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Edição 1 781 - 11 de dezembro de 2002
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"Tomara que o dragão da inflação, ao expelir suas chamas, não queime nossos bolsos, transformando-os em cinzas."
Augusto César Santiago Araújo Júnior
Aracaju, SE

Inflação

É incrível como a inflação disparou nestes últimos meses. Se os novos governantes nada fizerem, viveremos outra vez o período Collor. Aqui em Porto Alegre o gás de cozinha chega a até 26,50 reais. O preço do óleo, do arroz, do feijão e do açúcar disparou. Com essa alta do dólar e a elevação dos índices IPCA e IGP-M, é realmente possível que aquela época de remarcação de preços diária volte ("Ele voltou", 4 de dezembro).
Antônio Felipe Pinto Purcino
Porto Alegre, RS

Enquanto houver essa espécie predadora do bem-estar social, os especuladores, o dragão da inflação não será extinto. Seja com o dólar, seja com os preços, ele está sempre de plantão para tirar proveito da situação.
Domingos Sávio Giordani
Lyon, França

Ele voltou. E consigo trouxe um saco cheio de presentes: desemprego, fome, miséria e más condições de saúde. Um "verdadeiro" presente de Natal.
Antonio Auggusto João
São Paulo, SP

O brasileiro, com seu admirável humor, criou alguns ícones para representar seus algozes: o leão, do imposto de renda, e o dragão, da indesejável inflação. Resta apenas ao brasileiro autodenominar-se burro.
Adauto Barbosa
Rio de Janeiro, RJ

Meu filho Bruno (7 anos) viu o dragão e a frase "Ele voltou" na capa de VEJA e perguntou quem estaria de volta. Eu lhe respondi: "O dragão da inflação". Ele pensou um pouco e perguntou: "O que é inflação? Esse dragão vai destruir a nossa casa?". Naquele momento percebi quanto fomos felizes durante oito anos e não sabíamos.
Cilene de Oliveira Cebolão
Belém, PA

O Brasil precisa de um herói para acabar de vez com esse dragão e salvar nosso país. Mas quem será ele? Onde estará? E, principalmente, quando chegará?
Rodrigo Paes Lima
Goiânia, GO

A capa da edição 1 780 é um aviso aos eleitores de Serra de como o PT herdará o governo. Depois não venham com a história de que a inflação começou a subir em janeiro de 2003.
Oscar Baptista
Recife, PE

 

José María Aznar

A Espanha é o perfeito modelo de desenvolvimento econômico a levar em consideração. Concordo com muitos dos comentários feitos pelo primeiro-ministro da Espanha, mas não concordo com ele quando não reconhece que tudo isso foi possível principalmente graças às subvenções que a comunidade européia deu a seu país, a partir do momento em que se tornou um de seus membros, em 1986. Isso demonstra que sem financiamento barato não se consegue fazer essa transformação em duas décadas. As reformas estruturais sozinhas não são suficientes. O Plano Marshall permitiu efetivamente à Europa sair da crise originada pela II Guerra Mundial. A comunidade européia foi o Plano Marshall da Espanha. A pergunta então é: qual será o Plano Marshall do Brasil? (Amarelas, 4 de dezembro).
Géraldine Arnaud
São Paulo, SP

José María Aznar é um típico político moderno que suscita credibilidade e confiança na rota por ele traçada. É um administrador, um articulador, um comandante – enfim, um profissional de resultados. Fica evidente que o comandante tem o dever de se articular com todas as forças vivas, sejam políticas, sejam da sociedade civil, somadas à tripulação em geral, para navegar com segurança no mar revolto da instabilidade mundial.
Ângela Luiza S. Bonacci
Pindamonhangaba, SP

"Fazer a lição de casa." Com essa frase o primeiro-ministro espanhol, José María Aznar, resume pragmaticamente o caminho às vezes impopular e difícil para a retomada do crescimento. Somente agindo assim nosso novo governo talvez consiga um desenvolvimento a longo prazo, reconquistando credibilidade internacional e investimentos externos.
Eduardo Toledo da Silva
São Paulo, SP

 

Claudio de Moura Castro

Sobre o artigo "Nelson Freire ou Mozart?" (Ponto de vista, 4 de dezembro), de Claudio de Moura Castro, tenho a dizer que a abordagem utilizada foi brilhante. Como professora há dois anos, sempre tive a certeza da importância da sedução e da apresentação do conteúdo em sala de aula. Pena que os responsáveis pela maioria de nossos cursos de formação de professores (de graduação e pós-graduação) não pensem da mesma forma. Seria necessária uma reformulação nesse sentido.
Andrea Cezne
Santa Maria, RS

 

Gisele Bündchen

Gostaria de demonstrar minha indignação com a frase proferida pela modelo, menos famosa, Ana Hickmann (Veja essa, 4 de dezembro). Dizer que a Gisele Bündchen não foi a primeira brasileira a estourar é muita dor-de-cotovelo. Nenhuma outra modelo brasileira chegou aonde ela está, e provavelmente nunca chegará.
Natasha Vellasco

Niterói, RJ

 

Tucanos

Aécio e Alckmin hoje, juntos, enfrentam o próprio PSDB. Depois enfrentarão Lula e questionarão o PT. Mais na frente se enfrentarão para disputar a Presidência da República. Nessa última disputa, o neto de Tancredo tende a ser o vitorioso ("A rebelião dos tucanos", 4 de dezembro).
Mariana Cunha
Brasília, DF

 

População

Se o estudo em que se baseia a reportagem "Onde estão os negros?" (4 de dezembro) é profundo, o produto final é superficial. O fator escolaridade: esse abismo da permanência do negro na escola poderia ser eliminado se o ensino oficial cumprisse o quesito de qualidade desejável de trinta ou quarenta anos atrás. O negro não precisa de esmola. Ele quer o lugar a que todo brasileiro tem direito. As cotas são a oficialização do preconceito, reforçado lingüisticamente pela denominação afrodescendentes. (O corretor de meu computador sublinhou em vermelho essa palavra! Tomara que ela não entre para o dicionário!) Tal gentílico só seria legítimo se a ele se contrapusesse vocábulos como eurodescendentes (aplicado aos de cor branca), nativos ou indo-descendentes, para representar a gama de raças que constitui o homem brasileiro. Cotas não são oportunidade!
Vera Lúcia Pereira dos Santos
Ribeirão Preto, SP

Mais uma vez VEJA presta um inestimável serviço à causa da igualdade em nosso país. Tanto no editorial (Carta ao leitor) quanto na reportagem, que evidencia o "funil racial" através de texto irrespondível mesmo pelo mais empedernido racista, VEJA demonstra a urgência de encararmos o que chama de "desafio da igualdade de oportunidades para todos os cidadãos". Parabéns!
Aleixo Paraguassú Netto
Presidente do Conselho Estadual de Desenvolvimento
e Defesa dos Direitos do Negro de Mato Grosso do Sul
Campo Grande, MS

Nesse pingue-pongue sociológico, os consultores de RH e as empresas continuam vetando a ascensão dos negros, com o pretexto da "boa aparência", dando a entender que racismo é algo longe de nossa realidade.
Edison Orlando
São Paulo, SP

 

Celular

Eu detestava telefone celular, mas agora estou convencido de que esse negócio poderá tornar-se a melhor invenção de todos os tempos ("Eu odeio celular", 4 de dezembro). Qualquer brasileiro que não esteja naquela faixa dos 23 milhões de miseráveis que não têm o que comer pode comprar um aparelho. O povo poderia usar o celular para reclamar e protestar, porque na maioria dos números de atendimento ao cliente a ligação é gratuita. Assim sendo, deveríamos fazer um movimento para tornar o celular um objeto útil para a sociedade. Que tal uma campanha com o seguinte slogan: "Use seu celular para fazer reclamações"?
Wilson Gordon Parker
Macaé, RJ

 

Spam

Cumprimento-os pela reportagem sobre mensagens de e-mail indesejadas, os spams ("Este homem manda 5 bilhões de e-mails por mês", 4 de dezembro). Existe, realmente, a necessidade de algumas adaptações legais para que haja a punição de ilícitos e também a garantia de direitos no ambiente virtual, o ciberespaço.
Omar Kaminski

Editor de internet e tecnologia da revista Consultor Jurídico
Curitiba, PR

 

Produtos orgânicos

Sobre a reportagem "A religião da pureza" (4 de dezembro), gostaria de informar que em Santa Catarina existe uma lei estadual, de autoria do deputado Afrânio Boppré (PT), que instituiu a merenda escolar orgânica em todas as escolas públicas estaduais. A lei foi sancionada em 18 de junho deste ano.
Regina Zandomênico
Florianópolis, SC

 

Gugu

O programa do Gugu e o de seu concorrente, o tal Domingão do Faustão, são tão repugnantes que merecem somente uma coisa: uma enorme lata de lixo. É inacreditável a chatice, a vulgaridade, o ridículo e a breguice presentes em tais programas. Utilizando-se não poucas vezes de quadros apelativos, sensacionalistas e piegas, com total desprezo à verdadeira informação, à cultura e à capacidade intelectual do telespectador, eles nos brindam todo domingo com um show de imbecilidades. Desejo sinceramente que em 2003 esses programas grotescos saiam do ar. Se isso acontecer, estarão fazendo um serviço à nação e ao meu estômago ("Gugu magoou", 4 de dezembro).
Adriano Aparecido Bruno
Bauru, SP

 

Escultor de cadáveres

Mary Shelley deixou um súdito: o doutor Gunther von Hagens ("Médico e açougueiro", 4 de dezembro). No filme Anatomia, com Franka Potente, os vilões da história fazem "arte" semelhante, e a polêmica instaurada é o processo. Doutor Von "Hagenstein" diz que o método para imortalizar cadáveres em esculturas consiste em substituir todos os líquidos do corpo por uma espécie de silicone. No filme, o método é o mesmo; porém, o processo consiste em pegar as pessoas ainda vivas para que essa espécie de silicone seja infiltrada em todo o organismo através da circulação. Fiquei intrigado com o processo feito por Von Hagens. Como se dá? Como ele substitui os líquidos em cadáveres se não há mais circulação sanguínea?
Carlos Henrique Schroeder
Jaraguá do Sul, SC

O anatomista Gunther von Hagens faz arte. Toda matéria pode ser usada artisticamente, a beleza é diferenciada pela originalidade. Quem acha que sua exposição explora de maneira vulgar o corpo humano deve pensar que a decomposição do cadáver em um túmulo é mais "respeitosa" para o indivíduo. As pessoas devem deixar de lado toda religião, ciência e limitações para admirar um dom artístico. E von Hagens uniu tudo isso para gritar ao mundo que nosso corpo é uma verdadeira obra de arte, sendo até mesmo desnecessária a vida para provar isso.
Henrick Baratella
Itapira, SP

Quando os nazistas começaram a subir ao poder na Alemanha, deixou-se de ensinar ética médica nas faculdades germânicas. Não é de estranhar que tantos médicos participassem das "experiências" nos campos de concentração. A ética médica só voltou a ser ensinada na década de 60. Primeira conclusão: deve haver ainda um bom número de médicos alemães na ativa que não compartilham os mesmos ideais éticos de seus colegas ocidentais. Segunda: dois filmes abordam bem o assunto, Anatomia, que se passa justamente em Heidelberg, e Rios Vermelhos, na França. Será que os médicos europeus estão deixando mesmo a ética de lado e se tornando pessoas como o citado Von Hagens?
Celio Levyman
São Paulo, SP

Assisti à exposição em Bruxelas e pude constatar seu caráter didático, o qual, na minha opinião, deve ser realçado – ainda que possa haver dúvidas quanto à qualidade artística. Aprendi muito ao ter acesso à técnica inovadora utilizada para mostrar o corpo humano em todas as suas dimensões e estruturas, com grande realismo. A experiência foi certamente enriquecedora sob esse ponto de vista. A reportagem de VEJA me pareceu, pois, parcial e simplista.
Márcia da Mota Darós
Maastricht, Holanda

De tudo o que já vi até hoje, nada me enojou mais do que o que esse anatomista está fazendo. Um desrespeito total, desmedido, à dignidade humana.
Mário Sérgio de Souza
Londrina, PR

O senhor Gunther von Hagens não merece comentário (nem mesmo este), pois está à procura de exibição.
Luiz Lima
Nova York, EUA

 

Diogo Mainardi

O piadista inveterado Diogo Mainardi deveria ampliar seus trabalhos, que atualmente se resumem a artigos no estilo pastelão, para programas de rádio e TV ("O Show da Fome", 4 de dezembro)!
Túlio Torres Vargas
Itajubá, MG

Diogo Mainardi é um atentado à nossa inteligência. Em "O Show da Fome", abusou da falta de sensibilidade e de respeito ao tratar de um tema que atinge 800 milhões de pessoas no mundo: a fome. Em vez de uma ironia inteligente, seu texto foi uma piada. Sem graça.
Alexis Leiria
Porto Alegre, RS

 

Arc

O inconformismo é extremo ao ver uma horda de indivíduos banalizarem o centro de São Paulo, parando centenas de ônibus no meio de uma grande avenida, impedindo que qualquer veículo pudesse passar ("Arc e as manifestações de rua", 4 de dezembro). Sem o intuito de descobrir os culpados por tais atos irresponsáveis, é necessário deixar enfatizado que mais uma vez a população foi a grande vítima. O povo mais uma vez ficou desamparado. No meio do trânsito, dos assaltos, quiçá da martirizadora rotina de uma metrópole. Sem ordem, sem respeito, sem direito. O povo sofre, principalmente, em vista da ignóbil consciência de alguns indivíduos da nossa sociedade. Abraços, Arc!
Fabio Chusyd
São Paulo, SP

Arc, faça como eu. Tente entender os adultos. Mas só tente entendê-los, não seja como alguns deles.
Jéssica Gomes, 13 anos
Volta Redonda, RJ

 

Tocantins

As insinuações vagas contra Brito Miranda, atribuídas à Polícia Federal, não caracterizam nenhum indício ou processo que agora venham a deslustrar seu currículo. Em relação ao governador eleito, seu crime é ser filho de Brito Miranda, filiação que muito honra a ele e ao povo do Tocantins. No que se refere às relações entre o futuro presidente e o futuro governador, VEJA especula, sem nenhuma fonte que as confirmem ("Eles foram rejeitados", 4 de dezembro).
Sebastião Vieira de Melo
Secretário de comunicação do governo do Estado do Tocantins
Palmas, TO

 

Especial Investimento

Com relação à reportagem "Não deixe o leão esmagar seus ganhos" (Edição Especial Investimento, dezembro de 2002), ao contrário do publicado, esclarecemos que a gestão de fundos de investimento realizada pelo Citibank não prevê a compensação das rentabilidades e as conseqüentes deduções no imposto de renda.
Gilberto Galan
Diretor-executivo de assuntos corporativos
São Paulo, SP

Gostaria de cumprimentar VEJA pela Edição Especial Investimento. Mais uma vez, a revista vem contribuir para o maior esclarecimento e orientação de seus leitores num assunto tão importante e discutido atualmente.
Eloy Jorge Binder
São Paulo, SP

 

Câncer

Fui entrevistada para a reportagem "Terapia da alma" (4 de dezembro). Meu depoimento saiu como se eu estivesse agora, aos 40 anos, enfrentando o meu terceiro tumor. Isso foi dois anos atrás. Agora eu estou bem.
Priscilla Coutinho
Vassouras, RJ

 

CORREÇÕES: Na coluna Em foco (4 de dezembro), onde se lê que a expectativa de IGP-M seria de 30,52%, leia-se 31,19%. No especial regional VEJA Fortaleza (novembro de 2002), o preço correto da taça de vinho Reserva da Cantina servida no Café Crème é de 4 reais e o crêpe suzette é flambado com cointreau, diferentemente do que foi publicado.

 




O PRIMEIRO VÔO DE VEJA

O comandante de aviação aposentado Frederico Tolla, de Florianópolis, Santa Catarina, releu na VEJA on-line, na internet, a Carta do editor assinada por Victor Civita na primeira edição da revista, em setembro de 1968. "Onde quer que você esteja, na vastidão do território nacional, estará lendo estas linhas praticamente ao mesmo tempo que todos os demais leitores do país", dizia o texto de Civita. A frase remeteu o leitor aos tempos em que, como co-piloto da Varig, transportou, sob ruidosa tempestade, a primeira edição de VEJA para Vitória, Ilhéus e Salvador, a bordo de um velho DC-3. Tolla se lembra de ter brincado com o comandante: "Ainda bem que está chovendo bastante, pois essa quantidade toda de revistas, misturada com toda essa gasolina, deve acender uma bela de uma fogueira", disse então, causando um arrepio no piloto. "A única coisa que eu não podia imaginar era que a tal fogueira que VEJA acenderia seria a de debates na sociedade brasileira e que essas chamas arderiam por décadas a fio", recorda, nostálgico.



OS PÉS DO ARC

Impacto Quadrinhos


A leitora Maria Gorete Soares Franco, de Volta Redonda, Estado do Rio, tem uma curiosidade: quer saber como são os pés do Arc. Ela disse que gostaria de vê-lo "surfando nas praias nordestinas ou pescando no Rio Araguaia". Arc tirou o tênis e pegou uma onda só para atender ao pedido da leitora.



CONTATO COM O RE VIDA

A leitora M. Cristina Monzillo, de Santo André, São Paulo, leu a reportagem "Terapia da alma" (4 de dezembro), sobre o Re Vida – grupo de apoio a pacientes com câncer – e escreveu à redação: "Só quem viveu ou acompanhou pessoas queridas com o diagnóstico de câncer sente a importância da reportagem. Excelente!" Ela e mais uma dezena de outros leitores solicitaram um contato com o grupo, que pode ser feito pelo seu site na internet: http://www.revida.org.br/



NAS ASAS DA PANAIR

A seleção de 1962, bicampeã no Chile, desembarca no Rio de Janeiro: Constellation PP-PDH, da Panair

A reportagem "A Varig chuta o balde" (4 de dezembro) informou que "nas cinco vezes em que o Brasil se sagrou campeão mundial de futebol, quem transportou os heróis da seleção e o troféu foi a Varig". Três leitores contestaram a informação. "A seleção foi à Suécia e voltou pela Panair do Brasil. O capitão Bellini desceu com a cópia fiel da taça e eu desci com a verdadeira. A primeira vez que a Jules Rimet chegou ao Brasil foi no meu colo!", escreveu Noemi, então comissária de bordo da empresa, que hoje vive em Florianópolis. Se Bellini ergueu a taça falsa, é um caso a se apurar. Mas é incontestável que em 1958 e em 1962 (foto acima), foi mesmo a Panair a companhia do selecionado. A Varig transportou os canarinhos nas copas de 1970, 1994 e 2002.



 
 
   
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