Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 708 - 11 de julho de 2001
Para usar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Quem está na mira das contratações

O profissional que sabe como se valorizar está sendo cada vez mais disputado pelas empresas no mundo todo. Essa é uma das conclusões que se podem tirar da leitura de um levantamento recente da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Os pesquisadores pediram a cerca de 2.000 executivos da alta hierarquia de várias partes do planeta que classificassem 46 questões corporativas, em ordem de importância. Na soma dos pontos, ficou em primeiro lugar o item "atrair, desenvolver e manter bons talentos". Seguiram-se duas outras questões relacionadas à capacidade profissional: "pensar e planejar estrategicamente" e "manter um ritmo de alto desempenho". O antigo mandamento número 1 das corporações, "satisfazer o cliente", apareceu apenas na quarta posição.

 

Um nécessaire para seus pés


Frederico Ferrite


O executivo que viaja com freqüência pode preparar um nécessaire só com produtos importados e abastecê-lo, regularmente, em treze Estados. É a rede de franquia brasileira da marca americana Heel Sew Quik, com mais de 1.000 lojas em 32 países. Aqui, leva o nome de Sapataria do Futuro. Com menos de 100 reais, você pode montar um kit-viagem. Para dar realce àquele calçado com ar de cansado, há desde a velha dupla escova e graxa até um líquido atenuante de marcas escuras em couro, um amaciador para sapatos apertados ou placas antiderrapantes. Na lista, encontram-se ainda impermeabilizante para nobuck e couro, antibactericidas e uma esponja embebida em silicone para substituir a graxa. As filiais oferecem serviços de coleta e entrega em condomínios residenciais.

 

Embale sem chacoalhar


João Delbucio


As mães devem ter cuidado redobrado na hora de embalar no colo um bebê de até 1 ano de idade. Pesquisa da Universidade de Sheffield e do Royal London Hospital, da Inglaterra, revela que o simples fato de balançar incessantemente um bebê com as mãos pode provocar a chamada síndrome do bebê sacudido, capaz de causar lesões e até levar a criança à morte. Um ninar mais agitado, mesmo que não configure necessariamente um ato violento, implica danos às fibras nervosas na região do pescoço e da nuca, que controlam a respiração do bebê com até 1 ano de vida. "Descobrimos que não só os movimentos bruscos provocam essa fatalidade, mas também aqueles mais brandos e típicos de certas brincadeiras", diz a neuropatologista inglesa Helen Whitwell. Contrariando o senso comum, o neuropediatra-chefe do setor de neurologia infantil da Universidade Federal de São Paulo, Luiz Celso Pereira Vilanova, explica que ser ninado não garante nenhuma sensação agradável para o bebê. "Apenas diminui a ansiedade de quem está embalando", diz ele.

 

Tecnologia contra a infertilidade


Está chegando ao país uma nova geração de aparelhos de ultra-sonografia, um deles instalado no recém-inaugurado Centro de Reprodução Humana do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo. "O equipamento tem maior capacidade de resolução", explica o ginecologista Eduardo Motta. Com imagem mais bem definida, é possível avaliar com maior acuidade, por exemplo, a existência de miomas no útero, tumores benignos que podem ser a causa da infertilidade. Entre as aquisições tecnológicas do laboratório de fertilização está um aparelho de "pressão positiva", uma espécie de filtro e injetor de ar, com o qual se restringe a probabilidade de contaminação de todos os materiais e processos envolvidos na técnica de fertilização.

 

Insuficiência cardíaca sob marcação

Antonio Milena


Ganhou atestado de boa conduta no tratamento de insuficiência cardíaca grave a substância carvedilol, presente em quatro remédios disponíveis nas prateleiras das farmácias brasileiras (o Coreg, da Roche, o Divelol, da Baldacci, o Dilatrend, da Asta Medica, e o Cardilol, da Libbs). Os estudos que comprovam a eficácia foram publicados em edições recentes pelas revistas especializadas The Lancet e The New England Journal of Medicine, ambas da Inglaterra. De acordo com o cardiologista Edimar Bocchi, do Instituto do Coração de São Paulo, a substância diminui em 35% a possibilidade de óbito por insuficiência cardíaca. Mostrou-se benéfica também em casos de infarto do miocárdio e transplante de coração. "A doença já é considerada problema de saúde pública", diz o cardiologista.

 

BOA NOTÍCIA

Catarata mais devagar

Não se confirmou a previsão da Organização Mundial de Saúde de 2 milhões de casos de cegueira no Brasil no começo deste século. Dados recentes do Conselho Brasileiro de Oftalmologia apontam para a metade dessa estimativa. "Houve progressão do problema, mas num ritmo menor", explica o oftalmologista Paulo Henrique Morales. Ele credita isso a campanhas públicas de combate aos males da visão, como a catarata, a principal causadora de cegueira no país. Mesmo assim, o patamar ainda é preocupante.

 

MÁ NOTÍCIA

Sexo vulnerável

Enquanto em todo o Brasil a tendência é de estabilização dos casos de Aids, na Região Sul, que abrange Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, acontece o contrário: há aumento das notificações da doença. Segundo Paulo Roberto Teixeira, coordenador do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids do Ministério da Saúde, o uso de drogas injetáveis seria o grande responsável. O crescimento, embora atinja pessoas de menor escolaridade, põe em risco toda a sociedade.





Coordenado por Fábio de Oliveira.
Colaboraram Alexandra Martins,
Fernanda Colavitti e Maurício Oliveira
e-mail: parausar@abril.com.br

 

 
  Fotos divulgação
 
   
  voltar
   
cellspacing="0" cellpadding="0">
  NOTÍCIAS DIÁRIAS
  NOTÍCIAS DIÁRIAS