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Ana
Maria e o Louro José: papagaio em CD |
| Foto: Luizinho Coruja |
| Foto: Egberto Nogueira |
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| Ratinho e o Xaropinho: 60.000 unidades vendidas |
Conversar com bichinhos de brinquedo deixou de ser apenas um recurso das apresentadoras de programas infantis, como Angélica e Eliana. Os bonecos-coadjuvantes agora também são utilizados na faixa adulta. A primeira a adotar uma mascote artificial foi Ana Maria Braga, que se inspirou em seu papagaio de estimação para criar o Louro José. A idéia deu tão certo que foi copiada por Ratinho. Ele passou a contracenar com Xaropinho, um rato de bigode e cassetete na mão que grita tanto quanto o próprio dono do show. Com falas de improviso recheadas de piadas grosseiras, esses personagens têm a função de servir de "escada" para os apresentadores, ajudando a encher sua bola. A repercussão que alcançaram com o público, porém, superou as expectativas de seus criadores. "Além de quebrar o ritmo das discussões que acontecem no ar, o Xaropinho conseguiu fixar a audiência infantil no horário", avalia Fábio Furiatti, diretor do Programa do Ratinho. Os bonecos se revelaram ainda um novo negócio. Um modelo do Xaropinho chegou às lojas em julho, ao preço médio de 49 reais. Já foram vendidas 60.000 peças. De olho nesse filão, Ana Maria Braga negocia com uma fábrica de brinquedos o lançamento do Louro José para o início de 1999. Ainda quer mais: seus planos incluem a gravação de um CD com músicas cantadas pelo papagaio.
Copyright © 1998, Abril
S.A. |