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Gustavo
Poloni [e-mail:
hipertexto@abril.com.br]
Profissões
dos tempos modernos
A
tecnologia revolucionou o mercado de trabalho. Cargos tradicionais, como
presidente e diretor financeiro, deram lugar a siglas. Hoje o chefão
é o CEO, e quem cuida da chave do cofre é o CFO. À
medida que a internet e os chips avançam pelos escritórios
e fábricas, surgem cargos com nomes cada vez mais excêntricos.
A revista americana Fast Company (www.fastcompany.com)
chegou a criar uma seção sobre as "carreiras do futuro".
Lá estão casos como o de Karen Allen, da Riaa, a associação
das gravadoras dos Estados Unidos. Há um ano, ela é "evangelista
da internet". Sua missão é conciliar os interesses da indústria
da música com os dos consumidores. Confira abaixo alguns cargos
do mundo moderno e veja se você tem perfil para algum deles.
Uma
desgraça só não
é o bastante
Depois
de ver ruir na Justiça o sonho de conseguir uma liminar garantindo
a continuidade do serviço gratuito de distribuição
de música pela internet e de perder boa parte de seus milhões
de usuários, que se negam a pagar para copiar as músicas,
o site Napster (www.napster.com)
amargou mais uma decepção na semana passada. Ficou fora
do ar durante alguns dias, depois de uma trapalhada na atualização
dos filtros que tentam impedir os internautas de piratear arquivos musicais
protegidos por direitos autorais. Travou tudo, até a cópia
de músicas autorizadas.
Receita
para sair da lanterna
Juliana Coutinho
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Até o final do ano, a Globo.com (www.globo.com)
quer ser um dos maiores provedores brasileiros de internet. Seu presidente,
Juarez Queiroz, diz como.
Veja A Globo é líder na TV. O senhor é
cobrado para liderar na internet?
Queiroz
Há muita expectativa com tudo que a Globo faz. Na internet
não é diferente.
Veja Para ser líder, a Globo.com terá de se
aproximar de um grupo estrangeiro?
Queiroz
Temos o conteúdo da Globo, vital para a internet em banda larga.
Queremos a vice-liderança, por meio de parcerias e aquisições.
Depois, vamos brigar pela liderança com o UOL.
Veja A Globo.com começou valorizando a notícia.
Agora, mostra mais fofocas da TV e serviço. Por quê?
Queiroz
Notícia é fundamental. Vamos lançar o site da
Globonews.com, que logo terá conteúdo com som e imagem.
Veja Em 2000, o portal foi avaliado em 2,7 bilhões
de dólares. Quanto vale hoje?
Queiroz
Pelo conteúdo de banda larga, acho que o dobro.
Essa
é para americano ver
Quanto
você pagaria para assistir a uma partida de futebol americano, aquele
em que trogloditas com armaduras disputam uma bola ovalada? Pois a America
Online (www.aol.com.br)
pagou nada menos que 110 milhões de dólares pelo direito
de transmitir pela rede as partidas da liga americana desse esporte. É
o maior negócio do gênero já fechado na internet.
E uma prova de que a AOL aposta no sucesso de transmissões com
som e imagem, o que exige conexões de alta qualidade.
Bonitinho,
mas...
Fotos divulgação
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Fotos divulgação
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Os
projetistas da Apple (www.apple.com.br)
são malucos ou estão anos-luz à frente de nosso tempo.
Na semana passada, a empresa parou de produzir o computador Cube
(acima, à esq.), que chegou às lojas há apenas
dez meses. Motivo: volume ridículo de vendas. Não é
a primeira vez que a Apple abandona projetos audaciosos. O computador
de mão Newton (à dir.) também fracassou.
Lançado em 1993, com conexão para telefone celular e GPS,
o produto patinou por cinco anos e foi aposentado quando tinha apenas
6% do mercado. Nem os mouses redondos da Apple emplacaram. Outros fabricantes
fizeram a festa lançando adaptadores para que os usuários
consigam manusear o desconfortável produto.
Na
carona de um motoplanador
Divulgação
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O
brasileiro Gérard Moss embarcou no final de junho numa aventura
de tirar o fôlego. A bordo do Super Ximango AMT-200S, o motoplanador
da foto, ele pretende dar a volta ao mundo em 100 dias. Suas peripécias
durante a viagem podem ser acompanhadas no site www.asasdovento.com.br.
O visitante encontra a posição exata de Moss, confere o
itinerário percorrido, pode ouvir depoimentos e assistir a filmes
produzidos pelo piloto.
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O
mercado brasileiro de
games conhecerá nos próximos dias algumas seqüências
de jogos de sucesso.
A GreenLeaf (www.greenleaf.com.br)
vai lançar a continuação dos jogos Gangsters
e do simulador de vôos comerciais Fly. As novidades
chegam às lojas na semana que vem. Já a Infogrames
(www.infogrames.com.br)
promete colocar no mercado até o final de julho o quarto
episódio do Alone in the Dark. Batizado de O Novo
Pesadelo, ele terá uma versão para computadores
e outra para o videogame de mão Game Boy, da Nintendo (www.nintendo.com.br).
A
Brasil Telecom (www.brasiltelecom.net.br)
encontrou uma maneira de turbinar os cartões virtuais. Com
a ajuda de trechos do filme de sua última campanha publicitária,
que fala sobre as barreiras transpostas com a ajuda do telefone,
o visitante monta um filme de curta duração. É
só bolar o texto, escolher e colocar na ordem as imagens
e enviar a mensagem. Se acertar na mão, o autor do e-mail
pode até arrancar lágrimas do destinatário.
Só preste atenção ao tamanho do arquivo do
filme. Se ficar muito grande pode congestionar a caixa postal.
Seu
banho está pronto, senhor!
Depois
da geladeira e da máquina de lavar com internet, é
a vez da banheira. Do escritório, do trânsito ou de
onde estiver, você envia por meio de um computador de mão
ligado à rede pelo celular instruções sobre
nível de água, temperatura e essências a misturar
em seu banho. A Smart Hydro avisa, com uma voz sintetizada
que chega a seu micro de mão, quando tudo está pronto.
Idealizada pela I-House
(www.i-house.com.br),
a novidade está exposta na Casa Cor (www.casacor.com.br)
e será vendida no Brasil até o final do ano por preço
ainda não definido.
www.almanaqueabril.com.br
Qual
é a moeda do Afeganistão? Quando Nelson Mandela saiu
da prisão? Essas e outras informações podem
ser encontradas no site do Almanaque Abril, que oferece
todo o conteúdo da versão impressa da publicação.
São informações sobre 192 países, todos
os Estados brasileiros e mais de 1.300 personalidades. Em tempo:
a moeda é o afegani, e Mandela ganhou liberdade em 1990,
com o fim do regime de segregação racial na África
do Sul.
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