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Edição 1 768 - 11 de setembro de 2002
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A hora certa de trocar de carro

Helcio Toth


Trocar o carro usado por um mais novo é uma forma de manter o valor do patrimônio, mas é preciso avaliar o momento adequado, para não perder dinheiro. Segundo especialistas, o melhor a fazer é comparar o custo da manutenção com a desvalorização do modelo no mercado. Geralmente os veículos perdem até 30% do valor no primeiro ano. No segundo e no terceiro anos, a perda é de 10% a 20% ao ano. A partir de então, o valor cai em média 10% ao ano. A troca é conveniente quando o custo da manutenção supera a desvalorização anual. Por exemplo, um Vectra GLS ano 96 vale hoje 12 800 reais e se desvaloriza em torno de 1 300 reais por ano. Está na hora de vender esse usado se o gasto com oficina já ultrapassa tal valor.

 

Sem cartão nem senha

Raul Junior


Caixas eletrônicos que engolem o cartão do banco causam grande transtorno ao cliente. Mas o problema pode se complicar quando a pessoa leva ao pé da letra a recomendação do banco e telefona para cancelar o cartão e a senha. No Bradesco, isso bloqueia totalmente a movimentação da conta, também por telefone ou via internet. O cliente só consegue voltar a movimentar seu dinheiro se comparecer pessoalmente à agência. Se ele está viajando, corre o risco de ficar sem dinheiro no meio do caminho. Em um caso assim, é melhor cancelar só o cartão, não a senha. A boa notícia nessa área é que as instituições financeiras estão substituindo os caixas antigos por máquinas novas, nas quais o cartão não é engolido nas operações.

Veja também
Dos arquivos de VEJA
Reportagem de 19/6/2002: "Cuide dos cheques"
Reportagem de 23/1/2002: "A conta da sua conta"
Reportagem de 15/8/2001: "Em defesa de sua conta"
Reportagem de 4/7/2001: "Vigie seu extrato"


 


Qual a melhor bancada?

Não existe um material perfeito para a bancada da cozinha. Alguns riscam, outros são porosos e mancham ou são sensíveis ao calor. Confira as vantagens e as desvantagens de alguns tipos de material:

Divulgação

 

O manual da TPM

As alterações emocionais e físicas nos dias que antecedem o período menstrual diminuem o grau de tolerância da mulher e podem dificultar os relacionamentos. Confira as recomendações de especialistas sobre como a TPM deve ser enfrentada tanto pelas mulheres como pelos companheiros:

ELA

É normal sentir-se inchada, por causa da retenção de líquido no período. Evite as roupas apertadas.

Dietas ricas em proteínas e fibras, com pouco sal e açúcar, diminuem a retenção de líquido.

Evite laticínios, cafeína e estimulantes.

O sexo libera oxitocina, endorfina e serotonina, substâncias que amenizam os sintomas da TPM.

ELE

Muitas mulheres ficam propensas a brigar. Agüente firme.

Se ela demonstra ciúme, esses são maus dias para olhar para os lados.

Divida as tarefas domésticas e leve as crianças para passear. Dê tempo para ela relaxar.

Veja também
Mais recomendações para enfrentar a TPM





 

BOA NOTÍCIA

Hipertensão precoce

A predisposição para a hipertensão pode ser identificada logo após o nascimento, segundo pesquisa feita com 234 bebês em um hospital de Providence, em Rhode Island. Eles receberam solução de água e sal e tiveram a pressão medida logo após o nascimento e um mês depois. Os que demonstraram satisfação ao beber a solução e que tinham ao menos um parente próximo com histórico de hipertensão apresentaram pressão acima da média. Ao crescer, essas crianças serão acompanhadas, para evitar riscos de hipertensão.

 

MÁ NOTÍCIA

Os jovens e o cigarro

A dependência do cigarro começa bem cedo, com fumantes ocasionais e muito jovens. Médicos da Universidade de Massachusetts avaliaram o comportamento de 679 adolescentes entre 12 e 13 anos. Dos que já estavam tendo contato com o cigarro, 40% apresentaram sintomas de dependência. A média de consumo entre os novos fumantes era de apenas dois cigarros por dia. As garotas podem ficar dependentes em 21 dias. Os garotos, em 183.

 

O voto é secreto

Ao conversar sobre eleições com os colegas de trabalho, tome cuidado para não cometer um erro grave: tentar convencê-los de que sua opção é a melhor. "O ambiente corporativo não é lugar para nenhum tipo de proselitismo", diz Patrícia Molino, diretora de gestão de recursos humanos da consultoria KPMG. Ela ressalta que não há problema em revelar o voto nas conversas informais com os colegas mais próximos, desde que não se faça campanha. Ostentar propaganda de candidatos dentro da empresa pega mal. Adesivos, santinhos e calendários com nomes ou imagens que façam referência à política devem ser evitados. Usar o e-mail corporativo para difundir informações relacionadas à disputa eleitoral, então, é algo absolutamente fora de cabimento, porque associa o nome da corporação ao do candidato. Quando a empresa tem um claro direcionamento político, a situação fica ainda mais complicada. Se o funcionário adere, dará a impressão de servilismo. Se demonstra que prefere outro candidato, pode ser considerado petulante. "O melhor é evitar confrontos do gênero, já que eles não trazem nenhuma vantagem para o profissional", aconselha a consultora.


Editado por Cley Scholz.
Colaboraram Tatiana Schibuola,
José Edward e Miguel Vieliczko

E-mail: parausar@abril.com.br

 

 
 
   
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