Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 768 - 11 de setembro de 2002
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Especial
Internacional
Economia e Negócios
Geral
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
VEJA on-line
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

"Acredito em milagres, e acredito no causador dos milagres: Jesus Cristo. Desligar um aparelho é negar a fé, a esperança."
Lian Carla Lago Neiva Montenegro
Camaçari, BA

Pacientes terminais

Parabéns a VEJA pela coragem e clareza ao abordar o tema "Até onde prolongar a vida" (4 de setembro). A lentíssima Justiça brasileira e seu Código Penal não conseguem avançar no sentido da despenalização da eutanásia passiva, que, em outras palavras, é também tema da matéria. Se já possuímos tanta tecnologia para nascer e para viver, por que não utilizá-la para morrer com menos sofrimento e mais dignidade?
Prof. Volnei Garrafa
Presidente da Sociedade Brasileira de Bioética
e do Sexto Congresso Mundial de Bioética
www.bioethicscongress.org.br

Foi uma surpresa receber a revista VEJA de 4 de setembro e ler o título da reportagem especial. Essa surpresa deveu-se à coincidência de que no próximo dia 11 estarei defendendo a minha tese de doutorado, intitulada "O efeito da informação sobre a conduta dos profissionais de saúde diante da morte". Trabalho em UTI há vinte anos e tenho constatado quanto o desenvolvimento tecnológico vem permitindo a prática da distanásia nessas unidades. Esse fato me levou a desenvolver um projeto de pesquisa para verificar a conduta dos profissionais da área da saúde diante da morte e da recusa ou suspensão de tratamentos considerados inúteis. E, após um debate sobre o tema, a analisar a eventual mudança dessa conduta. Tenho a certeza de que somente a informação e uma discussão mais abrangente poderão fazer com que o ser humano aceite sua finitude, e, dessa maneira, os médicos possam vir a praticar a ortotanásia em vez da distanásia. Cumprimento Diogo Schelp e VEJA pela abordagem do tema.
Rachel Duarte Moritz
Diretora clínica e médica intensivista do Hospital Universitário da UFSC
Florianópolis, SC

 

John Helliwell

Uma palavra de elogio e agradecimento pela brilhante entrevista com o economista canadense John Helliwell, realizada pela repórter Monica Weinberg e publicada na edição 1 767 de VEJA (Amarelas, 4 de setembro). É certo que a abrangente pesquisa desse importante estudioso das democracias mundiais oferece dados relevantes para a reflexão dos pesquisadores e líderes brasileiros, engajados no processo de busca democrática para o país e para o hemisfério.
Jean-Pierre Juneau
Embaixador do Canadá
Brasília, DF

 

Acre

Se não for cassado em seu direito de ser novamente governador, Jorge Viana será assassinado: a maneira singular e lógica de o cartel do narcotráfico se livrar dele. O TRE do Acre envergonha os acreanos e os brasileiros ("Atenção, Brasil: o Acre pede socorro", 4 de setembro).
Joaquim P. Martins
João Pessoa, PB

 

Escravidão

Lamento que no Brasil de hoje ainda existam pessoas que, no afã de enriquecer cada vez mais, revivam em suas fazendas a época da escravidão. Não compreendo nem aceito que nossos eleitores continuem a votar em candidatos sem ética e desumanos. ("Casa-grande e senzala", 4 de setembro).
Lourival Gomes
Vitória da Conquista, BA

 

Governadores

Mesmo c>Lourival Gomes
Vitória da Conquista, BA

 

Governadores

Mesmo com a mídia nos esclarecendo sobre os fatos políticos, isso não tem sido suficiente para parte da população discernir entre o certo e o errado na linha do tempo. Conseqüentemente, o meliante se torna herói e o povo, a vítima. Recorda, Brasil ("Por que eles vão tão bem?", 4 de setembro)!
Pedro Francisco Machado
Itatiba, SP

 

Dislexia

Lendo o quadro "De olho na dislexia" (Cartas, 28 de agosto), deixei de sentir-me uma idealista solitária na luta contra a discriminação de disléxicos. Com experiência em reeducação de disléxicos posso afirmar que esse problema tem solução. Para democratizar informações e oferecer material às escolas, criei a Cartilha para a Reeducação de Disléxicos, que deve ser usada paralelamente ao ensino convencional, por alunos de qualquer série. É necessário apenas que as escolas abram um espaço aos disléxicos e dispensem a eles a mesma atenção dada aos não-disléxicos. A cartilha, que à primeira vista pode assustar os seguidores dos métodos modernos de educação, tem a pretensão de ser somente um recurso adequado àqueles que organicamente não estão predispostos às formas globais de ensino.
Maria Julia Paccini
Presidente Prudente, SP

 

Veja essa

Ao tomar conhecimento da opinião de Marianna Tamborindeguy de Oliveira (Veja essa, 28 de agosto), pude constatar que eu, aos 55 anos, não estou sendo conservador nem retrógrado ao repudiar a atual fase da televisão brasileira, destaque para a Globo, que antes se fazia notar pelos avanços em todos os sentidos e hoje se nivela por baixo (e bota baixaria nisso).
Carlos Augusto de Oliveira
Contagem, MG

 

Diogo Mainardi

Sou assinante de VEJA há muitos e muitos anos. Mas daqui, a 46 graus de latitude norte, é até mais interessante ler a revista, com seus colaboradores de alto gabarito. Mas o que me diverte mesmo é o senhor Diogo Mainardi, que faz, acima de tudo, grandes provocações com suas colocações. Seu artigo "Diogo para presidente" (28 de agosto) está extremamente inteligente, sobretudo quando se posiciona com relação à reforma agrária. Felizmente alguém teve a coragem de dizer que nossos políticos estão no mínimo quarenta anos atrasados nessa discussão.
Tereza Rodeguer Vorpe
Genebra, Suíça

 

Datas

A nota "Novela animal" (Datas, 28 de agosto) noticiou o nascimento misterioso de três filhotes de sucuri. A informação me causou surpresa quando registra o nascimento por eclosão de ovos, uma vez que a sucuri é um animal vivíparo, ou seja, seus filhotes nascem já formados, não ocorrendo postura de ovos. Acredito ser inviável a hipótese do cruzamento com uma jibóia, e sim, bem provável, que o animal tenha guardado espermatozóides para futuras fecundações, uma vez que as sucuris apresentam estruturas em seu aparelho reprodutor com essa função. Sabemos de uma fêmea de cascavel que fez o mesmo, guardando espermatozóides por aproximadamente sete anos.
Humberto E.S. de Mello
Biólogo-chefe da seção de répteis da Fundação Zoo-Botânica
Belo Horizonte, MG

 

CORREÇÕES: Os números da pesquisa Datamétrica, realizada em Alagoas nos dias 16 e 17 de agosto, na verdade mostram o ex-presidente Collor (PRTB) e o governador Ronaldo Lessa (PSB) tecnicamente empatados naquele momento, com 41% e 40%, respectivamente, na intenção de voto estimulada para governador de Alagoas ("Por que eles vão tão bem?", 4 de setembro). Na reportagem "Lula a mil por hora" (4 de setembro), a frase correta é "Afinal, aquela pilha de 1,3 milhão de reais encontrada na Lunus pertencia a seu genro, Jorge Murad, não ao candidato tucano". Na nota "Palavras vãs" (Radar, 4 de setembro), onde se informava que o Iphan poderia virar uma agência reguladora, o correto é agência executiva.

 

 

O PANDA É URSO?

 


Urso panda, panda-vermelho, raccoon e quati (no sentido horário): dúvidas

A leitora Elisabeth de Lelis Barbi, da capital paulista, escreveu à redação de VEJA para dizer que os pandas-gigantes (Ailuropoda melanoleuca) não são ursos, mas pertencem à família do raccoon (Procyon lotor) e do quati (Nasua nasua). "Parecem-se com ursos, mas não o são", escreveu Elisabeth, referindo-se à reportagem "A Terra pede socorro" (21 de agosto). A controvérsia existe, mas a maioria dos pesquisadores os classifica como sendo da família do urso (Ursidae). O panda-vermelho (Ailurus fulgens) realmente se parece muito com o raccoon, um parente do guaxinim (Procyon cancrivorus), e o quati, possuindo como eles um longo rabo. De qualquer maneira, o panda-gigante, espécie protegida devido ao risco de extinção e símbolo do Fundo Mundial para a Natureza, é também conhecido como urso panda ou urso panda-gigante.

Veja também
Da internet
Panda.org



A LUTA DE JENNIFER LOPEZ

A resenha do filme Nunca Mais ("Bateu, levou", 14 de agosto) mostra que a personagem interpretada por Jennifer Lopez submete-se a um treinamento-relâmpago em artes marciais para revidar as agressões freqüentes de seu marido. Mas a reportagem não explica o tipo de luta que ela pratica. O leitor Fabiano Monaiar, de Porto Alegre, esclarece: "No filme, Jennifer Lopez aprende a lutar o krav magá". Ele se refere à luta oficial do Exército israelense, criada nos anos 40 pelo húngaro Imi Lichtenfeld e que tem associações e academias licenciadas no mundo todo, inclusive no Brasil.

Veja também
Da internet
Sites sobre a luta
www.kravmaga.com
www.kravmaga.com.br
www.krav-maga.com
www.kravmagaisraeli.com
www.israelikrav.com



 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS