também sua rapidez de raciocínio e
o nível cultural, pois, até onde sei, sua formação
é de pessoa simples de família humilde. Quando começaram
a vir as notícias a respeito de suas conquistas profissionais,
financeiras e pessoais, tudo acontecendo de forma rápida
e com enormes proporções, sua família um pouco
desequilibrada e com sérios problemas de relacionamento,
segundo o que se noticiava, pensei: em pouquíssimo tempo
a cabeça desse rapaz vai dar um nó. Era muita fama,
poder, dinheiro, mulheres, enfim todo o tipo de assédio comum
às pessoas com notoriedade, mas bem complicado para um garoto
de aproximadamente 20 anos e que nunca havia convivido com tudo
isso e de forma tão exagerada. Roberto
Silva
Florianópolis, SC
Devo parabenizar VEJA pela entrevista com Ronaldinho. Entrevistas
como essa são fundamentais para construir um espírito
mais humano entre os brasileiros, em especial a imprensa, que idealiza
e destrói mitos a todo momento. Ronaldo é e sempre
será meu ídolo do futebol brasileiro.
Mila Batista
Divinópolis, MG
Sou assinante de VEJA há algum tempo e fiquei indignado
ao ler na entrevista do jogador Ronaldinho a forma como ele e a
esposa, Milene, escolheram o nome do filho: Ronald, por causa do
personagem da rede de lanchonetes McDonald's. Imaginem se a moda
pegar, como aconteceu com o episódio Xuxa e Sasha, vão
aparecer muitos "Big Mac da Silva", "McChicken Barbosa", "Batata
Média Oliveira", "Sundae de Chocolate Alves".
Rogerio Bardou Fontana
Cosmópolis, SP
Números
Em razão do noticiado na coluna "Números" (Holofote,
22 de dezembro), esclarecemos que, diversamente do publicado, o
salário de um policial militar após cinco anos de
serviço atinge o patamar de 850 reais e não 1.500,
como foi informado.
Capitão Edson de Jesus Sardano
Seção de relações públicas da
Polícia Militar de São Paulo
São Paulo, SP
Esporte
Fico triste em saber que uma atleta tão brilhante como
Ana Moser esteja abandonando o vôlei. Talvez por falta de
informações, por cirurgias malsucedidas, a atleta
esteja deixando uma carreira que em minha opinião estava
em seu auge. Ana Moser conseguiu fazer as adversárias respeitarem
o time do Brasil. Reconhecida duas vezes como a melhor do mundo,
a atleta é símbolo de garra e muitas vezes me emocionou
ao assistir aos jogos da seleção. O Brasil perde uma
jogadora esplêndida, que infelizmente não poderemos
acompanhar nas Olimpíadas de Sydney. O que resta a fazer
é torcer para que você, "Aninha", seja feliz naquilo
que escolher fazer daqui para a frente, e quem sabe não volte
atrás nessa decisão tão dolorosa para todos
nós ("Vencida pela dor", 8 de dezembro).
Luís Felipe J. Lorenzoni
Brusque, SC
Fernando Henrique Cardoso
Gostaria de parabenizar VEJA pela entrevista com nosso presidente
da República. Sempre o achei competente para governar este
país e levá-lo adiante, mesmo com essa crise cambial
e econômica que nos afetou, e muito, mas que não foi
sua culpa. Ele está conseguindo sair dessa como nenhum conseguiria.
Meus parabéns, presidente (Amarelas, 22 de dezembro).
André Gazzinelli
Porto Seguro, BA
Quando o presidente diz que a perda de popularidade não
significou a perda de voto no Congresso, realmente está dizendo
a verdade, pois lá ele nunca precisou de popularidade, e
sim de muito dinheiro, com liberação de verbas para
os deputados e senadores, bem como em troca também de inúmeros
favores pessoais.
Ângelo Américo Zanon
Uberlândia, MG
Século 20
A edição de 22 de dezembro transformou-se de revista
semanal em eterna. Guardarei e conservarei este exemplar histórico
para que minha filha, hoje com 5 meses de idade, possa um dia saber
tudo sobre o século em que nasceu.
Marcus Vinícius R.S. Lima
Maceió, AL
|
|