Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 708 - 11 de julho de 2001
Brasil Distrito Federal

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
 

Os eleitores avaliam os prefeitos pela competência
O fenômeno Anthony Garotinho
Tribunal derruba quebra de sigilo do caso Eduardo Jorge
Acuado, governador demite a mulher e secretários
Empresa de Fernando Bezerra usou nota fria
Roriz dá anistia tributária a amigo
Entidade filantrópica explora trabalhadores na Bahia

Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Por computador

Roriz é acusado de fazer
mutreta por e-mails

O Ministério Público em Brasília vai denunciar o governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, depois de pilhá-lo numa mutreta – por computador. Recolhendo cópia de mensagens trocadas por e-mail, os procuradores descobriram que o governador assinou um perdão de dívida fiscal feito sob medida para o cliente. A empresa beneficiada, Martins Comércio e Serviço, a maior atacadista da América Latina, com 4.000 funcionários, devia 6 milhões de reais ao governo de Brasília. Pediu um parcelamento, mas levou muito mais. Desconsiderando pareceres contrários à operação, o governador perdoou integralmente a dívida de 6 milhões, brindou a empresa com novo contrato e assinou o perdão com data retroativa.

As mensagens eletrônicas mostram que tudo foi feito do jeitinho que a empresa queria. O texto do contrato, seus termos e até a data em que Roriz teria de assinar o documento foram ditados por diretores da Martins Comércio e Serviço, que passaram as orientações por e-mail à Secretaria da Fazenda. O perdão da dívida foi assinado com data de 28 de junho de 1999, embora a papelada só tenha ficado pronta dois meses depois. O Ministério Público vai denunciar o governador por improbidade administrativa (por dar um perdão fiscal abusivo) e falsidade ideológica (por assinar documento com data falsa). Só falta descobrir por que o governador resolveu, sem mais nem menos, ser tão generoso com a empresa.

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS