Edição 1 631 - 12/1/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Roberto Campos
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Veja recomenda

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 


"O Brasil está prestes a explodir com suas riquezas naturais e toda a potencialidade de seu povo. Basta acreditar e usar a criatividade em sua plenitude."
Claudenir Cavalari
Maringá, PR

 

Transbrasiliana

Foi uma grata surpresa constatar que as margens da BR-153
tiveram tantas mudanças positivas desde minha última aventura
por boa parte dela, em 1995, quando fui de São Paulo a Balsas,
no Maranhão, onde tenho parentes que a utilizam com grande freqüência. Na ocasião, pude perceber que conhecer o interior
do Brasil é, além de dever cívico, um prazer sem igual ("O Brasil profundo", 5 de janeiro).

Dilson Carlos Carreira
Brotas, SP

Ao ler a excelente reportagem, tomo a liberdade de cumprimentá-los pela oportunidade do tema, que expõe mais uma faceta de um Brasil que cresce e se expande e de um povo corajoso, cheio de fé e de esperança, capaz de superar obstáculos, enfrentar desafios e ocupar todas as fronteiras do país com trabalho, tecnologia e dignidade. O eixo rodoviário que atravessa os grotões do Brasil de norte a sul, conhecido como Rodovia Transbrasiliana, e designado como BR-153, pouco conhecido e nem sempre valorizado, simboliza a verdadeira integração do povo brasileiro, unindo costumes, percorrendo diversos Estados e atraindo para o interior o desenvolvimento e o progresso. A reportagem mostra a capacidade do brasileiro para vencer desafios, enfrentar o desconhecido e levar o desenvolvimento a novas fronteiras. Isso se faz com pioneirismo, com tecnologia, com sacrifício, com bravura e coragem. É preciso também o apoio decidido das autoridades, dos governos e dos legisladores responsáveis pelas obrigações do Poder Público, tais como: estradas, energia, escola, saúde e segurança. A matéria mostrou com muita propriedade os fatores multiplicadores de produtividade do eixo imaginário BR-153, em torno do qual se delineia um novo Brasil formado de brasileiros oriundos de diversos Estados, nativos da região ou descendentes de imigrantes que planejam cidades, aumentam a produtividade agropecuária, experimentam tecnologias avançadas e oferecem novas perspectivas turísticas. No entanto, a reportagem esqueceu ou omitiu o descaso com que as autoridades governamentais administram a importante estrada que um dia ainda será reconhecida como a verdadeira rodovia de integração do Mercosul.
Ivo Carlos Arnt
Tibagi, PR

Não sei se é vantajoso para Uberlândia ser considerada a capital do Triângulo Mineiro. Isso faz com que ela receba grande número de pessoas à procura de maiores tecnologias nos hospitais públicos e que nem os enfermos da cidade nem seus visitantes tenham um atendimento rápido e de qualidade, uma vez que todas as verbas destinadas à saúde não são suficientes para a compra de medicamentos e a manutenção hospitalar. Além disso, a cidade recebe muitos desempregados em busca de uma vida melhor, aumentando as dificuldades para obter um serviço. Conseqüentemente, a violência e a criminalidade crescem, podendo ser comparadas com as grandes capitais brasileiras.
Eduardo Henrique da Cunha Moreira
Uberlândia, MG

 

Ronaldo Nazário de Lima

Simplesmente emocionante a entrevista que o jogador Ronaldinho concedeu a VEJA (Amarelas, 5 de janeiro). Maravilhosas as perguntas e sensacionais as respostas. Confesso que nunca me interessei tanto pelo astro do futebol, mas a entrevista me fez pensar melhor a respeito de nosso atleta. Ronaldinho está passando por um de seus piores momentos, tanto no futebol quanto na família, por causa da briga com a sogra. Mas, se Deus quiser, esse grande herói sairá dessa crise e dará a volta por cima, como muitos o fazem.
Marcelo Teixeira
São Paulo, SP

Acho que Ronaldinho agiu errado ao vender a Ferrari. O dinheiro é dele, e é ganho de maneira honesta. Portanto, pode gastá-lo da maneira que bem entender. Os invejosos que vão catar coquinho.
Rogério Itokazu
São Paulo, SP

Apesar de não ser fanático pelo futebol do atleta, achei excelente a entrevista, pois mostrou seu lado humano. De um lado, o garotão que gosta do McDonald's e da internet, que tem medo do escuro e que ainda vai para a cama do pai quando está em dificuldades. Do outro, o homem maduro que busca a construção da própria identidade, que é capaz de renunciar sem traumas ao sonho infantil de possuir uma Ferrari. Mesmo que não volte mais a jogar, tem tudo para ficar na história.
Carlos Roberto Ernesto da Silva
Brasília, DF

Adorei a entrevista com Ronaldinho, ele provou que não é nada daquilo que a mídia tenta fazer dele. Não deixou a fama lhe subir à cabeça, coisa muito comum, e sabe que, para continuar tendo tudo o que tem, deve lutar bastante, como fez até agora, sem perder a emoção por estar fazendo o que gosta. Sinceramente, acredito que o Brasil deveria acreditar mais nesse atleta, e não recriminá-lo, como fez o rei Pelé, o qual provavelmente já deve ter esquecido como é difícil ser reconhecido neste país.
Sibelle Jakobi
Curitiba, PR

Acabei de receber minha VEJA da semana e, como de costume, já me coloquei a lê-la. Foi um imenso prazer descobrir nas páginas amarelas nosso Ronaldinho. Há poucos dias, tive a oportunidade de assistir a uma entrevista sua pela TV e fiquei impressionado com sua simplicidade, ótima cabeça e grande inteligência. Impressionou-me também sua rapidez de raciocínio e o nível cultural, pois, até onde sei, sua formação é de pessoa simples de família humilde. Quando começaram a vir as notícias a respeito de suas conquistas profissionais, financeiras e pessoais, tudo acontecendo de forma rápida e com enormes proporções, sua família um pouco desequilibrada e com sérios problemas de relacionamento, segundo o que se noticiava, pensei: em pouquíssimo tempo a cabeça desse rapaz vai dar um nó. Era muita fama, poder, dinheiro, mulheres, enfim todo o tipo de assédio comum às pessoas com notoriedade, mas bem complicado para um garoto de aproximadamente 20 anos e que nunca havia convivido com tudo isso e de forma tão exagerada. Roberto Silva
Florianópolis, SC

Devo parabenizar VEJA pela entrevista com Ronaldinho. Entrevistas como essa são fundamentais para construir um espírito mais humano entre os brasileiros, em especial a imprensa, que idealiza e destrói mitos a todo momento. Ronaldo é e sempre será meu ídolo do futebol brasileiro.
Mila Batista
Divinópolis, MG

Sou assinante de VEJA há algum tempo e fiquei indignado ao ler na entrevista do jogador Ronaldinho a forma como ele e a esposa, Milene, escolheram o nome do filho: Ronald, por causa do personagem da rede de lanchonetes McDonald's. Imaginem se a moda pegar, como aconteceu com o episódio Xuxa e Sasha, vão aparecer muitos "Big Mac da Silva", "McChicken Barbosa", "Batata Média Oliveira", "Sundae de Chocolate Alves".
Rogerio Bardou Fontana
Cosmópolis, SP

 

Números

Em razão do noticiado na coluna "Números" (Holofote, 22 de dezembro), esclarecemos que, diversamente do publicado, o salário de um policial militar após cinco anos de serviço atinge o patamar de 850 reais e não 1.500, como foi informado.
Capitão Edson de Jesus Sardano
Seção de relações públicas da Polícia Militar de São Paulo
São Paulo, SP

 

Esporte

Fico triste em saber que uma atleta tão brilhante como Ana Moser esteja abandonando o vôlei. Talvez por falta de informações, por cirurgias malsucedidas, a atleta esteja deixando uma carreira que em minha opinião estava em seu auge. Ana Moser conseguiu fazer as adversárias respeitarem o time do Brasil. Reconhecida duas vezes como a melhor do mundo, a atleta é símbolo de garra e muitas vezes me emocionou ao assistir aos jogos da seleção. O Brasil perde uma jogadora esplêndida, que infelizmente não poderemos acompanhar nas Olimpíadas de Sydney. O que resta a fazer é torcer para que você, "Aninha", seja feliz naquilo que escolher fazer daqui para a frente, e quem sabe não volte atrás nessa decisão tão dolorosa para todos nós ("Vencida pela dor", 8 de dezembro).
Luís Felipe J. Lorenzoni
Brusque, SC

 

Fernando Henrique Cardoso

Gostaria de parabenizar VEJA pela entrevista com nosso presidente da República. Sempre o achei competente para governar este país e levá-lo adiante, mesmo com essa crise cambial e econômica que nos afetou, e muito, mas que não foi sua culpa. Ele está conseguindo sair dessa como nenhum conseguiria. Meus parabéns, presidente (Amarelas, 22 de dezembro).
André Gazzinelli
Porto Seguro, BA

Quando o presidente diz que a perda de popularidade não significou a perda de voto no Congresso, realmente está dizendo a verdade, pois lá ele nunca precisou de popularidade, e sim de muito dinheiro, com liberação de verbas para os deputados e senadores, bem como em troca também de inúmeros favores pessoais.
Ângelo Américo Zanon
Uberlândia, MG

 

Século 20

A edição de 22 de dezembro transformou-se de revista semanal em eterna. Guardarei e conservarei este exemplar histórico para que minha filha, hoje com 5 meses de idade, possa um dia saber tudo sobre o século em que nasceu.
Marcus Vinícius R.S. Lima
Maceió, AL

 

 


 

 

Às Suas Ordens

Para assinar VEJA ou solicitar
os serviços ao assinante, ligue:
Na Grande São Paulo (11) 3990-2112
Outras localidades
0800-552112
Estamos à sua disposição de segunda
a sexta, das 8 às 22 horas
Fax: (11) 3361-5600
Internet:
Para fazer novas assinaturas:
abril.assinaturas@abril.com.br
Serviços ao assinante:
abrilsac@abril.com.br
Para se corresponder com a redação de VEJA:
As cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para:
Diretor de Redação, VEJA
Caixa Postal 11 079
CEP 05422-970, São Paulo, SP
Fax: (11) 3037-5638

e-mail: veja@abril.com.br

Por motivos de espaço ou de clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

Para comprar números atrasados:
Central de Atendimento
Caixa Postal 14151
São Paulo - SP
CEP 02799-970
Tel: (11) 3990-2200
Fax: (11) 3990-2233
De segunda a sexta, das 8 às 22 horas
e-mail:
abrilea@abril.com.br
Reprints Editoriais
Você pode solicitar cópias das reportagens de VEJA (mínimo de 500) até uma semana depois da publicação.
Ligue para (11) 3037-5138
Para anunciar, ligue 0800-166676
Para informações sobre VEJA NA SALA DE AULA, ligue:
Grande São Paulo: (11) 3990-2112
Demais cidades: 0800-552112
De segunda a sexta, das 8 às 22 horas
Na Internet
http://www.veja.com.br
http://www2.uol.com.br/veja

 


Copyright © 2000, Abril S.A.